<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255</id><updated>2012-01-28T09:28:50.753Z</updated><category term='Escultura'/><category term='Antiguidade Clássica'/><category term='Património'/><category term='Arquitectura'/><category term='Renascimento'/><category term='Época Medieval'/><category term='História Regional'/><category term='Campo Maior'/><category term='História em Datas'/><category term='Publicações'/><category term='Movimentos e estilos artísticos'/><category term='Notícias com História'/><category term='Fotografia'/><category term='Biografia'/><category term='Elvas'/><category term='Memórias de Elvas'/><category term='Época Moderna'/><category term='História de Elvas'/><category term='Raia do Distrito de Portalegre'/><category term='História Local'/><category term='Pintura'/><category term='Fontes históricas: textos/fotos.'/><category term='Entrevista'/><title type='text'>História - Artes e  Fotografia.</title><subtitle type='html'>Blog de História, Arte e Fotografia, centrado nas Memórias de Elvas, do Alentejo e da Raia. Com finalidades educativas e cultura global.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://flama-unex.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>384</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-8298416551715578296</id><published>2012-01-21T12:39:00.000Z</published><updated>2012-01-21T12:39:15.028Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>12. O Urbanismo - As obras públicas : - O tempo das construções fora do brugo histórico.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-EQF-mzZMeIg/TxqwIYFIVDI/AAAAAAAAKpU/qTAvwA9_vE8/s1600/754_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="370" src="http://3.bp.blogspot.com/-EQF-mzZMeIg/TxqwIYFIVDI/AAAAAAAAKpU/qTAvwA9_vE8/s640/754_001.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Meados de século XX - O tempo rompia com o monopólio do burgo moderno e militarizado&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-uagam4OwD_E/TxqwKJaBkgI/AAAAAAAAKpc/1vWm43or2H0/s1600/572_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="386" src="http://1.bp.blogspot.com/-uagam4OwD_E/TxqwKJaBkgI/AAAAAAAAKpc/1vWm43or2H0/s640/572_001.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O trânsito automóvel marcou a necessidade de uma nova ordenação na mobilidade da cidade&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-JZEEV_dC8jQ/TxqwLsTLAhI/AAAAAAAAKpk/I90utXqW7hY/s1600/839_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="462" src="http://3.bp.blogspot.com/-JZEEV_dC8jQ/TxqwLsTLAhI/AAAAAAAAKpk/I90utXqW7hY/s640/839_001.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Bairro de Santa Luzia uma imitação dos bairros burgueses ocupado com a média, Classe Média e que se identificava com algumas famílias de elite local que abandonavam as casas senhorias do núcleo histórico.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qVcttU1ZSvg/TxqwMsjt0gI/AAAAAAAAKps/5vBNHhRwhLY/s1600/553_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="430" src="http://4.bp.blogspot.com/-qVcttU1ZSvg/TxqwMsjt0gI/AAAAAAAAKps/5vBNHhRwhLY/s640/553_001.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Pousada de Santa Luzia - denunciava a vocação para o Turismo sendo a primeira pousada no continente português já que a primeira,&amp;nbsp;fundada no séc. XIX (1840) situava-se nos Vinháticos (Rosário/Madeira).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;O urbanismo e a expansão da cidade tornava-se uma realidade evidente há medida que se aproximava de meados do século XX, pouco a pouco, rompia-se a cintura muralhada, eram as exigências de uma cidade fronteiriça que se abria ao trânsito automóvel. Numa época, em que o Jardim Municipal, a velha “alameda” aberta nos fins da Monarquia Constitucional, era o único espaço exterior à cidade, que há pouco tinha acabado com o toque militar que reunia toda a população ao final da tarde no baluarte setecentista. Os arautos da desgraça, viviam desencantados com o “derrube” da Porta de Évora que dava lugar ao viaduto, que iria mudar radicalmente o movimento na cidade que se abria ao trânsito automóvel ao mesmo tempo que se iniciava as primeiras obras de para a construção do futuro Bairro de Santa Luzia, que se inscrevia no contexto da afirmação de uma média classe média que na cidade constituía a elite local, que se distinguia pelo poder económico e pela formação académica. Mas havia quem fosse avesso a esse novo conceito urbano, que se expressava pela ampliação da cidade para fora do núcleo histórico, como se observa num estrato de um texto publicado em 1929, no periódico “O Leste” &lt;span style="color: #0033cc;"&gt;: …que vão assim apertar o único jardim que possuímos roubando-lhe beleza natural, impedindo com estas alterações em volta, que possamos jamais naquele lindo local, encher os pulmões de ar puro …”.&lt;/span&gt; Mais polémica era sem dúvida a solução encontrada para a circulação no interior da cidade, mas a Câmara não cedia e explicava em reunião de câmara que: &lt;span style="color: #0033cc;"&gt;“O projecto municipal consiste na abertura no lado sul do Largo da Fonte Pereira de Melo encostada ao Baluarte de São João de Deus. Os argumentos empregados pela comissão a favor da solução por ela preconizada são da maior economia da obra, melhoria da parte estética e maior respeito devido à fortificação, obra prima do maior respeito devido à fortificação, obra prima do maior respeito devido à fortificação do seu tempo”&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt; &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;É certo que a polémica continuou associada, ao valor do património local, poderemos mesmo afirmar sem receio que foi no final da década de 1920 que os Elvenses tomaram consciência cívica do seu património, face às alterações do espaço urbano, mas mesmo nos espaços que eram intocáveis, as opiniões mais ou menos científicas defendiam a necessidade das autoridades procurarem divulgar a cidade através da edição de roteiros históricos que deviam informar os viajantes. Mas sem dúvida que as duas preocupações latentes, no espírito dos mais críticos era a desvalorização do velho burgo - moderno e militar, como então se pretendia afirmar: &lt;span style="color: #0033cc;"&gt;“ ... mania de derrubar muralhas, total ou parcialmente conserva-se latente no espírito de muito gente, mas dado o facto dessa gente estar atacada da ânsia de construir, porque não procede desde já à construção de novos bairros ? Em lugar de falarem em projectos de renovação viária, deviam de tratar da extinção da chamada zona militar….” &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0d0d0d; mso-style-textfill-fill-alpha: 100.0%; mso-style-textfill-fill-color: #0D0D0D; mso-style-textfill-fill-colortransforms: &amp;quot;lumm=95000 lumo=5000&amp;quot;; mso-style-textfill-fill-themecolor: text1; mso-themecolor: text1; mso-themetint: 242;"&gt;…Vivia-se os primeiros momentos de desvalorização de algumas construções anexas à praça, nomeadamente caminhos ou melhor trilhos militares que tinham chegado ao século XX e que se mantinham intactos e limitados por arame farpado todavia a estratégia de guerra tinha mudado desde a I Guerra Mundial com a guerra aérea .... limitando a importância dos campos entrincheirados, mas o espaço militar desde o início do séc. XIX até finais do século XX, afirmou-se sobretudo como espaço militar de estacionamento e mobilização de apoio&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;cenários de guerra a longa distância. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-8298416551715578296?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/8298416551715578296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/8298416551715578296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2012/01/12-o-urbanismo-as-obras-publicas-o.html' title='12. O Urbanismo - As obras públicas : - O tempo das construções fora do brugo histórico.'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-EQF-mzZMeIg/TxqwIYFIVDI/AAAAAAAAKpU/qTAvwA9_vE8/s72-c/754_001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-1530452302461013809</id><published>2012-01-21T11:08:00.000Z</published><updated>2012-01-21T11:08:42.617Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biografia'/><title type='text'>Gustavo Eiffel e as suas obras de referência.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zMs824vvYsg/TxqcAeowqKI/AAAAAAAAKo0/Cdls3NKFq9o/s1600/005_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://4.bp.blogspot.com/-zMs824vvYsg/TxqcAeowqKI/AAAAAAAAKo0/Cdls3NKFq9o/s640/005_001.jpg" width="402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Torre Eiffel - Paris -1910&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-vc2TfEjatH4/TxqcBV4oHXI/AAAAAAAAKo8/awJLtW_JZFs/s1600/697_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="420" src="http://2.bp.blogspot.com/-vc2TfEjatH4/TxqcBV4oHXI/AAAAAAAAKo8/awJLtW_JZFs/s640/697_001.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Torrre Eiffel (Base) - 1910&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-3a5S07h_k04/TxqcCJYV9jI/AAAAAAAAKpA/2FMt9B2HMLc/s1600/34581454_qokilONl_34581454_P1040224.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="474" src="http://2.bp.blogspot.com/-3a5S07h_k04/TxqcCJYV9jI/AAAAAAAAKpA/2FMt9B2HMLc/s640/34581454_qokilONl_34581454_P1040224.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Estátua da Liberdade - Nova Iorque - 2005&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ts6G4kCaMyM/TxqcDByGNpI/AAAAAAAAKpM/RhjVdFjRk9g/s1600/924_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="416" src="http://2.bp.blogspot.com/-ts6G4kCaMyM/TxqcDByGNpI/AAAAAAAAKpM/RhjVdFjRk9g/s640/924_001.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ponte D.Maria - Porto -1959&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Gustave Eiffel&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;( 1832-1923), nasceu em Dijon onde fez os estudos iniciais, mas completa em Paris a sua formação superior e técnica. Preparado para dirigir uma empresa familiar, acaba por iniciar a sua carreira numa empresa de construções metálicas, onde distinguindo-se na obra da ponte de Bordéus (1868-1860). Em 1867, fundou a sua própria empresa especializando-se na chamada construção do ferro, sendo o inventor de um novo sistema de distribuições de cargas com base no desenho de arcos metálicos que lhe permitia vencer grandes vãos, sendo a Ponte de D.Maria I em&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;st1:metricconverter productid="1877 a" w:st="on"&gt;1877 a&lt;/st1:metricconverter&gt; sua primeira obra. Em Portugal da sua autoria, destaca-se a Ponte de Viana do Castelo em 1878. No plano internacional, a Estátua da Liberdade em Nova Iorque em 1881 e em França uma série de obras de referência: Ponte Route de Saint André de Cubaz, em Gironde (1883), a Ponte Garabit em Cantal (1884) e a Cúpula do Observatório de Nice (1886). Porém a sua obra emblemática foi sem dúvida a Torre Eiffel com &lt;st1:metricconverter productid="324 metros" w:st="on"&gt;324 metros&lt;/st1:metricconverter&gt; de altura e 12.000 peças, edificada em 1889, por ocasião da Exposição Universal de Paris e por ocasião das Comemorações do 1ºCentenário da Revolução Francesa e que traduz os novos desafios, das construções do ferro e do vidro, associados à leveza e a originalidade da referida obra.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-1530452302461013809?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/1530452302461013809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/1530452302461013809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2012/01/gustavo-eiffel-e-as-suas-obras-de.html' title='Gustavo Eiffel e as suas obras de referência.'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-zMs824vvYsg/TxqcAeowqKI/AAAAAAAAKo0/Cdls3NKFq9o/s72-c/005_001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-4546992288429642393</id><published>2012-01-16T20:05:00.001Z</published><updated>2012-01-16T20:47:53.422Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>11.2. As adversidades da economia entre guerras em Elvas (1926-1950)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-J-CgNJ5mQbY/TxSMt1SgHAI/AAAAAAAAKms/jkdu3sgzKNs/s1600/Imagem3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" height="640px" kba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-J-CgNJ5mQbY/TxSMt1SgHAI/AAAAAAAAKms/jkdu3sgzKNs/s640/Imagem3.jpg" width="454px" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Os cartazes do regime faziam o apelo á produção agrícola&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-yfm3OcAQ_NU/TxSBvt2rtuI/AAAAAAAAKmU/0QXRYb20etw/s1600/Imagem2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="450px" kba="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-yfm3OcAQ_NU/TxSBvt2rtuI/AAAAAAAAKmU/0QXRYb20etw/s640/Imagem2.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A cortiça um factor de riqueza complementar das casas agrícolas&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/--IA6Ix2cggM/TxSBxyIfYQI/AAAAAAAAKmc/1NEIUYBib1A/s1600/Imagem3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="474px" kba="true" src="http://1.bp.blogspot.com/--IA6Ix2cggM/TxSBxyIfYQI/AAAAAAAAKmc/1NEIUYBib1A/s640/Imagem3.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;A Ceifa numa época em que a campanha do Trigo pretendia&amp;nbsp;o Alentejo no celeiro de Portugal&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-xCK3kObenUs/TxSB0aazO8I/AAAAAAAAKmk/cxW5cZpOGHk/s1600/Imagem4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="414px" kba="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-xCK3kObenUs/TxSB0aazO8I/AAAAAAAAKmk/cxW5cZpOGHk/s640/Imagem4.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O gado uma especialidade da Herdade da Fontalva e do experimentalismo do Doutor Ruy de Andrade&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Até meados do século, a vida na cidade de Elvas continuou marcada pela sua actividade principal a agricultura, ainda que fosse considerado o centro urbano comercial de maior importância no Distrito de Portalegre. Contudo, desde o lançamento da Campanha do Trigo que a agricultura se tornara no vector principal da economia local. A produção cerealífera ganhava cada vez mais espaço nas grandes propriedades que tinham crescido devido à aquisição, continuada de parcelas de terras, pelos muitos rendeiros que se tinham tornado, médios lavradores durante a transição para a I República e alguns deles grandes lavradores na fase de incentivo da política agrícola nacional do Estado Novo (1926 a 1937). Mas, na cidade e nos campos do município raiano, a conjuntura difícil marcada pela fome, pairava e se instalara em muitos lares das camadas sociais modestas, os proprietários rurais das casas agrícola, alguns deles distinguiam-se pelos actos de solidariedade: “&lt;span style="color: blue;"&gt;Assim não negamos a ninguém a garantia do pão, do pão que é como a instrução, a primeira necessidade do homem…”.&lt;/span&gt; Viviam-se tempos de adversidade, não só nos ritmos de trabalho mas também na produção agrícola e nem o decreto nº17 252 que proclamava &lt;span style="color: blue;"&gt;“ O trigo é a fronteira que melhor nos defende” &lt;/span&gt;favorecia o esforço da agricultura elvense, mas o tempo tornava mais penosa a vida dos que dela dependiam, as produções em queda, o desemprego em flecha, uma contradição que se justificava com a partida para o litoral dos primeiros migrantes sem o vigor do início da segunda metade da década e que pretendiam sobretudo uma vida mais fácil e menos penosa que nos campos frequentemente abalados pela violência da meteorologia, sobretudo pela chuva, mas a bonança por vezes significou os períodos de seca, como se pode comprovar num periódico local no fim do Inverno de 1931 &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;: &lt;span style="color: blue;"&gt;“Umas vezes porque chove e outras porque não chove as classes operárias continuam lutando contra a miséria, em vasta inactividade a que foram condenados. Os trabalhadores rurais tem agora esperanças de trabalho, dado os serviços de campo que começam a intensificar-se” . &lt;/span&gt;De resto, toda a década foi dramática, os pedidos de auxílio ao Estado sucediam-se, uma delegação de lavradores elvenses deslocaram-se no princípio de Julho de 1937 com esse objectivo ao Terreiro do Paço e entre o fim da Guerra Civil de Espanha e o desencadear da II Guerra Mundial a situação era preocupante e com reflexos em todos os sectores da sociedade local dependente da “vida fundiária”. O Governado Civil de Portalegre em 1940, devido à crise de desemprego que reinava nos campos e nas cidades do seu distrito dirigia-se ao Presidente do Conselho, afirmando que no campo as dificuldades eram maiores na cidade a diminuição do poder de compra, a falta de géneros alimentares e por consequência o desemprego. A&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;sopa dos pobres, instituída cerca de duas décadas pelo Major Doutor Sidónio Pais, voltava de novo à mesa das instituições oficiais e de solidariedade da cidade, era outra vez útil, lia-se no Correio Elvense : &lt;span style="color: blue;"&gt;“A sopa dos pobres é pois uma benemérita instituição que todas as pessoas de sentimentos bem formadas devem olhar com afeição e carinho (…) um povo com fome tem de indubitavelmente se transformar numa legião de tuberculosos e essa legião se encarrega de contaminar como o bacilo que devora a sociedade que a alberga”&lt;/span&gt;… era um tempo em que os mais ricos tornaram-se menos ricos e os pobres e os mais pobres, num tempo em que as crises de subsistência face à conjuntura de guerra, que atravessava toda a Europa civilizada e industrial, longe iam os tempos do Capitalismo Industrial que parecia a ser solução das grandes nações ocidentais, que viviam os dias padecendo a ferro e fogo. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-4546992288429642393?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/4546992288429642393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/4546992288429642393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2012/01/112-as-adversidades-da-economia-entre.html' title='11.2. As adversidades da economia entre guerras em Elvas (1926-1950)'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-J-CgNJ5mQbY/TxSMt1SgHAI/AAAAAAAAKms/jkdu3sgzKNs/s72-c/Imagem3.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-5445987024421761998</id><published>2012-01-09T12:26:00.004Z</published><updated>2012-01-10T09:31:37.937Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arquitectura'/><title type='text'>O Palácio ou Fortaleza de S.Lourenço: Notas históricas.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-BupuSHJHWHM/TwrbCR5nQoI/AAAAAAAAKdY/aaU4azatZlA/s1600/3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="446" src="http://1.bp.blogspot.com/-BupuSHJHWHM/TwrbCR5nQoI/AAAAAAAAKdY/aaU4azatZlA/s640/3.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Topo da baluarte Joanina do Forte de S.Lourenço&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bcQXux66ulQ/TwrbEOByICI/AAAAAAAAKdg/Dn-2SCSN_ks/s1600/4-1866.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="444" src="http://4.bp.blogspot.com/-bcQXux66ulQ/TwrbEOByICI/AAAAAAAAKdg/Dn-2SCSN_ks/s640/4-1866.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Gravura da zona oeste do Fortaleza de S.Lourenço (1866)&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;( edição do Gabintete do Representante da República) &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9xEVSJC4_xI/TwrbEuPjXpI/AAAAAAAAKdk/9NzbHfVzmQo/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="342" src="http://3.bp.blogspot.com/-9xEVSJC4_xI/TwrbEuPjXpI/AAAAAAAAKdk/9NzbHfVzmQo/s640/1.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Vista Sul da Fortaleza ou Palácio de S.Lourenço&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-IDY7lMti3LE/TwrbGAE3kEI/AAAAAAAAKdw/vCITqpdKttY/s1600/5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="424" src="http://1.bp.blogspot.com/-IDY7lMti3LE/TwrbGAE3kEI/AAAAAAAAKdw/vCITqpdKttY/s640/5.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Vista norte da Fortaleza ou Palácio de S.Lourenço (foto de Élvio Gouveia)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-1XJIHXO5XhU/TwrciHjSsGI/AAAAAAAAKd4/zkXPdb_Ha5w/s1600/2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://1.bp.blogspot.com/-1XJIHXO5XhU/TwrciHjSsGI/AAAAAAAAKd4/zkXPdb_Ha5w/s640/2.jpg" width="576" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Planta da Fortaleza de S.Lourenço&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; (edição do Gabinete do representante da República)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;A Fortaleza central do Funchal, actual Palácio de S.Lourenço, resultou de uma série de intervenções com vista à cobertura das defesas da cidade, que inicialmente era servida por uma &amp;nbsp;“ baluarte torre” datada de &amp;nbsp;1540, que tinha uma planta semi-oval, ostentando as armas reais na sua fachada. A sua, pouca eficácia na defesa defensiva durante o assédio seguindo-se &amp;nbsp;saque do saque, sob comando do Marechal Bertrand de Montiuc, determinou o envio pela Coroa para a Madeira, do arquitecto régio Mateus Fernandes, que elaborou uma nova planta para a Fortaleza do Funchal datada de 1567 e como resultado da presença no Funchal dos mestres italianos, Pompeu Arditi e Tomás Beneditino, era um projecto ambicioso, que pressupunha um importante complexo defensivo, que tinha como base o morro da Pena e desenvolvia-se até ao Bairro de Santa Maria ( actual Zona Velha). O referido projecto não seria aprovado pela Coroa e nascia assim a Fortaleza de São Lourenço, ainda que sob orientação de Mateus Fernandes que procedeu ao planeamento da respectiva edificação, a partir da Fortaleza central que se limitava à baluarte Joanina ( baluarte torre). Do ponto vista, arquitectónico seguiu algumas das ideias da arte de fortificar que pretendia empreender no seu plano de fortificação do Funchal proposto em 1567. Assim a fortaleza de São Lourenço, definia-se a partir de dois baluartes pentagonais do mesmo tipo, colocados ou virados para norte e um quadrangular, a proteger a zona ocidental. Mais tarde, no início do séc. XVII, foi acrescentada uma nova baluarte semi-pentagonal, projecto de Jerónimo Jorge, para proteger a porta, baluarte denominada de São Lourenço, santo devoto da Coroa dualista no período da União Ibérica, esta denominação mais tarde foi alargada a toda a edificação. A fortaleza de S. Lourenço ao longo da sua história distinguiu-se fundamentalmente em três funções: desde espaço defensivo, a comando militar ou de representação dos poderes da República. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-5445987024421761998?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/5445987024421761998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/5445987024421761998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2012/01/o-palacio-ou-fortaleza-de-slourenco.html' title='O Palácio ou Fortaleza de S.Lourenço: Notas históricas.'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-BupuSHJHWHM/TwrbCR5nQoI/AAAAAAAAKdY/aaU4azatZlA/s72-c/3.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-6056774682393400260</id><published>2012-01-08T12:21:00.004Z</published><updated>2012-01-13T14:41:29.072Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>12. Meados de século (1930-1950) - Entre o Progresso e os novos Desafios...</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;h&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-redJvqxDQao/TwmI8VClfzI/AAAAAAAAKco/qOYfW3ZPVto/s1600/221_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="402px" rea="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-redJvqxDQao/TwmI8VClfzI/AAAAAAAAKco/qOYfW3ZPVto/s640/221_001.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A modernização e o progresso chegavam a uma sociedade ruralizada...&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8_DHOSghk2U/TwmI9aakACI/AAAAAAAAKcw/rjzak5pGRkU/s1600/286_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="414px" rea="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-8_DHOSghk2U/TwmI9aakACI/AAAAAAAAKcw/rjzak5pGRkU/s640/286_001.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O comércio prosperava na continuidade das décadas finais do séc. XIX&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Ffj4uFlRgj4/TwmI-NdmaII/AAAAAAAAKc4/yS7KYXwVKCc/s1600/024_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="406px" rea="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-Ffj4uFlRgj4/TwmI-NdmaII/AAAAAAAAKc4/yS7KYXwVKCc/s640/024_001.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O novo piso o&amp;nbsp;mecadame, os novos caminhos e as novas estradas era uma dádiva do Estado Novo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-SDLG_P37Z-A/TwmJAcKXZdI/AAAAAAAAKdA/f0uRxwy3UuM/s1600/174_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="452px" rea="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-SDLG_P37Z-A/TwmJAcKXZdI/AAAAAAAAKdA/f0uRxwy3UuM/s640/174_001.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Os Buicks norte-americanos causavam espanto quando passavam por Elvas onde a motorização era precária&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ML-PZHtnL2w/TwoaLUdO0hI/AAAAAAAAKdQ/h35de3z4WV8/s1600/obras_do_viaduto%252C_pedro_franco.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="370px" rea="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-ML-PZHtnL2w/TwoaLUdO0hI/AAAAAAAAKdQ/h35de3z4WV8/s640/obras_do_viaduto%252C_pedro_franco.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O projecto e construção do Viaduto foi uma das primeiras grandes decisões do Estado Novo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(foto de Pedro Franco, in Elvas em Fotos).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A vida económica nos anos trinta continuava a ser um desafio para a classe p&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;olítica local uma vez que capacidade decisão dependia do Poder Central e as poucas iniciativas de desenvolvimento do município era uma realidade de uma frágil iniciativa privada. Ainda que na transição para a década de 1930, surgia as primeiras obras públicas no âmbito do desenvolvimento dos transportes e do trânsito automóvel, na verdade a Lição de Salazar, que surgia anunciada nos cartazes do regime, defendia a quebra do isolamento das populações em nome do progresso, a estrada internacional para o Caia e a via ferroviária, Elvas – Vila Viçosa, mobilizava uma mão de obra disponível para tais empreendimentos, mas o número de operários eram recrutados numa área geográfica que ultrapassava os limites do município e &amp;nbsp;a que ocorriam, trabalhadores das mais variadas regiões do País. Mas, na cidade raiana, os automóveis eram um acontecimento e os automóveis do país vizinho eram motivo de comentário na imprensa periódica: &lt;span style="color: blue;"&gt;“Um automóvel em Elvas digam o que disserem mas é &amp;nbsp;ainda uma coisa que nos obriga a parar e a voltar a cabeça (…) . Foi precisamente o que nós fizemos quando o Buick parou à frente do café (Alentejo)e do carro saíram então algumas espanholas, lindas como os camones e graciosas, como só elas sabem ser …”&lt;/span&gt; . &amp;nbsp;De resto, a circulação rodoviária entrava na ordem do dia, nas conversas amenas entre os lavradores e os políticos locais, o tema da necessidade de mais estradas agrícolas era motivo de reflexão, na década de 1930 a agricultura era a actividade principal, ocupando cerca de 68% da população. Todavia, era o núcleo populacional do distrito de Portalegre menos ruralizado, o comercio na tradição dos finais do séc. XIX ocupava cerca de 29%&amp;nbsp; dos seus efectivos populacionais e 13% era a percentagem do sector terciário, uma parte constituída por novos moradores da cidade &amp;nbsp;cerca de 4% de militares e funcionários públicos, era o tempo da chegada dos funcionários públicos de carreira, dos professores e dos policiais. Todavia, a cidade tornara-se mais movimentada e nos finais da década o Coronel Passos e Sousa e o Presidente da Câmara, Dr. Santana Marques, procuravam junto do Estado Novo uma solução rodoviária para a entrada de cidade, nascia o projecto do viaduto que romperia em definitivo alguns anos depois as Portas de Évora. Na vida comercial, até meados do século, assistia-se uma contínua modernização os velhos armazéns e as mercearias incontáveis, nas décadas de 1930 e 1940, davam lugar aos primeiros estabelecimentos comerciais, alguns merceeiros convertiam-se em logistas e com algum orgulho as notícias circulavam: &lt;span style="color: blue;"&gt;“A nossa terra possue já um número bastante elevado&amp;nbsp; de estabelecimentos modernos, que bem pode dizer-se que são monumentos grandiosos, duma cidade progressiva e trabalhadora, parecendo crer num momento recuperar, tempo perdido de outrora&lt;/span&gt;”. &amp;nbsp;Ao mesmo tempo que sinais de progresso e modernização, era visíveis na estrutura urbana, os protestos voltavam quando por razões económicas e financeiras, o Estado Novo, extinguia alguns serviços que faziam parte da vida económica e social da cidade … &lt;span style="color: blue;"&gt;“Acabaram com a estação telegráfica permanente, acabaram com a Escola Primária Superior , as estradas não são reparadas …. E não há protesto, um brando de indignação ! Como é boa e meiga esta gente de Elvas&lt;/span&gt;! ... Outra questão, tornava-se objecto de reflexão, a necessidade do ensino secundário, um privilégio e um investimento só acessível a meia dúzia de famílias locais que tinham meios económicos, para a continuação de estudos complementares no Liceu Nacional de Portalegre, o Dr. João Bagulho questionava na imprensa local a falta desse grau de ensino na cidade: &lt;span style="color: blue;"&gt;“ Até parece mal não é verdade? Mas é que já há muitos anos vimos perguntando a razão porque Elvas não tem, pela sua categoria de cidade, os estabelecimentos de ensino secundário e técnico com que são dotadas outras terras de igual e até menos importância e mais escassa que a nossa.…&lt;/span&gt; (continua).&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-6056774682393400260?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/6056774682393400260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/6056774682393400260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2012/01/12-meados-de-seculo-1930-1950-entre-o.html' title='12. Meados de século (1930-1950) - Entre o Progresso e os novos Desafios...'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-redJvqxDQao/TwmI8VClfzI/AAAAAAAAKco/qOYfW3ZPVto/s72-c/221_001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-3272172656449064268</id><published>2012-01-03T16:36:00.000Z</published><updated>2012-01-03T16:36:02.993Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fontes históricas: textos/fotos.'/><title type='text'>Badajoz, Mérida e Cáceres : registos centenários da Extremadura Espanhola</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-XajskaiBV44/TwMpDHnLXRI/AAAAAAAAKYI/rfUcfHqEHxY/s1600/656_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="432" src="http://2.bp.blogspot.com/-XajskaiBV44/TwMpDHnLXRI/AAAAAAAAKYI/rfUcfHqEHxY/s640/656_001.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Puerta de Palmas &amp;nbsp;( el primer puente sobre el Guadiana) - séc. XVI&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-pKidVwsFFHE/TwMpD4wUsvI/AAAAAAAAKYQ/6DXCDymLLu4/s1600/029_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/-pKidVwsFFHE/TwMpD4wUsvI/AAAAAAAAKYQ/6DXCDymLLu4/s640/029_001.jpg" width="408" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;La Catedral &amp;nbsp;de Badajoz&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;(&lt;/b&gt; Se inicia su construcción a mediados del siglo XVII, sobre um supuesto templo visigodo o mozárabe .Aunque &amp;nbsp;terminada en el siglo XV, son las reformas y añadidos de los siglos XVY y XVII las que darían su aspecto actual).&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-okt9hU4qnLY/TwMpE_uFoMI/AAAAAAAAKYY/_OoChdGs7CM/s1600/728_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="414" src="http://1.bp.blogspot.com/-okt9hU4qnLY/TwMpE_uFoMI/AAAAAAAAKYY/_OoChdGs7CM/s640/728_001.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;El puente sobre el Guadiana (Mérida)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;(Es la mayor puente romano construído en la península.Tiene una longitud de 792 m y 60 arcos, habiéndose construído hacia el año 25 aC.)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-L4NOe--Oeu8/TwMpF2J6ZeI/AAAAAAAAKYg/ivDaqgsTrvg/s1600/771_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="410" src="http://2.bp.blogspot.com/-L4NOe--Oeu8/TwMpF2J6ZeI/AAAAAAAAKYg/ivDaqgsTrvg/s640/771_001.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;El acueduto de los Milagres&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;(Conducía el agua del embalse de Porserpina.Es una construcción airosa e alegante de silares de granito y ladrillo de la conserva buena parte.Fue levantado en dos épocas diferentes, siglos I y III medía 827 m. de longitud com 25m de altura máxima).&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-hh-j5khtPmg/TwMtsCb3qzI/AAAAAAAAKZU/rb90N9WFRTM/s1600/792_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://3.bp.blogspot.com/-hh-j5khtPmg/TwMtsCb3qzI/AAAAAAAAKZU/rb90N9WFRTM/s640/792_001.jpg" width="396" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Arco de la Estrela&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;( &amp;nbsp;Fue inicialmente Puerta Nueva abierta en el siglo XV), la forma actual data del siglo XVIII).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Wqc97BPK6uQ/TwMp8QaDUtI/AAAAAAAAKZI/tokj9eljeos/s1600/415_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://1.bp.blogspot.com/-Wqc97BPK6uQ/TwMp8QaDUtI/AAAAAAAAKZI/tokj9eljeos/s640/415_001.jpg" width="448" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Puerta del Rio o Aeco del Cristo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;(Es la única muralha romana que permanece de pie).&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;A história portuguesa, na raia do sul de Portugal, na região do Alentejo a partir de meados de 1850, por razões históricas e conjunturais, apresenta um certo paralelismo com a província da Extremadura Espanhola e de um modo particular com as suas principais cidades: Badajoz, Mérida e Cáceres.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-3272172656449064268?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/3272172656449064268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/3272172656449064268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2012/01/badajoz-merida-e-caceres-registos.html' title='Badajoz, Mérida e Cáceres : registos centenários da Extremadura Espanhola'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-XajskaiBV44/TwMpDHnLXRI/AAAAAAAAKYI/rfUcfHqEHxY/s72-c/656_001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-2833161443089650731</id><published>2012-01-02T16:14:00.003Z</published><updated>2012-01-03T15:09:05.235Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fontes históricas: textos/fotos.'/><title type='text'>A notícia da descoberta da Madeira....ou redescoberta.....</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-8hur6_8r6Ak/TwHVgJp8k6I/AAAAAAAAKWc/_1s_ZfhScHY/s1600/3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" rea="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-8hur6_8r6Ak/TwHVgJp8k6I/AAAAAAAAKWc/_1s_ZfhScHY/s640/3.jpg" width="564px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;A chegada a terra madeirense ocorreu em 1419 na praia da actual cidade de Machico...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9l_ISEO5oK0/TwHVirjFV_I/AAAAAAAAKWs/86h4vuM1KKY/s1600/2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="430px" rea="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-9l_ISEO5oK0/TwHVirjFV_I/AAAAAAAAKWs/86h4vuM1KKY/s640/2.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Funchal (1904)&amp;nbsp;a primeira cidade&amp;nbsp;do Império Colonial na época do ciclo do açucar madeirense&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ClilEAdEnvo/TwHVkFM5WQI/AAAAAAAAKW0/gKpu9MBimNE/s1600/6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="398px" rea="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-ClilEAdEnvo/TwHVkFM5WQI/AAAAAAAAKW0/gKpu9MBimNE/s640/6.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Representação das capitanias do Funchal e de Machico segundo o geógrafo H.Cardoso&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-w7cItwRzRJk/TwHVlNJiOdI/AAAAAAAAKW4/LgXcE8S8h-E/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" height="640px" rea="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-w7cItwRzRJk/TwHVlNJiOdI/AAAAAAAAKW4/LgXcE8S8h-E/s640/1.jpg" width="454px" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Homenagem da Madeira ao navegador João Gonçalves Zarco no âmbito da Nacionalismo dos anos trinta da autoria de Francisco Franco e Cristino da Silva&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;s historiadores portugueses e espanhóis, especializados em história do Atlântico, utilizam frenquentemente a expressão "redescoberta" quando se referem as descobertas portuguesas no Atlântico, nomeadamente dos arquipélagos da Madeira e dos Açores. O fundamento científico sem contestação, justifica-se pelo facto das referidas ilhas já serem conhecidas antes do séc. XVI e representadas em mapas cartográficos desde a Antiguidade. Todavia, a notícia da descoberta da Madeira foi assim anunciada à coroa portuguesa&amp;nbsp;no início&amp;nbsp;de quatrocentos:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;“Depois, aos vinte e oito de Março, partimos da dita ilha e naquele mesmo dia chegámos a Machico, que é um dos portos da ilha da Madeira, distante da de Porto Santo quarenta milhas. Vêem-se com tempo claro uma da outra. Esta ilha da Madeira mandou-a o dito senhor habitar pelos portugueses só há vinte e quatro anos para cá, e nunca foi habitada. Fêz capitães dela dois cavaleiros, um dos quais Tristão Teixeira, que governa a metade da ilha da parte de Machico; e outro, chamado, João Gonçalvez Zarco, a outra metade, da parte do Funchal. Chama-se a ilha da Madeira, que quere dizer dos lenhos, porque quando primareiramente foi descoberta pelos ditos do dito senhor, não havia palmo de terra que não estivesse cheio de grandíssimas àrvores, e tiveram os primeiros que a quiseram habitar de lhe deitar fôgo. Êste foi lavrando pela ilha, durante muito tempo, e tão grande foi, que me disseram que ao sobretito João Gonçalves, que aí se encontrava, foi preciso ele e todos os outros com as mulheres e os filhos, fugir da sua fúria e acolher-se à àgua, no mar, onde estiveram mergulhados até à garganta de dois dias e duas noites, sem comer nem beber, pois que de outra maneira teriam morrido. Desta maneira varreram grande parte da dita madeira, fazendo terra de Lavoura”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp; Luís Cadamosto, Primeira Navegação, 1455&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-2833161443089650731?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/2833161443089650731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/2833161443089650731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2012/01/noticia-da-descoberta-da-madeiraou.html' title='A notícia da descoberta da Madeira....ou redescoberta.....'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-8hur6_8r6Ak/TwHVgJp8k6I/AAAAAAAAKWc/_1s_ZfhScHY/s72-c/3.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-2347038018252956074</id><published>2011-12-31T02:36:00.001Z</published><updated>2011-12-31T02:53:20.390Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias com História'/><title type='text'>Em 1912  foi notícia em 2012 ...???</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qs4at5qmssM/Tv5zpYofW1I/AAAAAAAAKLk/SEASV3jnedk/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="410px" rea="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-qs4at5qmssM/Tv5zpYofW1I/AAAAAAAAKLk/SEASV3jnedk/s640/1.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O&amp;nbsp; desastre do Titanic a tragédio do ano....&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7Y9VqNAoKH0/Tv5zqEK4XxI/AAAAAAAAKLo/CB-4De-MRFs/s1600/3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" rea="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-7Y9VqNAoKH0/Tv5zqEK4XxI/AAAAAAAAKLo/CB-4De-MRFs/s640/3.jpg" width="384px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O busto de Nefertiti o achado da&amp;nbsp;Sociedade alemã do Oriente&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-KhXGRUtnKl4/Tv5zsY6-_jI/AAAAAAAAKL0/48aGq2cVeGk/s1600/4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" rea="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-KhXGRUtnKl4/Tv5zsY6-_jI/AAAAAAAAKL0/48aGq2cVeGk/s640/4.jpg" width="464px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Voo da mulher piloto Harriet Quimby&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-r5JY09RInhE/Tv5zupgccSI/AAAAAAAAKL8/xA2iWrOLS0s/s1600/84920-050-57C058AD.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" rea="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-r5JY09RInhE/Tv5zupgccSI/AAAAAAAAKL8/xA2iWrOLS0s/s640/84920-050-57C058AD.jpg" width="466px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Os primeiros jogos em terras nórdicas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lOg7v5yknZU/Tv5zvrJI3qI/AAAAAAAAKMA/ki98H2pUgfw/s1600/2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" rea="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-lOg7v5yknZU/Tv5zvrJI3qI/AAAAAAAAKMA/ki98H2pUgfw/s640/2.jpg" width="384px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As primeiras cisões dos notáveis da I República em Portugal&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Em 1912 foi ano em que ….&amp;nbsp;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;No mundo .... Cinquenta mil lavadeiras entram em greve para reclamar novos salários … &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A Suiça adoptou medidas para a protecção de trabalhadores em caso de enfermidade … O Congresso argentino aprovou o sufrágio universal, obrigatório e secreto…O Parlamento italiano aprovou uma proposta de lei com finalidade de assegurar a protecção social dos trabalhadores …. Em&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Paris termina a rodagem da película “A Dama das Camélias” na qual se destacou a actriz Sarath Bernard…O explorador britânico Robert Falcon Scott e seus acompanhantes perdem a vida no regresso do Pólo Sul … Harriet Quimby &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;torna-se a primeira mulher a atravessar o Canal da Mancha em avião ….O transatlântico TiTanic considerado o navio mais seguro do mundo colidiu com iceberg perto da Terra Nova perdendo-se cerca de 1.513 vidas ….O serviço de telégrafo regular, sem cabos, assegura as comunicações entre os Grã-Bretenha e os Estados Unidos ….O Pravada é editado em S. Petersburgo pelos defensores do bolchevismo …. Em Estacolmo inicia-se a 5º edição dos Jogos Olímpicos … O Montenegro como estado da aliança balcânica, declara guerra ao império Otomano … A Sociedade Alemã do Oriente revela o achado do busto de Neferitit durante as escavações na antiga cidade de Almarna … A.Carrel recebe o Prémio Nobel da medicina como pioneiro do transplante de órgãos…Em &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Rudowska manifestações camponesas desembocaram em perseguição aos judeus no final do ano… Em Portugal, &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;António José de Almeida funda o Partido Evolucionista e Brito Camacho a União Republicana era o&amp;nbsp;fim da unidade republicana&amp;nbsp;… registaram-se conflitos religiosos um pouco por todo o País … Norton de Matos é nomeado governador geral de Angola após as várias revoltas que se manifestaram no Império Colonial Português … Falecimento na Maratona do célebre atleta Francisco Lázaro… Estreia literária de Sá Carneiro, com a obra &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Princípio …como será em 2012 ....&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-2347038018252956074?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/2347038018252956074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/2347038018252956074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/12/em-1912-foi-noticia-em-2012.html' title='Em 1912  foi notícia em 2012 ...???'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-qs4at5qmssM/Tv5zpYofW1I/AAAAAAAAKLk/SEASV3jnedk/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-4228359054337598288</id><published>2011-12-29T19:57:00.001Z</published><updated>2012-01-13T14:41:52.329Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>11.1. O Estado Novo e o Poder Local entre guerras.....</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-f796H6NTUus/TvzFy3AQDZI/AAAAAAAAKJQ/JpXeVs7Hk0w/s1600/d.duarte+pio+-caia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="406px" rea="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-f796H6NTUus/TvzFy3AQDZI/AAAAAAAAKJQ/JpXeVs7Hk0w/s640/d.duarte+pio+-caia.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;D.Duarte Pio (Duque de Bragança)&amp;nbsp; na fronteira vigilante&amp;nbsp;do Caia (Elvas)&amp;nbsp; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-75Gs5sm0VsM/TvzD25OKc4I/AAAAAAAAKI0/uBv8t5RwwQM/s1600/144_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" rea="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-75Gs5sm0VsM/TvzD25OKc4I/AAAAAAAAKI0/uBv8t5RwwQM/s640/144_001.jpg" width="476px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Doutor Oliveira Salazar nos tempos que convivia com a família Santana Marques.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-TMSX4DMtJh8/TvzF78AKTRI/AAAAAAAAKJc/QskLi3vTTtQ/s1600/462_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="408px" rea="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-TMSX4DMtJh8/TvzF78AKTRI/AAAAAAAAKJc/QskLi3vTTtQ/s640/462_001.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A guerra civil de Espanha&amp;nbsp;favoreceu a&amp;nbsp;presença militar na administração&amp;nbsp;municipal&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-OQoaQpH7XVU/TvzGBQjlraI/AAAAAAAAKJo/9ZhCZAdzCmw/s1600/441_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="392px" rea="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-OQoaQpH7XVU/TvzGBQjlraI/AAAAAAAAKJo/9ZhCZAdzCmw/s640/441_001.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;O viaduto a primeira grande obra do Estado Novo uma ambição da primeira vereação municipal&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Com o fim da Guerra civil de Espanha, a cidade de Elvas ao contrário do que se tinha observado durante a I República, aumentou significativamente a sua importância como espaço militarizado iniciando-se uma pré-militarização da Praça que se torna efectiva cerca de trinta anos depois. O seu espaço fronteiriço, afirma-se a partir de finais dos anos quarenta como uma zona de trânsito amplamente controlada e não apenas como uma área fiscal de 1ª ordem, categoria que advinha desde meados do séc. XIX com a reorganização da política e polícia fiscal dos governos da regeneração. Mas entre a legalidade e a clandestinidade tornou-se também um ponto de chegado para os exilados espanhóis e um ponto de partida para os portugueses, ao contrário de Vilar Formoso que se afirmava mais do que nunca como a parte de saída para a emigração, que não era tão evidente a sul da raia portuguesa. Porém, em tempo de paz e normalidade, o poder local continuava a se estruturar segundo a vontade do Poder Central, cada vez mais fechado em si mesmo. Se a República em 1910, em termos programáticos mostrava-se tendencialmente favorável a uma descentralização política, a verdade é que tais ideias não passaram disso mesmo, tal como o municipalismo no séc. XIX . O debate mantinha-se desde as primeiras crises do republicanismo, o sector integralista na personagem de Alberto Monsaraz considerava que a descentralização não tinha tido sucesso na I República porque ela era de natureza monárquica. Por esta razão e pelo nacionalismo que o Doutor Oliveira Salazar pretendia empreender a autonomia do Poder Local não era discutível, de facto na história portuguesa desde a Época Moderna, que o localismo era mais forte que o nacionalismo, porque o conceito de naturalidade (de uma cidade ou vila), atravessou os “séculos da memória” , o nacionalismo e o regionalismo como ideias políticas nascem praticamente na época contemporânea como consequência das revoluções liberais do século XIX e do desenvolvimento dos transportes, &amp;nbsp;vias de comunicação, da imprensa e do ensino público a partir de meados do séc. XIX, logo o futuro Presidente do Conselho não podia construir um Estado Forte dividido alienando funções e competências pelos poderes locais, era aliás um contra senso num país que vivia próximo da anarquia fruto da instabilidade política de dezasseis anos de experiência republicana e que lhe ia faltando uma identidade própria. Foi nestas circunstâncias que segundo César Oliveira: &lt;span style="color: blue;"&gt;“As Câmaras nacionais deveriam ter funções de soberania municipal. Entre tais funções, contava-se fazer leis (posturas), regulamentos, funções de gestão patrimonial, funções policiais e de segurança dos cidadãos e funções relativas aos interesses morais e materiais da população. Desde a construção e gestão dos cemitérios, aos abastecimentos de água e aos esgotos até à gestão dos espaços urbanos e a promoção dos interesses económicos concelhios”&lt;/span&gt; . A execução de tais funções estavam reguladas pela existência de dois órgãos segundo o Código Administrativo, artigo 71, nº2, cujo modelo era concretizado por um Conselho Municipal e pelo Presidente da Câmara Municipal. Nestes órgãos, a figura predominante era de facto o Presidente da Câmara, na verdade, ele era livremente nomeado pelo governo. Todavia, a nomeação directa do Presidente da Câmara, suscitava alguma polémica mesmo nos sectores mais conservadores da União Nacional, por isso mesmo e mais tarde o II Congresso Nacional da União Nacional, resolvia esta questão com uma ideia já lançada pelo movimento Integralista, como se comprova na reflexão de António Teixeira Santos: &lt;span style="color: blue;"&gt;“… com base nos argumentos expandidos durante a I República, por António Sardinha, Teoria do Município e Cartilha Monárquica com base nos chefes de família, nos representantes dos grémios, sindicatos e misericórdias e corporações de interesse e espírito”.”O conselho municipal resultava da representação das juntas de freguesia únicos órgãos eleitos ainda que por um colégio eleitoral restringido aos chefes de família ou equiparados” &lt;/span&gt;in Decreto lei 27 995, de 27 de Agosto de 1937. Estas limitações eram extensivas aos meios técnicos e humanos, falta de maquinaria, de ferramentas e um quadro técnico inadequado para um corpo de funcionários com habilitações e competências limitas, determinando uma política dependente da vontade do Poder Central. A intervenção central omnipotente, a carência de meios e um presidente de Câmara, nomeado e sem renumeração mensal, limitavam o planeamento e as ambições dos municípios. A Câmara de Elvas, no período de 1926-1945 estava limitada a um orçamento típico, que pouco variava na sua execução: 1.Orçamento típico; 2.Compromissos do município anterior; 3. Execuções fiscais; 4. Obras Municipais; 5.Obras com a comparticipação do estado e a 6.Assistência Pública. Em dezanove anos a cidade conheceu sete presidentes que se destacaram por um conjunto de obras que ultrapassaram o seu rígido orçamento: O Dr. Manuel Santana Marques (1926-1928), figura grata do regime, a sua esposa era amiga de longa data do chefe de Estado e a presença do Doutor Salazar na sua residência era comum nos tempos da formação do Estado Novo. Destaca-se do seu mandato algumas propostas e obras notáveis, nomeadamente, a questão da abertura do Viaduto, a montagem da linha telefónica entre Elvas e Portalegre e o alargamento da estrada para a fronteira entre Elvas e o Caia; o Major Joaquim Melo (1928-1931), foi sobretudo o militar em comissão de serviço tendo sido um dos impulsionadores para os estudos de ligação ferroviária, Elvas e Vila Viçosa. O Dr. João Crisóstomo Atunes (1931-1936), prestigiado médico da cidade, cuja principal preocupação centrou-se na implementação do ensino primário, num período em que a cidade vivia a tragédia da guerra civil espanhol e nesse contexto era uma “urbe” militarizada. O médico, Dr.Januário Machado Cavalheiro (1936-1937, líder da União Nacional, destacou-se sobretudo por prolongar a sua actividade médica com as suas decisões políticas, centradas na Saúde sendo responsável pela construção do Dispensário Anti-Tuberculoso e pelo Centro de Saúde. Mas, a guerra civil de Espanha e os sinais de confrontação bélica entre franquistas e republicanas, adivinhava-se e como prevenção, de novo um militar era nomeado para dirigir a vida municipal, o Capitão Manuel Rodrigues Carpinteiro (1938-1941) que iniciou a electrificação das zonas rurais e o primeiro político de Estado Novo a privilegiar o “mundo rural” então em expansão. Até meados do século, novas personalidades, dirigem os interesses municipais, o Coronel Henrique Lopes Garcia (1942-1943), que é sobretudo um militar numa praça militar de fronteira numa época de conjuntura de guerra e o Dr. Mário Gonçalves que chega à Câmara em 1944 mas é sobretudo uma figura distinta da política elvense na segunda metade do séc. XX.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-4228359054337598288?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/4228359054337598288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/4228359054337598288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/12/111-o-estado-novo-e-o-poder-local-entre.html' title='11.1. O Estado Novo e o Poder Local entre guerras.....'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-f796H6NTUus/TvzFy3AQDZI/AAAAAAAAKJQ/JpXeVs7Hk0w/s72-c/d.duarte+pio+-caia.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-165507195793296643</id><published>2011-12-27T17:12:00.029Z</published><updated>2012-01-03T15:08:44.815Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fontes históricas: textos/fotos.'/><title type='text'>Ponta Delgada, imagens centenárias da capital da Ilha Verde</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wlg7yKBzhPw/Tvn6nt0025I/AAAAAAAAKFo/Zxsslm1M0uw/s1600/2-1910.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="414" src="http://1.bp.blogspot.com/-wlg7yKBzhPw/Tvn6nt0025I/AAAAAAAAKFo/Zxsslm1M0uw/s640/2-1910.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Ponta Delgada (1900) - Arcos da cidade e cais de embarque&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-gCliNAYCA2s/Tvn7iL7jyMI/AAAAAAAAKGs/vmpdlWI1GkY/s1600/3-1900.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="424" src="http://1.bp.blogspot.com/-gCliNAYCA2s/Tvn7iL7jyMI/AAAAAAAAKGs/vmpdlWI1GkY/s640/3-1900.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;1900 - Largo João Franco - homenagem ao carismático político da monarquia constitucional&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-6z9fcERIbJ0/Tvn6oSuVV0I/AAAAAAAAKFw/ajhCnPhU2l4/s1600/2-pontqa+delgada867_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="424" src="http://1.bp.blogspot.com/-6z9fcERIbJ0/Tvn6oSuVV0I/AAAAAAAAKFw/ajhCnPhU2l4/s640/2-pontqa+delgada867_001.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Ponta Delgada (1901) - Perspectiva central da cidade&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Pw8VlEnN2b0/Tvn9yT28InI/AAAAAAAAKHc/5-Gee2P78h0/s1600/6-hotel+a%25C3%25A7oriano1900.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="428" src="http://2.bp.blogspot.com/-Pw8VlEnN2b0/Tvn9yT28InI/AAAAAAAAKHc/5-Gee2P78h0/s640/6-hotel+a%25C3%25A7oriano1900.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;1910 ? - Hotel Americano junto ao Adro da Matriz&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-e_f6IwUI_Fg/Tvn8CPcWYjI/AAAAAAAAKG4/Auv1D0OodS0/s1600/4-1913.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="418" src="http://2.bp.blogspot.com/-e_f6IwUI_Fg/Tvn8CPcWYjI/AAAAAAAAKG4/Auv1D0OodS0/s640/4-1913.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Porto de Abrigo (1913) de Ponta Delgada&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-HTUytIts_10/Tvn8Ud_rRpI/AAAAAAAAKHE/k0ZoGFPobeg/s1600/5-calheta+1913.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="430" src="http://4.bp.blogspot.com/-HTUytIts_10/Tvn8Ud_rRpI/AAAAAAAAKHE/k0ZoGFPobeg/s640/5-calheta+1913.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Ponta Delgada [Calheta] - 1913&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-jJIBCbbTn5s/Tvn6vpnbSiI/AAAAAAAAKGY/mM8OI8ma-wo/s1600/7-ponta+delgada.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="414" src="http://3.bp.blogspot.com/-jJIBCbbTn5s/Tvn6vpnbSiI/AAAAAAAAKGY/mM8OI8ma-wo/s640/7-ponta+delgada.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;A minha rua &amp;nbsp;cerca de oito décadas antes dos meus tempos académicos.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hgsTRw8NHiY/Tvn6xbbBfnI/AAAAAAAAKGg/USEYeSsd4iw/s1600/8-1918-defesa+p.del.+canhao+americvano.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="374" src="http://4.bp.blogspot.com/-hgsTRw8NHiY/Tvn6xbbBfnI/AAAAAAAAKGg/USEYeSsd4iw/s640/8-1918-defesa+p.del.+canhao+americvano.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;1918 - Canhão americano na defesa da cidade evidenciando já a&amp;nbsp;importância&amp;nbsp;estratégica dos Açores em conflitos intercontinentais.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-165507195793296643?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/165507195793296643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/165507195793296643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/12/ponta-delgada-imagens-centenarias-da.html' title='Ponta Delgada, imagens centenárias da capital da Ilha Verde'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wlg7yKBzhPw/Tvn6nt0025I/AAAAAAAAKFo/Zxsslm1M0uw/s72-c/2-1910.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-2171608831418282946</id><published>2011-12-21T21:18:00.006Z</published><updated>2012-01-13T14:42:13.730Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>1.1.1.O renascimento militar da Praça Militar de Elvas numa conjuntura de guerra….</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Y0J48AkOcik/TvJNucFxO0I/AAAAAAAAKCY/an4gq9iq-gQ/s1600/abceee.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="460" oda="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-Y0J48AkOcik/TvJNucFxO0I/AAAAAAAAKCY/an4gq9iq-gQ/s640/abceee.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Os campos agrícolas da raia de Elvas afirmaram-se espaços de exílios para &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;os extremenhos que passavam a raia.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-AnwskQwVYC8/TvJN00J7RlI/AAAAAAAAKCo/1II8qg9ZMgU/s1600/f12g.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="434" oda="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-AnwskQwVYC8/TvJN00J7RlI/AAAAAAAAKCo/1II8qg9ZMgU/s640/f12g.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A aviação germânica que participou na batalha área de Badajoz fez escala numa herdade elvense.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gzL7ErJMiWw/TvJN2gO_-VI/AAAAAAAAKCw/VRXImnAMsBU/s1600/Imagem1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" height="422" oda="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-gzL7ErJMiWw/TvJN2gO_-VI/AAAAAAAAKCw/VRXImnAMsBU/s640/Imagem1.jpg" width="640" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Os arredores em torno do Forte de Santa Luzia faziam parte da rota dos&amp;nbsp;exilados&amp;nbsp;em fuga da violência e da morte que marcava&amp;nbsp;os dias em Badajoz ...&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-wWVCIujyTxc/TvJNvR4rNBI/AAAAAAAAKCg/msChLdSB4OQ/s1600/f12.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="492" oda="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-wWVCIujyTxc/TvJNvR4rNBI/AAAAAAAAKCg/msChLdSB4OQ/s640/f12.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Os franquistas contaram com a colaboração das autoridades portuguesas na detenção da oposição republicana....&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Nos primeiros tempos de vigência do Estado Novo, as suas estruturas de suporte foram crescendo com o seu próprio aparelho burocrático, a censura e a vigilância marcaram necessariamente muitos momentos da vida quotidiana da cidade de Elvas e de um modo particular pela situação estratégica de espaço fronteiriço. Se a nível da vida local, as dificuldades de afirmação de uma acção política favorável ao exercício do poder local foi uma constante pelo menos até meados do séc. XX , a verdade é que a conjuntura de guerra que se viveu no Ocidente &amp;nbsp;não facilitava qualquer solidariedade com os poderes locais. Mas ao contrário, do que se tinha verificado durante a I República a cidade de Elvas, voltava a ganhar o seu estatuto histórico que tinha “ganho” durante as guerras peninsulares voltando a ser uma praça militarizada, uma placa estacionamento. Ou seja a Guerra Civil de Espanha e em consequência indirecta a 2ºGuerra Mundial, voltava a dar dignidade ao estatuto militar da velha praça militar da época Moderna, praticamente desmilitarizada entre finais da Monarquia Constitucional e a I República. A guerra Civil de Espanha seria o primeiro momento de afirmação, a cidade elvense no Inverno de 1939 tinha se transformado no “centro do mundo”, políticos, jornalistas e equipamentos militares permaneciam instalados nas artérias e nas proximidades de Elvas com ligação à fronteira, descrições da época demonstram esse intenso movimento como a coluna de apoio á causa nacionalista (franquista): &lt;span style="color: blue;"&gt;“A coluna automóvel do Rádio Clube Português, que na sua longa viagem de Lisboa-Badajoz, transportava donativos em géneros e agasalhos medicamentos. As camionetas alinhadas por distritos e levando à frente o de Lisboa, estendiam-se por quilómetros. Esperava-se ansiosamente a entrada em Espanha. Faziam-se perguntas contínuas aos chefes das colunas distritais e o tempo ia passando. Havia talvez uma hora que ali estávamos quando de Elvas nos chegou o barulho de potentes aviões. Os olhos perscrutaram o espaço ansiosamente até que se descortinavam três aviões que para nós se dirigiam. Eram aviões portugueses das nossas forças aéreas que sobrevoaram as colunas num voo elegantíssimo que despertou o mais vivo entusiasmo. Vivas estridentes ecoaram, pelo espaço numa expontânea de fé nacionalistas, braços bem alto para o céu, em direcção às cruzes de Cristo rubras, que se avistaram na fuselagem dos aparelhos”.&lt;/span&gt; O Coronel Passos e Sousa, natural de Elvas, Ministro da Guerra em 1934-1936, era designado pelo regime para assumir o comando da Praça face a qualquer ameaça republicana que eventualmente pudesse ameaçar a soberania nacional face à ameaça de uma vitória republicana em Espanha. O tempo em Elvas parara com a tragédia espanhola, a solidariedade não era palavra vã, as notícias corriam em toda a raia: &lt;span style="color: blue;"&gt;“As senhoras de Elvas e campo Maior, que tanto carinho e dedicação confeccionaram agasalhos para as tropas que estão batendo na “frente” pede-nos o Consulado de Espanha, nesta cidade que o tomemos público o seu profundo e fervoroso reconhecimento para notável iniciativa&lt;/span&gt;”. Nas herdades junto ao Guadiana, os actos de bravura e de humanidade dos proprietários das casas agrícolas elvenses sucediam-se: &lt;span style="color: blue;"&gt;“O Dr. José Albarran atravessou o rio a nado, seguido de perto de comunistas. A perseguição foi tão feroz que o nosso hóspede chegou aqui em lamentável Estado, não havendo água que o saciasse”. &lt;/span&gt;Todavia, um pouco por todo o lado, passavam a salto, homens, mulheres e crianças, independentemente da sua posição política face às facções em conflito, as crianças muitas vezes passavam a raia sob protecção de contrabandistas elvenses e campomaiorenses, sendo depois enviadas para o norte de Portugal, antes de partirem para a América Latina, por via marítima. Mas, sem dúvida que com muitos riscos correram vários homens e famílias de Elvas, que protegeram as centenas de refugiados republicanos espanhóis, que atravessaram a raia. Uma vez que desde finais de Outono de 1936, o Governador Civil de Portalegre e os&amp;nbsp;militares estacionados em Elvas e Badajoz, para além do director da Polícia Internacional de Segurança Pública, tinham ordens para deter e barrar a entrada de qualquer indivíduo identificado com a causa republicana. As detenções entretanto sucediam-se como se lê em documentos rubricados por secreto: &lt;span style="color: blue;"&gt;“Alguns comunistas fugiram para Portugal, onde foram presos pelas nossas forças de fronteira”&lt;/span&gt;. Numa atitude informativa, o Prof.Dr. Vicent Gray, da Universidade de Valhadolid, dava a conhecer aos Elvenses: &lt;span style="color: blue;"&gt;“A Espanha luta contra o comunismo, e ao denunciar o seu sangue, o mais precioso, o da sua juventude, que renunciou aos amores e à prosperidade e a força do amanhã …”.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #080808;"&gt;Neste teatro de guerra, em que muitos elvenses subiam aos montes para assistir aos bombardeamentos da aviação franquista e germânica sobre a cidade de Badajoz, na cidade de Elvas, Ventura Abrantes defendia que Portugal tinha uma oportunidade única para recuperar Olivença, em 20 de Fevereiro de 1938, declarava que &lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;“um grande número de patriotas vão empreender uma ofensiva patriótica &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #080808;"&gt;“… mas o jornal nacionalista a Defesa, no seu editorial dava conta das pretensões de Ventura Abrantes e denunciava: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;“Reclamar Olivença nesta altura pode ser um disfarce e neste momento histórico que atravessamos é fazer propaganda dos vermelhos”&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #080808;"&gt;…. Mas com o fim da Guerra Civil de Espanha ainda com as feridas por sarar na raia luso-espanhola,&amp;nbsp;o elvense Manuel Cayola,&amp;nbsp;no Correio Elvense, previa o desencadear de um conflito à escala &lt;span style="background-color: white;"&gt;mundial&lt;span style="color: blue;"&gt;:”A Espanha entrou no Eixo das grandes potências totalitárias, a Itália absorveu a Albânia e a Inglaterra, na direcção da linha defensiva da Europa atribulada, decretou o serviço militar”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e alguns meses depois, o jovem promissor das letras elvenses Eurico Gama, escrevia: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;“Assim alastra, como um incêndio tremendo e devastador, pelo mundo inteiro, não poupando crianças, nem mulheres, nem velhos, metralhando e reduzindo a pó, hospitais, misericórdias, asilos&amp;nbsp; e maternidades, bombardeando escolas e templos ….&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #080808;"&gt;” ….a guerra na Europa estava no seu início. Em Elvas a vida marcava, passo, a pobreza e a modéstia, fazia parte do homem comum perante a inoperância do poder local, limitado pelo centralismo e pela ordem militar numa época de racionamento e de austeridade económica, que se manifestou durante quase&amp;nbsp; duas décadas, 1930 e 1940 …..&amp;nbsp; Em Elvas vivia-se em paz mas numa conjuntura de prevenção que acabou por tornar contribuir para a sua importância militar quase até final do século XX como espaço de estacionamento militar para conflitos armados a longa distância.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-2171608831418282946?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/2171608831418282946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/2171608831418282946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/12/blog-post.html' title='1.1.1.O renascimento militar da Praça Militar de Elvas numa conjuntura de guerra….'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Y0J48AkOcik/TvJNucFxO0I/AAAAAAAAKCY/an4gq9iq-gQ/s72-c/abceee.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-6647280370476474178</id><published>2011-12-16T09:49:00.000Z</published><updated>2011-12-16T09:49:23.862Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Época Moderna'/><title type='text'>Lisboa : virtual antes do Terramoto de 1 de Novembro de 1755....</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/4lh2EanKDQ0" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-6647280370476474178?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/6647280370476474178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/6647280370476474178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/12/lisboa-virtual-antes-do-terramoto-de-1.html' title='Lisboa : virtual antes do Terramoto de 1 de Novembro de 1755....'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/4lh2EanKDQ0/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-273317025115290132</id><published>2011-12-04T17:07:00.002Z</published><updated>2012-01-13T14:43:24.892Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>11. A viragem do regime : - O Estado Novo</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;h&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-8PqC7rwPD1o/Ttun77y2nsI/AAAAAAAAJ70/TV2djvFVxnE/s1600/ddd+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" dda="true" height="640px" src="http://1.bp.blogspot.com/-8PqC7rwPD1o/Ttun77y2nsI/AAAAAAAAJ70/TV2djvFVxnE/s640/ddd+001.jpg" width="464px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A notícia esperada por vários sectores da sociedade elvense&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-cDKTl4yCPBc/Ttun8253UqI/AAAAAAAAJ78/x_lInYPDIq8/s1600/ss+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" dda="true" height="494px" src="http://3.bp.blogspot.com/-cDKTl4yCPBc/Ttun8253UqI/AAAAAAAAJ78/x_lInYPDIq8/s640/ss+001.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O general Gomes da Costa triunfante em 28 de Maio de 1926&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-7PNVCsgdToc/Ttun-WXDG2I/AAAAAAAAJ8E/FuP-r4Oqun0/s1600/Foto+4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" dda="true" height="394px" src="http://2.bp.blogspot.com/-7PNVCsgdToc/Ttun-WXDG2I/AAAAAAAAJ8E/FuP-r4Oqun0/s640/Foto+4.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A miltarização da cidade de Elvas entrava na ordem do dia com o novo regime.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A primeira república, continuava a viver num clima de instabilidade política, a ordem imposta pelo Major Doutor Sidónio Pais, não teve continuidade e o regresso, à ordem democrática, não evitou a agitação social nas ruas e nas fábricas. A queda da 1ª República, adivinhava-se face ao défice orçamental crónico, acompanhado pelo crescimento da dívida pública e pela desvalorização da moeda, ao mesmo tempo que a fuga de capitais e inflação crescia num clima de instabilidade política e social, propício à mudança. Na cidade de Elvas como nas principais cidades do país sem viver um clima de conspiração, a facção monárquica órfão do ideário integralista de António Sardinha e da República Nova, associava a instabilidade republicana à corrupção ou à incompetência. As principais personagens da I República, estavam em debandada relativamente à causa republicana, Júlio de Alcântara Botelho, após a sua passagem pela presidência da Câmara, com o apoio do Partido Republicano Liberal em 1919, deixava definitivamente a vida política, mas desde 1913 que se tornara um adversário do radicalismo republicano, face às divisões e ambições, que se faziam sentir no interior do P.R.P.-Partido Democrático.&amp;nbsp; O guarda livros, José Augusto Cayola, também conhecido pelo nome simbólico de “Pasteur” quando da sua passagem pela Loja maçónica da Emancipação (Elvas), também se afastou das ideais da I República após as eleições locais de 1917, aproximando-se do Partido Republicano Liberal e apresentando-se na lista de Júlio de Alcântara Botelho às eleições de 1919. &amp;nbsp;André Gonçalves, escrivão notarial figura conceituada na cidade muito cedo tinha abandonado o debate político, embora nunca tenha afirmado publicamente que estava desapontado com os rumos da vida política em círculos mais fechados tal decisão parece ter sido tomada. O Solicitador, José Barroso um devoto republicano desde a primeira hora, abandonara o PRP-Democrático em 1915 e tornou-se um defensor da República Nova e juntamente com Júlio Botelho, lançou a iniciativa para a edificação de um monumento ao Dotor Sidónio Pais, apesar de voltar a surgir numa lista do PRP-Democrático nas eleições de &amp;nbsp;1922 era outro dos descontentes dos elvenses republicanos da primeira hora. Entre os republicanos elvenses da vanguarda do 5 de Outubro de 1910, apenas dois nomes mantinham-se em pleno, António José Torres de Carvalho e o Dr. João Camoesas que seria deportado para Angola quando da mudança do regime, antes de se exilar nos &amp;nbsp;Estados Unidos. Mas, se para alguns personalidades locais, a viragem entre fundamental para outros, continuavam no jogo político, a surpresa era vinculada ao boato que uma lista monárquicos que se apresentariam às eleições de 1926 defensora da esquerda democrática, que juntava o Dr .João Henriques Tierno &amp;nbsp;e outros conservadores, como Estevão Falé, Tello Rasquilha, Alfredo Carvalho e D.Gonçallo Telles da Silva. O tempo histórico, porém não confirmou esta notícia que circulou na Primavera de 1926, quando o tempo republicano se ia esgotando como se lia na imprensa elvense: &lt;span style="color: blue;"&gt;“ As eleições essa comédia grotesca que o povo está junto lá vai o tempo e a nossa prometida ainda não chegou. Quando é que estes políticos nos deixam em paz”.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #984806;"&gt; &lt;/span&gt;Mas a mudança estava a pouco mais de três meses e o primeiro mês após o movimento militar de 28 de Maio de 1926, corria com certa moderação e desconfiança, todavia não se compreendia mesmo em certos círculos de opinião pública, o facto de ter passado três semanas e não haver um governo em funções: &lt;span style="color: blue;"&gt;“Tem causado no público impressão pouco agradável, a morosidade com que após o 28 de Maio, se está montando a máquina governativa. Agora a dificuldade em conseguir a organização do ministério que, até à hora em que escrevemos se não acha completo&lt;/span&gt;”. A verdade é que a opinião pública não tinha compreendido o alcance do 28 de Maio, porque este movimento político não tinha objectivos partidários, uma vez que era uma acção de natureza militar por outro não sendo um movi mento liderado por uma força partidária não tinha um programa detalhado, mas a ordem era então a palavra de ordem &lt;span style="color: blue;"&gt;“Entre a ditadura de farda e disciplinada e uma ditadura de pé descalço esfomeada e parlamentar, não hesitamos um segundo, somos pela primeira”.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-273317025115290132?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/273317025115290132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/273317025115290132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/12/11-viragem-do-regime-o-estado-novo.html' title='11. A viragem do regime : - O Estado Novo'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-8PqC7rwPD1o/Ttun77y2nsI/AAAAAAAAJ70/TV2djvFVxnE/s72-c/ddd+001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-9098021479496665853</id><published>2011-11-21T16:31:00.000Z</published><updated>2011-11-21T16:31:01.954Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Movimentos e estilos artísticos'/><title type='text'>Renascimento: o Papa Júlio II, um "guerreiro" que também destacou-se como  mecenas...</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-jrCktvkB5NE/TspYRjKiSxI/AAAAAAAAJtc/waTW-_0dBeQ/s1600/Retrato_del_Papa_Julio_II_%25281512%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" height="400px" src="http://4.bp.blogspot.com/-jrCktvkB5NE/TspYRjKiSxI/AAAAAAAAJtc/waTW-_0dBeQ/s400/Retrato_del_Papa_Julio_II_%25281512%2529.jpg" width="305px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Júlio II , Rafael -1512, Galeria Nacional, Londres.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-AHTss77Vflc/TspXtJoM2UI/AAAAAAAAJtU/PAzKQqghsEQ/s1600/Picture4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" height="400px" src="http://3.bp.blogspot.com/-AHTss77Vflc/TspXtJoM2UI/AAAAAAAAJtU/PAzKQqghsEQ/s400/Picture4.jpg" width="377px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Cúpula da Basílica de S.Pedro ( observada do exterior&amp;nbsp;a partir do forum de Trajano)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-nrHXO7pyD_I/Tspx0psCrsI/AAAAAAAAJtk/Sw64-_exh-w/s1600/Picture1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" height="510px" src="http://4.bp.blogspot.com/-nrHXO7pyD_I/Tspx0psCrsI/AAAAAAAAJtk/Sw64-_exh-w/s640/Picture1.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A cúpula interior executada por Miguel Ângelo sobre o projecto de Bramante.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-zL_PIsfKs24/TspyD3uIJVI/AAAAAAAAJts/lC0QNwOBNw4/s1600/jjjj.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" height="640px" src="http://1.bp.blogspot.com/-zL_PIsfKs24/TspyD3uIJVI/AAAAAAAAJts/lC0QNwOBNw4/s640/jjjj.jpg" width="620px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Perspectiva parcial do tecto da Capela Sistina, de Miguel ângelo (tema - Juízo Final)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;O Papa Júlio II, nasceu em Giuliano della Roverre em Albisola. Em 1471 foi nomeado cardeal por seu tio, o Papa Sixto IV e eleito Papa em 1503. Na sua biografia, os cerca de dez anos de pontificado estiveram marcados por uma sucessão de conflitos militares e manobras diplomáticas. Restabeleceu a autoridade nos Estados Pontifícios mediante uma fulgurante campanha em 1506, derrotando uma coligação internacional que se organizara contra Veneza em que pretendia arrebatar amplas possessões em torno de Ferrara. Mas o seu grande êxito, obteve em 1512, quando, através dos exércitos da Santa Liga, logrou impedir as ambições francesas e deu aos Estados Papais a sua máxima extensão.&amp;nbsp; Aliás, Júlio II em 1510&amp;nbsp;assumiu o comando do exército que procurou expulsar as potências estrangeiras de Itália, foi também um grande mecenas da cultura da sua época. Assim os melhores artistas italianos beneficiaram da sua protecção, a Bramante encarregou-o do grande projecto de reconstruir a Basílica de S.Pedro no Vaticano, que foi edificada durante mais de um século. Em 1508 convidou a &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Roma Rafael Sanzio e encomendou a decoração dos aposentos papais e os soberbos frescos que decoram aquele espaço. A Miguel Ângelo, Júlio II confiou a decoração da capela Sistina, também no Vaticano, construída umas décadas antes, assim como um grande monumento funerário inacabado em sua memória e uma colossal estátua em bronze que ocupou uma das praças de Bolonha quando da sua conquista, que todavia não chegaria até nós. Miguel Ângelo viria a complementar os trabalhos de Bramante na Basílica de S. Pedro a partir de 1588.&amp;nbsp;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-UVQKiPrM9vk/Tsp8np7im9I/AAAAAAAAJuM/dG3cyQH65Tw/s1600/sp6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" height="640px" src="http://2.bp.blogspot.com/-UVQKiPrM9vk/Tsp8np7im9I/AAAAAAAAJuM/dG3cyQH65Tw/s640/sp6.jpg" width="386px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;S.Pedro Patrono da Basílica&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-IYHxmy-wfEE/Tsp8PRyGn5I/AAAAAAAAJuE/IJkrfvcbe9Y/s1600/sp6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-xrk75hkiTQM/Tsp105uupyI/AAAAAAAAJt0/PV4IMf6bGvM/s1600/Picture3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" height="454px" src="http://1.bp.blogspot.com/-xrk75hkiTQM/Tsp105uupyI/AAAAAAAAJt0/PV4IMf6bGvM/s640/Picture3.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fachada principal da Basílica de S.Pedro.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mas sem dúvida﻿ que a intervenção de Baramante e Miguel Ângelo, foram fundamentais na edificação da "sede espiritual&amp;nbsp;da cristandande", assim a Basílica de S.Pedro, edificada sobre uma&amp;nbsp;igreja constantiniana, demolida em 1506. No &lt;span style="color: blue;"&gt;projecto de Bramante&lt;/span&gt;, apresenta uma cúpula gigantesca ao centro de uma cruz grega. O mesmo sistema é repetido nos quatro cantos, formando-se assim outros cantos mais pequenos, em que se inserem as torres. O conjunto da construção forma um quadrado com pavilhões centrais.&amp;nbsp;É uma adição clássica de espaços independistas, idênticos uns aos outros. A cúpula é semicircular. O &lt;span style="color: blue;"&gt;projecto&amp;nbsp;de Miguel Ângelo&lt;/span&gt;, baseia-se também na cruz grega, mas renuncia às quatro cúpulas secundárias dos braços da cruz e&amp;nbsp;às torres. Os três quadrados concêntricos de&amp;nbsp;Bramante são reduzidos a dois, os&amp;nbsp;pilares do cruzeiro tornam-se colossais. Em contrapartida, Miguel Ângelo, procedeu ao reforço estático, pórtico de colunas nas entrada a leste, cúpula monumental de duas calotes, a nave&amp;nbsp;de 255 metros e a fachada, ultrpassam já o Maneirismo anunciando o Barroco.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-9098021479496665853?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/9098021479496665853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/9098021479496665853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/11/renascimento-o-papa-julio-ii-um.html' title='Renascimento: o Papa Júlio II, um &quot;guerreiro&quot; que também destacou-se como  mecenas...'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-jrCktvkB5NE/TspYRjKiSxI/AAAAAAAAJtc/waTW-_0dBeQ/s72-c/Retrato_del_Papa_Julio_II_%25281512%2529.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-1950506421599411061</id><published>2011-11-19T22:42:00.005Z</published><updated>2012-01-13T14:44:55.339Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>10.1 -As novas formas de lazer nos actos de sociabilidade (1880-1929)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-x_uolkC8eic/Tsgun0MPFuI/AAAAAAAAJsE/soeRpRYFlLo/s1600/vg+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" height="412px" src="http://1.bp.blogspot.com/-x_uolkC8eic/Tsgun0MPFuI/AAAAAAAAJsE/soeRpRYFlLo/s640/vg+001.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A locomotiva a Vapor "Badajoz" nos primórdios da Linha de Leste ( &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;in CP-GHM).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-VIvS1uANd_s/TsgupMzxu_I/AAAAAAAAJsM/XREUMyp4IxI/s1600/tt+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" height="434px" src="http://2.bp.blogspot.com/-VIvS1uANd_s/TsgupMzxu_I/AAAAAAAAJsM/XREUMyp4IxI/s640/tt+001.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Estação del FF.CC - ponto de partida da Linha de Leste e das viagens de Badajoz/Elvas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(Arq. José Ángel Vicente)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tMH3blK7bvA/TsguqZ6Q6LI/AAAAAAAAJsU/wjR1jmcCVPw/s1600/ff+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" height="458px" src="http://3.bp.blogspot.com/-tMH3blK7bvA/TsguqZ6Q6LI/AAAAAAAAJsU/wjR1jmcCVPw/s640/ff+001.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Parque da Piedade outrora (ainda hoje)&amp;nbsp;centro da diversão popular nas festas anuais do São Mateus&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-yXFOWORUBJ0/TsgurDD4PdI/AAAAAAAAJsY/0z9_CLeDnS8/s1600/DSC00459.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" height="640px" src="http://3.bp.blogspot.com/-yXFOWORUBJ0/TsgurDD4PdI/AAAAAAAAJsY/0z9_CLeDnS8/s640/DSC00459.JPG" width="488px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;As casas nobres recebiam as elites raianas&amp;nbsp;nos tempos de diversão &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Os novos gostos e comportamentos sociais, na transição para o século XX o lazer e as práticas de sociabilidade, ganhavam cada vez mais popularidade nos grupos privilegiados, o gosto pelas viagens, com a chegada da Linha de Leste ao Caia, permitia às famílias mais endinheiradas da região e da cidade de Badajoz, satisfazer um gosto que então era moda da burguesia do último quartel do séc. XIX. A praia era o destino das poucas famílias de Elvas que se juntavam às pacenses a caminho dos areais da Figueira, ainda que as famílias espanholas preferissem a Costa do Sol . &lt;span style="color: blue;"&gt;"De Badajoz para as nossas praias têm passado muitas famílias para a Figueira, Espinho, Cascais, por toda esta razão a demora do trem na estação (posto de desinfecção ), têm sido de duas horas”. De resto a Companhia Real de Transporte, publicava nos jornais de Elvas e Badajoz o seu serviço em direcção às praias na época balnear …”&lt;/span&gt; É no dia 9 de corrente que começas nas linhas férreas da companhia real a venda dos chamados bilhetes de banhos, serviço combinado com os caminhos-de-ferro do Minho e Douro, e Porto à Póvoa e Famalicão. Nas linhas espanholas a venda deve começar em 15 de corrente, havendo ano uma nova estação balnear, a de Bayona de Vigo, praia bastante concorrida. Passageiro vai, em caminho de ferro até Valença do Minho e de ali a Bayona de deligência” … O cinema chegava ao Alentejo e as primeiras projecções cinematográficas, ocorriam no final da primeira década do século, a 13 de Março de 1909, a empresa “Portuguesa Cinematógrafo” levava a cabo a primeira sessão, cuja duração não ultrapassava mais que dez minutos, mas para muitos elvenses da época era mais interessante esses breves minutos do que as duas horas de concentração e imobilidade que as empresas teatrais da capital determinavam nas suas representações na cidade raiana. Em finais da década de vinte, o cinema tinha conquistado o público elvense nomeadamente as projecções da “Invicta Filmes” que tinha sede no Porto e que chegou a produzir alguns filmes em que a paisagem do Alto Alentejo surgia como cenário, já que a referida companhia também se destacou como produtora cinematográfica. Em pouco tempo o cinema mudo, ganhou espaço ao teatro ambulante, primeiro chegaram os projectores ambulantes depois as companhias e mas muito mais tarde as salas de cinema e neste contexto, a primeira surgia na Vila de Campo Maior corria o ano de 1928 por iniciativa das firmas “ José Rodrigues Valente &amp;amp; Irmão “ e pela José Ramos &amp;amp; Irmão”. As corridas de touros, não era propriamente uma novidade, mas as praças de touros eram então a novidade, mas para os elvenses e para as “gentes da raia” nos finais do século XIX as touradas eram em Badajoz, para as quais ocorriam multidões de espectadores portugueses, as mesmas eram anunciadas na cidade e nos jornais e as famílias de referência passavam a frente ao mesmo tempo que as classes populares, mas uma vez na praça espanhola, instalavam-se nos camarotes das famílias pacenses enquanto as autoridades ficavam junto com as autoridades espanholas, numa verdadeira selecção e ordenação social, que os distinguiam das massas populares que seguiam exaltados e ao sol os acontecimentos que decorriam em plena arena. Na década de 1870, o projecto de uma praça na cidade de Elvas era então o desejo da “classe dos lavradores”, o Club Taurino dedicado à tauromaquia, ginástica e jogo de armas, tinha esse objectivo, ao contrário do que se passava na maior parte das vilas alentejanas onde o espectáculo ocorria nas praças públicas, nas cidades de Portalegre e Elvas, os touros corriam já em praças, a de Elvas bastante rudimentar e situada fora das muralhas recebeu as primeiras corridas por volta de 1872, mas com a condição em que os toureiros fossem espanhóis ara garantir a presença de público, mas o projecto de uma praça propriamente dita ficava adiada para o Estado Novo. Outros acontecimentos sociais que envolviam a população eram sem dúvida, a música, o arraial do São Mateus e a popularização dos desportos. Os concertos eram acontecimento social e popular, com dois cenários semanas como palco, a Praça D. Manuel I e o Jardim Público que a partir de 1880 era uma alternativa ao Passeio da Alameda e um lugar de recreio, e em especial para o público feminino que exibia as novidades da moda, as bandas militares eram as vedetas de cartaz, nomeadamente a Filarmónica do Recreio Artístico e as duas militares a Banda da Infantaria nº4 e a Charanga do Regimento da Cavalaria nº1. A Festa e o arraial de S. Mateus era sem dúvida o acontecimento religioso, económico e popular da época, no final da Monarquia quando a festa popular ganhava renome em toda a região e tornava-se conhecida na Extremadura Espanhola. A vasta zona agrícola dos arredores de Elvas, não cultivada era marcada por zonas próprias de estacionamento, para as populações do Alentejo e nesse contexto, a Olivença já integrada em Espanha tinha a zona de estacionamento demarcada junto aos actuais prédios defronte da retaguarda da actual Escola Secundário D.Sancho II. Mas a presença espanhola era também expressiva, algumas famílias da aristocracia e alguns oficiais do aquartelamento de Valverde, assistiam aos actos religiosos, mas a festa propriamente dita ocorria longe dos olhos dos populares, nos espaços fechados das casas nobres locais mas em especial &amp;nbsp;no palacete dos marqueses de Alegrete até de madrugada. Enquanto a multidão a cantar e a bailar invadia o Parque da Piedade, onde grande parte da “massa camponesa”, em tendas ou ao relento, vendiam o produto do seu trabalho ao longo de nove meses, numa época em que o dinheiro circulava uma vez que os salários semestrais ou trimestrais eram pagos na altura do São Mateus. Mas nem sempre a euforia, era musical mas pautada pela violência, nomeadamente pela numerosa presença das classes populares do país vizinho, que encontrava no palco da “Piedade” motivo para o confronto com os seus vizinhos. Aliás a partir da década de 1870, as forças militares entravam de prevenção quando as centenas de espanhóis desembarcavam na estação das Fontainhas, uma vez que numa das vindas a Elvas, tinham queimado integralmente uma carruagem e destruídos outros bens materiais … de resto os documentos sobre o assunto abundam &lt;span style="color: blue;"&gt;…."A concorrência dos nossos vizinhos foi grande, como costuma ser no terceiro dia. A classe baixa dos nossos vizinhos, que há anos costumava fazer desordens, este ano portou-se dignamente, livrando-se assim de um castigo, que consta estava a ser preparado pelas autoridades espanhóis, sendo estes prevenidos antes da partida para esta cidade”.&lt;/span&gt; O desporto tornava-se uma paixão, para as elites locais o ténis na Quinta da das Queimadas atingia a excelência na organização e no trato social, as gincanas automóveis marcavam o gosto pelos automóveis, em Elvas e Campo Maior. Mas, o 2º lugar de Manuel Serra Candeias, acompanhado pela filha do Major Teixeira, Helena Morais Teixeira, na Gincana de Badajoz, foi o primeiro resultado expressivo numa prova oficial de automobilismo organizada pelo Real Clube Extremenho de Badajoz, que fica sem dúvida para a história daquele desporto. O desporto, na sua essência torna-se uma realidade popular já durante a I República, o ciclismo era a grande paixão, na medida em que nas primeiras voltas a Portugal, os ídolos da modalidade passavam por Elvas e o futebol dava os primeiros passos, num terreno preparado para o efeito na Fonte Nova mas nem toda a cidade partilhava o gosto popular e havia que olhasse para essa prática com desdém: &lt;span style="color: blue;"&gt;“Chamamos atenção para o vergonhoso e degradante que quase assistimos no recinto onde se joga o futebol. Rapazes sem grande preparação física, raquíticos, amarelentos e doentios, entregam-se durante duas horas a esse desporto violento”&lt;/span&gt; . Chegava ao fim uma época, onde a Primeira República ainda estava fortemente marcada pelo espírito da Monarquia Constitucional.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-1950506421599411061?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/1950506421599411061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/1950506421599411061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/11/101-as-novas-formas-de-lazer-nos-actos.html' title='10.1 -As novas formas de lazer nos actos de sociabilidade (1880-1929)'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-x_uolkC8eic/Tsgun0MPFuI/AAAAAAAAJsE/soeRpRYFlLo/s72-c/vg+001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-6619548619991585807</id><published>2011-11-19T21:28:00.005Z</published><updated>2011-11-19T22:48:17.355Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Época Moderna'/><title type='text'>O Iluminismo e o tempo da Ilustração</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-xIaUR_UiMZ4/TsgeGGsIm7I/AAAAAAAAJrs/Qsu-Y3EiV9E/s1600/220px-Voltaire_by_Jean-Antoine_Houdon_%25281778%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" height="640px" src="http://1.bp.blogspot.com/-xIaUR_UiMZ4/TsgeGGsIm7I/AAAAAAAAJrs/Qsu-Y3EiV9E/s640/220px-Voltaire_by_Jean-Antoine_Houdon_%25281778%2529.jpg" width="373px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Voltaire (1778) &amp;nbsp;- Jean Antoine Houndon in National Gallery Art&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-V9xrTdPzzEk/TsgeEI-QWYI/AAAAAAAAJrc/da71kv39g8c/s1600/1253545161.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" height="522px" src="http://2.bp.blogspot.com/-V9xrTdPzzEk/TsgeEI-QWYI/AAAAAAAAJrc/da71kv39g8c/s640/1253545161.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Liberdade guiando o Povo", Óleo sobre tela, de Eugène Lacroix, Museu do Louvre&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-PTj1ZdIoSn0/Tsgq5cDE0LI/AAAAAAAAJr8/Uf42YWxzYKQ/s1600/wright_airpump.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" height="512px" src="http://3.bp.blogspot.com/-PTj1ZdIoSn0/Tsgq5cDE0LI/AAAAAAAAJr8/Uf42YWxzYKQ/s640/wright_airpump.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: #0066cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Experiência de uma bomba", Óleo sobre tela, de Joseph Wright, 1768, Tate Gallery&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;O século XVIII é o tempo da ilustração ou do iluminismo …como afirmava Kant :&lt;span style="color: blue;"&gt; “ a Ilustração consiste no facto de o homem sair da sua menoridade&lt;/span&gt;” … As suas ideias forças estavam assentes&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;na &lt;span style="color: blue;"&gt;Razão&lt;/span&gt; (ou seja tratava-se de sujeitar tudo a uma rigorosa análise racional); &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;no &lt;span style="color: blue;"&gt;Progresso&lt;/span&gt; ( tratava-se não tanto de um progresso material, como do acréscimo de conhecimentos dos mais variados sectores, designadamente no campo científico e técnico); &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;na&lt;span style="color: blue;"&gt; Paz&lt;/span&gt; ( O clima de animosidade e luta entre os homens resulta da superioridade de uns sobre os outros. A razão, porém, diz-nos que os homens são iguais e irmãos. Daí que o espírito de fraternidade deva substituir o de agressividade. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Mas, se é certo que o iluminismo encontrou a sua inspiração nas ilhas britânicas a sua glória e apogeu, encontrou o seu expoente máximo em França com o pensamento de alguns filósofos nomeadamente no pensamento de Françóis Marie Arouet, mais conhecimento por &lt;span style="color: blue;"&gt;Voltaire&lt;/span&gt;, que está para o Iluminismo tal como Lutero para a Reforma ou Miguel Ângelo para o renascimento. Nas suas reflexões e obras posteriores ao Dicionário Filosófico, Cândido, expôs uma doutrina que &lt;span style="color: blue;"&gt;“o mundo é governado por leis naturais e que a razão e a experiência concreta são os únicos guias seguros que os homens e as mulheres podem seguir&lt;/span&gt;”. Voltaire é também conhecido como um campeão da liberdade individual. Considerava como totalmente bárbara todas as restrições à liberdade de expressão&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;e opinião.&lt;span style="color: blue;"&gt; Jean Jacques Rousseau&lt;/span&gt;, exaltou a vida das civilizações primitivas com mais fervor ainda que qualquer um dos seus companheiros. Interessou-se particularmente pela&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;liberdade e igualdade das massas do que outros reformadores do seu tempo. Os dogmas de Rosseau sobre a igualdade e soberania do povo, ainda que amiúde mal interpretados, tornaram-se as palavras de ordem &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;dos revolucionários do século XVIII e de milhares de adversários mais moderados do regime vigente. Entre outros filósofos contam-se os “enciclopedistas”, &lt;span style="color: blue;"&gt;Denis Diderot e Jean Alembert&lt;/span&gt;, que colaboradores da Enciclopédia, pretendia que a mesma fosse uma suma completa dos conhecimentos filosóficos e científicos da época. De um modo geral, ambos concordavam com o racionalismo e o liberalismo de Voltaire. &lt;span style="color: blue;"&gt;Diderot&lt;/span&gt;, por exemplo, afirmava que “os homens jamais serão livres enquanto não seja enforcado o último rei com as tripas do último padre”. &lt;span style="color: blue;"&gt;D` Alembert, &lt;/span&gt;embora com tendências racionalistas e individualistas do Iluminismo, deferia da maior parte dos seus companheiros por defender a difusão de novas doutrinas entre o povo. A atitude geral dos seus contemporâneos, sobretudo de Voltaire, era desprezar o homem comum e considerá-lo como um imbecil, sem possibilidade de salvação, dada a sua ignorância e grosseria. Para &lt;span style="color: blue;"&gt;D´Alembert, &lt;/span&gt;porém, a única garantia de progresso estava no esclarecimento universal. Sustentava, por isso, que as verdades da razão e da ciência deviam ser ensinadas às massas, na esperança de que um dia o mundo inteiro pudesse libertar-se do obscurantismo e da tirania. O espírito humanitário do iluminismo encontrou expressão também em outras direcções . Vários cientistas e filósofos movidos pelo ideário iluminista denunciaram os males da escravidão tal como o pacifismo, numa época em que o racionalismo e o iluminismo prestaram sem dúvida uma contribuição para melhorar a condição humana.&amp;nbsp;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-6619548619991585807?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/6619548619991585807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/6619548619991585807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/11/o-iluminismo-e-o-tempo-da-ilustracao.html' title='O Iluminismo e o tempo da Ilustração'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-xIaUR_UiMZ4/TsgeGGsIm7I/AAAAAAAAJrs/Qsu-Y3EiV9E/s72-c/220px-Voltaire_by_Jean-Antoine_Houdon_%25281778%2529.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-8817680328337550099</id><published>2011-11-14T20:18:00.001Z</published><updated>2011-11-14T20:20:49.391Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Antiguidade Clássica'/><title type='text'>As villaes romanas do Sul de Portugal</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span lang=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lUJVc7msok0/TsF1OuZmRDI/AAAAAAAAJqI/8ye4ezROGF4/s1600/Picture4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" nda="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-lUJVc7msok0/TsF1OuZmRDI/AAAAAAAAJqI/8ye4ezROGF4/s640/Picture4.jpg" width="542px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Planta da Villa de Milreu&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Cdl3xT8NQks/TsF1Qi6POKI/AAAAAAAAJqQ/GL_FLNpGlp4/s1600/Picture2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="396px" nda="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-Cdl3xT8NQks/TsF1Qi6POKI/AAAAAAAAJqQ/GL_FLNpGlp4/s640/Picture2.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ruínas da Basílica de Torre de Palma (Monforte)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-sYKIXjk3G3I/TsF1SOu9WfI/AAAAAAAAJqY/hiZbnH7obGA/s1600/Picture5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="334px" nda="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-sYKIXjk3G3I/TsF1SOu9WfI/AAAAAAAAJqY/hiZbnH7obGA/s640/Picture5.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mosaico das Musas (Torre de Palma)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-x2wIeHTJy7o/TsF1T2rqsII/AAAAAAAAJqg/KE3rTrPigOQ/s1600/Picture6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="438px" nda="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-x2wIeHTJy7o/TsF1T2rqsII/AAAAAAAAJqg/KE3rTrPigOQ/s640/Picture6.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Pars Urbana do Baixo Império, Quinta das Longas (Elvas), 2004&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-V6XC5NBhEpE/TsF1Up_XXvI/AAAAAAAAJqo/ZLj7-it6-ZI/s1600/Picture7.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" nda="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-V6XC5NBhEpE/TsF1Up_XXvI/AAAAAAAAJqo/ZLj7-it6-ZI/s640/Picture7.jpg" width="478px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Troço da Via XII a Sul das Quinta das Longas e a Oeste do Monte de Alcobaça&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As villas romanas de um modo particular desenvolveram-se sobretudo no sul de Portugal. Segundo, Jorge Alarcão, a villa (Villae) era comparável, pela área e pelo tipo de exploração, ao "monte" alentejano, foi uma das formas da propriedade rural romana. Cuja dimensão média tinha uma extensão que oscilava entre os 1500 a 8000 hectares, segundo Jean Gérad Georges. O que se conhece destas unidades de produção de matriz romana, tem sido o resultado de várias campanhas arqueológicas e da sua inventariação sistemática e exaustiva de vestígios arqueológicos. Nesta perspectiva, a propriedade rural romana, organizava-se em duas partes fundamentais, a pars urbana e a pars rústica. A pars urbana, não era mais que uma vivenda urbana ou rural da época, na Villa de S.Cucufate, cuja fachada, voltada para a sul, corria um pórtico de colunas. Do lado poente, perpendicular à fachada, ficavam as termas, em cujo enfiamento se instalou um corpo rectangular, dividido em sete compartimentos de cerca de 15 metros quadrados, cada um com a sua lareira. Do lado leste, um outro corpo incluía um lagar e armazéns; separado dele, talvez para minimizar o perigo de incêndios e garantir melhor arejamento, construiu-se o celeiro ( in Relatório da Villa de S.Cucufate, 1990). Estas villas, eram também reveladoras do nível sócio económico, do proprietário, pela riqueza que se expressava pelo conforto do espaço doméstico ( ou pelos objectos que utilizava na vida quotidiana (ex. nomeadamente objectos de cerâmica de vários tipos de sigillata) . A pars rústica, integrava um conjunto de instalações para os criados domésticos, que podiam ser mão de obra escrava ou assalariada e que asseguravam pelo seu trabalho a auto suficiência da villa, mas também o celeiro, o lagar, a adega e os estábulos. Por vezes a estas villas estava associada a existência de uma barragem que permitia o abastecimento das termas mas também fundamental para a irrigação das hortas e pomares que integravam a área agrícola, que nas villas situadas no actual Alentejo, estavam orientadas para a produção de cereais, mas também do vinho e do azeite. Na região de Estremoz, vila Viçosa, segundo o arqueólogo, José da Encarnação, a base essencial das villas do ponto de vista de exploração mineira, estaria centrada na exploração privado de mármores, assegurado pelo trabalho escravo, como se confirma na inscrição de um escravo, Hermes propriedade de Aurélia Víbia Sabina. A indústria da cerâmica não foi indiferente aos proprietários do sul de Portugal como comprovam os grandes fornos para o fabrico de tégulas e tijolos. Outra, forma de exploração económica, discutível mas atribuída por alguns arqueólogos, uma vez que tal actividade para outros poderia ter uma dimensão industrial, referimo-nos à exploração do peixe salgado e aos molhos de peixe ( nomeadamente o Garum). Fundamentais na indústria de conservas que era objecto de exportação para Cartago, Sabrata (Líbia), Sebaste (Palestina) e para outras parte do velho continente na época imperial. Os tanques e as setárias para a produção do garum predominavam na Península de Tróia e em toda a margem esquerda e em pouco por toda a costa algarvia.&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-8817680328337550099?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/8817680328337550099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/8817680328337550099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/11/as-villaes-romanas-do-sul-de-portugal.html' title='As villaes romanas do Sul de Portugal'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-lUJVc7msok0/TsF1OuZmRDI/AAAAAAAAJqI/8ye4ezROGF4/s72-c/Picture4.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-8936594969316606161</id><published>2011-11-14T13:22:00.005Z</published><updated>2011-11-20T21:11:51.385Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Época Moderna'/><title type='text'>O conhecimento do Corpo Humano e a Ciência médica.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-vS5eXgtuVLg/TsEUgguQF1I/AAAAAAAAJpg/LPAkBeLIVPQ/s1600/ff+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" nda="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-vS5eXgtuVLg/TsEUgguQF1I/AAAAAAAAJpg/LPAkBeLIVPQ/s640/ff+001.jpg" width="552px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Franz Hals, Rapaz com caveira, Óleo sobre tela&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;( in National Gallery, Londres)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-c44A1Y1cNDM/TsEUhes71ZI/AAAAAAAAJpo/TEO86TSRgiI/s1600/r+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="456px" nda="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-c44A1Y1cNDM/TsEUhes71ZI/AAAAAAAAJpo/TEO86TSRgiI/s640/r+001.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Rembrandt Harmensz, A lição da autonomia do Dr.Nicolas Tulp, Óleo sobre tela.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;in Mauritshuis, Haia&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-oShXrl7wFP8/TsEUhz-Nv0I/AAAAAAAAJps/jqfW9kp35wo/s1600/Picture1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="434px" nda="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-oShXrl7wFP8/TsEUhz-Nv0I/AAAAAAAAJps/jqfW9kp35wo/s640/Picture1.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Londres centro da ciência médica na época do Iluminismo.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Os progressos científicos é uma realidade que marca a História do Ocidente nos séculos XVII e XVIII, período em que se observa o desenvolvimento da fisiologia e da medicina que progrediu apesar de tudo muito lentamente. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Várias razões, podem ser apontadas como o preparo insuficiente da “classe médica” da época, que na verdade era inexistente, considerando que a cirurgia era praticada por pessoas comuns como os barbeiros e os ferreiros, cuja preparação para tais actos simplesmente não existia. Outra das razões, que limitava a prática da medicina, tinha haver com a dissecação de cadáveres que era então considerado um preconceito pelas sociedades da época e que limitava desde logo o estudo da anatomia. Em meados do século XVIII, as intervenções cirurgicas praticamente eram inexistentes e observadas com desconfiança, considerando que não era por acaso que a “opinião pública”, se manifestava contra a existência de escolas de medicina que praticassem tais intervenções. Apesar de tudo, por volta de 1680, Malpighi e Leeuwenhoek confirmaram a famosa descoberta do inglês Wiliam Harvey, que observando diretamente o fluxo de sangue através da rede de capilares que ligam as artérias às veias. Mais ou menos,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;na mesma éoca, Thomas Sydenham, eminente médico de Londres propôs uma nova teoria de febre como um processo natural para expelir matérias mórbidas do organismo. Durante o século XVII os progressos da medicina acelaram ou pelos menos foram mais rápidos. Entre as conquistas mais notáveis da ciência médica, destacamos a descoberta da pressão sanguínea, o início da hostologia, o desenvolvimento da autópsia como auxiliar no estudo de moléstias e a identificação da escarlantina como uma doença diferente da varíola e do sarampo. Mas, o avanço médico, na época de Setecentos &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;deve-se sobretudo a adopção da inoculação e o desenvolvimento&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;de uma vacina contra a varíola. (De referir que a prática da inoculação tem a sua origem no Próximo Oriente e a notícia chega à Inglaterra por volta de 1717 por carta de Lady Montagu). A prática da inoculação torna-se uma prática no Ocidente em Inglaterra e nos Estados Unidos e em finais do século (1796), o inglês Edward Jenner descobriu um método mais brando para a vacinação. Abandonando a prática da inoculação direta nos seres humanos com o vírus mortífero da varíola: nas suas experiências, provou que uma vacina fabricada no corpo de um animal era tão eficaz quanto ela &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e tinha menos probalidade de provocar resultados secundários e desastrosos. Estavam criadas as condições para a eliminação de doenças contagiosas e melhoria das condições da vida humana um objectivo, &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;um desígnio dos homens da ciência e das convicções do iluminismo em que as leis da natureza deviam estar orientadas no sentido de melhorar a condição humana. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-8936594969316606161?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/8936594969316606161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/8936594969316606161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/11/o-conhecimento-do-corpo-humano-e.html' title='O conhecimento do Corpo Humano e a Ciência médica.'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-vS5eXgtuVLg/TsEUgguQF1I/AAAAAAAAJpg/LPAkBeLIVPQ/s72-c/ff+001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-1488639029138891394</id><published>2011-11-12T11:45:00.007Z</published><updated>2011-11-14T13:42:37.721Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Publicações'/><title type='text'>A raia de Portalegre no contexto das Guerras Peninsulares (Síntese da publicação).</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-13k7FY7zIn8/Tr5buw2pBWI/AAAAAAAAJmA/HMPOplhBSDM/s1600/ff+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" nda="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-13k7FY7zIn8/Tr5buw2pBWI/AAAAAAAAJmA/HMPOplhBSDM/s1600/ff+001.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"O Pelourinho a única revista transfronteiriça que se publica actualmente na região Alentejo e Extremadura, dedica a edição nº15 às Guerras Peninsulares na região da Raia"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-YKv2w2ErH6U/Tr5Tld5LPEI/AAAAAAAAJlY/XrPgRzbE7Ro/s1600/Picture3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nda="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-YKv2w2ErH6U/Tr5Tld5LPEI/AAAAAAAAJlY/XrPgRzbE7Ro/s1600/Picture3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O regimento nº86 estacionava em Elvas na acção de libertação da raia nacional a partir do Caia&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Bh9mmEWhmYg/TsEZQ2OraTI/AAAAAAAAJp4/iko_WrBz8XM/s1600/34307_109665842416426_100001190333178_68457_1563162_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="490px" nda="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-Bh9mmEWhmYg/TsEZQ2OraTI/AAAAAAAAJp4/iko_WrBz8XM/s640/34307_109665842416426_100001190333178_68457_1563162_n.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;O general D.José Galluzo iniciou a libertação da Praça militar de Elvas a partir da ocupação do Monte da Graça&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-acGPqhq332o/Tr5ToOohTKI/AAAAAAAAJlo/05aOacw5ZEQ/s1600/Picture1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="488px" nda="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-acGPqhq332o/Tr5ToOohTKI/AAAAAAAAJlo/05aOacw5ZEQ/s640/Picture1.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O estacionamento anglo-português ao longo do Guadiana foi outras das iniciativas&amp;nbsp;face às operações dos exércitos franceses na raia ibérica internacional.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-vWNcb9KFMzE/TsEZYJOujrI/AAAAAAAAJqA/knWXM6j0yxc/s1600/163460_151576861558657_100001190333178_253485_35061_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="490px" nda="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-vWNcb9KFMzE/TsEZYJOujrI/AAAAAAAAJqA/knWXM6j0yxc/s640/163460_151576861558657_100001190333178_253485_35061_n.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Praça Fortificada da Juromenha estabelecia o controlo e vigilância das margens do Guadiana e da Estrada Real que permitia a mobilização rápida dos exércitos a sul das obras anexas da Praça Militar de Elvas.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;The Peninsular War in Alentejo as a theatre of wear&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;The situacion of war marked the first quarter of the 19 th century in Alentejo and Extremadura.In certain moments they were in conflict but their unity would be essential for the liberation in the Iberian Peninsula in the context of the Peninsula War.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O teatro de guerra no Alto Alentejo no contexto das Guerras Peninsulares&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A conjuntura de guerra, marcou o primeiro quartel do séc. XIX no Alentejo e na Extremadura, em determinados momentos estiveram em oposição, mas a sua unidade seria determinante para a sua libertação da Península Ibérica no contexto das Guerras Peninsulares. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1. Portugal nas vésperas das invasões francesas: o contexto geopolítico.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Com o aproximar do fim de Oitocentos a Coroa Portuguesa vivia com alguma expectativa face aos ventos revolucionários que sopravam da Revolução de 1789, mas era sobretudo a sua independência nacional que preocupava a classe dirigente e a vigilância permanente sobre a Espanha tal como a preservação do seu Império e das suas rotas marítimas, contando para o efeito com a manutenção da velha aliança britânica e com o seu poder naval hegemónico. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Vivia-se uma conjuntura de mudança, em Portugal as novas ideias de liberdade, igualdade e fraternidade proliferavam e eram motivo de esperança para uma burguesia emergente que ansiava a mudança de regime e uma maior abertura do sistema económico. Por outro lado, a colónia francesa constituída por artistas, livreiros, militares, homens de negócios, intelectuais e e exilados por razões políticas, teve um forte impacto neste ambiente de projecção de ideais de matriz revolucionária que mereceu a maior preocupação do Intendente Geral, Pina Manique que tomou medidas adequadas com vista ao controlo e expansão de tal ideário revolucionário. Do ponto vista económico, apesar da histórica e secular ligação com a Inglaterra que remontava ao tratado de Windsor (1386), merecia alguma reflexão em certos sectores da sociedade portuguesa face à forte dependência económica com sérios prejuízos nomeadamente no sector fabril estagnado ou quase existente.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;E face aos interesses nacionais e as suas dificuldades de se posicionar na diplomacia internacional, Portugal optava por uma neutralidade no quadro das relações com as potências europeias dominantes (Inglaterra e França). Porém, ao participar ao lado da Espanha, na Campanha do Rossilhão (1793/94) entrava em conflito directo com a França. Por outro lado, esta expedição seria desastrosa para Portugal em termos militares e diplomáticos, na medida em que enfraquecera as capacidades defensivas da nação e por outro lado, passava a estar sob a ameaça da coligação franco-espanhola, na medida que o País vizinho abandonara a coligação e chegara à paz com a França. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Entretanto a posição da diplomacia portuguesa, ponha em risco a soberania nacional, na medida que insistindo na manutenção da sua neutralidade, não era compreendida pela França que desconfiava da sua inoperacionalidade diplomática face ao arrastamento das negociações com vista à celebração da paz. E Foi nestas circunstâncias, que o desejo de Godoy com o apoio ou mando de Napoleão invadisse Portugal na chamada “Guerra das Laranjas”, marcada por perdas de recursos, materiais, humanas e territoriais, com a perda de Olivença. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;2. A conjuntura política e militar Peninsular no período de ocupação das forças Napoleónicas&lt;/span&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A conjuntura política - militar, no início do século XIX, anunciava a guerra a qualquer momento e um pouco por todo o território nas regiões chaves da raia nacional o estacionamento militar das forças lusas tornava-se evidente com concentração da infantaria, artilharia e cavalaria, nas principais fortificações de defesa da fronteira nacional. As razões políticas eram várias e a situação na Península Ibérica estava sob ameaça das ambições napoleónicas, a Espanha começa por ser uma aliada da França, cujos exércitos ali estão quase em permanência desde 1801; o Estado espanhol e o francês têm acordos diplomáticos entre si para a partilha de Portugal, que de resto estão na base do avanço das tropas espanholas em cooperação com as ambições de Napoleão (Guerra das Laranjas -1801). A viragem, ocorre por volta de 1808, quando a Casa Real espanhola é coagida a abdicar do trono a favor de Napoleão, que nomeia seu irmão José como rei de Espanha, de jure e de facto, neste contexto, não podemos ignorar que o exército espanhol está sob jurisdição do rei José Bonaparte (irmão de Napoleão). De resto, a população espanhola só toma posição após sete anos de ocupação em 2 de Maio de 1808, quando depois da prisão do último dos Bourbon se revolta contra os franceses. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Em Portugal a ameaça das invasões francesas é evidente, pelo menos desde 1801, o território nacional era observado por Napoleão como uma província britânica e os dois estados são considerados e tratados como inimigos . A invasão de Junot, em Novembro de 1807, violava o direito internacional e a resistência da população civil face às forças ocupantes foi evidente apesar da “directiva” da regência que aconselhava moderação, como forma de evitar o derramamento de sangue, situação não cumprida em determinados momentos, como o içar da bandeira francesa no Castelo de S. Jorge, onde a repressão francesa foi exprimida com fuzilamentos indiscriminados como também ocorreu no país vizinho, neste contexto de oposição a presença francesa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Do ponto vista, militar as forças armadas espanholas e francesas até ao Levantamento de 2 de Maio de 1808, eram aliadas. Foi neste contexto, que Godoy invadiu Portugal (1801). Todavia é fundamental sublinhar que a unidade do exército espanhol, tinha desaparecido com a entronização de José Bonaparte que não conta com várias unidades militares, assim era possível distinguir - se no âmbito do exército espanhol duas realidades, o legítimo e os revoltosos ou revolucionários. Em Portugal, o exército estava simplesmente desarmado pelas forças de Junot e com a maioria dos oficiais no Brasil para onde se tinha deslocado a família Real e outros estavam ao serviço da Legião Francesa. Em Julho de 1808 com o desembarque em Lavos do exército inglês a pedido do governo legítimo iniciou-se o processo de reconstituição do exército português sob comando de Wellington, que irá enfrentar os franceses em Vimieiro e Roliça, obrigando os franceses a abandonar o território nacional. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;3. O teatro das operações na raia Alentejo no contexto das guerras peninsulares&lt;/span&gt;.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A perspectiva de uma invasão do território português, pelo menos desde a Idade Moderna implicava desde logo a defesa da sua raia nacional como forma de defender qualquer ofensiva terrestre que tinha como objectivo prioritário o avanço sobre a capital, fundamental para a existência do estado português . E nesse contexto o teatro de Operações do Alentejo, era prioritária na organização da defesa nacional na medida em que pela sua configuração geográfica, plana sem obstáculos relevantes, capaz de suster os avanços dos exércitos inimigos, sobre a capital do Reino. Por outro lado, no plano geo - estratégico e militar, a planície alentejana não era mais que um prolongamento da Estremadura Espanhola, assumindo-se, simultaneamente, como teatro fronteiriço e central, que permitia atingir de forma rápida, eficaz e directa, Lisboa - Península de Setúbal. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ou seja os corredores de entrada no território nacional por via da região Alentejo, eram verdadeiros eixos de aproximação relativamente à capital, nomeadamente os seguintes itinerários: Moura -Évora-Montemor -o.-Novo e Lisboa; Elvas-Estremoz e Lisboa e Serpa-Beja e Ferreira do Alentejo. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;E no último decénio de Setecentos uma vez Portugal preparava-se para a confrontação bélica, a ameaça da guerra determinava o fecho e o controlo de todo o espaço fronteiriço e especialmente dos principais eixos de entrada em território nacional. A ameaça agora vinha da França, em primeiro lugar, devido à participação de Portugal na Campanha do Rossilhão (1793-1795), ao lado de outros estados inimigos da coroa francesa, a Espanha e a Inglaterra e em segundo, devido à aliança firmada pela França e a Espanha em 8 de Agosto de 1796 no Tratado de Santo Ildefonso.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Relativamente à Campanha do Rossilhão, a evolução das alianças seriam alteradas a partir do momento em que a Espanha por via diplomática chega à paz com os franceses em 7 de Junho de 1795, o que alterou significativamente o quadro político-militar, peninsular. Uma vez que Portugal se manteve no campo de batalha e só assinou a paz dois anos mais tarde em 10 de Agosto de 1797, mas acabaria por não cumprir as obrigações estabelecidas pelo tratado, em relação às indemnizações de guerra por um valor de 10 milhões de libras, na concessão de facilidades comerciais com a França, na interrupção da ajuda militar à Inglaterra e na revisão das fronteiras na zona das Guayanas.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Neste contexto político e diplomático, um avanço dos exércitos franceses tornava-se evidente há medida que Luciano Bonaparte desenvolvia uma intensa actividade diplomática junto da corte espanhola, que culminou com o segundo Tratado de Santo Ildefonso assinado em 26 de Janeiro de 1801, que permitia o livre-trânsito dos exércitos franceses por Espanha com a finalidade de realizar uma invasão sobre o território português, considerando que Portugal mantivera os portos abertos aos navios ingleses, entre outras condições.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nestas circunstâncias a Espanha declarava guerra a Portugal a 27 de Fevereiro de 1801, tendo como resultado imediato uma concentração muito significativa das forças militares nas cidades e vilas mais próximas da região do Caia. Assim, em Badajoz e nos seus arredores estacionaram cinco divisões espanholas que integravam um número de 40.000 a 50.000 homens e que em 20 de Maio sob o comando do Marquês Solana atravessavam a fronteira do Caia para realizar uma serie de campanhas vitoriosas em terras do Alto Alentejo. Os primeiros combates, sem consequência para ambas as partes ocorreram junto da praça militar de Elvas, dirigindo-se mais tarde as tropas espanholas para os núcleos populacionais a norte da praça, onde as forças lusas foram facilmente derrotadas junto das localidades de São Vicente, Barbacena e Monforte. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mas a primeira derrota assinalável das forças portuguesas ocorreu na praça militar de Arronches, cuja capacidade militar era muito frágil, a própria fortaleza estava em ruínas desde o tempo das guerras da Restauração e a sua função prática, justificava-se no âmbito de ajuda a qualquer assédio o cerco que ocorresse na vizinha praça da vila de Campo Maior. Mas este acontecimento demonstrou desde logo que o exército português não estava preparado para a guerra, segundo a opinião de António Ventura: &lt;span style="color: blue;"&gt;“ A derrota foi rápida e só não assumiu a forma de catástrofe total pela pronta intervenção de Bernardim Freire, que enviou algumas tropas de Mosteiros para proteger a retirada dos que estavam em Arronches. A confusão não podia ser mais completa: a cavalaria portuguesa debandou no meio do maior caos, atropelando a infantaria. Os soldados fugiam cada um para o seu lado, encurralado entre o rio e os muros da vila, abandonando, bagagens e armas”&lt;/span&gt; . &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O cenário do combate de Arronches acabaria por repetir-se nos vários cenários de guerra no Alto Alentejo, como é exemplo o combate em Flor da Rosa, a norte da cidade de Portalegre: &lt;span style="color: blue;"&gt;“O desastre de Arronches não serviria de lição ao comando português. Num vale tão exíguo, a coordenação entre a infantaria e a cavalaria, num vale seria impraticável em caso de ataque inimigo. Por outro lado, o terreno situado entre a vila e o rio Tejo não estava ocupado militarmente, nem sequer nele foram colocados vigias, confiando os chefes militares portugueses na inacessibilidade do terreno”&lt;/span&gt; .&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Assim, as diferentes vitórias obtidas pelas diferentes divisões do exército espanhol em todo o Alto Alentejo, foram facilitadas pela circunstância de que as tropas portuguesas tomaram posições estritamente defensivas e retirando-se de forma estratégica a fim de evitar um possível aniquilamento. O tratado de paz (Tratado de Badajoz), que determinou o fim da “Guerra das Laranjas” em 6 de Junho de 1801, determinava que Portugal devia fechar os seus portos à navegação inglesa, cancelar as relações comerciais com a Grã-Bretanha, impedir a persistência do contrabando que afectava negativamente os interesses de Espanha e indemnizar os súbitos espanhóis pelos danos sofridos, entretanto o estado espanhol comprometia-se a restituir todas as praças conquistadas (Juromenha, Arronches, Barbacena, Portalegre, Castelo de Vide, Campo Maior e Ouguela), a excepção seria Olivença. Segundo, a opinião de António Ventura &lt;span style="color: blue;"&gt;“ …a Espanha conseguia concretizar uma velha aspiração, fazer coincidir, naquela zona, a fronteira política com a fronteira natural, o rio Guadiana”&lt;/span&gt; .&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Cinco anos mais tarde Portugal voltava estar de novo sobre a ameaça da França, ao ignorar o primeiro Bloqueio Continental imposto pela França decretado por Napoleão em 21 de Novembro de 1806 por não ter fechado os portos à sua velha aliada, a Inglaterra. A partir do momento em que a França e a Inglaterra, assinaram o Tratado de Fontainebleau em 27 de Outubro de 1807, a integridade do território nacional estava ameaçada até que esse tratado determinava a ocupação e a divisão do território, estabelecendo-se que as terras situadas entre o Douro e o Minho, passavam a pertencer ao rei da Etúria, com o nome de Lusitânia Setentrional, enquanto o Alentejo e o Algarve recebiam o nome de Principiado dos Algarves e seria doado a D.Manuel Godoy e as províncias da Estremadura (portuguesa), Beiras e Trás-os-Montes, ficaria nas mãos do Imperador, ainda que poderia manter-se na Casa de Bragança, mas dependente da coroa espanhol&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;De realçar também que esta situação em que o estado português se torna refém da França e da Espanha, deve ser entendida pela dificuldade em que Portugal então tinha em optar. De facto, a classe política portuguesa estava consciente que a manutenção da aliança histórica com a Inglaterra significava a invasão do território nacional. A França não podia admitir em nenhumas circunstâncias esta santa aliança, uma vez que não se tratava de uma potência marítima e nesta perspectiva, Portugal do ponto vista estratégico e militar tornava-se uma plataforma marítima favorável aos interesses britânicos que após a vitória sobre a França na famosa batalha naval de Trafalgar surgia como a principal potência marítima do Ocidente. Por outro lado, uma aliança com a França, significava desde logo uma mudança radical na diplomacia portuguesa que tinha que chegar a acordo com o seu adversário político sem garantias do respeito pela sua integridade territorial face às ambições da França napoleónica. Mas a hostilidade com a Inglaterra implicava desde logo a possível perda dos territórios ultramarinos e a dificuldade de manter as suas tradicionais rotas marítimas com o devido impacto na economia nacional. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Assim a neutralidade era a solução possível numa conjuntura internacional, em que tal realidade era simplesmente impossível até que a Espanha, já tinha iniciado a sua aproximação com a França e como tal só restava organizar a defesa face às ameaças veladas à integridade do território português. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Em Portugal face aos desastres sofridos pelo exército português nas campanhas mais recentes, a classe política e os militares, chegavam a um consenso da necessidade de proceder a uma reforma militar que acabaria por ser promulgada em 27 de Setembro de 1805, associando-se a esta nova reforma, duas finalidades por um lado, tratava-se de diminuir os gastos e por outro aumentar a capacidade operacional das praças e fortalezas, terrestres e marítimos. Pouco depois um novo Decreto Real promulgado em 19 de Maio de 1806 determinava que o exército português se formaria exclusivamente em linha, integrando-se estas em diversos regimentos de infantaria, artilharia e cavalaria nos quais se integravam as milícias e as ordenanças como alguns corpos militares e civis .&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Em véspera da primeira invasão francesa estas unidades estavam já estacionadas ao longo da fronteira portuguesa, sobretudo na região do Caia onde se localizava a praça militar de Elvas, que se destacava das demais pelo número de efectivos acantonados, uma vez que se admitia que a entrada do exército invasor por esta zona da raia lusa. Foi de resto, esta presença militar efectiva que permitiu o domínio efectivo da província do Alentejo de tal forma que no final da primeira década de novecentos (1810), a capacidade de abastecimento do exército de ocupação era nula, uma vez que a correspondência coeva refere que a partir das cidades de Cádiz, Elvas e Badajoz, todo o curso do Guadiana estava sob domínio das forças peninsulares enviabilizando por exemplo o abastecimento de cereais que chegava à Península Ibérica por via do Norte de África. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A guerra estava já bem delineada nos seus contornos gerais. Para os generais franceses as entradas e pontes haviam permitido balancear as suas forças, de norte para sul, e delinear modalidades de acção conjugadas contra Portugal, através das duas entradas, enquanto podiam acorrer com facilidade à Andaluzia, onde a guerrilha espanhola não lhes dava tréguas. Para Wellington, a posse das entradas e das pontes permitia fazer de Portugal a zona interior segura do seu teatro de operações em Espanha e delinear estratégicas ofensivas em território espanhol semelhantes às dos Franceses, mas de sentido contrário.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Welligton percebera que a expulsão de Massena do território português era o começo de uma retracção francesa definitiva que o marechal francês desejava adiar, e que chegara à altura de iniciar uma contra-ofensiva fulminante que expulsasse todos os exércitos franceses da Península Ibérica” &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Apesar das preocupações dos estrategas militares, durante a guerra peninsular frente aos exércitos napoleónicos só uma das três invasões realizadas pelos franceses, que atravessaram o país semeando medo, violência e morte, tornou o território alentejano num teatro de guerra convencional. No entanto, o sul do país não esteve impune às movimentações militares do exército napoleónico que marchou sobre a planície a partir de finais de 1807. A 2 de Dezembro, as forças espanholas que estavam estacionadas em Badajoz entravam na cidade de Elvas, no âmbito do compromisso do Tratado de Fontainebleau e do Bloqueio Continental imposto pela França em 27 de Outubro de 1807 e que a Espanha comprometera-se a cooperar. Estas forças que tomaram posse sem resistência das praças militares de Elvas e Badajoz, estavam sob comando do General D. Francisco Maria Solano Ortiz Rozas, Marquês do Socorro e Capitão - General da Andaluzia, que deixou na cidade de Elvas três dos seus batalhões e um regimento, o de Córdova na vila de Campo Maior, dirigindo-se para Estremoz os invasores estabeleceram o seu quartel militar em Setúbal, de salientar também o “carácter ordeiro” da força de comando espanhola que recomendava aos seus soldados o maior respeito para com os portugueses e suas propriedades . &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Entretanto nova Ordem Geral datada de 31 de Dezembro, reforçava este respeito pela dignidade da nação portuguesa, louvando a amizade entre os portugueses e espanhóis e reafirmando em nome de Sua Majestade os empregos de todos os corregedores e governadores civis do sul de Portugal, numa estratégia puramente política que tinha como finalidade a constituição do principiado de D. Manuel Godoy prevista na partilha do território nacional entre Portugal e Espanha. Outras medidas denunciam claramente a preparação do futuro principiado, de facto o sul do país, chegou a ser dividido em distritos, procedendo-se para tal a nomeação de um comissário de polícia que tinha por obrigação zelar pela manutenção da ordem pública. Em Setúbal onde estava sediado o quartel-general foi criado um Tribunal Superior de Paz que era constituído por um Juiz Maior e com quatro juízes desembargadores cuja função era a avaliação dos processos civis e apelações que seriam apresentadas no decurso da conjuntura política e militar que então se vivia.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O volte face ocorria no início da Primavera de 1808, quando a concentração de efectivas militares junto as fronteiras nacionais espanholas, denunciavam uma vez mais as ambições napoleónicas e mais do que uma provocação era uma ameaça e que de resto, era uma nítida violação do artigo nº8 do Tratado de Fontainebleau . E as forças espanholas sob comando do General Solando receberam ordem para abandonar o território português. Ao mesmo tempo, que a forças francesas são obrigados à sua reposição no espaço nacional como forma de dominação do mesmo, Junot para evitar o vazio deixado pela retirada das forças espanholas coloca a terceira divisão em Setúbal enquanto o General Maurian recebia ordens para se deslocar para o Algarve, evidenciando já uma clara intenção dos franceses de ocuparem definitivamente o território português e o sul que pela partilha, franco-espanhola, seria atribuída a Manuel Godoy. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A necessidade de dominar o sul de Portugal era uma emergência e a 28 de Março Junot nomeava o General Kellerman como comandante superior de toda a margem esquerda do rio Tejo. E com a recomendação que o mesmo se deveria deslocar para a cidade fortaleza de Elvas com a sua cavalaria, assim um batalhão de 1.000 homens ao qual se juntou o regimento nº 86 com 1.700 homens entrou na maior praça terrestre do sul de Portugal. Entre as forças que acabariam por estacionar em Elvas, destacava-se cerca de metade do regimento da cavalaria dos Dragões com uma finalidade específica, estabelecer o controlo e a respectiva prevenção relativamente a qualquer manobra ofensiva do exército espanhol da Extremadura . Entretanto Junot mostrava-se preocupado com as manifestações populares anti-francesas ocorridas em Badajoz a 4 de Maio e que poderiam de alguma forma alastrar a Portugal como de resto viria a ocorrer mais tarde.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Aliás desde a revolta de 2 de Maio em Madrid, que o movimento revolucionário anti-francês, se manifestou por toda a Espanha desde as Astúrias, Galiza e Leão até à Andaluzia e em Portugal emergiu em toda a sua raia fronteiriça um movimento geral contra as tropas francesas. Que em resposta às manifestações populares das “gentes” alentejanas utilizou a violência e a repressão, mas o sentimento anti-francês crescia e em 19 de Junho de 1808 e por influência de um grupo de espanhóis que se deslocaram a Juromenha, a população de Vila Viçosa revoltou-se contra a guarnição dos 3.000 homens ali estacionados sob comando do General Avril. Em socorro, das forças napoleónicas deslocava-se o 86º Regimento a mando do General Kellerman com o objectivo de punir os revoltosos, os confrontos entre as forças francesas e portuguesas, sucederam-se e a repressão sobre a população da vila alentejana foi inevitável mas o sentimento anti- francês crescia e propagava-se por todo o sul de Portugal &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;No sul de Portugal, a população pegava em armas contra os franceses, em Beja tal atitude corajosa terminava com uma elevada mortandade nas hostes nacionais e a própria Igreja, tomava partido dos ocupantes, a nota pastoral “Sacro Collegio Patriarchal “, era clara, estavam todos os portugueses excomungados que ousassem pegar armas contra os franceses . Os apoios à causa da libertação do jugo francês mantêm-se, no início de Julho, as forças militares espanholas passam a fronteira e ocupam a vila de Campo Maior, onde se constituiu a primeira Junta Governativa do Alentejo, mas a presença espanhola era evidente em Castelo Vide, Portalegre, Arronches e Juromenha onde estacionou D. Francisco Moretti com uma força de 200 infantes e 20 cavaleiros, na primeira semana de Julho, cobrindo uma série de espaços fundamentais na defesa da raia ibérica, numa época em que a Espanha (?), defendia as suas fronteiras territoriais em solo português. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A pressão sobre a presença francesa aumentava com a chegada de uma força naval de 10.000 ingleses que desembarcava nas proximidades da capital e Junot, receando o pior reunia o seu Conselho de Guerra a 26 de Junho na qual se determinou:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1.- Apenas deveriam permanecer as guarnições de Peniche, Almeida e Elvas;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2.- Todas as outras forças deviam ser concentradas em Lisboa; &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3.- Setúbal, bem como as posições localizadas na margem esquerda do Tejo em frente à capital deviam ter prioridade no comando francês.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;4.- Deviam merecer uma vigilância atenta em função da sua posição estratégica, aos seguintes aglomerados: Leiria, Ourém, Tomar, Santarém, Rio Maior, Óbidos e Peniche. E ainda, Sacavém e Sintra, no contexto do avanço sobre Lisboa.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;5.- A cidade de Lisboa, devia ser defendida até exaustação e as forças militarizadas só deveriam recuar para Elvas quando fossem pressionadas e onde uma vez reorganizadas deveriam passar a Elvas. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Entretanto na Praça militar de Elvas, o General Kellerman abandonava as suas campanhas no Alentejo, fixando-se na cidade dando ordens para a realização de reconhecimentos na zona da Juromenha e nas proximidades de Badajoz, organizando ao mesmo tempo a sua defesa e o seu aprovisionamento face a qualquer cerco que pudesse acontecer, deslocando -se em pleno Verão para a capital. Na principal cidade da Extremadura as notícias da chegada do General francês, determinava uma intervenção rápida das forças de comando que contava com cerca de 20.000 soldados, provisões e artilharia. Enquanto tal acontecia os focos de resistência no Alentejo, em Beja e Vila Viçosa reacendiam-se. E a situação no Alto Alentejo tornava-se explosiva e em 17 de Julho de 1808, o tenente-general Francisco Paula Leite, aceita a nomeação para governador militar do Alentejo, os corpos do exército incluíam não só portugueses como espanhóis a que se juntavam os civis. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;No final do Outono numa tentativa de pôr termo ocupação da praça militar de Elvas, que estava sob comando Girod de Novilard, os portugueses auxiliados pelo exército espanhol sob liderança do General D. José Galluzo, que assentou baterias sobre o Monte da Graça, onde estavam estacionados os franceses, obrigando-os à sua retirada sem antes que antes alguns militares fossem vítimas da justiça popular da população elvense que aprisionou três oficiais galeses e um sargento que seria morto e arrastado pelas ruas da cidade. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Estas movimentações militares que ocorreram entre 1807 e 1808, em pleno Alentejo, demonstraram que a resistência à presença francesa foi inexistente nas zonas onde implantação francesa era notável como era os casos de Elvas e de Estremoz, onde a falta de armas e de comando determinava a submissão das populações. Não podemos ignorar que estes focos de resistência, resultavam de um recrutamento feito na sua grande maioria nas ordenações concelhias e nas próprias milícias regimentais que actuaram sob a forma de guerrilha. A sua actuação baseava-se não só em actividades colectivas e que se integravam os próprios aglomerados urbanos, mas também em actividades singulares, tais como ataques às retaguardas das colunas, aos depósitos, destruindo recursos logísticos e, sempre que possível, liquidando elementos ou forças militarizadas. Todavia estes focos de resistência por iniciativa local, também não trouxeram a desejada libertação, como foram as iniciativas dos núcleos populacionais de Vila Viçosa, Beja, Montemor-o-Novo e Évora, que sofreram as maiores crueldades do exército napoleónicas. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A viragem ocorreu a partir do momento em que as forças espanholas prestaram um notável apoio às portuguesas, em termos materiais e humanos que foram decisivos para a sublevação de um grande número de aglomerados populacionais junto à raia portuguesa. Perante a incapacidade de pacificar a resistência que se foi levantando em todo Alentejo perante um exército desmoralizado por inúmeras baixas provocadas pelas batalhas, altas temperaturas, falta de víveres, água e alimentos durante dias inteiros de marcha. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mas à medida que o conflito foi se desenvolvendo, as forças inglesas ganhavam projecção no interior da orgânica do exército português, quando por Decreto Real de 21 de Janeiro de 1809, era nomeado, o Major General Wiliam Carr Beresford para Comandante do Exército Português e com essa finalidade, fez-se acompanhar de um conjunto de jovens oficiais que na fase de preparação e aprontamento do exército, introduziram não só novos procedimentos, novas regras disciplinares, novas tácticas e novas armas. Em todos os Regimentos e Batalhões, Beresford procurou evitar a preponderância de uma nacionalidade com vista à sua coesão, assim se o Coronel era inglês o Tenente Coronel era português e vice-versa. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mas seria durante a terceira invasão que a província alentejana tornar-se-ia efectivamente num teatro de guerra, chave nas operações militares desenvolvidas a partir das praças alentejanas, com o fim de evitar a ocupação das terras da raia e da Extremadura, nomeadamente de Badajoz e de Albuquerque.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Terminada a resistência ao êxito às forças napoleónicas na zona portuguesa, o conflito manteve-se nas localidades vizinhas já em solo espanhol e nessa conjuntura de guerra, os reforços anglo - lusos, sob comando do General Beresford que tinha sido destacado da zona militar de Abrantes para a Praça militar de Elvas por Wellington com a finalidade de aliviar a pressão francesa, seriam decisivos para a primeira derrota significativa das forças francesas junto da ponte de Albuera. Na qual a cavalaria lusa irrompeu sobre os forças francesas provocando um número elevado de baixas junto às muralhas. Onde pela primeira vez as forças peninsulares constituídas por um exército composto de portugueses, espanhóis e ingleses, cuja coordenação de esforços foi fundamental para o desencadear com êxito as operações da campanha militar . De realçar que uma vez mais a praça militar de Elvas desempenhou um papel fundamental não como espaço militar mas como hospital de retaguarda, para onde eram deslocados em sucessivos comboios os feridos do teatro de guerra onde lhes era prestada assistência médica .&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Uma pouco antes em Janeiro, havia sido ocupada pelos franceses sem resistência a praça de Olivença, libertada alguns meses depois em meados de Abril por um exército anglo - português, uma vez desocupada outra fortificação fronteiriça, a Praça militar de Campo Maior em 25 de Março, por imposição do exército de Mortier, comandado pelo barão Girard que impôs a rendição da vila. Este acontecimento ocorre na transição entre a segunda e terceira invasão francesa, quando Massena e os franceses continuavam a pôr cerco às praças situadas próximas do raia, Alentejo e Extremadura, na verdade após a tomada de Badajoz, a divisão francesa, resolveu invadir o território português propondo de imediato a rendição do governador da praça, José Joaquim Talaia, o qual rejeitou tal proposta. Ficando de imediato sujeito às hostilidades, com os franceses abrindo fogo sobre as posições portuguesas em 15 de Março e continuando até 21 de Março, quando o governador aceitou a capitulação face à ausência de socorro das forças aliadas. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mas a ocupação desta praça por parte das forças napoleónicas não iria durar muito tempo, pois Beresford aproximou-se da mesma e três dias depois ponha termo ao cerco à praça portuguesa e estabelecia o corte de comunicações com Badajoz, ainda sobre controlo dos franceses. A 25 de Março finalmente quebrava-se a resistência francesa &lt;span style="color: blue;"&gt;…”nesta ocasião fizerão os Franceses, tiverão de evacuar a praça com perda de mais 600 homens entre mortos, feridos e prisioneiros ...&amp;nbsp;".&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;E, alguns dias depois a conquista de Badajoz, cujo plano de libertação seria gizado por Wellington que tinha montado o seu quartel-general nos arredores de Elvas. A tomada de Badajoz, já tinha sido tentada pelo General Beresford que apesar das dificuldades de defesa daquela praça que apresentava alguns danos conseguiu resistir até 16 de Marco de 1812, data do início da sua afirmação. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Todavia, os ataques lançados às tropas francesas pelas forças militares e civis de Elvas e Campo Maior, acabaram por se inserir numa nova etapa, a chamada Guerra Peninsular. Na qual as forças militares estacionadas na cidade de Elvas acabariam por ter um papel fundamental na medida em que integradas no exército anglo - inglês no qual se destacavam também as forças militares espanholas, iniciariam o processo de expulsão dos franceses da Península ibérica. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Neste âmbito as unidades militares estacionadas em Elvas, as Batalhão de Cavalaria nº1, as Regimento de Infantaria nº4, as Regimento da Infantaria nº 8 e o Regimento de Infantaria nº 17, acabariam por evoluir no teatro das operações gizado por Wellington na libertação da Península Ibérica. Num primeiro momento, fazendo parte da composição do exército de 60.000 homens que se colocou estrategicamente defronte da cidade de Salamanca, que em 22 de Julho de 1812 procedeu à sua libertação. A batalha de Arapilles ou de Salamanca, abria uma nova era em solo espanhol, deixava de ser uma guerra de exércitos para se tornar numa guerra total, com intervenção não só das tropas como da população. Nesta batalha era já evidente as deficiências de organização dos exércitos franceses e as causas foram variadas: - A incapacidade para reabastecer de forma eficaz as tropas de víveres, efectivos, fardamento, equipamentos e cavalos a partir da retaguarda, uma vez que a aquisição de recursos locais tornava-se quase impossível devido ao clima de hostilidade que se vivia em toda a península; - A indisciplina e os desentendimentos entre a oficialidade francesa eram evidentes e reflectia-se na condução operacional do exército e sobretudo na sua conduta operacional e por último, a subestimação do valor e possibilidades do adversário, sobretudo no campo dos reabastecimentos devidamente organizado e operacional. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Em finais de 1812, uma vez mais as referidas unidades elvenses voltam a ser convocadas para a ofensiva final em Espanha integradas agora na força militar sob comando do General Hill. A hora de libertação da Península Ibérica ocorre na Batalha da Vitória em 21 de Junho de 1813 quando o exército aliado se organiza em três frentes, a direita onde se integrava as forças portuguesas lideradas pelo Major General Hill, o centro e a esquerda pelos estrategas militares, Cole e Graham. No campo de batalha, as forças peninsulares organizaram-se como três exércitos diferenciados e que actuavam em três combates distintos, fragmentando a extrema resistência das forças comandadas por Reille obrigado a bater em retirada abandonando o cabo de batalha, com inúmeras baixas e com a perda de importante material bélica. A partir de então estavam criadas todas as condições para a vitória das forças aliadas sob comando do General Hill nas operações militares que se sucederam e que ficaram conhecidas por “Batalhas dos Pirinéus” de resto determinantes para a libertação da Península Ibérica das ambições da França imperial e napoleónica. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Fontes:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;London Gazette, nº 16231 de 21 de Janeiro de 1809.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Gazeta de Lisboa, nº246, 18 de Outubro de 1814.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Gazeta de Lisboa, nº 116, 18 Maio de 1818.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ofício de Lord Wellington a D.Miguel Pereira Forjaz, de 2 de Outubro de 1810.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ordem do Dia, nº31, de 25 de Dezembro de 1820. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;- ARTHUR, Ribeiro. Legião Portugueza ao serviço de Napoleão. Livraria Ferin, Lisboa, 1901.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;-BALDET, Marcel, A Vida Quotidiana nos Exércitos de Napoleão, Lisboa, Livros do Brasil, s.d.. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;-BONAPARTE,Napoléon, Correspondance Général, Tomo III, Paris, Fondation Napoléon,Fayard,2006.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;-BOPPE, João Torres. O Exército Português na Guerra Peninsular.Col.História Militar. Ed. Prefácio, Lisboa, 2008.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;-CHALLIS, Captain, Bristh Offers Serving in the Portuguese Service, 1809-1814. Journal of the Society for Army Historical Research, Volume 27, nº110, p.50-60, 1949.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;-GOTTERI, Nicole, Napoleón et le Portugal, Napoleão e Portugal, Lisboa, Teorema, 2006. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;-MARBOT, General barão de, Memórias sobre a 3ª Invasão Francesa, Lisboa, Caleidoscópio, 2006&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-1488639029138891394?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/1488639029138891394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/1488639029138891394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/11/raia-de-portalegre-no-cvontexto-das.html' title='A raia de Portalegre no contexto das Guerras Peninsulares (Síntese da publicação).'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-13k7FY7zIn8/Tr5buw2pBWI/AAAAAAAAJmA/HMPOplhBSDM/s72-c/ff+001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-9112489632850206243</id><published>2011-10-17T23:45:00.004+01:00</published><updated>2011-11-14T19:30:24.065Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Antiguidade Clássica'/><title type='text'>O Pártenon o edifício mais representativo da Acrópele ateniense</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DsSf9w_4zXI/TpzE7IsX8sI/AAAAAAAAJRI/LQYR45hrNCw/s1600/Imagem5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="398px" oda="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-DsSf9w_4zXI/TpzE7IsX8sI/AAAAAAAAJRI/LQYR45hrNCw/s640/Imagem5.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Pártenon imponente na Acrópele&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-pbrv1sreuQY/TpyukgvGZ0I/AAAAAAAAJQ4/-vbduVV6KU4/s1600/Imagem1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="440px" oda="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-pbrv1sreuQY/TpyukgvGZ0I/AAAAAAAAJQ4/-vbduVV6KU4/s640/Imagem1.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A colunata e o entablamento em grande plano&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Uma das construções principais da Acrópele é sem dúvida o Pártenon, uma imagem nacional, uma marca ainda válida para a Grécia, berço da civilização ocidental. O Pártenon, segundo a tradição foi a única edificação em que Fídias participou directamente em colaboração com o arquitecto Ictínio. A sua edificação datada do Séc. V (447 aC.) é definido por planta rectangular, com duas salas , a pronaos e a cela, da época dórica, limitado por oito colunas nos lados e dezoito, que se desenvolvem a todo o comprimento da edificação. As colunas (de capitel dórico) estavam dispostas de forma a corrigir a ilusão óptica, ligeiramente inclinadas para dentro e mais robustas na base. O seu interior estava dividido em duas salas sem comunicação entre si, a sala ocidental (cela), mais pequena, apresenta quatro colunas jónicas até à cobertura; nela estava depositado o tesouro da deusa e do Estado. A sala de maior dimensão organizada em três naves com colunas de capitel dórica, nela se identificava a estátua de Atena Pártenos em pé com os seus guerreiros. O edifício era rematado pelo frontão, suportado pelo entablamento (conjunto arquitrave, friso e cornija). O friso é um dos aspectos mais interessantes do conjunto monumental e tem como temática a procissão das Panateneias, a qual em cada quatro anos, se dirigia a Acrópele. De realçar também as noventa e duas métopas que alternavam com o tríglifos na composição dos quadro lados da arquitrave, apenas dezanove chegariam até aos nossos dias, das quais alguma continuam no templo e as restantes encontram-se actualmente no Bristh Museum. As restantes perderam-se quando o templo foi transformado num templo cristã após a chegada dos romanos.&amp;nbsp;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-9112489632850206243?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/9112489632850206243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/9112489632850206243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/10/o-partenon-o-edificio-mais.html' title='O Pártenon o edifício mais representativo da Acrópele ateniense'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-DsSf9w_4zXI/TpzE7IsX8sI/AAAAAAAAJRI/LQYR45hrNCw/s72-c/Imagem5.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-2027548862216685202</id><published>2011-10-10T23:58:00.004+01:00</published><updated>2012-01-13T14:44:00.464Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>10.As práticas de sociabilidade e de lazer (1850-1930)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Dv337vWIe7Y/TpN24I6j-rI/AAAAAAAAJL0/qDhKJ8xe4lU/s1600/DSC00429.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" kca="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-Dv337vWIe7Y/TpN24I6j-rI/AAAAAAAAJL0/qDhKJ8xe4lU/s640/DSC00429.JPG" width="489px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Casa palaciana dos Marqueses de Alegrete marcava o ritmo da festa aristocrática&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-KdsbNO4Vluw/TpN26ARuoMI/AAAAAAAAJL8/00RIWrd25yM/s1600/DSC00458.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" kca="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-KdsbNO4Vluw/TpN26ARuoMI/AAAAAAAAJL8/00RIWrd25yM/s640/DSC00458.JPG" width="489px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As quintas de Elvas ponto de encontro das novas famílias enrequecidas pela terra.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-sVrxnJQQ4LQ/TpN25DaHP_I/AAAAAAAAJL4/sMmUB2yctOs/s1600/t+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="270px" kca="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-sVrxnJQQ4LQ/TpN25DaHP_I/AAAAAAAAJL4/sMmUB2yctOs/s400/t+001.jpg" width="400px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O gosto burguês era caso único na região -Court de Ténis -Quinta das Queimadas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(foto de&amp;nbsp;Luís Dias Caraças, in&amp;nbsp;Campo Maior a preto e branco&amp;nbsp;p.99) &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;As práticas de sociabilidade e as actividades culturais foram uma realidade emergente nas vilas e cidades do Alto Alentejo na época da Regeneração e que se mantiveram durante a primeira república. No município de Elvas, afirmaram-se os clubes privados, as quintas rurais e os hotéis, como espaços de lazer utilizados pelas elites locais, enquanto as feiras e os mercados, continuavam a serem o ponto de encontro das classes populares no âmbito da diversão e do convívio social. Estes espaços de sociabilidade mantiveram-se até aos finais da monarquia constitucional. Com a I República, assistiu-se a uma maior aproximação de uma classe média, emergente ao colectivo popular, mas a prática dos espaços diversificados e restritos por classe social manteve-se, nomeadamente a nível das classes mais abastadas com base na propriedade e no poder económico. Se na capital do distrito, as grandes recepções de uma mão cheia de casas aristocráticas, constituíam um momento alto na sociabilidade das elites locais, fundamentadas na sua origem aristocrata, poder económico e prestígio social. Na cidade de Elvas os momentos de referência da vida social ocorriam na casa aristocrática dos Marqueses de Penalva que recebiam no seu espaço palaciano, famílias nobres portuguesas e espanholas e outras personalidades de referência como era o caso de altas patentes militares, nos quais se incluíam a presença de alguns militares espanhóis, como se pode comprovar:&lt;span style="color: red;"&gt; Entre os cavaleiros notavam-se os Hussares do reino vizinho, que abrilhantaram aquele acontecimento … acaba o concerto começou o baile, que esteve animado, terminando às cinco da amanhã. &lt;/span&gt;Entre as famílias nobiliárquicas presentes contavam-se as melhores famílias das vilas próximas de Vila Viçosa, Reguengos de Monsaraz e por vezes da cidade de Évora e Badajoz. Estes bailes e festas privadas, marcavam cada vez mais o gosto particular das elites locais, que preferiam a descrição dos espaços privados aos espaços livres de gosto popular. Mas, há medida que se aproximava do século XX, este tipo de sociabilidade foi perdendo importância em favor das festas que ocorriam em amplas casas senhoriais entretanto adquiridas pelos antigos rendeiros, agora prósperos lavradores. Era o tempo das quintas como a de S. João, das Águias ou a do Dr. Santa Clara, onde o lanche e o chá era o motivo do convívio, mas a excelência deste tipo de festa, era em Campo Maior onde ocorriam as melhores famílias de Elvas, na época do Charleston na aurora do séc. XX : &lt;span style="color: red;"&gt;“Na aprazível Quinta das Queimadas realizou-se hoje uma elegante festa que decorreu com invulgar brilhantismo e entusiasmo. Às cinco da tarde, num espaço terraço fronteiro ao “court”, as mesas de chá encontravam-se já dispostas com as suas artísticas toalhas, engalanadas de rosas e bolos. Pouco depois, servido o chá, alguns pares iniciaram um movimento “Charleston” a que o abrir das garrafas de “champagne” dava por vezes a desarmonia característica de Jazz-Band”. &lt;/span&gt;Outro espaço de sociabilidade, que iria vingar no século XX era o Círculo Elvense mais tarde conhecido por “Club Elvense”, fundado em 1863, ocupava uma casa nobre propriedade do Conde do Bonfim. Numa época em que os lavradores se tinham convertido na elite local do ponto vista económica, mas igualmente aberta a personalidades como formação académica como médicos, advogados, professores, militares e alguns funcionários públicos escolarizados. Em momentos festivos, o Club durante a I República abria as suas portas a outros convidados, exteriores à sociedade local, como grandes proprietários e lavradores, das terras vizinhas mas também a alguns estrangeiros, como lavradores, ricos comerciantes, jornalistas, militares e diplomatas espanhóis da cidade vizinha de Badajoz. Mas no “tempo quotidiano” os seus sócios dispunham de um lugar idóneo para determinadas actividades diárias como a leitura da imprensa ou a participação nos jogos legais, onde a prática da conversão, da reflexão e o ócio, fez tradição naquele espaço.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-2027548862216685202?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/2027548862216685202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/2027548862216685202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/10/10as-praticas-de-sociabilidade-e-de.html' title='10.As práticas de sociabilidade e de lazer (1850-1930)'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Dv337vWIe7Y/TpN24I6j-rI/AAAAAAAAJL0/qDhKJ8xe4lU/s72-c/DSC00429.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-2902660603593429119</id><published>2011-09-26T11:09:00.006+01:00</published><updated>2012-01-13T14:45:34.263Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>9.1.O princípio do fim da I República ... e a afirmação da ordem e da autoridade.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-nrHcd_DLQJw/ToBQEW_AsfI/AAAAAAAAJH8/NOgwoBgWHyM/s1600/pjop+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="462px" kca="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-nrHcd_DLQJw/ToBQEW_AsfI/AAAAAAAAJH8/NOgwoBgWHyM/s640/pjop+001.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;António Sardinha com os exilados monárquicos atentos às contradições republicanas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;(foto de Ana Isabel Sardinha, arquivo FAS)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-kz6UI5Xrt74/ToBQFVkV-XI/AAAAAAAAJIA/C6TEWR14JF8/s1600/Imagem1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" kca="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-kz6UI5Xrt74/ToBQFVkV-XI/AAAAAAAAJIA/C6TEWR14JF8/s640/Imagem1.jpg" width="400px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;D.Laura Santana Marques figura da facção católica liderada pelo seu esposo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(foto de Felícia Cabrita, arquivo de família)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-25IbKnUW3nI/ToBQGzDwcVI/AAAAAAAAJIE/LqoRDz21CKg/s1600/Imagem2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" kca="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-25IbKnUW3nI/ToBQGzDwcVI/AAAAAAAAJIE/LqoRDz21CKg/s640/Imagem2.jpg" width="490px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Da casa do Governador conspirou-se contra a I República&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-jYEFRKSpdoc/ToBQIQYCiMI/AAAAAAAAJII/EQ5TgSvDssw/s1600/Imagem3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="498px" kca="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-jYEFRKSpdoc/ToBQIQYCiMI/AAAAAAAAJII/EQ5TgSvDssw/s640/Imagem3.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As figuras do novo governo saído do 28 de Maio de 1926&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(Portugal séc.XX -1920-1930, A Tropa,p.201&lt;/em&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As guerras regionais e locais, fora e dentro do Partido Democrático alimentavam as aspirações das figuras mais ambiciosas e as cisões atingiam o auge quando os adeptos do reforço dos poder executivo, ganhava peso em todo o distrito. O duelo entre republicanos, conservadores, integralistas e nacionalistas, era evidente no círculo nº33 (Elvas) e as eleições de 1921 eram as primeiras após a queda do sidonismo. As forças monárquicas desde 1919, tinham ganho alguma notoriedade no distrito e no concelho e pela primeira vez, a defesa dos valores tradicionais era representado por algumas personalidades locais, com algum prestígio nomeadamente o Doutor Ruy de Andrade e o Dr. Santana Marques. O primeiro, um aristocrata de sangue, doutorado pela Universidade de Pisa e um reputado especialista em questões de agronomia com obra publicado. Mais, modesto o licenciado Santana Marques, representava o movimento católico, mas a sua esposa era uma personagem, oriunda de aristocracia da Beira e curiosamente descendente da família Mata Coronel de Elvas, de origem judaica e com ligações próximas a futuras figuras de Estado, como era o caso do Doutor Oliveira Salazar. A recuperação eleitoral das forças monárquicas foi evidente, &amp;nbsp;no acto eleitoral, mas as denúncias de fraude pela opinião pública era evidentes e os republicanos, junto da imprensa local denunciavam: &lt;span style="color: blue;"&gt;“Foram descarregados nos quatro cadernos eleitorais, dois para os vereadores e dois para procuradores à Junta Geral, os seguintes cidadãos: -José Joaquim Pinto Cordeiro em parte incerta; - António Joaquim da Silva Rente, estava no Monte da Marinela do Meio; António Rodrigues, estava nas proximidades; Francisco Sabino, cocheiro da Colónia de Vila Fernando, que estava em Estremoz e José Barriga Negra, antigo empregado da Colónia de Vila Fernando, donde saiu há um ano, e habitualmente reside em Borba”.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #17365d;"&gt; &lt;/span&gt;Mas, a verdade era só uma, quer monárquicos, quer republicanos, todos conspiravam de igual forma na procura do voto popular e era de resto, uma situação vigente em todo o Distrito. Os republicanos tinham a vantagem de controlar as comissões municipais e os recenseamentos das freguesias e a fraude típica na região era a exclusão dos cidadãos legalmente inscritos, uma prática herdade da monarquia constitucional. Na vida partidária, o Partido Democrático - PRP, estava já em desagregação um pouco por todo o distrito ao contrário do que se observava a nível nacional e o médico monárquico, João Henriques Tierno da Silva, apresentava-se nas eleições ao Senado em 1926, há esquerda do P.R.P., impensável, quinze anos antes, mas era uma esquerda muito particular (?...) pois reunia em seu torno os grandes lavradores de Elvas que não tinha na sua origem recente, o trajecto da ascensão dos “rendeiros” , O Rebelde noticiava este apoios da seguinte forma: &lt;span style="color: blue;"&gt;“O sr. Dr. João Henriques Tierno nas próximas eleições vai propor-se a senador pela esquerda democrática. Consta-nos que o acompanham na nova política os senhores Estevão Falé, M.Vasconcellos, José Joaquim Vasconcellos, Tello Rasquilha, Alfredo Carvalho e D.Gonçalves Telles da Silva&lt;/span&gt;”. Em Elvas a debandada do Partido Republicano era geral e algumas figuras que tinham militado nas lojas maçónicas também estavam em retirada, abraçando as causas do nacionalismo que sopravam gradualmente em todo o Ocidente. Júlio Alcântara Botelho, tornara-se sidonista e era o rosto do Partido Republicano Liberal, na companhia de José Augusto Cayola que também tinha pertencido à primeira comissão republicana da cidade. José Dias Barroso, era outro reforço nas hostes liberais mas antes já era o principal apoiante do Sidonismo. Entre os militares, o Coronel António Augusto Namorado Aguiar, era o rosto do descontentamento que levava os caminhos da República, mas só voltava a política activa já durante o Estado Novo onde chegaria a Ministro da Guerra (1930-1931). O tempo corria contra a I República, o candidato do Partido do Partido Democrático-P.R.P., por Elvas, era recrutado fora do círculo elvense, tratava-se do grande proprietário agrícola de Avis, António Pais da Silva Marques que conseguiria o pior resultado de sempre do P.R.P. na cidade raiana, a folha da oposição republicana elvense o Rebelde sobre os actos eleitorais de 1923 e 1925, fazia o seguinte juízo de valor: &lt;span style="color: blue;"&gt;“As eleições essa comédia grotesca que o povo está junto já lá vai tempo e a nossa prometida ainda não chegou. Quando é que estes políticos nos deixam em paz&lt;/span&gt;”. Vivia-se numa época em que nos periódicos nacionais mas em especial nos do distrito se pedia, “autoridade e ordem”, quinze anos e quarenta e cinco governos, dera cabo da I República e o movimento militar de 28 de Maio de 1926, chefiado pelo Marechal da Costa era o golpe final na aventura republicana, no entanto como defende o Doutor Joaquim Veríssimo Serrão, o 28 Maio na sua essência não era contra a República &lt;span style="color: blue;"&gt;…”Torna-se errado defender que o 28 de Maio se fez contra a República, quando o espírito do movimento tomou como alvo principal a supremacia eleitoral democrática&lt;/span&gt;”, mas o insuspeito Doutor Agostinho da Silva o maior filósofo português do séc. XX diria pouco nas suas memórias (Dispersos): &lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: blue;"&gt;“A 1ª República, para mim, era uma coisa esquisita que não ia levar a sítio nenhum. Mais: estou convencido de uma coisa , segundo o qual, se não tivesse havido ditadura, provavelmente Portugal tinha acabado naquele momento, aí por 1925-1926. Era uma confusão, ninguém se entendia, não parecia existir uma saída de espécie alguma”&lt;/span&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black;"&gt;. Chegava ao fim uma época da História da República, onde Elvas também desempenhou um papel activo, na conspiração militar de 28 de Maio de 1926, ….mais tarde o elvense, General Passos e Sousa daria o seguinte testemunho a um dos mais prestigiados historiadores de história contemporânea de Espanha, o Doutor Jesus Pabón, que recolheu o segundo testemunho: &lt;/span&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: blue;"&gt;“En el fuerte da Graça y durante el tiempo en que fui governador, se lanzaram las bases de um movimiento militar de gran envergadura ( o 28 de Maio), en el cual tomariam parte todas las guarniciones del País, que en un momento dado, se sublevarían y marcharían com la mayor rapidez sobre Lisboa.&lt;/span&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style="color: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-2902660603593429119?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/2902660603593429119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/2902660603593429119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/09/o-principio-do-fim-da-i-republica-e.html' title='9.1.O princípio do fim da I República ... e a afirmação da ordem e da autoridade.'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-nrHcd_DLQJw/ToBQEW_AsfI/AAAAAAAAJH8/NOgwoBgWHyM/s72-c/pjop+001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-6450268615623686345</id><published>2011-09-23T21:06:00.003+01:00</published><updated>2011-11-14T20:24:18.203Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Antiguidade Clássica'/><title type='text'>Termas de Caracala</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/sIglQgj7r2w" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-6450268615623686345?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/6450268615623686345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/6450268615623686345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/09/termas-de-caracala.html' title='Termas de Caracala'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/sIglQgj7r2w/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-5148293950277854234</id><published>2011-09-18T14:47:00.004+01:00</published><updated>2012-01-13T14:46:17.997Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>9.1. António Sardinha e a "Causa Monárquica"</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-kvr93Up55kU/TnXymgnbXpI/AAAAAAAAJGU/7P-Y1lEVFuM/s1600/ff+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" height="640px" rba="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-kvr93Up55kU/TnXymgnbXpI/AAAAAAAAJGU/7P-Y1lEVFuM/s640/ff+001.jpg" width="438px" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A morte de Sidónio Pais culminou com uma tentiva efémera de implantar a Monarquia.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(Folha volante entregue no funeral de Sidónio Pais)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ewF6o371v5o/TnXyoVySS1I/AAAAAAAAJGY/dK7JT-OHTrE/s1600/A_QuintaAntonioSardinha.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" height="281px" rba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-ewF6o371v5o/TnXyoVySS1I/AAAAAAAAJGY/dK7JT-OHTrE/s400/A_QuintaAntonioSardinha.jpg" width="400px" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Portal da Quinta do Bispo - local de encontro de algumas figuras integralistas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(foto de Raul Ladeira)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-JjU6motFcFw/TnXypzX3I7I/AAAAAAAAJGc/lvhQAWAvAA8/s1600/Imagem1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" rba="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-JjU6motFcFw/TnXypzX3I7I/AAAAAAAAJGc/lvhQAWAvAA8/s640/Imagem1.jpg" width="448px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Correspondência de António Sardinha no período da Monarquia&amp;nbsp;do Norte&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(in&amp;nbsp;arquivo FAS)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Nzf58avrVWw/TnX0Cb9C5bI/AAAAAAAAJGg/wnvzXP6YNNM/s1600/Imagem2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" rba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-Nzf58avrVWw/TnX0Cb9C5bI/AAAAAAAAJGg/wnvzXP6YNNM/s640/Imagem2.jpg" width="446px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;António Sardinha, Alberto Monsaraz e Luís Almeida Braga três vultos do integralismo no exílio em Espanha &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;( in arquivo FAS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;A turbulência marcava a vida política portuguesa e o Dr. António Sardinha, tornava-se cada vez mais uma figura proeminente, na vida política nacional apoiante incondicional do Prof. Major Sidónio Pais, continuava longe do pensamento republicano que tinha marcado os seus primeiros passos na vida política. Todavia, era uma figura com uma visão realística do seu tempo e com uma capacidade de previsão política indiscutível face ao clima de conspiração que se vivia, então escrevia nos seus apontamentos: &lt;span style="color: blue;"&gt;“ Não tenhamos ilusões, nem esquecimentos; a situação do Sr. Sidónio Pais não é eterna e, quando findar, ou regressa Afonso Costa ou termos a Monarquia”. &lt;/span&gt;A verdade é que&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;a República Nova fundada pelo Major Doutor Sidónio Pais se assemelhava mais a uma monarquia do que uma república, que apenas existia em termos teóricos, tal era o protagonismo de Sidónio Pais. De resto, por todo o País, nas cidades e vilas, os apoios ao Chefe de Estado eram tão evidentes que dava a impressão de que não havia monárquicos e republicanos, católicos ou ateus, mas exclusivamente, defensores de uma realidade única. Em Elvas aclamação ao chamado “Presidente-Rei” foi notável, uma multidão ocupou em toda a sua extensão da Praça da República e perante os republicanos e monárquicos locais, acompanhado do Dr. António Sardinha diria &lt;span style="color: blue;"&gt;“Não sirvo apenas para ser o guarda temporário do País, mas sê-lo-ei por tempo ilimitado, como presidente enquanto o Parlamento o marcar e como Português até à morte». &lt;/span&gt;A afirmação do Sidonismo, em terras do Alentejo tal como um pouco por todo o território nacional, tornou-se uma realidade inquestionável e mais evidente nas zonas mais empobrecidas,&amp;nbsp;para tal contribui,&amp;nbsp;a&amp;nbsp;medida popular&amp;nbsp;que foi sem dúvia a&amp;nbsp;“sopa dos pobres” e os apoios incondicionais de certos sectores da Igreja, contribuiram para a &amp;nbsp;consolidação do seu carisma e do&amp;nbsp;seu poder quase&amp;nbsp;absoluto, interrompido brutalmente pelo atentado atribuído à Maçonaria na pessoa do algarvio José Júlio Costa na estação ferroviária do Rossio a 14 de Dezembro de 1918. Estava assim interrompida a primeira experiência de carácter nacionalista na Europa Ocidental, que tinha de certo modo favorecido de forma eficaz e apreciável, os interesses monárquicos que tinham ganho protagonismo sobretudo nas regiões do norte de Portugal. Sobre esta questão, escreveu Oliveira Marques &lt;span style="color: blue;"&gt;“ Já antes da morte de Sidónio o controle da situação em diversas partes do País. Tinham-se criado Juntas Militares no Norte e sul, com o pretexto de defender Portugal da “subversão” e de apoiar o Presidente contra os seus inimigos mas, na realidade, com o propósito de proclamar a Monarquia, mais cedo e mais tarde”.&lt;/span&gt; As conversações entre os monárquicos para mudança de sistema política, ocorreram ao longo do ano de 1918, muitas das quais no norte de Portugal ou em Elvas na Quinta do Bispo, onde vivia o ideólogo do integralismo lusitano, de tal forma que no final do ano militares, monárquicos e conservadores esperavam o melhor momento para conspirarem. &amp;nbsp;E assim aconteceu quando o Coronel Paiva Couceiro, aceitando a tarefa de comando das hostes revoltosas, desfilou no Monte do Pardal (Porto) em 19 de Janeiro de 1919, fazendo hastear a bandeira azul e branca, seguindo-se uma proclamação pública em nome dos valores tradicionais face às ameaças que ponham em causa a integridade da Pátria. Pouco depois era constituída a Junta Provincial, proclamando-se a vigência dos símbolos próprias da monarquia tradicional e suspenso o &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;corpus jurídico&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; que estava em vigor após a implantação do regime republicano em 5 de Outubro de 1910. &amp;nbsp;Mas, a proclamação da restauração da monarquia, limitava-se às regiões Entre Douro e Minho, Trás-os-Montes e Beira Alta, nascia a Monarquia do Norte e o país, estava profundamente dividido entre norte e sul ou melhor entre monárquicos e republicanos. Na cidade de Elvas, nos últimos meses,&amp;nbsp; local de conspiração para alguns integralista, a sua população mantinha-se fiel à causa republicana, o Governador Militar da Praça de Elvas sem rodeios telegrafava ao Governador Civil de Portalegre: &lt;span style="color: blue;"&gt;“Esta Praça é toda republicana com pequenas excepções e deste modo posso afirmar categoricamente a V.Exa. que tanto a guarnição militar como a população civil reprovam e condenam o infame movimento monárquico a norte”. &lt;/span&gt;Na mesma carta, o comando da guarnição de Elvas dava a conhecer que tinha quase 1.000 homens, disponíveis para defender a República e o Governador do Forte da Graça informava as autoridades republicanas que era : &lt;span style="color: blue;"&gt;“…desesperada a ansiedade dos presos políticos do Forte da Graça para irem combater o traiçoeiro movimento monárquico”&lt;/span&gt;. No cerco no Monsanto, os monárquicos sem meios militares e económicos, rendiam-se&amp;nbsp; e a fronteira do Caia tornava-se um espaço de partido para o exílio dos monárquicos, um periódico de Elvas de 9 de Fevereiro de 1939 noticiava que: &lt;span style="color: blue;"&gt;“Estão em Badajoz vários cabecilhas realistas, entre eles o germanófilo António Sardinha&lt;/span&gt;&amp;nbsp; ….. e acrescentava….&lt;span style="color: blue;"&gt;conhecidos monárquicos desta cidade vão ali conferenciar com eles"&lt;/span&gt;. As notícias corriam independentemente dos factos e geravam-se os boatos, um funcionário superior de alfândega de Elvas admitia que tinha falado com António Sardinha que lhe dissera que o plano dos monárquicos era fomentar distúrbios e desordens em todo o País, especialmente a sul, de modo a criar embaraços à República. Mas do norte de Espanha na mesma semana o poeta de Monforte dirigia-se à sua esposa do seguinte modo: &lt;span style="color: blue;"&gt;“ Minha pobre e querida mulherzinha: Calculo o teu sofrimento! Calculo a tua agonia ….Encontro-me em &amp;nbsp;Vigo de passagem e, apesar de tudo o que terás visto nos jornais, a saúde não me falta, nem alegria. Os negócios não correm mal e espero-te ver-te bem depressa…” &amp;nbsp;&lt;/span&gt;. Entretanto o tempo era de consagração para os republicanos e em suas memórias no pós Monarquia do Norte, José Relvas registaria&lt;span style="color: blue;"&gt;:”A República tem o caminho livre para recuperar muito do que tem perdido nos últimos anos. A Monarquia fez a sua decisiva experiência e estará a esta hora bem convencida da inutilidade da sua acção.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-5148293950277854234?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/5148293950277854234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/5148293950277854234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/09/antonio-sardinha-e-causa-monarquica.html' title='9.1. António Sardinha e a &quot;Causa Monárquica&quot;'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-kvr93Up55kU/TnXymgnbXpI/AAAAAAAAJGU/7P-Y1lEVFuM/s72-c/ff+001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-8877698899817768593</id><published>2011-09-14T23:40:00.002+01:00</published><updated>2011-11-14T20:27:14.772Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escultura'/><title type='text'>Notas sobre a Escultura Grega</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wGLJsv2kHyM/TnEql-TUJcI/AAAAAAAAJEY/Ob00WNkOdQM/s1600/Imagem2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="464px" rba="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-wGLJsv2kHyM/TnEql-TUJcI/AAAAAAAAJEY/Ob00WNkOdQM/s640/Imagem2.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A escultua grega vingou com a Polis (Acrópele)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-z_T0bjlOnpA/TnEqonuT3jI/AAAAAAAAJEc/XTROtfaVhR4/s1600/82037034_CUHmcugr.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="488px" rba="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-z_T0bjlOnpA/TnEqonuT3jI/AAAAAAAAJEc/XTROtfaVhR4/s640/82037034_CUHmcugr.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;Permenor dos grupos escultóricos no frontão do Pártenon&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-siWKH3xE2g4/TnEqpmHNuTI/AAAAAAAAJEg/ogTBFJ1e67A/s1600/musseu+da+arqurologia+nacional.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" rba="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-siWKH3xE2g4/TnEqpmHNuTI/AAAAAAAAJEg/ogTBFJ1e67A/s640/musseu+da+arqurologia+nacional.jpg" width="440px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Kouros:&amp;nbsp; mármore - 540 aC / 1.94m in Museu Nacional de Atenas&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7A5LvRQB3v4/TnEqqwHW0nI/AAAAAAAAJEk/AcqV97n0X14/s1600/Imagem1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" rba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-7A5LvRQB3v4/TnEqqwHW0nI/AAAAAAAAJEk/AcqV97n0X14/s640/Imagem1.jpg" width="459px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Poseidon -Séc.V - bronze in Museu Nacional de Atenas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-GCVR7AXgqYU/TnEqtzJ37AI/AAAAAAAAJEo/fOd3dFn1vGM/s1600/afrodite.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" rba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-GCVR7AXgqYU/TnEqtzJ37AI/AAAAAAAAJEo/fOd3dFn1vGM/s640/afrodite.jpg" width="438px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Afrodite: mármore &amp;nbsp;- 100 aC - 1. 32m - in Museu Nacional de Atenas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A maior parte da escultura grega perdeu-se através dos tempos e para sempre. Segundo, Andrew Stwart, “O triunfo do cristianismo, a queda de Roma em 410 d.C. e a iconoclastia bizantina eliminaram os elementos da arte mais ofensivos para muitos”. Todavia, algumas esculturas, verdadeiros tesouros em ouro, prata e marfim, foram simplesmente recicladas e transformadas em armas e outro tipo de instrumentos. Por outro lado, as de mármore foram objecto de utilização para pedras tumulares. Assim, o primeiro momento de preservação da estatuária grega ocorre durante o Renascimento quando as escavações feitas dentro e fora de Roma, que permitiram a criação das primeiras colecções de antiguidades. A escultura grega foi uma criação da polis (cidade de estado) e manteve-se para além do reinado de Alexandre Magno e ultrapassou mesmo os limites do território grego. O legado da escultura grega perde-se no tempo, na dimensão, no material e na temática. Mas se as estatuetas, utilizadas na prática de rituais nos séculos XII e XI aC., marcam o gosto pela estatuária, a escultura monumental teve início nos séculos VIII e VIII aC, quando a polis se consolidou definitivamente. Deste último período destaca-se essa obra ímpar o Pártenon. Dos seus frontões com cerca de 30 metros de largura, mostrando o nascimento de Atena e a sua instalação em Atenas, até à sua estátua de 12 metros esculpida por Fídias e colocada na sala principal de culto (um colosso de madeira coberto de ouro e marfim). As primeiras estátuas funerárias e votivas de mármore, as chamadas de Kouroi e kouros começaram a ser produzidas por volta de 625 aC., e os relevos votivos e as pedras tumulares em mármore duas gerações mais tarde. Os retratos em bronze foram outro tipo de escultura muito apreciada a partir do séc. IV aC., que prestavam homenagem a generais e políticos e que a breve trecho favoreceu o seu desenvolvimento através da sua encomenda pelas elites das polis gregas. Esta prática manteve-se no tempo de Alexandre Magno, quando os clientes eram os próprios reis, a classe governativa e as escolas filosóficas, aliás os reis helenísticos foram os grandes mecenas da estatuária que em vésperas da conquista romana, “povoavam” os palácios reais e as áreas envolventes. O fim do esplendor da estatuária grega, acabou com a chegada dos romanos por volta de 200 aC, quando se verificaram as primeiras pilhagens do legado grego que a breve trecho, seguiam para Roma à medida que os romanos mais abastados adquiriam as mesmas, para enfeitar as suas casas urbanas e as suas villas com os ornamentos helénicos.&amp;nbsp;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-8877698899817768593?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/8877698899817768593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/8877698899817768593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/09/notas-sobre-escultura-grega.html' title='Notas sobre a Escultura Grega'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wGLJsv2kHyM/TnEql-TUJcI/AAAAAAAAJEY/Ob00WNkOdQM/s72-c/Imagem2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-4165461059359030969</id><published>2011-09-13T00:00:00.004+01:00</published><updated>2012-01-13T14:49:43.892Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>9.1.O sidonismo como alternativa à instabilidade republicana.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-jVy4JHItqig/Tm6Neu4vumI/AAAAAAAAJDo/YC0-elOjn_0/s1600/sd+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" nba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-jVy4JHItqig/Tm6Neu4vumI/AAAAAAAAJDo/YC0-elOjn_0/s640/sd+001.jpg" width="454px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sidónio Pais o Presidente-Rei &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(in Portugal século XX-1910-1920, p.189)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ONuVpLa_KZI/Tm6Nf8IE4-I/AAAAAAAAJDs/TiYXcVNBH4g/s1600/Imagem1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" nba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-ONuVpLa_KZI/Tm6Nf8IE4-I/AAAAAAAAJDs/TiYXcVNBH4g/s640/Imagem1.jpg" width="476px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;António Sardinha, acreditava na República&amp;nbsp;Nova como meio de transição para a Monarquia.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(in Arquivo FAS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-cd2HijOUefc/Tm6NhhAB4gI/AAAAAAAAJDw/AzgUB9f6yWc/s1600/db+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400px" nba="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-cd2HijOUefc/Tm6NhhAB4gI/AAAAAAAAJDw/AzgUB9f6yWc/s400/db+001.jpg" width="296px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;José Dias Barroso,&amp;nbsp;um republicano radical que se&amp;nbsp;converteu ao Sidonismo. &amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O desapontamento da experiência republicana, crescia no pós - Guerra (1914-1918), em meados de 1917 e com sete anos de vigência da I República, o País tinha conhecido cerca de quinze governos, incluindo a curta de ditadura de Pimento de Castro. O descontentamento era geral, mas a&amp;nbsp;chegada do Doutor Major Sidónio Pais ao poder após o golpe militar de 5 de Dezembro de 1917 era uma nova oportunidade nomeadamente para os sectores mais conservadores, mas também para um vasto sector das populações que apenas pretendiam ordem, estabilidade e segurança. Como era o caso particular, da opinião pública formalizada na imprensa periódica do Distrito de Portalegre e a única excepção era sem dúvida o “povo do concelho de Arronches” que continuava fiel aos princípios republicanos. Mas na cidade de Elvas crescia o número de seguidores da chamada “República Nova” que o Major Sidónio Pais pretendia empreender e na sua visita à cidade seria aclamado por uma multidão na Praça da República, a sua popularidade estava directamente relacionada com a criação da “sopa dos pobres”. Na Câmara Municipal, o Dr. António Sardinha fazia o discurso de boas vindas referindo que o seu pensamento político tem sido uma demonstração interessante no Integralismo Lusitano, que na prática para o poeta de Monforte era um primeiro passo para a restauração da monarquia. Na verdade, era cada vez mais os monárquicos, republicanos, católicos e adeus que acreditavam no projecto sidonista, essa tentação era visível em figuras locais de referência como, Júlio Alcântara Botelho, que foi simultaneamente o primeiro presidente da Comissão municipal republicana de 1911 e da Câmara de Elvas ou José Dias Barroso, republicano da primeira hora e que na visita a Elvas foi indigitado para receber o Major Sidónio Pais, que o nomeou Administrador do Concelho em 1920 ou ainda a maioria das figuras do Partido Progressista na época da Monarquia Constitucional, como era o caso do Dr. António Cidraes, motivo de crítica de um periódico local que caracterizava a sua vida política da seguinte forma: &lt;span style="color: blue;"&gt;“ Foi franquista e a monarquia e o franquismo, desapareceram. O seu republicanismo de há um mês levou-o para o partido Sidonista. É caso para assustar os seus correligionários e os próprios republicanos, dado a superstições”.&lt;/span&gt; Apesar de tudo, a oposição republicana estava vigilante e João Camoesas que então vivia em Lisboa, mas mantendo-se como director do jornal a Fronteira, nos seus escritos na folha elvense, lembrava que Sidónio Pais era republicano mas o seu governo era de um tirano, lembrando que a presença dos portugueses na Flandres tinha a ver com as suas posições germanófilas. E na edição de 2 de Março de 1918 na “Fronteira” escrevia:&lt;span style="color: blue;"&gt; “Que governo republicano é este que priva a liberdade a qualquer cidadão que não comunga as suas ideias e lhe restituí sempre que lhe diga o motivo do seu longo cativeiro”.&lt;/span&gt; Nas zonas urbanas, a oposição tornava-se cada vez mais latente, nos sectores esquerdistas da política e sindicalismo. Uma realidade que culminou com um atentado mortal contra a sua vida na Estação do Rossio em 14 de Dezembro de 1918, lançando a consternação no país e em terras portalegrenses, mas a breve trecho a conspiração monárquica renasce, destacando-se o Dr. António Sardinha que intensifica as suas viagens entre a Quinta do Bispo e a capital e a breve trecho com o Norte do País, quando a República seria questionada pelas armas. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-4165461059359030969?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/4165461059359030969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/4165461059359030969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/09/o-sidonismo-como-alternativa.html' title='9.1.O sidonismo como alternativa à instabilidade republicana.'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-jVy4JHItqig/Tm6Neu4vumI/AAAAAAAAJDo/YC0-elOjn_0/s72-c/sd+001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-3056638794083220632</id><published>2011-09-07T12:02:00.005+01:00</published><updated>2011-09-07T12:22:13.316+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Época Medieval'/><title type='text'>O Castelo Medieval - chave da Idade Média</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ry1fRHMkDd4/TmdQ2SqUvDI/AAAAAAAAJAw/ZLceqvSgY5w/s1600/108612334_fw4nvCp6_dunstanburghcastle031.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="628px" nba="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-ry1fRHMkDd4/TmdQ2SqUvDI/AAAAAAAAJAw/ZLceqvSgY5w/s640/108612334_fw4nvCp6_dunstanburghcastle031.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Castelo Dunstanburg a torre britânica sucessora dos primeiros castelos de mota.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7ma4BgO6KF8/TmdQ3boz3jI/AAAAAAAAJA0/CSegFxz4JNk/s1600/49675394_GreenknoweTower01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="576px" nba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-7ma4BgO6KF8/TmdQ3boz3jI/AAAAAAAAJA0/CSegFxz4JNk/s640/49675394_GreenknoweTower01.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Castelo ou torre de residência senhorial em Greenknowe&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LagYVTrzCE0/TmdQ4lmrQoI/AAAAAAAAJA4/Ld4oTayDyuE/s1600/cas+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" height="446px" nba="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-LagYVTrzCE0/TmdQ4lmrQoI/AAAAAAAAJA4/Ld4oTayDyuE/s640/cas+001.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Castelo de Marvão sobre&amp;nbsp;edificado sobre&amp;nbsp;uma elevação montanhosa característica da Reconquista Cristã na Peninsula Ibérica.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zL5XEFsSc1E/TmdQ5aognOI/AAAAAAAAJA8/c4ZbWtHiXLU/s1600/castillo+fr%25C3%25ADas+%2528burgos%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" nba="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-zL5XEFsSc1E/TmdQ5aognOI/AAAAAAAAJA8/c4ZbWtHiXLU/s640/castillo+fr%25C3%25ADas+%2528burgos%2529.jpg" width="410px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A torre do Castelo Medieval de Frías (Burgos).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RIfkMFfq0YU/TmdQ9Qb7_VI/AAAAAAAAJBE/WRHlZ3DSQbI/s1600/DSC00532.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="484px" nba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-RIfkMFfq0YU/TmdQ9Qb7_VI/AAAAAAAAJBE/WRHlZ3DSQbI/s640/DSC00532.JPG" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Castelo de fronteira&amp;nbsp;de Castro Marim (Algarve)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-q5WJFZFJAFE/TmdQ7TAyF_I/AAAAAAAAJBA/viaXt8c-6xo/s1600/Imagem1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="436px" nba="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-q5WJFZFJAFE/TmdQ7TAyF_I/AAAAAAAAJBA/viaXt8c-6xo/s640/Imagem1.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Castelo de residência papal de Avinhão&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-0DnNFXdpnyA/TmdRgVWeplI/AAAAAAAAJBU/eYsn8z1aMKY/s1600/Imagem3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="364px" nba="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-0DnNFXdpnyA/TmdRgVWeplI/AAAAAAAAJBU/eYsn8z1aMKY/s640/Imagem3.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Fortaleza Medieval de Carcassone - Património da Unesco&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-tBUEpn_JzoI/TmdRcsASIKI/AAAAAAAAJBQ/lfGnmhSEo5Q/s1600/Imagem2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" nba="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-tBUEpn_JzoI/TmdRcsASIKI/AAAAAAAAJBQ/lfGnmhSEo5Q/s640/Imagem2.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Praça - Fortaleza de Elvas na transição para a modernidade.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A origem do Castelo remonta a épocas anteriores ao século IX , quando se definiu a denominada “mota”, elevação que servia para levar a cabo a última defesa e que estava ligada com um ou mais recintos, onde se identificava as habitações e os serviços de apoio. Na centúria seguinte, o conceito de “mota” é alterado, pela construção em pedra de uma torre principal fortificada e reforçada, continuando a sua função defensiva mas identificada também como uma habitação, em muitos casos tratava-se de residências senhoriais, normalmente de príncipes mas também como morada real nomeadamente nas ilhas britânicas. Nos séculos XI e XII, o castelo define-se a partir de uma planta geométrica flanqueada por torres. O Castelo torna-se um espaço fortificado, enriquecido por sólidas muralhas, que flanqueavam as zonas mais sensíveis da edificação nomeadamente a entrada principal. Nas regiões germânicas, na mesma época numa perspectiva defensiva, introduziu o fosso que fez escol em toda a Europa Ocidental. Na Península Ibérica, face há ameaça muçulmana em plena reconquista cristã, o castelo era edificada em zonas montanhosas quase inacessíveis como forma de impor a sua superioridade militar. Em muitos casos, como em Portugal tais construções foram levantadas sobre antigos castros ou velhas muralhas romanas, mas evidente no centro e no sul da Península. Nos finais do séc. XII e princípios do XIII, em Espanha, aparecem castelos regulares organizados em torno de pátios regulares e porticados, como Sádaba ou Villalba de los Alcores y poderosas fortalezas como Calatrava de la Nueva,Consuegra o Peñiscola,que recordam poderosamente as lendárias fortalezas de cavaleiros cruzados da terra Santa. Com a introdução do fogo, chegava ao fim a longo período do domínio do Castelo na actividade bélica medieval, quando os únicos recursos disponíveis ao sitiante eram os da antiguidade clássica: catapultas, aríetes, escadas e a mais eficaz de tosas as armas a fome quando se ponha cerco a uma população. A solução segundo Maquievel:&lt;span style="color: blue;"&gt; “ é construir muralhas retorcidas e com vários abrigos e locais de defesa para que se o inimigo tentar aproximar-se, possa ser enfrentado e repelido tanto nos flancos como na frente”.&lt;/span&gt; A solução encontrada, passou pelas próprias muralhas mais grossas e rebaixadas para se constituírem no menor alvo possível ao fogo inimigo reforçadas com fortificações. Os fossos rodeavam as edificações militarizadas, protegidas por guaritas cujas taludes que se desenvolviam à sua frente tinham como objectivo expor os fogo os eventuais assaltantes eram um novo tempo na guerra medieval …. o tempo das fortalezas que iria vigorar no Ocidente a partir do séc. XVII. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-3056638794083220632?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/3056638794083220632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/3056638794083220632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/09/blog-post.html' title='O Castelo Medieval - chave da Idade Média'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ry1fRHMkDd4/TmdQ2SqUvDI/AAAAAAAAJAw/ZLceqvSgY5w/s72-c/108612334_fw4nvCp6_dunstanburghcastle031.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-5393611703109467962</id><published>2011-09-05T01:06:00.000+01:00</published><updated>2012-01-13T14:47:53.217Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>9.1 - O debate política numa época de causas....</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_fvg22e="174" style="clear: both; text-align: center;"&gt;1&lt;a closure_uid_fvg22e="559" href="http://1.bp.blogspot.com/-RO0qhVzxiyQ/TmUBwsG5e3I/AAAAAAAAJAM/A-tXYiKyW6g/s1600/Imagem2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="147px" src="http://1.bp.blogspot.com/-RO0qhVzxiyQ/TmUBwsG5e3I/AAAAAAAAJAM/A-tXYiKyW6g/s200/Imagem2.jpg" width="200px" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_fvg22e="174" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Plebe alimentou a causa da regionalização da elite política de Portalegre e&amp;nbsp;Elvas&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_fvg22e="542"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_fvg22e="313" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-LtLna1BW-u4/TmUB1-v3e0I/AAAAAAAAJAQ/nCrsjzD0UUY/s1600/014.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400px" src="http://4.bp.blogspot.com/-LtLna1BW-u4/TmUB1-v3e0I/AAAAAAAAJAQ/nCrsjzD0UUY/s400/014.jpg" width="302px" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_fvg22e="580" style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Pimenta de Castro reforçou o seu poder e dividiu os republicanos.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9Azq42KBhA8/TmUCWX24eqI/AAAAAAAAJAc/6lBJpJ3xuHI/s1600/Imagem1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426px" src="http://3.bp.blogspot.com/-9Azq42KBhA8/TmUCWX24eqI/AAAAAAAAJAc/6lBJpJ3xuHI/s640/Imagem1.jpg" width="640px" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_fvg22e="673" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_fvg22e="679"&gt;António Sardinha na sua casa na Quinta do Bispo em Elvas&amp;nbsp;destacou-se como o ideólogo do Integralismo Lusitano.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_fvg22e="673" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(in Ana Isabel Sardinha Desvignes,&amp;nbsp;António Sardinha um intelectual no século, p.XV.)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_fvg22e="673" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_fvg22e="433" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-YAiklNbOAnw/TmUB5JYyqyI/AAAAAAAAJAY/R58-y5zTvEY/s1600/ms.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400px" src="http://1.bp.blogspot.com/-YAiklNbOAnw/TmUB5JYyqyI/AAAAAAAAJAY/R58-y5zTvEY/s400/ms.jpg" width="287px" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_fvg22e="433" closure_uid_xqf9dz="162" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_xqf9dz="169"&gt;Coronel Miguel Santos, conspirou contra Pimenta de Castro no Golpe de 15 de Maio de 1915&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_fvg22e="433" closure_uid_xqf9dz="162" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(in António Ventura, A Maçonaria - distrito de Portalegre, p.118)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_fvg22e="433" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span closure_uid_62o3ht="144" closure_uid_nmfq9g="135" style="font-family: Calibri;"&gt;O debate político durante a I República, ultrapassava a dimensão local fruto do protagonismo de algumas figuras locais, que se dividiam numa primeira fase em torno do regime e numa segunda fase, no sistema, ou seja em pouco tempo a questão deixou de ser monarquia ou república, mas entre liberdade e autoridade. Rapidamente, o Partido Democrático/PRP tornava-se na maior força política local e regional, em Elvas o número de “adesivos” que aderiam à república aumentava e a vida municipal corria com a normalidade que o Poder central determinava. Mas o carácter reivindicativo que a nova etapa política, alimentava favorecia a difusão de ideias do ideário&amp;nbsp;regionalista, o Dr. José de Andrade Sequeira, Governador Civil sem reservas desafiava a elite regional para a importância da regionalização como se lê num dos seus escritos publicados na imprensa distrital: &lt;span style="color: blue;"&gt;“O Partido Republicano Regional não deve ter, segundo julgamos e já dissemos, filiação em qualquer outro partido. Não reconhecerá a chefia de nenhum marechal republicano e não reconhecerá, também no distrito, supremacia de um general ou chefe (…)”.&lt;/span&gt; Em pouco tempo, a tese da regionalização tornou-se uma causa e animou a elite regional que conhecedora das realidades locais, no Distrito de Portalegre, o Dr. José da Andrade Sequeira, tornava-se o líder da ideia que tinha proclamado, com o apoio de figuras de referência do Distrito de Portalegre, como eram os casos do Dr.João Caroço, deputado independente do distrito, &amp;nbsp;Dr. Téofilo Júnior, professor licenciado em Filologia Germânica natural de Arronches e de Elvas, o Dr. João Henriques Tierno, notável médico e uma figura de referência do Partido Progressista durante a Monarquia Constitucional e o Dr. João Camoesas, um republicano da primeira hora, mas em comum um sentimento de que era necessário, uma nova força republicana regional, capaz de reivindicar e de&amp;nbsp; gerir melhor os recursos estatais, regionais e locais. Apesar de tudo, a questão da regionalização não era nova, o próprio Partido Democrático - PRP não só tinha defendido tal tese em 1911 como confirmava tal propósito em 1912. A verdade é que a conjuntura política não se revelava favorável aos regionalistas, a revitalização das forças monárquicas e a divisão entre os republicanos, era uma evidência um pouco por todo o distrito no Outono de 1911 e era o “pai” da ideia da regionalização que lembrava que aquele movimento político que surgiu pela sua iniciativa era &lt;span style="color: blue;"&gt;“ inadaptável aos tempos que vão correndo”&lt;/span&gt;. A ideia da regionalização desaparecia de forma efémera tal como tinha surgido, os seus precursores, seguiam a sua vida política associados ao partido Democrático –PRP, o Dr. Téofilo Júnior, mantinha-se fiel às teses regionalistas mas com&amp;nbsp; o avanço do ideário nacionalista germinando tornava-se mais dócil nas suas críticas ao Poder Central enquanto que o Dr. António Sardinha, afastava-se definitivamente dos ideias republicanos e regionalistas e tornava-se em pouco tempo numa eminente figura nacional&amp;nbsp; das pretensões monárquicas e nacionalistas. O mundo preparava-se para a Grande Guerra e António Sardinha, com a colaboração de Alberto Monsaraz, Hipólito Raposo e Pequito Raposo, entre outros, editava uma revista com a finalidade de analisar questões de filosofia política, titulada “A Nação Portuguesa”, que funcionaria como um autêntico órgão de comunicação na difusão das teses correspondentes ao “Integralismo Lusitano” que desde o seu primeiro número defendia que a sua &lt;span style="color: blue;"&gt;“(…) &amp;nbsp;actividade e propaganda em prol de uma Monarquia tradicional, servirá para reunir à volta de uma aspiração honesta e consciente à dedicação daqueles que, já decrescentes da mentira democrática – parlamentar(…)”&lt;/span&gt;. &amp;nbsp;A defesa da “tradição portuguesa” era uma das ideias recorrentes da doutrina do “Integralismo Lusitano”. Uma doutrina que não aceitava a ideologia republicana e resultava contrária ao liberalismo (económico e político), do mesmo modo que se oponha frontalmente a todo ideário da Revolução Francesa e outras derivadas daquela: &lt;span style="color: blue;"&gt;“ (…) os integralistas erguiam-se com violência contra o individualismo e a soberania popular, com as suas expressões políticas práticas de monarquia constitucional ou da república”. &lt;/span&gt;Apesar de tudo o empenho do ideólogo de Monforte, as ideias integralistas não vingaram no Alto Alentejo,&amp;nbsp;tendo em sete edições&amp;nbsp;&amp;nbsp;da Fronteira,&amp;nbsp;periódico republicano elvense, explicado o teor&amp;nbsp;ideológico e alcance das teses do Integralismo Lusitano&amp;nbsp;. Entretanto a Quinta do Bispo era visitada regularmente por algumas figuras que conspiravam contra a República, num período em que Pimenta de Castro não era apreciado nos meios políticos elvenses, o próprio António Sardinha afirmava que aquele oficial português era muito semelhante a um Rei Absoluto e nem sequer servia os próprios republicanos:&lt;span style="color: blue;"&gt;”Dissolveu o parlamento, perseguiu os republicanos, escorraçou-os das corporações administrativas dos governos civis e da administração pública”&lt;/span&gt;. Os republicanos estavam divididos ou pelo menos incrédulos, o Coronel Miguel Santos, republicano,&amp;nbsp;natural da freguesia de Assunção em Elvas, incorparava o movimento de&amp;nbsp;15 de Maio de 1915 contra a experiência totalitária que estava a ser imposta por Pimenta de Castro&amp;nbsp;e o arrochense&amp;nbsp;&amp;nbsp;Téofilo &amp;nbsp;Júnior apoiante desde a primeira hora da causda republicana&amp;nbsp;&amp;nbsp;afirmava &lt;span style="color: blue;"&gt;” Num país destes a situação normal e a desordem organizada em governo é a anarquia espiritual a real triunfadora cavalgando pesadamente a Ordem como um grande e glorioso capitão no fim de uma vitória (…) O remédio nestas circunstâncias é exerce-se a ditadura para garantir à grande maioria do país ordenada e laboradora o exercício dos direitos que uma pequena maioria de agitadores, confundindo a licença com a liberdade”&lt;/span&gt;. Os republicanos elvenses do Partido Democrático- PRP, respondiam às ameaças ao sistema político apesar da desconfiança relativamente ao caminho que seguia o&amp;nbsp;governo da República&amp;nbsp;: &lt;span style="color: blue;"&gt;“O País, com a opinião republicana, está vigilante no seu posto de honra, que será mesmo de combate se a isso forçarem os protectores do bandidismo monárquico”&lt;/span&gt;. Todavia a República continuava o seu caminho, vigorando de forma plena pois o regime republicano de Pimenta de Castro não deixou de ser republicano pelo menos na formalidade, apesar da sucessão de governos que marcaram um breve período entre 1519-1519, entre eles a coligação republicana da União Sagrada, que não evitava o surto das greves gerais, as consequência directas da guerra e o descontentamento de uma burguesia urbana e rural, que pedia sobretudo ordem e progresso económico.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-5393611703109467962?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/5393611703109467962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/5393611703109467962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/09/91-o-debate-politica-na-epoca-de-causas.html' title='9.1 - O debate política numa época de causas....'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-RO0qhVzxiyQ/TmUBwsG5e3I/AAAAAAAAJAM/A-tXYiKyW6g/s72-c/Imagem2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-5048355386476738034</id><published>2011-09-03T23:21:00.003+01:00</published><updated>2011-11-14T20:33:39.451Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Antiguidade Clássica'/><title type='text'>Campo arqueológico de Segeda (Saragoça)</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/opzeFUnq_tI" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_2vheb2="145" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_2vheb2="163" closure_uid_qzxubj="125"&gt;Projecto coordenado, pelo Prof. Doutor, Francisco Burillo, Facultad de ciencias sociales y humanas, Universidad de Saragoça.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-5048355386476738034?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/5048355386476738034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/5048355386476738034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/09/campo-arqueologico-de-segeda-zaragosa.html' title='Campo arqueológico de Segeda (Saragoça)'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/opzeFUnq_tI/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-5264244567212725916</id><published>2011-09-03T12:13:00.006+01:00</published><updated>2011-09-06T17:21:26.427+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Renascimento'/><title type='text'>O renascimento em Itália: características gerais (síntese).</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div closure_uid_l66vgk="162" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div closure_uid_bmaon0="123"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0pz7DsDVrqE/TmIKBbmVc5I/AAAAAAAAI-4/BCHHsStakJU/s1600/Basilica+do+Vaticano+-S.Pedro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="488px" src="http://1.bp.blogspot.com/-0pz7DsDVrqE/TmIKBbmVc5I/AAAAAAAAI-4/BCHHsStakJU/s640/Basilica+do+Vaticano+-S.Pedro.jpg" width="640px" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_l66vgk="631" style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Basília de S.Pedro coroada de elementos clássicos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-36CGCqde6WI/TmIKDD_y5RI/AAAAAAAAI-8/F6uhhjYGX5M/s1600/basilica+de+s.pedro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" src="http://3.bp.blogspot.com/-36CGCqde6WI/TmIKDD_y5RI/AAAAAAAAI-8/F6uhhjYGX5M/s640/basilica+de+s.pedro.jpg" width="564px" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_l66vgk="633" style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Interior da Basílica de S.Pedro com a sua abóbada em caixotões&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_l66vgk="633" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_l66vgk="634" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Nzr1jji0mNc/TmIKFUorDQI/AAAAAAAAI_A/qXVqTTNoPlA/s1600/San+Maggiore+II.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="592px" src="http://4.bp.blogspot.com/-Nzr1jji0mNc/TmIKFUorDQI/AAAAAAAAI_A/qXVqTTNoPlA/s640/San+Maggiore+II.jpg" width="640px" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_l66vgk="635" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_l66vgk="638"&gt;S.Magiore II e a sua inseparável cúpula&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_l66vgk="635" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-vhAr_XE1_fo/TmIKIvBpGdI/AAAAAAAAI_I/DG32bWYc5E4/s1600/ponte+vechhio.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="560px" src="http://1.bp.blogspot.com/-vhAr_XE1_fo/TmIKIvBpGdI/AAAAAAAAI_I/DG32bWYc5E4/s640/ponte+vechhio.jpg" width="640px" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_l66vgk="592" style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong closure_uid_l66vgk="596"&gt;&amp;nbsp;A originalidade da Ponte Vechio&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_l66vgk="426" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a closure_uid_l66vgk="559" href="http://2.bp.blogspot.com/-H1qw6x-wdh4/TmIKJufNoOI/AAAAAAAAI_M/QNmYS00GMP4/s1600/campanario+do+palacio+de+vecchio.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" src="http://2.bp.blogspot.com/-H1qw6x-wdh4/TmIKJufNoOI/AAAAAAAAI_M/QNmYS00GMP4/s640/campanario+do+palacio+de+vecchio.jpg" width="404px" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_l66vgk="426" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Campanário da muralha defensiva do palácio Vechio&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_l66vgk="426" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_l66vgk="426" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4vX8JpQ_Dk4/TmIKc1JoiDI/AAAAAAAAI_U/DHLfhwjaeSw/s1600/Imagem1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-4vX8JpQ_Dk4/TmIKc1JoiDI/AAAAAAAAI_U/DHLfhwjaeSw/s1600/Imagem1.jpg" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_l66vgk="538" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A grandeza do Palácio di Priori&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-yQ6ExvGkzIw/TmIKLK0H63I/AAAAAAAAI_Q/Gz_xPdwzNRc/s1600/Imagem2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="414px" src="http://2.bp.blogspot.com/-yQ6ExvGkzIw/TmIKLK0H63I/AAAAAAAAI_Q/Gz_xPdwzNRc/s640/Imagem2.jpg" width="640px" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_l66vgk="558" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A villa Rotonda complemento do fausto urbano da burguesia&amp;nbsp;itálica&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_l66vgk="558" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em closure_uid_p0odfz="144"&gt;&lt;strong closure_uid_p0odfz="153"&gt;A arquitectura renascentista inspira-se inicialmente em modelos romanos, mas também gregos, helenísticos e bizantinos. Numa análise comparativa com a Antiguidade Clássica , observa-se que os arquitectos do renascimento, continuaram a utilizar determinadas estruturas arquitectónicas da época clássica como as ordens de coluna, as formas de frontão e de ornatos, numa composição arquitectónica pautada pela harmonia e por uma nova concepção de espaço. A forma ideal de construção sacra, segundo os grandes teóricos definia-se numa construção de planta centrada encimada por uma cúpula, se bem que a prática cultural surge a partir desses edifícios com construções axiais. A cúpula assenta geralmente sobre um tambor e é encimada por uma laterna. As paredes, que no gótico tinham sido em grande medida substituída por vitrais, passam novamente a ser fechadas. Os elementos divisórios e decorativos, que no Renascimento lombardo estavam ainda sobrecarregados de uma ornamentação exuberante, transformam-se no Alto Renascimento em formas tranquilas sem qualquer tendência de verticalismo. Predominam o rectângulo e o círculo. A nervura e o arco em ogiva são banidos. Os tectos de madeira, as abóbadas de berço e as cúpulas são divididas em caixotões. As janelas são rematadas por um arco de volta inteira no Renascimento primitivo, e no Alto Renascimento têm um remate direito (a partir de cerca de 1500), coroado por um frontão triangular ou aberto. Em vez de pilares do gótico tardio, sem base nem capitel, reaparecem as ordens de colunas clássicas: dórica, jónica, compósita, que “correspondem à medida do homem e representam a sua imagem , na euivalência base-pé, fuste- corpo e o capitel –cabeça&lt;span style="color: blue;"&gt;”[H.Weigert].&lt;/span&gt; A fachada torna-se também mais humana: apresenta em grau cada vez maior colunas e pilastras, silhares rústicos e pulidos, antecorpos, pórticos e ressaltos. A casa de Deus deixa de ter um carácter místico, espiritualizado e sagrado para se transformar numa realidade grandiosa. &lt;span style="color: blue;"&gt;[Wilfried Koch, Renascimento e Maneirismo, p. 215 ].&lt;/span&gt; As formas tardias do Renascimento italiano, posteriores a 1530, tornam-se mais pesadas; as pilastras são substituídas por meias-colunas ou colunas cilíndricas, as cornijas sobressaem muito as paredes. A decoração mais rica anuncia o Maneirismo que se aproxima. O principal arquitecto do Renascimento tardio&amp;nbsp;foi Andrea Palladio, 1508-80. Este arquitecto nem sempre aplica as regras que ele próprio deduziu do estudo das construções antigas. Mas os seus esforços no sentido de uma aproximação cada vez maior das plantas das construções da Antiguidade, são visíveis na Villa Rotonda no seu sentido de simetria e das proporções harmoniosas, tornam-se um cânone clássico na época seguinte. Na arquitectura civil, todas as grandes famílias florentinas encomendaram palácios e villas com jardins no campo. Todos os palácios urbanos são autênticos bastiões, fortemente fechados no exterior, com pátios com colunas no exterior, construídos mediante arcadas e ordens clássicas, em geral mais habitáveis e flexíveis do que o que indicam os seus austeros tratamentos exteriores. A cantaria das paredes dá-lhes uma vibração especial, um carácter rugoso e áspero não isento de conotações defensivas de instabilidade. Mais tarde, cada arquitecto em cada palácio procurará a maneira de assinalar e diferenciar o carácter singular de cada novidade.&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-5264244567212725916?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/5264244567212725916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/5264244567212725916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/09/o-renascimento-em-italia.html' title='O renascimento em Itália: características gerais (síntese).'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-0pz7DsDVrqE/TmIKBbmVc5I/AAAAAAAAI-4/BCHHsStakJU/s72-c/Basilica+do+Vaticano+-S.Pedro.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-1880182101685354039</id><published>2011-08-26T21:55:00.002+01:00</published><updated>2012-01-13T14:50:24.664Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>9.1-Elvas Contemporânea. A "explosão republicana" nas ferguesias rurais.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;H&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-m4SehFiprzs/TlgGHEFfvrI/AAAAAAAAI7M/WIkC_JmlDrs/s1600/Imagem1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426px" qaa="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-m4SehFiprzs/TlgGHEFfvrI/AAAAAAAAI7M/WIkC_JmlDrs/s640/Imagem1.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_njb5j6="306" style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_njb5j6="327"&gt;Comício Republicano na Praça de Touros de Arronches com a participação popular de gentes da&amp;nbsp;raia &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_njb5j6="307"&gt;&lt;span closure_uid_njb5j6="326" style="font-size: x-small;"&gt;(foto de António Ventura, in Teófilo Junior, p.19).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_njb5j6="306" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZaaqNlQocOw/TlgGLsYHo8I/AAAAAAAAI7Y/bRY8f0-drHs/s1600/Imagem2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="492px" qaa="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZaaqNlQocOw/TlgGLsYHo8I/AAAAAAAAI7Y/bRY8f0-drHs/s640/Imagem2.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As condições de trabalho&amp;nbsp;e os salários foram determinantes para o surto grevista entre 1911 e 1913&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div closure_uid_njb5j6="424" style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(foto de historiamemoria)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_njb5j6="432"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_njb5j6="433" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-P_8M2n1XfzA/TlgGIPncNHI/AAAAAAAAI7Q/iS6kE7p7Ol0/s1600/eric+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" qaa="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-P_8M2n1XfzA/TlgGIPncNHI/AAAAAAAAI7Q/iS6kE7p7Ol0/s640/eric+001.jpg" width="458px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A melhoria das condições&amp;nbsp;de vida mais do que uma revindicação popular era um acto nacional.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_njb5j6="435" style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;(&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;in Os Rídiculos, edição de 16 de Outubro de 1916,nº1.034, Lisboa)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_njb5j6="437"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3Wwww1Fbwrs/TlgGJnOgjCI/AAAAAAAAI7U/bvJ5pvDsyRw/s1600/Imagem3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="466px" qaa="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-3Wwww1Fbwrs/TlgGJnOgjCI/AAAAAAAAI7U/bvJ5pvDsyRw/s640/Imagem3.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_njb5j6="438" style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A falta de mão de obra para cultivo das terras abandonados favoreceu a melhoria das condições de vida e de salários depois da Grande Guerra.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div closure_uid_njb5j6="139" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_g3kxhr="143" closure_uid_njb5j6="427"&gt;Na vida regional e local, a 1ª República, suscitou e favoreceu desde logo sentimentos de desconfiança, de neutralidade e de apoio. De facto, nos sectores mais conservadores e próximos do ideal monárquico, jamais apoiaram o novo regime, todavia na cidade de Elvas tratava-se de um pequeno grupo, que não chegavam a meia dúzia de famílias uma vez que a aristocracia de sangue era quase inexistente na cidade raiana. A neutralidade, preenchia as atitudes e ambições da maioria dos lavradores locais, na verdade os antigos rendeiros da aristocracia e de alguns burgueses exteriores ao concelho e que constituíram a força do Partido Progressista durante a Monarquia Constitucional, esperavam por razões tácticas o desenvolvimento dos acontecimentos. Não é por acaso, que uma vasta maioria dos homens da lavoura, em menos de um ano estavam filiados no Partido Republicano Português, um pouco mais tarde, Partido Democrático. Constituindo os chamados adesivos e que se identificam com algumas personalidades que nasceram monárquicos, foram republicanos e morreram ao serviço dos ideais do Estado Novo, uma característica nacional e que teve grande desenvolvimento em todo o Distrito de Portalegre. Os apoios atravessaram a sociedade elvense, com alguns notáveis das famílias abastadas da cidade, com tradições políticas como a família Alcântara que serviu a causa monárquica ao longo da monarquia constitucional, mas eram sobretudo os militares, comerciantes, funcionários públicos e as camadas populares que abraçaram o regime republicano desde a primeira hora. Mas se nas elites económicas locais a hora era de moderação independentemente de ser ou não republicano, a radicalização tornava-se evidente nos campos do concelho a exemplo do que se verificou por todo o distrito de Portalegre. No inicio de 1911 a sucessão de greves tornou-se imparável em todo o norte alentejano, as causas das revindicações camponesas eram determinadas pela necessidade de uma melhoria rápida e significativa dos salários e era evidente nas herdades de Arronches, Elvas e Campo Maior, em que a mão-de-obra era abundante. Mas em Elvas, então terra de cereais as greves sucediam-se nas freguesias com maior prosperidade agrícola, casos de Santa Eulália, São Vicente, Vila Boim , Terrugem e Barbacena. A natureza das greves iam variando, já não se tratava de defender melhores salários, mas melhores condições contratuais no caso dos jornaleiros ou ainda, melhores condições de trabalho.Estes protestos rurais, foram ganhando aos poucos uma maior consciência de classe face a acção dos sindicatos que então ganhavam alguma notoriedade, na organização destas revindicações populares, algumas delas consistiam na interrupção dos trabalhos de sessões das assembleias municipais com alguma regularidade e persistência, no caso particular de Arronches. Em 1911, o deputado pelo distrito de Portalegre, Henrique José Caldeira Reis, observava com preocupação a situação de revolta que mantinha-se nos campos agrícolas nos anos seguintes (1912/1913), criticando os levantamentos populares e acção repressiva do Estado, que chegou a provocar algumas mortes, ainda que os castigos mais usuais fossem a prisão e o desterro ou exílio, para as colónias africanas. Vivia-se uma época, em que a esperança na mudança, explicava estas contestações populares que estavam devidamente sindicalizadas e no II Congresso dos Trabalhos Rurais o município de Elvas estava representado com dois sindicados operários que eram oriundos das freguesias da Terrugem e Vila Boim. No mesmo e em consequência, do I Congresso, realizado em Évora em 1911, defendiam-se uma serie de revindicações que impediam qualquer entendimento entre camponeses e operários, tais como: defesa dos melhores salários, definição de um horário de trabalho, estabelecimento de um salário mínimo, prioridade absoluta na contratação de trabalhadores locais e restrição da área de produção à mecanização. Mas, com a mesma facilidade que este movimento irrompeu por todo o distrito de Portalegre, acabou também por praticamente desaparecer. De facto, este movimento operário, popular e rural, perdeu a sua força com o desencadear da I Guerra Mundial, com o clima de repressão e de medo sobre o movimento sindical. Outras razões acabaram por esvaziar esta vaga revolucionária, como a emigração da população rural para os centros urbanos e nomeadamente para a capital, que acabou por beneficiar a mão-de-obra rural da região que devido à sua falta viu o valor dos salários crescer, numa época em que o surto da legislação republicana permitiu uma melhoria incipiente das suas condições de vida que eram todavia melhores.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-1880182101685354039?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/1880182101685354039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/1880182101685354039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/08/91-elvas-contemporanea-explosao.html' title='9.1-Elvas Contemporânea. A &quot;explosão republicana&quot; nas ferguesias rurais.'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-m4SehFiprzs/TlgGHEFfvrI/AAAAAAAAI7M/WIkC_JmlDrs/s72-c/Imagem1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-569543810364837770</id><published>2011-08-09T22:39:00.002+01:00</published><updated>2011-08-09T22:49:43.840+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias com História'/><title type='text'>Marco Polo afinal não chegou a Pequim ....?</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-sZWzv5OuU8Q/TkGrIFCwuzI/AAAAAAAAIwc/kM71512EXhc/s1600/marco-polo-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" naa="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-sZWzv5OuU8Q/TkGrIFCwuzI/AAAAAAAAIwc/kM71512EXhc/s640/marco-polo-1.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_g29570="239" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;(foto in Hulton archive)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_uc6dx1="224" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-jOKDud2_Pc0/TkGoeEQu0OI/AAAAAAAAIwY/ab5_RgTdxuw/s1600/20110804_c4_marco_pol%252CIl+Mattino.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" closure_uid_uc6dx1="266" style="line-height: 15pt; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span closure_uid_uc6dx1="268" style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"&gt;Daniel Petrella, arqueólogo da Universidade de Nápoles e director de uma missão arqueológica no Japão, defendeu recentemente que Marco Polo jamais esteve em Pequim. Segundo a História, Marco Polo que esteve ao serviço Khan Kubilay durante quatro anos de viagem através da Ásia, em missões diplomáticas no Sudoeste asiático, particularmente em Ceilão, deram a Marco Polo essa rica visão do mundo e dos povos que confere o excepcional interesse ao Livro das Maravilhas. Segundo, o mesmo académico, Marco Polo deverá ter terminado a sua viagem nas proximidades do Mar Negro e as provas situa-se nas tentativas de Khan Kubilay em invadir o Japão em 1274 e 1281, segundo Daniel Petrella, as descrições de Marco Polo, não coincidem com os factos históricos, uma vez que referido viajante descreve a frota que partiu em 1274 da Coreia e um tufão que acabou por atingi-la, dois acontecimentos que ocorreram de facto mas com sete anos de diferença já que o tufão está datado para 1281. Relativamente à frota mongol que era constituída por 4.500 navios, Marco Polo, só refere apenas o seu tamanho e a sua função militar quando os mesmos eram mercantes. Segundo o académico napolitano, as imprecisões históricas e erros de orientação, explicam a presença de Marco Polo em áreas geográficas para além do Mar Negro. Sem dúvida, uma notícia que tem gerado polémica face à verdade histórica secular numa época que o recurso às informações e aposteriori divulgação era muito comum na idade média … ou seja o debate continua ....&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-569543810364837770?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/569543810364837770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/569543810364837770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/08/marco-polo-afinal-nao-chegou-pequim.html' title='Marco Polo afinal não chegou a Pequim ....?'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-sZWzv5OuU8Q/TkGrIFCwuzI/AAAAAAAAIwc/kM71512EXhc/s72-c/marco-polo-1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-9014475350150535861</id><published>2011-07-30T13:07:00.002+01:00</published><updated>2012-01-13T14:47:16.921Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>9.1. Elvas Portuguesa: O fim do século e o advento da I República</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_dh6km6="372" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-OnGEhqpJ4O0/TjPt5oUzziI/AAAAAAAAInc/uVYUX1S3ZSI/s1600/aaa+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" src="http://4.bp.blogspot.com/-OnGEhqpJ4O0/TjPt5oUzziI/AAAAAAAAInc/uVYUX1S3ZSI/s640/aaa+001.jpg" t$="true" width="417px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_dh6km6="541" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_dh6km6="550"&gt;Júlio de Alcântara Botelho foi o primeira figura&amp;nbsp;local a hastear a bandeira republicana &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_dh6km6="548"&gt;(figura ímpar da vida política local - rico proprietário de origem nobre, &amp;nbsp;foi liberal, republicano e sidonista mas destacou-se pela sua humanidade e solidariedade com os mais necessitados ).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_dh6km6="541" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_dh6km6="541" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_dh6km6="630" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-j3x_Fqm1w74/TjPt7lbJuFI/AAAAAAAAIng/j9MEXmCywxE/s1600/bbb+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" src="http://3.bp.blogspot.com/-j3x_Fqm1w74/TjPt7lbJuFI/AAAAAAAAIng/j9MEXmCywxE/s640/bbb+001.jpg" t$="true" width="461px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_dh6km6="630" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Regulamento da Loja da Emancipação, &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;in António Ventura (A Maçonaria - no distrito de Portalegre), p.96&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_dh6km6="630" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_dh6km6="761" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_dh6km6="664" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-5R4C_SkGE3s/TjPt9MW_EYI/AAAAAAAAInk/FNF60d8ny5k/s1600/bb+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="473px" src="http://2.bp.blogspot.com/-5R4C_SkGE3s/TjPt9MW_EYI/AAAAAAAAInk/FNF60d8ny5k/s640/bb+001.jpg" t$="true" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_dh6km6="638" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div closure_uid_dh6km6="146" style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_dh6km6="875" style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Galeria dos antigos Paços do Concelho de onde se deram as primeiras " Vivas à República"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_dh6km6="878"&gt;O século xx , quando se inicia em Elvas , a classe dirigente da cidade está em plena transição , uma nova era marcaria a primeira década do século , em termos de novos valores quer ainda em termos de organização e estratégia política . Na vida política,&amp;nbsp; Eusébio Nunes da Silva , o velho chefe do Partido Progressista , ainda inicia a nova centúria como Presidente da Câmara (1900-1902), mas é fundamentalmente um homem do século passado , tal como o seu antigo rival Dr. José Tierno da Silva . A nível da organização política , pelo menos atá à Presidência de David Nunes da Silva (1902-1905 , continuava ter como base estratégica política a sua família aparentada , reforçada com a integração da família Tierno e com o apoio tradicional dos comerciantes da cidade , no entanto a meio da década novos valores se foram afirmando , o Dr.António Santos Cidraes liberal por convicção destaca-se dos demais , pela sua palavra fácil e vibrante . Mas é a chegada do seu companheiro político e amigo Doutor Ruy de Andrade , que representa a entrada dos lavradores nas disputas pela liderança da Câmara de Elvas , constituindo a partir de então em termos sociológicos e políticos , uma&amp;nbsp; nova força política de facto e não aparente se tivermos em consideração os filiados e dirigentes políticos da cidade do princípio do século. A ascensão da classe dos lavradores , que triunfa sobre a dos comerciantes no final do século XIX numa sociedade estritamente rural , não se justifica apenas pela posse da terra , mas também pela formação académica que distingue os novos lavradores como os Drs. Ruy de Andrade , António dos Santos Cidraes e João Pinto Bagulho, cuja&amp;nbsp;vida política em nome de Elvas manifestava-se directamente na acção da Câmara ou dos partidos a que pertenciam nomeadamente o Regenerador Liberal e a Concentração Liberal .&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_dh6km6="166"&gt;A&amp;nbsp;nível local a primeira década do século seria marcada por uma acção política morna , longe da intriga&amp;nbsp; que foi característica no fim do século passado onde os Nunes da Silva e os Tiernos procuravam dominar a liderança do Partido Progressista e simultaneamente disputavam a Câmara . Porém as tensões políticas entre monárquicos e republicanos , no fim da primeira década do século voltavam a animar , depois de um periodo ( 1900-1908 ) de paz ou de indiferença&amp;nbsp;:&amp;nbsp;&lt;span style="color: blue;"&gt;“ tem trazido a separação de rivalidades , mesquinhas e ambições desmedidas (...) sendo Elvas a mais importante povoação “&lt;/span&gt;&amp;nbsp; . &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_dh6km6="885"&gt;Ao contrário do Séc . XIX , os jornais tinham adpatado uma postura menos política , menos revindicativa e estavam praticamente controlados pelos monárquicos . Assim a aderência às causas republicanas faz-se tardiamente já a República estava&amp;nbsp;implantada&amp;nbsp;, o Correio Elvense só o fez em 1911 e os jornais seus concorrentes tinham desaparecido . O Elvense desaparecera em 1904 para reaparecer mais tarde , O Notícias de Elvas em 1906 e O Liberal estava prestes a desaparecer mas continuava a ter a crença no Liberalismo e a questão republicana nada dizia aos seus mentores que faziam sempre das visitas régias um acontecimento ímpar nas folhas do seu periódico . Bem longe estavam os homens dos jornais da primeira imprensa republicana&amp;nbsp;que deixavam na ponta dos seus escritos a virtude do sistema republicano , como se lê na Democracia e na democracia Pacífica. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_dh6km6="886"&gt;Assim a palavra seria o modo do&amp;nbsp;processo de difusão do ideal republicano em Elvas , a partir da Comissão Municipal Republicana , constituída em 12 de Março de 1908 do qual faziam parte : Presidente – Júlio de Alcântara Botelho; vogais: Mathias Florêncio e José Joaquim Príncipe, Secretário, Andreia Nunes Calado Cavalo e Tesoureiro: Jaime Artur Ferreira Marques, na prática esta comissão republicana não era mais nem menos que a loja maçónica “Emancipação nº 347 fundada em Elvas a 22 de Junho de 1911).&amp;nbsp;Contudo as palavras de ordem da república, não chegavam à maioria da população adversa indiferente aos movimentos republicanos e monárquicos , que se organizavam e se constituíam ,&amp;nbsp;todavia as facções sociais mais endinheiradas ou com formação académica , ao contrário da passavidade popular revelava-se activista , predominando sobretudo a discussão do sistema mais do que o regime , ainda que no início do século os valores liberais fossem os ideais cultivados por essa elite que tanto dignificou a cidade de Elvas. O fim da década abanava as estruturas do regime monárquico , em Elvas a aristocracia de sangue praticamente tinham desaparecido , os Pessanhas e os marqueses de Alegrete , eram as únicas famílias , monárquicas com ligação e reconhecimento real as restantes, também poucas, com títulos resultavam de uma processo de nobilitação&amp;nbsp;e não de uma linhagem aristocrática mas do enriquecimento que permitiu a compra de tais títulos. Os republicanos cada vez mais acreditavam no fim do regime , isso mesmo diria o Dr. António José de Almeida , no Salão que se situava na rua Nova da Vedoria , quando convidado por Júlio Botelho , entusiasta e responsável pela organização republicana em Elvas apesar de nobre por nascimento . Mas já um ano antes (1908) o Dr.Benardino Machado , tinha deixado essa mensagem , perante o entusiasmo de um jovem galante , Dr.João Camoesas que perante a presença das senhoras de Elvas , dava “ Vivas às damas de Elvas “ para de seguida dar “Vivas à República “ facto que se regista pela primeira vez publicamente em Elvas , em consequência lia-se na folha periódica local :&lt;span style="color: blue;"&gt; “ Sente-se já ; embora ainda não se veja , qualquer coisa de novo , que no nosso mundo político vae em breve aparecer&lt;/span&gt; “. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_dh6km6="889"&gt;E assim, o&amp;nbsp;tempo da Monarquia esgotava-se na manhã de 5 de Outubro de 1910 , mas só pela tarde , pelas 17.00 horas , a bandeira republicana era hasteada no quartel general. Nos Paços do Concelho , começava a grande festa popular e cabia ao republicano mais activo de Elvas o içar da bandeira do novo regime , Júlio Botelho segindo-se o uso da palavra por José Barroso , José Lopes e Dr.João Camoesas que aconselha perante a euforia da população “ ordem e serenidade “ , a revolução descia à cidade , percorrendo as ruas da Cadeia , Carreira , Olivença , Alcamin , voltando à rua da Cadeia , não faltando a banda dos Caçadores nº4 e Dr. João Camoesas que se associando , ao entus iasmo popular , continuava a pedir ordem e sossego , saudando os heróis de Lisboa. Os destinos de Elvas, estavam agora entregues a Comissão Republicana de Elvas em 5 de Outubro de 1910 ou mais exactamente à já referida Loja Maçónica da Emancipação na pessoa do seu Presidente: José Júlio de Alcântara e dos vários administradores do Conselho segunda figura do distrito (os dois últimos administradores pertenciam&amp;nbsp;a outra&amp;nbsp;loja maçónica&amp;nbsp;elvense o&amp;nbsp; Triângulo nº262) e que foram recrutados nos meios intelectuais, económicos e militares da cidade, uma tradição que vinha dos tempos da Loja da Liberalidade, como eram os casos : Raul Carlos da Silva Rebelo ( administrador em 1916) , José Dias Barroso (administrador em 1919 durante o Sidonismo) , do Tenente José Jácome de Santana e Silva ( administrador em 1919) e de Augusto António Camoesas ( administrador em 1924 até ao fim do regime). Entretanto a república chegava ás&amp;nbsp;populações rurais e&amp;nbsp; era Vila Fernando&amp;nbsp; a primeira a aderir , em 12 de Outubro de 1910&amp;nbsp;e era&amp;nbsp;&amp;nbsp;Padre Marques Serrão que&amp;nbsp;fazia&amp;nbsp; ahistória na revolução , dizendo ao povo que agora é soberano e não está sujeito à mais leve pressão política e o que os republicanos pedem é apenas uma paz duradora . As palavras de ordem alimentam o discurso dos republicanos elvenses , o Dr. João Camoesas explica a queda da monarquia em quatro palavras “&lt;span style="color: blue;"&gt; a fraude , a corrupção , despotismo e o saque&lt;/span&gt; “ em 12 de Novembro de 1910 anuncia a realização das primeiras eleições livres deixando recado para &lt;span style="color: blue;"&gt;“ os caciques que devem ficar calmos que vamos cumprir “&lt;/span&gt; .Os meses do fim da primeira década do século , ficaram marcados pela palavra republicana , que se ouve nas comemorações republicanas , que têm lugar por todo o concelho de Elvas e pelas adesões dos lavradores , comerciantes , jornalistas, militares , funcionários públicos , farmacêuticos, escriturários , que engrossa , surpeendentemente as fileiras do Partido Republicano de Elvas , onde não faltam os Liberais e Monárquicos , do antes da revolução . O ano não terminaria sem a primeira greve que se fez em Elvas , a dos Ganhões , que revindicavam mais salário e menos tempo de trabalho . Eram os lavradores em movimento que ouviam com atenção nas reuniões nocturnas que tinham lugar no Sindicato Agrícola de Elvas , sob a palavra do Dr. João Camoesas , José Barroso e Custódio Lobo , que os orientava para as suas pretensões&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; . &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-9014475350150535861?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/9014475350150535861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/9014475350150535861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/07/91-elvas-portuguesa-o-fim-do-seculo-e-o.html' title='9.1. Elvas Portuguesa: O fim do século e o advento da I República'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-OnGEhqpJ4O0/TjPt5oUzziI/AAAAAAAAInc/uVYUX1S3ZSI/s72-c/aaa+001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-799606520993944453</id><published>2011-07-22T00:52:00.004+01:00</published><updated>2012-01-13T14:51:28.359Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>9.1. Elvas Portuguesa. A difusão da imprensa republicana e a lealdade popular ao Rei e à Monarquia</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_rwpaqg="268" closure_uid_yadqip="134" style="clear: both; text-align: center;"&gt;h&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-6c_PgT7oRTM/Tii6OPDnWkI/AAAAAAAAIhk/U8kBaKMKuMY/s1600/badajo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" src="http://2.bp.blogspot.com/-6c_PgT7oRTM/Tii6OPDnWkI/AAAAAAAAIhk/U8kBaKMKuMY/s640/badajo.jpg" t$="true" width="405px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_rwpaqg="268" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_rwpaqg="268" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_7e5o5k="144" closure_uid_rwpaqg="270"&gt;Os militares abafaram a Revolta de Badajoz de 1883 e a cidade de&amp;nbsp;Elvas foi o 1º&amp;nbsp;destino para os exilados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-oNWcVYh_RsQ/Tii6P2nAwLI/AAAAAAAAIho/X0SSsWZh8pY/s1600/maconaria.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="486px" src="http://2.bp.blogspot.com/-oNWcVYh_RsQ/Tii6P2nAwLI/AAAAAAAAIho/X0SSsWZh8pY/s640/maconaria.jpg" t$="true" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_rwpaqg="378" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Maçonaria voltava a constituir-se na cidade de Elvas no contexto da ofensiva republicana&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_rwpaqg="359" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gvXfoODBuEs/Tii6RBM-wYI/AAAAAAAAIhs/50ujMObtD3Y/s1600/rei.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="545px" src="http://2.bp.blogspot.com/-gvXfoODBuEs/Tii6RBM-wYI/AAAAAAAAIhs/50ujMObtD3Y/s640/rei.jpg" t$="true" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_rwpaqg="138" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_rwpaqg="138" style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A família real portuguesa visitaria a cidade de Elvas pela última vez em 11 de Janeiro de 1906&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_rwpaqg="138" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_rwpaqg="138" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_rwpaqg="167" closure_uid_yadqip="136"&gt;As décadas de 1870 e 1880, marcam o aparecimento de uma imprensa política mais representativa, por vezes os jornais como Alto Alentejo (1874), surgem como folhas independentes que se tornam republicanas, o mesmo acontece com a proliferação dos jornais monárquicos, estes conservem mesmo o estatuto de independentes mas na prática fazem a apologia do Rei e da Monarquia. Mas numa análise cuidada da imprensa com tendência monárquica, observa-se que os temas nacionais não são objecto de grande debate, mas sim as questões centradas na luta pelo poder local, que envolvia os Progressistas sempre na ofensiva, os Regeneradores e os Históricos, que apenas tinham em comum a apologia e a defesa da monarquia. Era um tempo em que a divisão reinava no seio dos monárquicos, os Progressistas tinham dois jornais que correspondiam a duas tendências locais e individualizadas nas personagens de Eusébio Nunes da Silva e no Dr. João Henriques Tierno e a forma de actuação política era demasiado incipiente e à margem da militância política que de caracterizava já a forma de actuação política por exemplo do Partido Progressista em Portugal. Mas em Elvas, o mesmo partido era ainda elitista e mais próximo da forma de organização dos Regeneradores pelo seu pendor aristocrático, todavia não era a questão social que unia os progressistas de Elvas mas os interesses económicos, de uma meia dúzia de comerciantes e de alguns rendeiros/lavradores&lt;span style="color: blue;"&gt; “ Os agrupamentos políticos em Elvas , que não regulam pelo número de sujeitos que se podem permitir a honra de receber em sua casa meia dúzia de parentes e amigos, arvorando-se logo alí chefe de uma nação ”&lt;/span&gt; . Ao contrária a unidade republicana, era evidente “ A Folha Nova de Lisboa” circulava em Elvas com a mesma pujança das folhas de monárquica, propagando os ideais republicanos e defendendo o regime republicano , ao mesmo tempo que o Centro Republicano de Elvas constitui-se e fazia editar o Correio de Elvas (1889) , assim e no fim da década , clandestinamente ou não a República tornava-se um desejo ardente de uma vasta camada da população da Praça Militar de Elvas , que reunia populares , militares , professores , tipógrafos e alguns comerciantes de posse . Contudo o povo de Elvas manifestava-se indiferente a estas lutas entre os grupos privilegiados ou mais esclarecidos da cidade, mas acreditavam na soberania da Nação e do seu Rei … mas seria a Revolução republicana de Badajoz de 1883, a tornar a ideia de república como elemento libertador nas ruas da cidade mas sem influência na propagação dos ideais republicanos no povo de Elvas que recebeu os revoltosos com humanismo apesar da sua lealdade à “Monarquia Lusitana”. De facto, o insucesso dos revoltosos liderados pelo coronel de cavalaria Serafim Veja no dia 3 de Agosto de 1883, determinou a sua fuga em direcção a Elvas e a folha elvense republicana “Sentinela da Fronteira” exortava a população: &lt;span style="color: blue;"&gt;“Elvenses! Já o sabeis, em virtude de uma revolução malograda, entram nas vossas muralhas centenas de homens, que como vês, tem pais para respeitar, mães a quem dedicar os extremos afectos (…) abraçai-os, dá-lhes o que puderdes, sobretudo hospitalidade …O número de famílias de famílias que têm vindo visitar e despedir-se dos emigrados é imenso (…). Ao saírem da praça desta praça vimos muitas mulheres lamentando a falta dos seus maridos chorando pela ausência dos seus pais …”&lt;/span&gt; No dia 9 de Setembro os revoltosos da guarnição de Badajoz abandonavam a Praça Militar de Elvas, disfarçados de vestuário civil doado pelo povo de Elvas e sob controlo e vigilância do Regimento da Infantaria nº4, a caminho do porto de Lisboa e do exílio que para muitos era então a França revolucionário e dessa época registava-se quatro anos depois o agradecimento do Professor Raimundo Porres com a seguinte expressão : &lt;span style="color: blue;"&gt;“O povo português é bom e generoso, e esse acolhe-o fraternalmente, mas se o povo é bom, o governo é mau…&lt;/span&gt; ” .A década de 1890 seria marcada por uma tentativa de intensificação da campanha republicana, clandestinamente ou não, o tema da república desceu ao à rua e aos pontos de encontro da sociedade Elvense , O Centenário de Camões (1880) passou despercebido como forma de divulgação da causa republicana. Mas a questão do Ultimato Inglês (1890) e a Revolta do 31 de Janeiro de 1891 , tiveram o mesmo impacto que por todo o País se sentiu , no caso do Ultimato , a subscrição pública levado cabo pelos republicanos para a compra de um cruzador foi acolhida com entusiasmo e patriotismo , não significando porém uma mais valia para as hostes republicanas , de facto o 31 de Janeiro de 1891 , não foi recebido com entusiasmo pelos Elvenses que ficaram incrédulos pelo facto dos republicanos pegarem nas armas para depor o Rei , o que mostra que a intensificação da propaganda republicana não tinha causado ainda o mesmo impacto que se vivia noutras zonas do País , o que se compreende numa cidade fechada , controlada militarmente e com uma elite pensante à dimensão da roda dos amigos dos espaços de privilégio da palavra escrita e oral , várias vezes referidos. Sobre estes dois acontecimentos, o Correio Elvense, considerado independente na época, é um testemunho do comportamento colectivo da população . Sobre o Ultimato &lt;span style="color: blue;"&gt;“ O movimento patriótico não pára afirma-se cada vez mais forte , mais imperioso , mais dominador . A dor que sofremos com a bofetada inglesa em vez de se amortecer com o tempo aparece que aumenta de intensidade e o movimento alastra ... ”&lt;/span&gt;&amp;nbsp;Em relação&amp;nbsp;ao 31 de janeiro de 1891 &lt;span style="color: blue;"&gt;“ Repugna-nos o facto de vermos militares utilizarem as armas destinadas à defesa da pátria em beneficio das suas crenças, pessoas querendo assim impor a força das ideias que julgam preferíveis".&lt;/span&gt;É pois neste desencontro entre o ser monárquico ou republicano ou mesmo independente ou indiferente, que se percorre a última década do século onde os sinais de mudança por vezes pressentiam-se, com a atitudes conspirativas como a tentativa de constituição da Loja dos Triângulos em 1893 que juntava comerciantes (negociantes) e outras profissões de matriz liberal e operária. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-799606520993944453?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/799606520993944453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/799606520993944453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/07/91-elvas-portuguesa-difusao-da-imprensa.html' title='9.1. Elvas Portuguesa. A difusão da imprensa republicana e a lealdade popular ao Rei e à Monarquia'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-6c_PgT7oRTM/Tii6OPDnWkI/AAAAAAAAIhk/U8kBaKMKuMY/s72-c/badajo.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-3479638026822693535</id><published>2011-07-21T13:19:00.002+01:00</published><updated>2011-07-21T13:21:08.537+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias com História'/><title type='text'>Dia histórico para a exploração espacial...</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_tv6yx6="217" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-lrufJJp4Boc/TigZLBu6nfI/AAAAAAAAIhg/C71k9Jcg9NM/s1600/atlantis+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-lrufJJp4Boc/TigZLBu6nfI/AAAAAAAAIhg/C71k9Jcg9NM/s1600/atlantis+2.jpg" t$="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" closure_uid_tv6yx6="217" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_tv6yx6="138" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_tv6yx6="169" closure_uid_xpv8lu="127"&gt;Dia histórico em Cabo de Canaveral com a aterragem&amp;nbsp; ao amanhecer (10h57m hora de Portugal) do vaivém Atlantis no Centro Espacial Kennedy na Fórida, após 30 anos de viagens para 135 missões. Esta última missão que durou 13 dias e consagrou os astronautas, Chris Ferguson, Doug Hurley, Magnus D. Sandy e Rex Walheim, como os últimos tripulantes da Atlantis que será exposta brevemente num Museu norte-americano. A decisão de acabar com o projecto do vaivém espacial, foi feita há sete anos, quase um ano depois da tragédia do Columbia. A mesma não foi bem acolhida nos meios dos projectos espaciais norte-americanos, Neil Amstrong o astronauta lendário o primeiro humano a se deslocar é uma das várias personalidades que tomaram uma posição crítica relativamente ao fim de tal projecto. A questão financeira&amp;nbsp; foi outra das razões para o fim do programa do “ Space Shutle” ... mas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_tv6yx6="169"&gt;&amp;nbsp;o&amp;nbsp;projecto para chegar a Marte em 2030 mantêm-se. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-3479638026822693535?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/3479638026822693535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/3479638026822693535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/07/dia-historico-para-exploracao-espacial.html' title='Dia histórico para a exploração espacial...'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-lrufJJp4Boc/TigZLBu6nfI/AAAAAAAAIhg/C71k9Jcg9NM/s72-c/atlantis+2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-2800982414617283795</id><published>2011-07-20T19:20:00.001+01:00</published><updated>2011-07-21T12:44:14.779+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias com História'/><title type='text'>Referenciado o primeiro Ícone de São Paulo ?....</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-5wes4CCNvaw/TiccY-oYvCI/AAAAAAAAIhI/Dr3G46dW2_k/s1600/20100622_santa-tecla-apostoli.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-5wes4CCNvaw/TiccY-oYvCI/AAAAAAAAIhI/Dr3G46dW2_k/s1600/20100622_santa-tecla-apostoli.jpg" t$="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_htwz5r="139" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_htwz5r="139" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_htwz5r="139" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em closure_uid_htwz5r="165" closure_uid_j7oqfk="144"&gt;As mais antigas imagens dos Apóstolos, provavelmente datadas do séc .IV, foram objecto de descoberta, segundo o arqueólogo Fabrizio Bisconti, que dirige a campanha arqueológica nas Catacumbas de Santa Tecla. Foi encontrado a mais antiga representação de São Paulo, que jamais tinha sido&amp;nbsp;identificada sob a forma de ícone, esta figura bíblica e mais quatro encontradas (uma delas é provavelmente São Pedro), encontravam-se num cubículo que foi objecto de restauração decorativa a laser. Esta obra decorativa foi encomendada por um nobre durante o período do Império Romano Tardio e a sua identificação segundo o Doutor Bisconti foi feita a partir de algumas representações dos Apóstolos em Ravena e acrescenta que as obra apesar de não ter sido executada por um grande pintor não deixa de ser uma descoberta arqueológica para a História da Arte e em especial para o conhecimento da pintura romana. Este cubículo que está integrado num estrutura arqueológica, seguindo o modelo de representação das absides das basílicas romanas era coberto por vigas e placas de ouro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-2800982414617283795?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/2800982414617283795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/2800982414617283795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/07/referenciado-o-primeiro-icone-de-sao.html' title='Referenciado o primeiro Ícone de São Paulo ?....'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-5wes4CCNvaw/TiccY-oYvCI/AAAAAAAAIhI/Dr3G46dW2_k/s72-c/20100622_santa-tecla-apostoli.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-7279500400487602413</id><published>2011-07-19T20:40:00.005+01:00</published><updated>2012-01-13T14:49:18.088Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>9.1. Elvas Contemporânea : - A difusão das ideias republicanas na imprensa elvense - nas décadas de 1860 e 1870.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;HH&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-eMzEfy5se-Y/TiXd3EYU_6I/AAAAAAAAIg4/E48HM32miR0/s1600/correio+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" height="400px" m$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-eMzEfy5se-Y/TiXd3EYU_6I/AAAAAAAAIg4/E48HM32miR0/s400/correio+001.jpg" width="326px" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A primeira folha partidária republicana&amp;nbsp;do Centro Republicano de Elvas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-70eAqnq0H9c/TiXfKrpWjjI/AAAAAAAAIg8/vQFNxCpomFU/s1600/af_001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-70eAqnq0H9c/TiXfKrpWjjI/AAAAAAAAIg8/vQFNxCpomFU/s1600/af_001.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;António Torres de Carvalho,&amp;nbsp; proprietário tipográfico e editor das principais folhas republicanas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Se a vida política em Elvas até ao fimal da Regeneração foi um feudo do Partido Progressista, na década de 1860, surgiam as primeiras ideias que faziam a apologia da causa republicana. Não se tratava então de um movimento organizado mas de um conjunto de personalidades que nos periódicos da cidade reflectiam sobre o futuro do sistema político em Portugal. De facto, na década de sessenta ainda as folhas periódicas de Elvas, davam os primeiros passos, surgiam à luz do dia a primeira folha republicana, a “Democracia Pacífica (1866)”, que se tornava através da palavra escrita, numa voz incómoda, pela forma ofensiva e radical com que analisava a monarquia e os partidos políticos que a apoiavam. Um pouco mais tarde seria “A Democracia (1869) ”, que resultava da cisão de alguns elementos fundamentais que constituíam a folha republicana anteriormente citada, continuava de forma mais moderada a denunciar o regime monárquico como a causadora de todos os males nacionais. Mas os poucos republicanos, na verdade não estavam sós e se a imprensa monárquica só se torna eficaz na década de oitenta, o certo é que nos clubes, os militares, a quase rara aristocracia e a maioria dos proprietários agrícolas, tratavam de pôr em causa o pensamento republicano e o seu conceito de propriedade, de tal forma que os homens da imprensa respondiam aos debates nocturnos nos clubes e nas casernas militares .&lt;span style="color: blue;"&gt; “ ... É disvirtuado e caluniado com tanta insistência o systema republicano pelos parasitas que vegetam à sombra da instituição monárchica ...."&lt;/span&gt; . E a pedagogia favorável o novo sistema era também proclamada pelos tipógrafos e colaboradores da Democracia Pacífica &lt;span style="color: blue;"&gt;“A república aceita em princípio o direito de propriedade. Repelir esse direito , fora proscrever a civilização, proclamar a selvajaria . A propriedade é um mal que produz bens imensos ou bens sujeitos a originar profundos males. Obviar quanto possível os males (....) ”&lt;/span&gt; era uma finalidade dos republicanos. Porém a década de 1860 , marca os primeiros escritos de uma imprensa inconformada com o regime , a Democracia Pacífica é a única voz republicana que através dos escritos de João Francisco Dubraz ( republicano e socialista ) denunciava por vezes com a violência das palavras a centralização da classe política de Lisboa , censurava a mesma e propunha a sua substituição e que fosse o monarca a dar esse passo . Aliás a incapacidade governativa como consequência do regime monárquico, era um o tema central desta pioneira folha republicana : &lt;span style="color: blue;"&gt;“ Triunfa a desmoralização! Podem estar satisfeitos . Junto do Trono , no governo , na administração , na magistratura , no exército , no tesouro , no parlamento , estão bem tangíveis as causas d dessa decadência moral , que em breve oprimirá também a terra , a propriedade , o trabalho e a vida material da nação&lt;/span&gt; “. Contudo se a conjuntura política , constitui um dos fundamentos da campanha das hostes republicanas , uma outra ganhava expressão nas folhas de Elvas , a do alargamento da instrução pública .... tratava-se de garantir os meios necessários para a sobrevivência dos próprios jornais que necessitavam de leitores e sendo ao mesmo tempo um meio eficaz para o combate ao analfabetismo popular e como tal mais um argumento para a difusão do ideário republicano . Mas a década de sessenta foi apenas um mero ensaio de um incipiente movimento republicano que se tornaria mais consistente na década de 1870 e sobretudo 1880. Nesta perspectiva podemos indicar os elementos de matriz republicana que surgiam nas folhas de Elvas em especial na Democracia Pacífica na década de 1860 : - a ) Definição de conceito de república , sindicalismo e anarquismo; b ) Explicação do funcionamento do regime socialista ; c ) Necessidade da proclamação do regime republicano; d ) Defesa da instrução e da moral como elementos determinantes para que os cidadãos tivessem consciência dos seus direitos e obrigações . e ) Apologia do regime democrático , como se observa &lt;span style="color: blue;"&gt;“ A democracia na actualidade , não e somente uma ardente aspiração , não é um desejo indefinível , não é uma visão que se recorta ao longe , no plano de um horizonte longínquo . A democracia é a expressão um facto - é uma realidade . A democracia é a expressão d ´este século - é o credo da humanidade”&lt;/span&gt; . ( Continua)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-7279500400487602413?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/7279500400487602413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/7279500400487602413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/07/91-elvas-contemporanea-difusao-das.html' title='9.1. Elvas Contemporânea : - A difusão das ideias republicanas na imprensa elvense - nas décadas de 1860 e 1870.'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-eMzEfy5se-Y/TiXd3EYU_6I/AAAAAAAAIg4/E48HM32miR0/s72-c/correio+001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-4125912880090858368</id><published>2011-07-14T13:14:00.025+01:00</published><updated>2012-01-13T14:54:08.751Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>9.1- Elvas Contemporânea. As limitações do poder local na época da  Monarquia Constitucional</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-F27k54mmiNc/Th7bClYb43I/AAAAAAAAIds/PPVsFCdXBs8/s1600/DSC00233.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-F27k54mmiNc/Th7bClYb43I/AAAAAAAAIds/PPVsFCdXBs8/s1600/DSC00233.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A iluminação pública &amp;nbsp;um dos credos do Partido Progressista nos fins do séc. XIX&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-jHy9b965M_Q/Th7c9gUNMXI/AAAAAAAAId4/Tdwi1Aixq3w/s1600/aqueduto_019.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-jHy9b965M_Q/Th7c9gUNMXI/AAAAAAAAId4/Tdwi1Aixq3w/s1600/aqueduto_019.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;As fontes do Aqueduto algumas delas do séc. XIX edificadas no âmbito da saúde pública.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-YBuXL2i3kEc/Th7bFgSw1DI/AAAAAAAAId0/er786V9G_M8/s1600/136378211_GO6tSKaf__MG_5012.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-YBuXL2i3kEc/Th7bFgSw1DI/AAAAAAAAId0/er786V9G_M8/s1600/136378211_GO6tSKaf__MG_5012.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os Caminhos e as estradas foram objecto de negociação dos políticos locais&amp;nbsp;durante as campanhas eleitorais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Na vida política local, a política dos Regeneradores e dos Progressistas, foram desde sempre limitadas pelo poder Central de facto os ventos de mudança proporcionados pela Revolução Liberal do Porto, pouco impacto tiveram no poder local. Por isso mesmo, o recurso à banca para a execução de obras públicas a nível local foi uma prática constante a que a classe política oitocentista acabou por recorrer sempre que se tratava de uma obra de vulto e de interesse público. Por outro lado e através de um estudo exaustivo das actas de Câmara Municipal de Elvas durante a segunda metade do séc. XIX, chegamos à conclusão que as decisões de interesse público, como as obras públicas correspondiam a cerca de 4.4% da execução da prática política. (Actividade municipal: Deliberações e ofícios (46.6%); requerimentos (26.4%); fixação de preços (13.6 %) e obras públicas (4.4%). Estas limitações do poder executivo local, implicava o aproveitamento da presença de figuras dos partidos nacionais em Elvas, em tempo de campanha eleitoral para eleições legislativos. Nesta perspectiva os progressistas elvenses que dominavam a câmara procuravam que os futuros deputados se comprometessem com as necessidades locais em troca do voto da população e sobretudo dos seus apoiantes. Por outro lado, o modelo do sistema político administrativo era fortemente centralista, definido pelo Código Cabralista de 1842 que vigorou até 1878 e que permitiu que a figura central dos poderes locais, estivesse dependente da figura do Governo Civil do Distrito, a identidade que aprovava ou não, as verbas necessárias para o desenvolvimento e progresso da vida municipal. Estas realidades não eram indiferentes aos Elvenses a imprensa periódica tornou-se uma voz de denuncia em nome da descentralização, procurando explicar junto dos seus eleitores as vantagens do poder local, no Transtagno encontramos vários exemplos &lt;span style="color: blue;"&gt;“O que é a descentralização? É a significação em todos os ramos da administração pública. É a igualdade de direitos entre o capital e a província. É a abolição dos vínculos. É melhorar por todos os modos a instrução pública. É a formação dos bancos de crédito para favorecer a agricultura”.&lt;/span&gt; O certo é que o centralismo não deixou de ser uma realidade evidente, como se observa pela leitura de uma acta de Câmara: &lt;span style="color: blue;"&gt;“ A autonomia da câmara municipal tem nos últimos anos sofridos golpes profundos que se continua avançando este sistema de centralização que desde mil oitocentos e oitenta e seis mais se acentua dia a dia…”.&lt;/span&gt; Em termos de concretização prática, a pesar de tudo alguns avanços ocorreram por acção do poder local: na construção de caminhos, na agricultura (algumas ajudas no aproveitamento das terras baldias) a assistência social, na instrução (as primeiras iniciativas de escolarização&amp;nbsp;dirigidas ainda a uma parte restrita da população urbana do concelho)&amp;nbsp;ou as preocupações com a salubridade (a utilização tímida da água como prática de higiena e consequência das diferentes vagas de cólera morbos que se&amp;nbsp; conheceram&amp;nbsp;século XIX), hoje diríamos com a saúde pública. … marcaram as iniciativas correntes desde à vereação de Joaquim da Cunha Osório (1852) até ao fim do século, quando o líder dos Progressistas locais, Eusébio Nunes da Silva, era não só uma figura impar na vida local mas também imbatível. Todavia algumas obras públicas&amp;nbsp; marcaram de forma notável a geração de oitocentos, como a reparação do Aqueduto das Amoreiras, após um relatório detalhado feito em 28 de Março de 1899 para o município de Elvas pelo prestigiado engenheiro de obras públicas de Nery Delgado, em que aconselhava com&amp;nbsp; urgência &lt;span style="color: blue;"&gt;“… o concerto e reparação indispensável de que muito carece o nosso aqueduto&lt;/span&gt;”. De resto, várias fontes foram construídas como obras anexas ao aqueduto e no contexto da política de salubridade&amp;nbsp; minicipal, &amp;nbsp;poderemos mesmo afirmar que os principais presidentes de câmara durante o seu mandato fizeram a sua fonte, senão vejamos,&amp;nbsp;o Marechal António Joaquim da Gama Lobo ( a Fonte dos Filipinos -1855); Ezequiel Cândido Augusto César de Vasconcellos (a fonte do Rossio -1864) ; José Ignacio Pereira (a fonte do Outeiro - 1883) e Eusébio Nunes da Silva – as fontes, Nova (1893) e da Boneca (1894). A construção do Passeio Pública que abria a cidade para o exterior das muralhas&amp;nbsp;e que foi edificado sobre o cemitério público, então considerado como “&lt;span style="color: blue;"&gt;O mais aprazível sítio de Elvas, que pouco a pouco vai conquistando a celebridade de um passeio de primeira ordem. Sobre o terreno que outrora cobria a sombra densa de álamos e amoreiras, e pó quase nu, estava ligado às ideias fúnebres de um cemitério, que se fundou graças ao bom gosto de uma das últimas municipalidades&lt;/span&gt;”.Mas não há dúvidas que a grande&amp;nbsp;questão do fim do século em Elvas foi sem dúvida a iluminação da cidade as primeiras ideias e revindicações de domínio político,&amp;nbsp;datam de 1860 mas em 1870 já eram do domínio público uma causa, como se lia na folha pró -republicana “ A Democracia” : &lt;span style="color: blue;"&gt;“Elvas está em trevas, à noite parece uma aldeia: não se pode transitar são vultos que não se conhecem uns aos outros. A Câmara deve olhar por isto, mandando fazer a iluminação todas as noites. A economia da luz não tem razão de ser numa cidade como esta”.&lt;/span&gt; Contudo, só em 1887 o município chega a uma solução, assinando um&amp;nbsp; contrato &amp;nbsp;com a firma prestadora de serviço de Emilio Pisch e António Alves e cinco anos depois eram abandonados os candeeiros a petróleo, mas as críticas não deixaram de surgir e passados mais cinco em 1892, havia quem achasse que &lt;span style="color: blue;"&gt;“O contrato de iluminação a gás foi realizado num momento de entusiasmo por esse melhoramento, sem que meditassem bem, não nos encargos imediatos que ele resultavam, mas principalmente a prisão que ele representava o futuro, inibindo o município, durante um período longuíssimo de contratar outro sistema de iluminação&lt;/span&gt;”. E uma vez mais, Eusébio Nunes da Silva procurou “calar” a oposição e contra tudo e todos, assinou um novo contrato com Victor Redondo, morador em Badajoz para a instalação da electricidade e nesse&amp;nbsp;âmbito, o&amp;nbsp;mesmo&amp;nbsp;&amp;nbsp;seria válido por 45 anos, mas o centro urbano só conheceria a luz eléctrica na aurora do séc. XX num processo que Elvas liderou e foi pioneiro em todo o Distrito de Portalegre. Em síntese, podemos afirmar que os tempos e os ventos liberais chegaram na segunda metade do séc. XX e se a até a década de 1870, a cidade lutou a par com a capital do distrito, pela liderança do mesmo nas décadas seguintes a cidade procurou romper com o centralismo sem grande sucesso mas tornou-se pioneira do progresso e da inovação,&amp;nbsp; se Ezequiel Cândido Augusto César de Vasconcellos, José Ignácio Pereira foram dos mais notáveis presidentes câmara da época da Regeneração a verdade é que foi sem dúvida, Eusébio Nunes da Silva e o seu Partido Progressista que preparam a cidade para os desafios do século XX…&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-4125912880090858368?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/4125912880090858368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/4125912880090858368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/07/91-elvas-contemporanea-as-limitacoes-do.html' title='9.1- Elvas Contemporânea. As limitações do poder local na época da  Monarquia Constitucional'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-F27k54mmiNc/Th7bClYb43I/AAAAAAAAIds/PPVsFCdXBs8/s72-c/DSC00233.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-8096254073980132609</id><published>2011-07-12T12:40:00.001+01:00</published><updated>2011-07-12T16:15:55.521+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias com História'/><title type='text'>Mais uma obra de Miguel Angelo a descoberto...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-bxJX-FlPfZM/ThwyoDsedaI/AAAAAAAAIcw/J-fErTUJrX0/s1600/fuera_miguel_angel.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-bxJX-FlPfZM/ThwyoDsedaI/AAAAAAAAIcw/J-fErTUJrX0/s1600/fuera_miguel_angel.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O pintor italiano Marcello Ventusi que no séc. XVI copiou algumas obras de Miguel Ângelo é notícia, não pelo seu talento, mas pelo facto de uma obra a si atribuída foi de facto pintada por Miguel Angelo. De facto, Marcello Ventusi era requisitado frequentemente pela igreja para reproduzir algumas obras do génio do Renascimento, como foi o caso do Cardeal Farnese que pediu em 1500, uma pequena reprodução do grande fresco “O Julgamento Final” que é diariamente visitado por milhares de pessoas na Capela Sistina. O resultado foi considerado excelente e ainda hoje é motivo de referência artística e histórica, estando exposta no Museu de Nápoles. Dizem, os cronistas contemporâneos que essa obra foi aprovada por Miguel Ângelo e que amizade entre ambos manifestou-se por uma cumplicidade artística, de tal modo que “A crucificação com a Virgem e os dois anjos chorando” que durante várias décadas esteve exposto numa residência dos jesuítas na Universidade de Oxford, e atribuída a Marcello Ventusi. Afinal é da autoria de Miguel Ângelo segundo o crítico de arte António Forcellino. Assim a referida obra de arte deverá ser recolhida pelo Museu de Oxford para receber os cuidados e tratamento de acordo pondo igualmente em evidência o talento de Marcello Ventusi na categoria dos génios do Renascimento Italiano&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-8096254073980132609?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/8096254073980132609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/8096254073980132609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/07/mais-obra-de-miguel-angelo-descoberto.html' title='Mais uma obra de Miguel Angelo a descoberto...'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-bxJX-FlPfZM/ThwyoDsedaI/AAAAAAAAIcw/J-fErTUJrX0/s72-c/fuera_miguel_angel.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-6063029599882989464</id><published>2011-07-11T13:04:00.007+01:00</published><updated>2012-01-13T14:54:42.534Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>9.1. Elvas Portuguesa. Os progressistas na monarquia constitucional (1850-1899).</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-WGo0Y67q01Y/Thrl2ctAr9I/AAAAAAAAIck/sFvPXPfJctQ/s1600/d+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="433" m$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-WGo0Y67q01Y/Thrl2ctAr9I/AAAAAAAAIck/sFvPXPfJctQ/s640/d+001.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A aristocracia palaciana dominou a política distrital durante a monarquia constitucional&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-pNCO8KjiZZk/Thrl4xhjQUI/AAAAAAAAIcs/xOvRpfI5lNA/s1600/001.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Manifesto da fundação do Partido Progressista em Elvas&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-P83QiyVImAs/Thrl31NMovI/AAAAAAAAIco/xraDPbtrgqg/s1600/Imagem1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" m$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-P83QiyVImAs/Thrl31NMovI/AAAAAAAAIco/xraDPbtrgqg/s320/Imagem1.jpg" width="272" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Eusébio Nunes da Silva&amp;nbsp; dominou a vida política local mas falou (?)&amp;nbsp;o Parlamento ...&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A vida política e institucional na cidade de Elvas só ganha influência e importância no Distrito de Portalegre, a partir da década de 1870, até então os monárquicos elvenses não tinham qualquer&amp;nbsp;protagonismo no contexto regional. De facto, o partido Regenerador e o Histórico, jamais favoreceram a ascensão dos políticos locais na vida regional, com uma única excepção, o Visconde de Alcântara, João José de Alcântara líder do Partido Regenerador, que chegaria a Governador Civil e pertencente ao círculo restrito de amigos de Fontes Pereira de Melo. Por outro lado, as lojas maçónicas influentes na cidade de Portalegre, não foram objecto de recrutamento para a vida&amp;nbsp; municipal ou regional, uma vez que a maioria desses círculos clandestinos era constituído por militares, a Loja da Liberalidade fundada em 1818 que tinha cerca de vinte um membros, só quatro dos seus membros era recrutados na sociedade civil e entre estes contava-se o Bispo de Elvas, D. Frei Joaquim de Menezes Ataíde, o Governador da Praça militar, o General William Stubbs e&amp;nbsp;o Conde do Bonfim,&amp;nbsp;José Lúcio Travassos de Valdez por ventura o elvense mais notável na época vintista. Por outro, a Loja elvense já estava moribunda durante o liberalismo moderado imposto pelo Cabralismo. Na vida local pontificava Ezequiel Cândido Augusto César Vasconcellos que faria quatro mandatos dominando a vida política nas décadas de 1850 e 1879, mas mantendo a cidade de Elvas fora do jogo político distrital já que a elite aristocrática portalegrense, não abria mão do monopólio dirigista do distrito e se o Visconde de Alcântara foi a excepção, também é verdade que se tratava de um militar da fidalguia local, mas sem a tradição secular das elites portalegrenses. A abertura aos políticos locais, só foi possível com a formação do Partido Progressista, já que o Doutor Frederico Laranjo necessitava de figuras de populares nas suas localidades,&amp;nbsp;para que a nova formação pudesse pontificar em todo o distrito e para tal procurou encontrar figuras de referência em todos aglomerados populacionais do distrito. Neste âmbito, a cidade de Elvas ganhava visibilidade, uma vez que as famílias nobiliárquicas não tinham influência na vida política e a sua presença na vida local era nula e restrita aos seus interesses sociais e económicos. Logo era a nível elite local ainda em formação, da qual&amp;nbsp; se destacava Eusébio David Nunes da Silva á “cabeça”, um comerciante de Sertã de sucesso, seguido do Dr. João Henriques Tierno, notável e respeitado médico na cidade e do lavrador com maior prestígio na região, Francisco da Silva Lobão Rasquilha. Outros nomes destacavam-se na retaguarda, como João Joaquim Bagulho, que chegara a Elvas na grande vaga da colonização agrícola oitocentista e que se tornara em pouco tempo do principal lavrador de Vila Boim, António Garcia Andrade e David Nunes Silva, em comum os interesses pela exploração agrícola e apoio de uma serie de rendeiros e pequenos proprietários que acabariam por triunfar durante o Estado Novo. A chegada ao parlamento era assim um dos objectivos dos líderes políticos do Partido Progressista Local, uma vez que o Partido Regenerador já por duas vezes tinha colocado o Visconde João José de Alcântara em dois mandatos iniciados respectivamente em 1864 e 1871, todavia aquele ilustre elvense era sobretudo um político de carreira bem visto na capital e mais próximo dos interesses políticos dos regeneradores do que propriamente em se envolver em questões locais. Os primeiros indícios que uma figura de Elvas, poderia chegar ao Parlamento ocorreu nas legislativas de 1879, com o líder dos progressistas, José Luciano a designar Eusébio Nunes da Silva para um dos três círculos de Portalegre, o de Elvas naturalmente, já que Lourenço Cayola de Campo Maior, estava interessado em representar a cidade mais a sul do distrito, mas para os Progressistas a candidatura do comerciante de Elvas era fundamental para acabar com as guerras que se verificavam no interior do partido e ao mesmo tempo um teste aos tradicionais apoiantes do Partido Regenerador que por razões sociais e económicas mantinham relações de proximidade com a família Nunes da Silva. Todavia, apenas o Doutor José Frederico Laranjo seria eleito pelas listas do distrito e a Elvas e Fronteira, não manifestaram qualquer entusiasmo pelo Partido Progressista. Na última década do século, o Partido Progressista tornara-se na maior força partidária no Distrito, nas eleições de 1889 e Elvas apresentava duas figuras ao Parlamento, Eusébio Nunes da Silva e o Dr. João Henriques Tierno. Era uma forma de evitar o confronto entre os dois notáveis do Partido Progressista, porém o Partido Regenerador chegava à vitória e o Doutor Frederico Laranjo, era novamente eleito por Portalegre. Um ano depois novas eleições e Elvas tinha uma oportunidade única de ter finalmente o primeiro deputado progressista eleito, numa época em que a nível local, os progressistas eram igualmente o partido eleitoralmente mais forte. O Doutor Frederico Laranjo, não seria candidato por Portalegre, já que aquele académico procurava conciliar as duas facções progressistas de Elvas lideradas por Eusébio Nunes da Silva e pelo Dr. João Henriques Tierno, que inclusivamente controlavam, cada um, um jornal para se guerrearem. Aliás, já nas eleições de 1886, o líder distrital tinha proposto o lugar de Governador Civil para Eusébio Nunes da Silva e de administrador do Concelho para o Dr .João Henriques Tierno, mas a sua facção jamais aceitaria, tal sugestão não aceitando a nomeação do líder progressista para Governador Civil. Mas, uma vez mais os dois ilustres progressistas de Elvas não se entenderam para as legislativas de 1890 e o Dr. João Tierno Hernriques passou para a oposição, sendo o Conselheiro Frederico Arouca&amp;nbsp; uma personagem exterior aos interesses de Elvas, indicado como principal figura para representar o distrito no Parlamento, ganhando&amp;nbsp;na cidade&amp;nbsp;mas perdendo em várias localidades do distrito. Definitivamente, a cidade de Elvas perdia a sua influência nos meios políticos do Partido Progressista e na vida política distrital, Eusébio Nunes da Silva, tornava-se uma figura incontornável na vida local eleito presidente da Câmara em 1890 e&amp;nbsp; a partir de então dominaria toda a década, estendo essa influência à sua família. O Dr. João Tierno continuou a dar a sua opinião política através dos periódicos locais, mas tornava-se uma figura de referência na sociedade local, como médico e em especial da Misericórdia de Elvas até final dos anos vinte. E definitivamente Portalegre ganhava espaço político e institucional a Elvas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-6063029599882989464?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/6063029599882989464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/6063029599882989464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/07/91-elvas-portuguesa-os-progressistas-na.html' title='9.1. Elvas Portuguesa. Os progressistas na monarquia constitucional (1850-1899).'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-WGo0Y67q01Y/Thrl2ctAr9I/AAAAAAAAIck/sFvPXPfJctQ/s72-c/d+001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-6288842002428962876</id><published>2011-07-08T18:07:00.002+01:00</published><updated>2012-01-13T14:58:22.927Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>9.  Elvas Portuguesa: a primeira geração da classe política elvense (1850-1930).As características do sistema político partidário.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-320LGsq99e4/Thc3tQpn8DI/AAAAAAAAIbg/PAZeNF3CNak/s1600/Imagem13.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-320LGsq99e4/Thc3tQpn8DI/AAAAAAAAIbg/PAZeNF3CNak/s1600/Imagem13.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Prof.Doutor Frederico Laranjo um aliado de Elvas&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Th7DZ1zoitI/Thc3uWUZY8I/AAAAAAAAIbk/zMA_Y9IIxzQ/s1600/Imagem14.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-Th7DZ1zoitI/Thc3uWUZY8I/AAAAAAAAIbk/zMA_Y9IIxzQ/s1600/Imagem14.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Doutor Ruy Andrade líder da facção monárquica &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-_F3MB4K0V-c/Thc3vTzVqQI/AAAAAAAAIbo/2VbHl0lfTes/s1600/Imagem1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-_F3MB4K0V-c/Thc3vTzVqQI/AAAAAAAAIbo/2VbHl0lfTes/s1600/Imagem1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Palácio da Condessa de Tarouca&amp;nbsp;referência da aristocracia de sangue do distrito.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4WIPUM40Ogk/Thc3w6Uv7HI/AAAAAAAAIbs/zukc3SrWmW0/s1600/Imagem148.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" m$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-4WIPUM40Ogk/Thc3w6Uv7HI/AAAAAAAAIbs/zukc3SrWmW0/s1600/Imagem148.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O poder das elites locais expressava pelo apoio das camadas populares concelhias.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A revolução liberal do Porto de 1820, rompeu em definitivo com o Liberalismos e novos ideais sopraram, até meados do século onde os partidários do absolutismo e do liberalismo, procuraram em determinados momentos impor as suas pretensões, as crises sucederam-se e as constituições foram sendo adaptadas às diferentes fases do Vintismo. A paz após a guerra civil e a experiência do Liberalismo moderado proposto pelo Cabralismo, permitiu o desenvolvimento do país que acelerou notavelmente durante a Regeneração. E nesta perspectiva, o distrito de Portalegre e a cidade de Elvas, não passaram ao lado das iniciativas governamentais e locais que favoreceram o desenvolvimento regional. Se antes de meados de Oitocentos, o distrito era Regenerador, a partir da segunda metade essa realidade deixou de ser uma evidência e a luta entre Regeneradores e Progressistas foi uma constante até à queda da monarquia constitucional. O rotativismo que caracterizou a vida do país reflectiu-se também em todo o distrito, que por norma seguia a tendência nacional e nesse contexto a influência das cidades de Portalegre e Elvas sobre os restantes núcleos populacionais era evidente e se durante o Cabralismo, Portalegre liderava as grandes questões que “importava” ao distrito. Na época da Regeneração, a classe política elvense ganhava espaço na vida política da região face a ascensão do Partido Progressista, mas também da excelente relação que o Prof. Dr. Frederico Laranjo desenvolvia com os políticos do principal aglomerado urbano da raia do Alto Alentejo. Do ponto vista, político-partidário os partidos oitocentistas a nível regional identificaram-se quase sempre com os grupos sociais dominantes, independentemente do partido, a mesma realidade do Partido Regenerador era transversal ao Progressista e ao Histórico, as forças partidárias dominantes. Em Portalegre, “ berço “ da aristocracia distrital, o partido Regenerador era identificado com uma elite agrária mas destacava-se pelos seus pergaminhos familiares e históricos, assente nos seus títulos aristocráticos. Ou personagens com reconhecido prestígio profissional, cultural e simbólico e com uma influência notável nas vilas a e aldeias situadas a norte da capital do distrito. No caso, de Elvas era a propriedade da terra, que permitia a afirmação de algumas famílias a sul do distrito, de facto e excluindo o Doutor Ruy de Andrade e a família da Condessa de Tarouca (mais conhecida por Menezes) que pertenciam à “primeira” linha da aristocracia nacional, os grandes proprietários elvenses na segunda metade do século XIX tinham na sua origem um vaso grupo de rendeiros, todavia nas décadas de 1878 e 1880, face à “construção” do seu poder fundiário tinham ganho um notável protagonismo e as suas herdades estendiam-se para as Vilas de Arronches e Campo Maior. Em comum entre a primeira geração de políticos de Portalegre e Elvas, era sem dúvida a influência que estas personagens detinham não só nas localidades onde viviam mas também nas terras vizinhas, fruto da expansão das suas propriedades agrícolas. No último quartel do séc. XIX, os médicos ganhavam também um lugar de destaque nestas sociedades agrárias, uma vez que o desenvolvimento da medicina permitia uma maior esperança de vida e como tal ganhavam um estatuto muito próprio nas mesmas. Não é por acaso, que os médicos de sucesso, tornaram-se igualmente grandes proprietários e nessa qualidade tornaram-se líder regionais nomeadamente no seio do Partido Progressista, manos elitista que o Regenerador. A verdade é que nesta época a organização partidária era muito rudimentar “ Os agrupamentos políticos em Elvas, que não regulam pelo número de sujeitos que se podem permitir a honra de receber em sua casa meia dúzia de Parentes e amigos, arvorando-se logo ali chefe d´uma facção”. Mas, os eleitores valorizavam mais as personagens que lideravam os partidos políticos do que os seus programas, que por vezes eram quase inexistentes: “A esmagadora maioria da população não era deste ou daquele partido, era do partido a que pertenciam fulano ou sicrano que dominavam as malhas da influência local, negociando com eles de forma pragmática o seu voto de apoio”. (Continua) &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-6288842002428962876?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/6288842002428962876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/6288842002428962876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/07/9-elvas-portuguesa-primeira-geracao-da.html' title='9.  Elvas Portuguesa: a primeira geração da classe política elvense (1850-1930).As características do sistema político partidário.'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-320LGsq99e4/Thc3tQpn8DI/AAAAAAAAIbg/PAZeNF3CNak/s72-c/Imagem13.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-3111599228003856941</id><published>2011-06-23T21:33:00.001+01:00</published><updated>2011-06-23T21:35:35.410+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História em Datas'/><title type='text'>Há 34 anos a Argentina sagrava-se pela 1ª vez Campeão do Mundo de Futebol</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/Yxdok39dakI" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A Argentina sagrava-se campeão Mundial de futebol, interrompendo a rotina diária do país latino-americano que vivia sob uma ditadura militar, numa época em que a liberdade dos argentinos era motivo de preocupação das instituições internacionais. A própria, Amnistia Internacional exortou o governo alemão no sentido de criar condições para que a República Federal da Alemanha voltasse a validar o seu título conquistado em 1974. Mas, na final não estariam os germânicos mas os holandeses, de facto perante milhares de espectadores a &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Áustria eliminava a R.F.A, que não perdia com os seus vizinhos havia quarenta e sete anos. O Brasil, outro dos favoritos não chegaria à final (3º) .E a 23 de Junho de 1978, as equipas de César Luís Menotti (Argentina) &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e do austríaco, Ernest Happel (Holanda) sobem ao palco para a &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;grande final, os argentinas jogando em casa contam com o seu público e com um árbitro que se revelou muito benévolo. A Holanda, em campo revelou-se ao longo da partida a equipa que melhor futebol apresentou, mas os nervos atraiçoaram a chamada “laranja mecânica” como em Munique em 1974. A falta de serenidade conduziu os holandeses a disputas evitáveis com os adversários e que lhes acabou por &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;trazer um&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;grande desgaste , perante uma equipa defensiva durante muito tempo mas decisiva nos momentos cruciais de tal forma que os 3-1 , no final da partida colocava a Argentina na categoria de uma nova potência do desporto-rei e Mário Kempes era o herói nacional ao decidir a partida com&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;os seus golos naquela tarde de Verão de 1978. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-3111599228003856941?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/3111599228003856941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/3111599228003856941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/06/argentina-sagrava-se-campeao-mundial-de.html' title='Há 34 anos a Argentina sagrava-se pela 1ª vez Campeão do Mundo de Futebol'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/Yxdok39dakI/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-1507891094417146892</id><published>2011-06-18T00:30:00.010+01:00</published><updated>2011-06-19T10:47:40.449+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Raia do Distrito de Portalegre'/><title type='text'>O papel da Praça de Elvas no Alentejo e no contexto das Guerras peninsulares</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-GYvNmhHBuDw/TfvdJUBsB8I/AAAAAAAAIV4/lBDyNz6DXpg/s1600/40285_117938908255786_100001190333178_110828_6747984_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" i$="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-GYvNmhHBuDw/TfvdJUBsB8I/AAAAAAAAIV4/lBDyNz6DXpg/s640/40285_117938908255786_100001190333178_110828_6747984_n.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;´&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;As obras anexas foram fundamentais na defesa da Praça Militar no cerco de 1801&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-2XvUDJkRIz0/TfvfDM1YyCI/AAAAAAAAIWA/uFVVuriHR54/s1600/66335_137866379596372_100001190333178_190498_649487_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" i$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-2XvUDJkRIz0/TfvfDM1YyCI/AAAAAAAAIWA/uFVVuriHR54/s1600/66335_137866379596372_100001190333178_190498_649487_n.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O último reduto onde se&amp;nbsp;concentraram o regimento&amp;nbsp;nº 85 sob comando do General napoleónico&amp;nbsp;Kelerman&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-iFslyJe2HSo/TfvnBF1r54I/AAAAAAAAIWM/lWfvEUbf2zw/s1600/%25C3%25A7%25C3%25A7+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="446" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-iFslyJe2HSo/TfvnBF1r54I/AAAAAAAAIWM/lWfvEUbf2zw/s640/%25C3%25A7%25C3%25A7+001.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Praça Militar placa de estacionamento e hospital de prevenção das forças anglo-portuguesas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-A-Fwe_Ix_kw/TfvfXbIJafI/AAAAAAAAIWE/w4rRg140JiI/s1600/163627_151578324891844_100001190333178_253492_2603645_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" i$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-A-Fwe_Ix_kw/TfvfXbIJafI/AAAAAAAAIWE/w4rRg140JiI/s1600/163627_151578324891844_100001190333178_253492_2603645_n.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A prevenção dos caminhos de ronda foi uma ordem de Lord Wellington estacionado nos arredores de Elvas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(onde hoje se situa a herdade da Gramicha)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-gRUcKurTf60/TfvfAWUZZhI/AAAAAAAAIV8/tGNEPlMrUVA/s1600/163460_151576861558657_100001190333178_253485_35061_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-gRUcKurTf60/TfvfAWUZZhI/AAAAAAAAIV8/tGNEPlMrUVA/s1600/163460_151576861558657_100001190333178_253485_35061_n.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A fortaleza da Juromenha ponto de encontro das forças luso-espanholas na acção de agitação popular junto dos aglomerados ao longo da margem esquerda do Guadiana.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Síntese da Conferência Principal (5.5.2011 - Salamanca)&amp;nbsp;:&amp;nbsp;Simpósio Internacional&amp;nbsp;&amp;nbsp;sobre as&amp;nbsp;Guerras Penínsulares na Península Ibérica.&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A perspectiva de uma invasão do território português, pelo menos desde a Idade Moderna implicava desde logo a defesa da sua raia nacional como forma de defender qualquer ofensiva terrestre que tinha como objectivo prioritário o avanço sobre a capital, fundamental para a existência do estado português. E nesse contexto o teatro de Operações do Alentejo, era prioritária na organização da defesa nacional na medida em que pela sua configuração geográfica, plana sem obstáculos relevantes, capaz de suster os avanços dos exércitos inimigos, sobre a capital do Reino. Por outro lado, no plano geo - estratégico e militar, a planície alentejana não era mais que um prolongamento da Estremadura Espanhola, assumindo-se, simultaneamente, como teatro fronteiriço e central, que permitia atingir de forma rápida, eficaz e directa, Lisboa - Península de Setúbal.&amp;nbsp; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ou seja os corredores de entrada no território nacional por via da região Alentejo, eram verdadeiros eixos de aproximação relativamente à capital, nomeadamente os seguintes itinerários: Moura -Évora-Montemor -o.-Novo e Lisboa; Elvas-Estremoz e Lisboa e Serpa-Beja e Ferreira do Alentejo. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;E no último decénio de Setecentos uma vez Portugal preparava-se para a confrontação bélica, a ameaça da guerra determinava o fecho e o controlo de todo o espaço fronteiriço e especialmente dos principais eixos de entrada em território nacional. A ameaça agora vinha da França, em primeiro lugar, devido à participação de Portugal na Campanha do Rossilhão (1793-1795), ao lado de outros estados inimigos da coroa francesa, a Espanha e a Inglaterra e em segundo, devido à aliança firmada pela França e a Espanha em 8 de Agosto de 1796 no Tratado de Santo Ildefonso.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Relativamente à Campanha do Rossilhão, a evolução das alianças seriam alteradas a partir do momento em que a Espanha por via diplomática chega à paz com os franceses em 7 de Junho de 1795, o que alterou significativamente o quadro político-militar, peninsular. Uma vez que Portugal se manteve no campo de batalha e só assinou a paz dois anos mais tarde em 10 de Agosto de 1797, mas acabaria por não cumprir as obrigações estabelecidas pelo tratado, relativamente às indemnizações de guerra por um valor de 10 milhões de libras, na concessão de facilidades comerciais com a França, na interrupção da ajuda militar à Inglaterra e na revisão das fronteiras na zona das Guayanas. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Neste contexto político e diplomático, um avanço dos exércitos franceses tornava-se evidente há medida que Luciano Bonaparte desenvolvia uma intensa actividade diplomática junto da corte espanhola, que culminou com o segundo Tratado de Santo Ildefonso assinado em 26 de Janeiro de 1801, que permitia o livre-trânsito dos exércitos franceses por Espanha com a finalidade de realizar uma invasão sobre o território português, considerando que Portugal mantivera os portos abertos aos navios ingleses, entre outras condições. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Nestas circunstâncias a Espanha declarava guerra a Portugal a 27 de Fevereiro de 1801, tendo como resultado imediato uma concentração muito significativa das forças militares nas cidades e vilas mais próximas da região do Caia. Assim, em Badajoz e nos seus arredores estacionaram cinco divisões espanholas que integravam um número de 40.000 a 50.000 homens e que em 20 de Maio sob o comando do Marquês Solana atravessavam a fronteira do Caia para realizar uma serie de campanhas vitoriosas em terras do Alto Alentejo. Os primeiros combates, sem consequência para ambas as partes ocorreram junto da praça militar de Elvas, dirigindo-se mais tarde as tropas espanholas para os núcleos populacionais a norte da praça, onde as forças lusas foram facilmente derrotadas junto das localidades de São Vicente, Barbacena e Monforte. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mas a primeira derrota assinalável das forças portuguesas ocorreu na praça militar de Arronches, cuja capacidade militar era muito frágil, a própria fortaleza estava em ruínas desde o tempo das guerras da Restauração e a sua função prática, justificava-se no âmbito de ajuda a qualquer assédio o cerco que ocorresse na vizinha praça da vila de Campo Maior. Mas este acontecimento demonstrou desde logo que o exército português não estava preparado para a guerra, segundo a opinião de António Ventura: &lt;span style="color: blue;"&gt;“ A derrota foi rápida e só não assumiu a forma de catástrofe total pela pronta intervenção de Bernardim Freire, que enviou algumas tropas de Mosteiros para proteger a retirada dos que estavam em Arronches. A confusão não podia ser mais completa: a cavalaria portuguesa debandou no meio do maior caos, atropelando a infantaria. Os soldados fugiam cada um para o seu lado, encurralado entre o rio e os muros da vila, abandonando, bagagens e armas”.&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O cenário do combate de Arronches acabaria por repetir-se nos vários cenários de guerra no Alto Alentejo, como é exemplo o combate em Flor da Rosa, a norte da cidade de Portalegre: &lt;span style="color: blue;"&gt;“O desastre de Arronches não serviria de lição ao comando português. Num vale tão exíguo, a coordenação entre a infantaria e a cavalaria, num vale seria impraticável em caso de ataque inimigo. Por outro lado, o terreno situado entre a vila e o rio Tejo não estava ocupado militarmente, nem sequer nele foram colocados vigias, confiando os chefes militares portugueses na inacessibilidade do terreno&lt;/span&gt;” &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Assim, as diferentes vitórias obtidas pelas diferentes divisões do exército espanhol em todo o Alto Alentejo, foram facilitadas pela circunstância de que as tropas portuguesas tomaram posições estritamente defensivas e retirando-se de forma estratégica a fim de evitar um possível aniquilamento. O tratado de paz (Tratado de Badajoz), que determinou o fim da “Guerra das Laranjas” em 6 de Junho de 1801, determinava que Portugal devia fechar os seus portos à navegação inglesa, cancelar as relações comerciais com a Grã-Bretanha, impedir a persistência do contrabando que afectava negativamente os interesses de Espanha e indemnizar os súbitos espanhóis pelos danos sofridos, entretanto o estado espanhol comprometia-se a restituir todas as praças conquistadas (Juromenha, Arronches, Barbacena, Portalegre, Castelo de Vide, Campo Maior e Ouguela), a excepção seria Olivença. Segundo, a opinião de António Ventura “&lt;span style="color: blue;"&gt; …a Espanha conseguia concretizar uma velha aspiração, fazer coincidir, naquela zona, a fronteira política com a fronteira natural, o rio Guadiana”&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cinco anos mais tarde Portugal voltava estar de novo sobre a ameaça da França, ao ignorar o primeiro Bloqueio Continental imposto pela França decretado por Napoleão em 21 de Novembro de 1806 por não ter fechado os portos à sua velha aliada, a Inglaterra. A partir do momento em que a França e a Inglaterra, assinaram o Tratado de Fontainebleau em 27 de Outubro de 1807, a integridade do território nacional estava ameaçada até que esse tratado determinava a ocupação e a divisão do território, estabelecendo-se que as terras situadas entre o Douro e o Minho, passavam a pertencer ao rei da Etúria, com o nome de Lusitânia Setentrional, enquanto o Alentejo e o Algarve recebiam o nome de Principiado dos Algarves e seria doado a D.Manuel Godoy e as províncias da Estremadura (portuguesa), Beiras e Trás-os-Montes, ficaria nas mãos do Imperador, ainda que poderia manter-se na Casa de Bragança, mas dependente da coroa espanhol.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;De realçar também que esta situação em que o estado português se torna refém da França e da Espanha, deve ser entendida pela dificuldade em que Portugal então tinha em optar. De facto, a classe política portuguesa estava consciente que a manutenção da aliança histórica com a Inglaterra significava a invasão do território nacional. Por outro lado, a França não podia admitir em nenhumas circunstâncias esta santa aliança, uma vez que não se tratava de uma potência marítima e nesta perspectiva, Portugal do ponto vista estratégico e militar tornava-se uma plataforma marítima favorável aos interesses britânicos que após a vitória sobre a França na famosa batalha naval de Trafalgar surgia como a principal potência marítima do Ocidente. Uma aliança com a França, significava desde logo uma mudança radical na diplomacia portuguesa que tinha que chegar a acordo com o seu adversário político sem garantias do respeito pela sua integridade territorial face às ambições da França napoleónica. Mas a hostilidade com a Inglaterra implicava desde logo a possível perda dos territórios ultramarinos e a dificuldade de manter as suas tradicionais rotas marítimas com o devido impacto na economia nacional. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Assim a neutralidade era a solução possível numa conjuntura internacional, em que tal realidade era simplesmente impossível até que a Espanha, já tinha iniciado a sua aproximação com a França e como tal só restava organizar a defesa face às ameaças veladas à integridade do território português. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Em Portugal face aos desastres sofridos pelo exército português nas campanhas mais recentes, a classe política e os militares, chegavam a um consenso da necessidade de proceder a uma reforma militar que acabaria por ser promulgada em 27 de Setembro de 1805, associando-se a esta nova reforma, duas finalidades por um lado, tratava-se de diminuir os gastos e por outro aumentar a capacidade operacional das praças e fortalezas, terrestres e marítimos. Pouco depois um novo Decreto Real promulgado em 19 de Maio de 1806 determinava que o exército português se formaria exclusivamente em linha, integrando-se estas em diversos regimentos de infantaria, artilharia e cavalaria nos quais se integravam as milícias e as ordenanças como alguns corpos militares e civis. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Em véspera da primeira invasão francesa estas unidades estavam já estacionadas ao longo da fronteira portuguesa, sobretudo na região do Caia onde se localizava a praça militar de Elvas, que se destacava das demais pelo número de efectivos acantonados, uma vez que se admitia que a entrada do exército invasor por esta zona da raia lusa. Deste modo, esta presença militar efectiva permitiu o domínio efectivo da província do Alentejo de tal forma que no final da primeira década de novecentos (1810), a capacidade de abastecimento do exército de ocupação era nula, uma vez que a correspondência coeva refere que a partir das cidades de Cádiz, Elvas e Badajoz, todo o curso do Guadiana estava sob domínio das forças peninsulares enviabilizando por exemplo o abastecimento de cereais que chegava à Península Ibérica por via do Norte de África. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A guerra estava já bem delineada nos seus contornos gerais. Para os generais franceses as entradas e pontes haviam permitido balancear as suas forças, de norte para sul, e delinear modalidades de acção conjugadas contra Portugal, através das duas entradas, enquanto podiam acorrer com facilidade à Andaluzia, onde a guerrilha espanhola não lhes dava tréguas. Para Wellington, a posse das entradas e das pontes permitia fazer de Portugal a zona interior segura do seu teatro de operações em Espanha e delinear estratégicas ofensivas em território espanhol semelhantes às dos Franceses, mas de sentido contrário.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Welligton percebera que a expulsão de Massena do território português era o começo de uma retracção francesa definitiva que o marechal francês desejava adiar, e que chegara à altura de iniciar uma contra-ofensiva fulminante que expulsasse todos os exércitos franceses da Península Ibérica. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Apesar das preocupações dos estrategas militares, durante a guerra peninsular frente aos exércitos napoleónicos só uma das três invasões realizadas pelos franceses, que atravessaram o país semeando medo, violência e morte, tornou o território alentejano num teatro de guerra convencional. No entanto, o sul do país não esteve impune às movimentações militares do exército napoleónico que marchou sobre a planície a partir de finais de 1807. A 2 de Dezembro, as forças espanholas que estavam estacionadas em Badajoz entravam na cidade de Elvas, no âmbito do compromisso do Tratado de Fontainebleau e do Bloqueio Continental imposto pela França em 27 de Outubro de 1807 e que a Espanha comprometera-se a cooperar. Estas forças que tomaram posse sem resistência das praças militares de Elvas e Badajoz, estavam sob comando do General D. Francisco Maria Solano Ortiz Rozas, Marquês do Socorro e Capitão - General da Andaluzia, que deixou na cidade de Elvas três dos seus batalhões e um regimento, o de Córdova na vila de Campo Maior, dirigindo-se para Estremoz os invasores estabeleceram o seu quartel militar em Setúbal, de salientar também o “carácter ordeiro” da força de comando espanhola que recomendava aos seus soldados o maior respeito para com os portugueses e suas propriedades. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Entretanto nova Ordem Geral datada de 31 de Dezembro, reforçava este respeito pela dignidade da nação portuguesa, louvando a amizade entre os portugueses e espanhóis e reafirmando em nome de Sua Majestade os empregos de todos os corregedores e governadores civis do sul de Portugal, numa estratégia puramente política que tinha como finalidade a constituição do principiado de D. Manuel Godoy prevista na partilha do território nacional entre Portugal e Espanha. Outras medidas denunciam claramente a preparação do futuro principiado, de facto o sul do país, chegou a ser dividido em distritos, procedendo-se para tal a nomeação de um comissário de polícia que tinha por obrigação zelar pela manutenção da ordem pública. Em Setúbal onde estava sediado o quartel-general foi criado um Tribunal Superior de Paz que era constituído por um Juiz Maior e com quatro juízes desembargadores cuja função era a avaliação dos processos civis e apelações que seriam apresentadas no decurso da conjuntura política e militar que então se vivia.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O volte face ocorria no início da Primavera de 1808, quando a concentração de efectivas militares junto as fronteiras nacionais espanholas, denunciavam uma vez mais as ambições napoleónicas e mais do que uma provocação era uma ameaça e que de resto, era uma nítida violação do artigo nº8 do Tratado de Fontainebleau. E as forças espanholas sob comando do General Solando receberam ordem para abandonar o território português. Ao mesmo tempo, que a forças francesas são obrigados à sua reposição no espaço nacional como forma de dominação do mesmo, Junot para evitar o vazio deixado pela retirada das forças espanholas coloca a terceira divisão em Setúbal enquanto o General Maurian recebia ordens para se deslocar para o Algarve, evidenciando já uma clara intenção dos franceses de ocuparem definitivamente o território português e o sul que pela partilha, franco-espanhola, seria atribuída a Manuel Godoy. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A necessidade de dominar o sul de Portugal era uma emergência e a 28 de Março Junot nomeava o General Kellerman como comandante superior de toda a margem esquerda do rio Tejo. E com a recomendação que o mesmo se deveria deslocar para a cidade fortaleza de Elvas com a sua cavalaria, assim um batalhão de 1.000 homens ao qual se juntou o regimento nº 86 com 1.700 homens entrou na maior praça terrestre do sul de Portugal. Entre as forças que acabariam por estacionar em Elvas, destacava-se cerca de metade do regimento da cavalaria dos Dragões com uma finalidade específica, estabelecer o controlo e a respectiva prevenção relativamente a qualquer manobra ofensiva do exército espanhol da Extremadura. Entretanto Junot mostrava-se preocupado com as manifestações populares anti-francesas ocorridas em Badajoz a 4 de Maio e que poderiam de alguma forma alastrar a Portugal como de resto viria a ocorrer mais tarde. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Aliás desde a revolta de 2 de Maio em Madrid, que o movimento revolucionário anti-francês, se manifestou por toda a Espanha desde as Astúrias, Galiza e Leão até à Andaluzia e em Portugal emergiu em toda a sua raia fronteiriça um movimento geral contra as tropas francesas. Que em resposta às manifestações populares das “gentes” alentejanas utilizou a violência e a repressão, mas o sentimento anti-francês crescia e em 19 de Junho de 1808 e por influência de um grupo de espanhóis que se deslocaram a Juromenha, a população de Vila Viçosa revoltou-se contra a guarnição dos 3.000 homens ali estacionados sob comando do General Avril. Em socorro, das forças napoleónicas deslocava-se o 86º Regimento a mando do General Kellerman com o objectivo de punir os revoltosos, os confrontos entre as forças francesas e portuguesas, sucederam-se e a repressão sobre a população da vila alentejana foi inevitável mas o sentimento anti- francês crescia e propagava-se por todo o sul de Portugal.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;No sul de Portugal, a população pegava em armas contra os franceses, em Beja tal atitude corajosa terminava com uma elevada mortandade nas hostes nacionais e a própria Igreja, tomava partido dos ocupantes, a nota pastoral “Sacro Collegio Patriarchal “, era clara, estavam todos os portugueses excomungados que ousassem pegar armas contra os franceses. Os apoios à causa da libertação do jugo francês mantêm-se, no início de Julho, as forças militares espanholas passam a fronteira e ocupam a vila de Campo Maior, onde se constituiu a primeira Junta Governativa do Alentejo, mas a presença espanhola era evidente em Castelo Vide, Portalegre, Arronches e Juromenha onde estacionou D. Francisco Moretti com uma força de 200 infantes e 20 cavaleiros, na primeira semana de Julho, cobrindo uma série de espaços fundamentais na defesa da raia ibérica, numa época em que a Espanha (?), defendia as suas fronteiras territoriais em solo português. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A pressão sobre a presença francesa aumentava com a chegada de uma força naval de 10.000 ingleses que desembarcava nas proximidades da capital e Junot, receando o pior reunia o seu Conselho de Guerra a 26 de Junho na qual se determinou:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;1.- Apenas deveriam permanecer as guarnições de Peniche, Almeida e Elvas;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;2.- Todas as outras forças deviam ser concentradas em Lisboa; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;3.- Setúbal, bem como as posições localizadas na margem esquerda do Tejo em frente à capital deviam ter prioridade no comando francês.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;4.- Deviam merecer uma vigilância atenta em função da sua posição estratégica, aos seguintes aglomerados: Leiria, Ourém, Tomar, Santarém, Rio Maior, Óbidos e Peniche. E ainda, Sacavém e Sintra, no contexto do avanço sobre Lisboa.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;5.- A cidade de Lisboa, devia ser defendida até exaustação e as forças militarizadas só deveriam recuar para Elvas quando fossem pressionadas e onde uma vez reorganizadas deveriam passar a Elvas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Entretanto na Praça militar de Elvas, o General Kellerman abandonava as suas campanhas no Alentejo, fixando-se na cidade dando ordens para a realização de reconhecimentos na zona da Juromenha e nas proximidades de Badajoz, organizando ao mesmo tempo a sua defesa e o seu aprovisionamento face a qualquer cerco que pudesse acontecer, deslocando -se em pleno Verão para a capital. Na principal cidade da Extremadura as notícias da chegada do General francês, determinava uma intervenção rápida das forças de comando que contava com cerca de 20.000 soldados, provisões e artilharia. Enquanto tal acontecia os focos de resistência no Alentejo, em Beja e Vila Viçosa reacendiam-se. E a situação no Alto Alentejo tornava-se explosiva e em 17 de Julho de 1808, o tenente-general Francisco Paula Leite, aceita a nomeação para governador militar do Alentejo, os corpos do exército incluíam não só portugueses como espanhóis a que se juntavam os civis. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;No final do Outono numa tentativa de pôr termo ocupação da praça militar de Elvas, que estava sob comando Girod de Novilard, os portugueses auxiliados pelo exército espanhol sob liderança do General D. José Galluzo, que assentou baterias sobre o Monte da Graça, onde estavam estacionados os franceses, obrigando-os à sua retirada sem antes que antes alguns militares fossem vítimas da justiça popular da população elvense que aprisionou três oficiais galeses e assassinou um sargento que seria arrastado pelas ruas da cidade. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Estas movimentações militares que ocorreram entre 1807 e 1808, em pleno Alentejo, demonstraram que a resistência à presença francesa foi inexistente nas zonas onde implantação francesa era notável como era os casos de Elvas e de Estremoz, onde a falta de armas e de comando determinava a submissão das populações. Não podemos ignorar que estes focos de resistência, resultavam de um recrutamento feito na sua grande maioria nas ordenações concelhias e nas próprias milícias regimentais que actuaram sob a forma de guerrilha. A sua actuação baseava-se não só em actividades colectivas e que se integravam os próprios aglomerados urbanos, mas também em actividades singulares, tais como ataques às retaguardas das colunas, aos depósitos, destruindo recursos logísticos e, sempre que possível, liquidando elementos ou forças militarizadas. Todavia estes focos de resistência por iniciativa local, também não trouxeram a desejada libertação, como foram as iniciativas dos núcleos populacionais de Vila Viçosa, Beja, Montemor-o-Novo e Évora, que sofreram as maiores crueldades do exército napoleónicas. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A viragem ocorreu a partir do momento em que as forças espanholas prestaram um notável apoio às portuguesas, em termos materiais e humanos que foram decisivos para a sublevação de um grande número de aglomerados populacionais junto à raia portuguesa. Perante a incapacidade de pacificar a resistência que se foi levantando em todo Alentejo perante um exército desmoralizado por inúmeras baixas provocadas pelas batalhas, altas temperaturas, falta de víveres, água e alimentos durante dias inteiros de marcha. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Por outro lado, as forças inglesas ganhavam projecção no interior da orgânica do exército português, quando por Decreto Real de 21 de Janeiro de 1809, era nomeado, o Major General Wiliam Carr Beresford para Comandante do Exército Português e com essa finalidade, fez-se acompanhar de um conjunto de jovens oficiais que na fase de preparação e aprontamento do exército, introduziram não só novos procedimentos, novas regras disciplinares, novas tácticas e novas armas. Em todos os Regimentos e Batalhões, Beresford procurou evitar a preponderância de uma nacionalidade com vista à sua coesão, assim se o Coronel era inglês o Tenente Coronel era português e vice-versa. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mas seria durante a terceira invasão que a província alentejana tornar-se-ia efectivamente num teatro de guerra, chave nas operações militares desenvolvidas a partir das praças alentejanas, com o fim de evitar a ocupação das terras da raia e da Extremadura, nomeadamente de Badajoz e de Albuquerque.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Terminada a resistência ao êxito às forças napoleónicas na zona portuguesa, o conflito manteve-se nas localidades vizinhas já em solo espanhol e nessa conjuntura de guerra, os reforços anglo - lusos, sob comando do General Beresford que tinha sido destacado da zona militar de Abrantes para a Praça militar de Elvas por Wellington com a finalidade de aliviar a pressão francesa, seriam decisivos para a primeira derrota significativa das forças francesas junto da ponte de Albuera. Na qual a cavalaria lusa irrompeu sobre os forças francesas provocando um número elevado de baixas junto às muralhas. Onde pela primeira vez as forças peninsulares constituídas por um exército composto de portugueses, espanhóis e ingleses, cuja coordenação de esforços foi fundamental para o desencadear com êxito as operações da campanha militar. De realçar que uma vez mais a praça militar de Elvas desempenhou um papel fundamental não como espaço militar mas como hospital de retaguarda, para onde eram deslocados em sucessivos comboios os feridos do teatro de guerra onde lhes era prestada assistência médica. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Uma pouco antes em Janeiro, havia sido ocupada pelos franceses sem resistência a praça de Olivença, libertada alguns meses depois em meados de Abril por um exército anglo - português, uma vez desocupada outra fortificação fronteiriça, a Praça militar de Campo Maior em 25 de Março, por imposição do exército de Mortier, comandado pelo barão Girard que impôs a rendição da vila. Este acontecimento ocorre na transição entre a segunda e terceira invasão francesa, quando Massena e os franceses continuavam a pôr cerco às praças situadas próximas do raia, Alentejo e Extremadura, na verdade após a tomada de Badajoz, a divisão francesa, resolveu invadir o território português propondo de imediato a rendição do governador da praça, José Joaquim Talaia, o qual rejeitou tal proposta. Ficando de imediato sujeito às hostilidades, com os franceses abrindo fogo sobre as posições portuguesas em 15 de Março e continuando até 21 de Março, quando o governador aceitou a capitulação face à ausência de socorro das forças aliadas. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mas a ocupação desta praça por parte das forças napoleónicas não iria durar muito tempo, pois Beresford aproximou-se da mesma e três dias depois ponha termo ao cerco à praça portuguesa e estabelecia o corte de comunicações com Badajoz, ainda sobre controlo dos franceses. A 25 de Março finalmente quebrava-se a resistência francesa …”&lt;span style="color: blue;"&gt;nesta ocasião fizerão os Franceses, tiverão de evacuar a praça com perda de mais 600 homens entre mortos, feridos e prisioneiros “. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;E, alguns dias depois a conquista de Badajoz, cujo plano de libertação seria gizado por Wellington que tinha montado o seu quartel-general nos arredores de Elvas. A tomada de Badajoz, já tinha sido tentada pelo General Beresford que apesar das dificuldades de defesa daquela praça que apresentava alguns danos conseguiu resistir até 16 de Marco de 1812, data do início da sua afirmação. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Todavia, os ataques lançados às tropas francesas pelas forças militares e civis de Elvas e Campo Maior, acabaram por se inserir numa nova etapa, a chamada Guerra Peninsular. Na qual as forças militares estacionadas na cidade de Elvas acabariam por ter um papel fundamental na medida em que integradas no exército anglo - inglês no qual se destacavam também as forças militares espanholas, iniciariam o processo de expulsão dos franceses da Península ibérica. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Neste âmbito as unidades militares estacionadas em Elvas, as Batalhão de Cavalaria nº1, as Regimento de Infantaria nº4, as Regimento da Infantaria nº 8 e o Regimento de Infantaria nº 17, acabariam por evoluir no teatro das operações gizado por Wellington na libertação da Península Ibérica. Num primeiro momento, fazendo parte da composição do exército de 60.000 homens que se colocou estrategicamente defronte da cidade de Salamanca, que em 22 de Julho de 1812 procedeu à sua libertação. A batalha de Arapilles ou de Salamanca, abria uma nova era em solo espanhol, deixava de ser uma guerra de exércitos para se tornar numa guerra total, com intervenção não só das tropas como da população. Nesta batalha era já evidente as deficiências de organização dos exércitos franceses e as causas foram variadas: - A incapacidade para reabastecer de forma eficaz as tropas de víveres, efectivos, fardamento, equipamentos e cavalos a partir da retaguarda, uma vez que a aquisição de recursos locais tornava-se quase impossível devido ao clima de hostilidade que se vivia em toda a península; - A indisciplina e os desentendimentos entre a oficialidade francesa eram evidentes e reflectia-se na condução operacional do exército e sobretudo na sua conduta operacional e por último, a subestimação do valor e possibilidades do adversário, sobretudo no campo dos reabastecimentos devidamente organizado e operacional. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Em finais de 1812, uma vez mais as referidas unidades elvenses voltam a ser convocadas para a ofensiva final em Espanha integradas agora na força militar sob comando do General Hill. A hora de libertação da Península Ibérica ocorre na Batalha da Vitória em 21 de Junho de 1813 quando o exército aliado se organiza em três frentes, a direita onde se integrava as forças portuguesas lideradas pelo Major General Hill, o centro e a esquerda pelos estrategas militares, Cole e Graham. No campo de batalha, as forças peninsulares organizaram-se como três exércitos diferenciados e que actuavam em três combates distintos, fragmentando a extrema resistência das forças comandadas por Reille obrigado a bater em retirada abandonando o cabo de batalha, com inúmeras baixas e com a perda de importante material bélica. A partir de então estavam criadas todas as condições para a vitória das forças aliadas sob comando do General Hill nas operações militares que se sucederam e que ficaram conhecidas por “Batalhas dos Pirinéus” de resto determinantes para a libertação da Península Ibérica das ambições da França imperial e napoleónica.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-1507891094417146892?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/1507891094417146892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/1507891094417146892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/06/o-papel-da-praca-de-elvas-no-alentejo-e.html' title='O papel da Praça de Elvas no Alentejo e no contexto das Guerras peninsulares'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-GYvNmhHBuDw/TfvdJUBsB8I/AAAAAAAAIV4/lBDyNz6DXpg/s72-c/40285_117938908255786_100001190333178_110828_6747984_n.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-3862522710662836889</id><published>2011-06-12T19:56:00.003+01:00</published><updated>2011-06-12T23:11:47.749+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História em Datas'/><title type='text'>Cléopatra no cinema na mais longa metragem de sempre...</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="MsoListParagraph" style="margin: 0cm 0cm 10pt 70.8pt; mso-add-space: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-VnnTsCtt8pQ/TfULSv5M5jI/AAAAAAAAIU0/R8oFmOG9T1o/s1600/cleopatra_elizabeth_taylor.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/-VnnTsCtt8pQ/TfULSv5M5jI/AAAAAAAAIU0/R8oFmOG9T1o/s640/cleopatra_elizabeth_taylor.jpg" t8="true" width="486" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-itOkXik1R0s/TfULTxYRYeI/AAAAAAAAIU4/dV_3qvTYMI8/s1600/1b412f_1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://4.bp.blogspot.com/-itOkXik1R0s/TfULTxYRYeI/AAAAAAAAIU4/dV_3qvTYMI8/s640/1b412f_1.jpg" t8="true" width="481" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Liz Taylor a beleza feminina personalizada na rainha do Egipto.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoListParagraph" style="margin: 0cm 0cm 10pt; mso-add-space: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Em&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;12 de Junho de 1963, estreia-se em Nova York a película mais cara e mais longa, da sétima arte, “Cleópatra”.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Esta longa-metragem que tinha como protagonista a famosa rainha egípcia, foi rodada durante vários anos e tinha a duração recorde de quatro horas. Os custos da sua produção atingiram valores astronómicos para a época cerca de 37 milhões de dólares, mas fundamentais para os gastos relativamente à multidão de protagonistas, actores e actrizes de referência internacional, assim como para a construção de cenários únicos , tão sumptuosos como o vestuário, usado pela bela Liz Taylor que encarnava a figura Cleópatra. O tema central do filme, centrava-se nas relações entre a rainha egípcia (Liz Taylor) e os imperadores romanos, Júlio César e Marco António, personificados respectivamente por Richard Burton e Rex Harrison outras duas vedetas de Hollywood. Mas, esta longa metragem que consagrou Liz Tyalor e Richard Burton, na ficção, acabou por se cruzar nas suas vidas reais, o seu matrimónio, seguido de um divórcio e mais tarde de um novo casamento, tornaram o casal&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;tema de capa da imprensa internacional, de tal forma que durante a década de sessenta a sua vida, os seus encontros e desencontros, tornaram-se mais importantes que a obra cinéfila majestosa e&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;grandiosa, que fez e faz parte da história do cinema do séc.XX.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-3862522710662836889?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/3862522710662836889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/3862522710662836889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/06/cleopatra-no-cinema-na-maior-longa.html' title='Cléopatra no cinema na mais longa metragem de sempre...'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-VnnTsCtt8pQ/TfULSv5M5jI/AAAAAAAAIU0/R8oFmOG9T1o/s72-c/cleopatra_elizabeth_taylor.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-3490693952965207500</id><published>2011-06-11T13:15:00.001+01:00</published><updated>2011-06-11T13:17:17.353+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História em Datas'/><title type='text'>Henri Matisse vencia a Bienal de Veneza.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fUGQ6yzQsi8/TfNbNH3cqLI/AAAAAAAAIR0/puQeSWAsyAA/s1600/GLAcNqTmuNyO1J1TUfLc.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://4.bp.blogspot.com/-fUGQ6yzQsi8/TfNbNH3cqLI/AAAAAAAAIR0/puQeSWAsyAA/s640/GLAcNqTmuNyO1J1TUfLc.jpg" t8="true" width="434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Retrato com risca verde, óleo sobre tela, 40.5 x 32.8 cm ( 1905)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-q8Km082mIe4/TfNbN2J12BI/AAAAAAAAIR4/HVca7tx27pA/s1600/henri-matisse-franc3a7a1869-1954-a-danc3a7a-primeira-versc3a3o-1909-museum-of-modern-art-moma-new-york.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://2.bp.blogspot.com/-q8Km082mIe4/TfNbN2J12BI/AAAAAAAAIR4/HVca7tx27pA/s640/henri-matisse-franc3a7a1869-1954-a-danc3a7a-primeira-versc3a3o-1909-museum-of-modern-art-moma-new-york.jpg" t8="true" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Dança, óleo sobre tela, 259,7 x 390 cm (1909)&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-GG8NLiaiMQc/TfNbRJzm3HI/AAAAAAAAIR8/nW8w4VL2igE/s1600/Aalegriadeviver.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="466" src="http://2.bp.blogspot.com/-GG8NLiaiMQc/TfNbRJzm3HI/AAAAAAAAIR8/nW8w4VL2igE/s640/Aalegriadeviver.jpg" t8="true" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Alegria da Vida, òleo sobre tela, 1.74 x 2.38m, 1906/06&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Em 11 de Junho de 1950, Henri Matisse (1869 -1954)&amp;nbsp;vence o prémio de Pintura da Bienal de Beleza. A sua carreira pictórica inicia-se sob orientação de Gustave Moreau, depois de uma breve experiência pelo pontilhismo opta por uma composição mais expressiva, onde a cor predomina, evidenciando a influência de Van Gogh e Paul Gaugin. Na sua formação pictórica muito contribui a sua formação e conhecimento da arte africana e oriental. Faz parte do grupo dos Fauve que expõe no Salão de Outono de 1905 em Paris e analisa racionalmente o objecto de representação do Cubismo e opta pela máxima complexidade expressa com a máxima simplicidade, numa atitude crítica a intuição sintética cubista. Aliás a sua simplicidade de representação é sem dúvida uma dádiva à pintura contemporânea, de facto a sua obra reflecte a omissão dos detalhes mas as cenas conservam os elementos essenciais da forma plástica e da profundidade espacial. A sua obra, juntamente com a função criativa da cor, aprofundada, sobretudo após o período Fauve, as potencialidades da linha e do arabesco. Na última fase, da sua carreira o contínuo processo de síntese aproxima-o da abstracção, sobretudo após 1950, como é exemplo, “As guaches pintadas”. A sua obra compreende também a escultura e a cerâmica e&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;as técnicas de incisão e colagem. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-3490693952965207500?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/3490693952965207500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/3490693952965207500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/06/henri-matisse-vencia-bienal-de-veneza.html' title='Henri Matisse vencia a Bienal de Veneza.'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-fUGQ6yzQsi8/TfNbNH3cqLI/AAAAAAAAIR0/puQeSWAsyAA/s72-c/GLAcNqTmuNyO1J1TUfLc.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-2268370388680282409</id><published>2011-06-10T23:14:00.003+01:00</published><updated>2011-06-10T23:18:34.079+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias com História'/><title type='text'>A polémica biografia de Ghandi faz notícia na Índia</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-UkNdGTPfHj8/TfKXH0vALQI/AAAAAAAAIRo/96oHDzS063g/s1600/great-soul-mahatma-gandhi-his-struggle-with-india-joseph-lelyveld-hardcover-cover-art.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-UkNdGTPfHj8/TfKXH0vALQI/AAAAAAAAIRo/96oHDzS063g/s1600/great-soul-mahatma-gandhi-his-struggle-with-india-joseph-lelyveld-hardcover-cover-art.jpg" t8="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Joseph Leyveld, vencedor do Prémio Pultizer e antigo correspondente do The New York Times, volta a ser notícia agora pela publicação de uma polémica bibliografia, sobre Mahatama Gandhi (1896-1948) que titulou de Great Soul (Alma Grande).&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A obra tem sido motivo de debate&amp;nbsp;e tem gerado alguma discussão no seu país natal, uma vez que a mesma põe em causa a imagem idealizada do líder pacifista. Nesta perspectiva, o autor reproduz algumas revelações polémicas, como alguns comentários atribuídos a Ghandi de perfil xenófobo, como é o caso da sua visão sobre os zulus que considerava “ problemáticos, sujos e vivendo como animais” &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;ou algumas reflexões polémicas, como a atribuição de uma relação de carácter homossexual, do líder indiana com Herman Kallenbach, arquitecto e fisioterapeuta, a partir da reprodução de cinco cartas nas quais se encontra expressões comprometedoras como “sempre estás na minha mente” ou “ tomaste completamente a posse do meu corpo”. Esta revelação tem sido mal acolhida na índia onde a homossexualidade é proibida por lei desde 2009 e a referida biografia está proibida na sua terra natal, Gujarat. Cujo governador do Estado a que pertence tal circunscrição administrativa, Narenda Modi declarou que a obra de Joseph Leyveld é difamatória e preserva e como tal tem sido censurado em território indiano.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-2268370388680282409?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/2268370388680282409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/2268370388680282409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/06/polemica-biografia-de-ghandi-faz.html' title='A polémica biografia de Ghandi faz notícia na Índia'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-UkNdGTPfHj8/TfKXH0vALQI/AAAAAAAAIRo/96oHDzS063g/s72-c/great-soul-mahatma-gandhi-his-struggle-with-india-joseph-lelyveld-hardcover-cover-art.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-3255200596287826946</id><published>2011-06-10T12:18:00.004+01:00</published><updated>2012-01-13T14:52:27.008Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>8.3. A sociedade contemporânea (1850-1930) : Os militares.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;H&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-SXzFso6bBqE/TfH776A_dkI/AAAAAAAAIRY/kFbNlVAKAgE/s1600/38287_112761725440171_100001190333178_84692_5105622_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-SXzFso6bBqE/TfH776A_dkI/AAAAAAAAIRY/kFbNlVAKAgE/s1600/38287_112761725440171_100001190333178_84692_5105622_n.jpg" t8="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A militarização da Praça de Elvas uma realidade secular entre as Guerras Peninsulares e a Guerra Colonial&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZDcZzzPpK8U/TfH7-U77NaI/AAAAAAAAIRc/GOoIXT-D4zs/s1600/66335_137866379596372_100001190333178_190498_649487_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZDcZzzPpK8U/TfH7-U77NaI/AAAAAAAAIRc/GOoIXT-D4zs/s1600/66335_137866379596372_100001190333178_190498_649487_n.jpg" t8="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O forte da Graça, reduto da resistência liberal&amp;nbsp;e absulotista nas guerras liberais&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-4goVomZm58M/TfH8BsfeERI/AAAAAAAAIRg/LAZ3_OVxpok/s1600/Foto+1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-4goVomZm58M/TfH8BsfeERI/AAAAAAAAIRg/LAZ3_OVxpok/s1600/Foto+1.jpg" t8="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Os militares ocuparam a hierarquia dos poderes na cidade de Elvas até ao início do Estado Novo.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-k13dtoHCbpg/TfH8CR31RlI/AAAAAAAAIRk/xKZHuyr7Uus/s1600/contrabando+002.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-k13dtoHCbpg/TfH8CR31RlI/AAAAAAAAIRk/xKZHuyr7Uus/s400/contrabando+002.jpg" t8="true" width="275" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A G.N.R. um futuro para os jovens com pouca escolarização&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O tempo da presença militar como força organizada e profissional de um estado nacional na cidade de Elvas é uma realidade recente, inicia-se com o estacionamento militar das forças nacionais durante a Guerra Peninsular, mas torna-se evidente com a consagração do estado liberal. De facto, após a Revolução Liberal de 1820, uma nova “classe de índole profissional” afirma-se na sociedade elvense, o tempo dos Generais e dos Brigadeiros, como autoridades locais torna-se evidente na relação com o poder central, o espaço urbano está confinado às exigências militares e até à ao Estado Novo a figura do governador da praça militar se projecta para além dos poderes civis. Do ponto vista, da presença militar ao contrário de algumas opiniões sem fundamento científico, os militares estacionados na cidade foram sempre leais às causas nacionais. Não é verdade que Elvas tenha sido um reduto miguelista e apenas a arma de infantaria nº3 estacionada no Forte a Graça se manifestou a favor da facção miguelista durante a Carta Constitucional de 1826/1827. Por outro lado, as forças miguelistas jamais ajudaram os miguelistas elvenses e o General Magnessi que comandava a Divisão miguelista do Alentejo, não&amp;nbsp;tomou uma atitude solidária e nesse âmbito, os&amp;nbsp;trinta e dois&amp;nbsp;soldados do destacamento de Infantaria nº5, que aderiram à causa absolutista, apenas encontraram protecção para as suas vidas na Vila Nova de La Serena. Com a Regeneração, a vitalidade da Praça Militar de Elvas tornou-se evidente nomeadamente durante as Campanhas de África na década de 1880, quando viu reforçada a sua valência como espaço de estacionamento militar, função, essa reforçada durante a Guerra Civil de Espanha e mais tarde durante a Guerra Colonial. Do ponto vista estritamente profissional, o tempo dos generais durou de forma consolidada até 1876, numa época em que a carreira militar e a origem nobre ainda estava associada,&amp;nbsp;como são exemplo o Visconde de Sá da Bandeira, o Conde de Lumiares, o Barão de Claros ou General Furtado de Mello, da melhor nobreza de Portugal. Durante a monarquia constitucional a maioria dos oficiais de carreira eram homens distintos oriundos da nobreza ou da burguesia, vivendo à margem da sociedade local, com alguma presença nos actos sociais nas casas nobres da cidade nomeadamente na casa palaciana da Condessa de Tarouca e outras da região. Nos finais do séc. XIX alguns oficiais de média, patente, já iniciam a sua participação nos espaços de lazer local nomeadamente no Clube Elvense e o número da oficialidade com origem em Elvas aumenta notavelmente na transição para o século XX, o “ser militar” torna-se uma opção profissional. O poder económico e a formação escolar distinguia os filhos dos grupos mais abastados, os filhos das famílias mais modestas durante a I República, aumentavam as fileiras do exército português, os que se distinguiam no estudo, chegaram às patentes superiores do exército, outros adquiriam a sua escolaridade no exército chegando à patente de sargentos e os menos aptos cumpriam o serviço militar e aspiravam integrar a nova força policial a GNR. Clandestinamente primeiro e efectivamente depois os militares na Praça Militar conspiraram contra a Monarquia Constitucional e contra a República como mais tarde teremos oportunidade de verificar.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-3255200596287826946?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/3255200596287826946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/3255200596287826946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/06/83-sociedade-contemporanea-1850-1930-os.html' title='8.3. A sociedade contemporânea (1850-1930) : Os militares.'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-SXzFso6bBqE/TfH776A_dkI/AAAAAAAAIRY/kFbNlVAKAgE/s72-c/38287_112761725440171_100001190333178_84692_5105622_n.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-8512403125505589727</id><published>2011-06-03T22:22:00.004+01:00</published><updated>2012-01-13T14:53:13.214Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>8.3. A sociedade contemporânea : as classes populares -1850-1926</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;H&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-YkKuJsarTzA/TelPNlv_ItI/AAAAAAAAIPk/cwti5VIabpo/s1600/dd+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://3.bp.blogspot.com/-YkKuJsarTzA/TelPNlv_ItI/AAAAAAAAIPk/cwti5VIabpo/s640/dd+001.jpg" t8="true" width="388" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A pobreza e a miséria estava associada&amp;nbsp;quase sempre às "crises&amp;nbsp;do trabalho"&amp;nbsp;&amp;nbsp;na região do Caia&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(foto de Fernando Silva Dias, in Campo Maior a Preto e Branco, coordenação de Luís Dias Caraças)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-CmnA6ZtUrWs/TelPKP3Q87I/AAAAAAAAIPg/YXS_B7MHRAQ/s1600/249931_186183654764644_100001190333178_437105_7342545_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-CmnA6ZtUrWs/TelPKP3Q87I/AAAAAAAAIPg/YXS_B7MHRAQ/s1600/249931_186183654764644_100001190333178_437105_7342545_n.jpg" t8="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Os portais das Igrejas de Elvas foram os anjos da guarda de muitas crianças da região&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-jJL5UhodR9c/TelPRCb9hxI/AAAAAAAAIPo/8b-MyYXdUdk/s1600/ds+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-jJL5UhodR9c/TelPRCb9hxI/AAAAAAAAIPo/8b-MyYXdUdk/s1600/ds+001.jpg" t8="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O chefe da República Nova ascendeu à categoria de Santo para as classes pobres de Elvas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A maior parte da população estabelecida no Distrito de Portalegre após os ventos do Liberalismo, estava directamente ligada a vida agrícola, realizando na sua vida quotidiana, uma serie de tarefas agrícolas complementares que incluía a pastorícia, em troca de um precário salário e formando em consequência um verdadeiro “proletariado rural”. Segundo, o Grande Dicionário de Língua Portuguesa de Domingos Vieira, caracterizava estes indivíduos que viviam do sustento do seu árduo trabalho nos campos, por oposição a classe dos grandes proprietários como “ homem do campo”, “sem educação”, “grosseiro”, “áspero e descortês”. Na imprensa periódica de Elvas, na época da Regeneração as expressões, “pobres homens”, vagabundas” e ”miseráveis”, era as mais comuns para identificar, este multidão de trabalhadores rurais que trabalhavam nas herdades locais mediante um contrato de trabalho de natureza variável correspondente às diferentes funções que exerciam, (tais como, guarda da herdade, sota, boieiro, ganhão entre outras) … De referir também que até final do séc. XIX uma parte significativa das prestações a pagar pelos proprietários rurais, não se exprimia em dinheiro mas em géneros, mas em comum durante várias décadas de Oitocentos era a época de pagamento que no concelho de Elvas, ocorria no final de cada colheita agrícola mas quase sempre durante o período da Festa de São Mateus, onde este trabalhadores rurais, por vezes iam adquirir os produtos artesanais ou agrícolas, que eles próprias tinham produzido com a força do seu trabalho. Aos trabalhadores locais, juntavam-se os itinerantes oriundos das Beiras que depois de fazerem a campanha dos cereais de Elvas, dirigiam-se para Badajoz, estes homens de trabalho, eram de resto muito “apreciados” pelos proprietários rurais da raia Alentejo/Extremadura, uma vez que estavam dispostos a realizar qualquer trabalho por salários muito baixos, que não eram de resto aceites pelos trabalhadores locais. A sua presença na cidade elvense não passava despercebida pela população local, não só deslocavam em grande número, chegavam à centena, como envolviam-se em lutas por vezes violentas quando tinham que dividir os ganhos obtidos pelo grupo e que era repartido pelo encarregado da camaradagem. Aliás a violência, era algo que perseguia estes trabalhadores itinerantes sobretudo quando chegavam à Extremadura Espanhola, nomeadamente em tempos de crise económica, aliás a documentação extremenha, refere a expulsão e a violência dos ratinhos portugueses em períodos de desemprego em Espanha nomeadamente na crise económica de 1898. Todavia, alguns acabavam por se fixar na cidade de Elvas, após o fim das campanhas agrícolas e uma parte dos mesmos durante algum tempo era identificados com a prática de mendicidade. Todavia, a mendicidade que marcou os finais do séc. XIX em Elvas não era apenas extensiva aos ratinhos das Beiras. E nesse sentido as bolsas de pobreza segundo a documentação oficial eram identificadas segundo três grupos: a ) Pobres por incapacidade de assegurar o seu próprio sustento, como meninos, enfermos e presos; b) pobres aptos para o trabalho mas incapazes de se alimentar ou vestir os seus dependentes como os desempregados, viúvas ou trabalhadores com famílias numerosas ou pobres que tinham a possibilidade de trabalhar mas eram identificados por um comportamento ocioso e marginal. Era o caso, dos “falsos pobres”, “vagabundos” ou “contrabandistas ocasionais”. O certo é que a questão da pobreza e da miséria, não deixava indiferentes certos sectores da sociedade elvense e uma das primeiras figuras da história da solidariedade em Elvas era sem dúvida o Brigadeiro José Maria Baldi, Governador da Praça militar de Elvas que durante os primeiros decénios da Regeneração criou o Asilo da Infância Desvalida com o apoio das classes mais abastadas da cidade e inclusive da própria Coroa a quem pediu apoio para esta instituição, que servia dezenas de órfãos portugueses e espanhóis, numa época em que alguns extremenhos recém-nascidos eram abandonados com alguma frequência junto dos portais das Igrejas da cidade de Elvas e particularmente junto da Igreja de São Domingos. A Casa da Misericórdia, com as suas festas de beneficência, com vista a aquisição de meios financeiros, não só para sua manutenção mas também&amp;nbsp; no apoio&amp;nbsp;à multidão de desfavorecidos que apoiava, a Igreja e a acção de alguns particulares, eram outros patronos dos mais pobres que em Elvas encontra durante o Sindonismo pela primeira vez o apoio estatal com a criação da sopa das pobres nos finais da I República.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-8512403125505589727?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/8512403125505589727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/8512403125505589727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/06/83-sociedade-contemporanea-as-classes.html' title='8.3. A sociedade contemporânea : as classes populares -1850-1926'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-YkKuJsarTzA/TelPNlv_ItI/AAAAAAAAIPk/cwti5VIabpo/s72-c/dd+001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-7479449519281110640</id><published>2011-05-16T23:53:00.002+01:00</published><updated>2011-11-11T14:38:16.454Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotografia'/><title type='text'>A Fotografia Contemporânea: A Escola de Paris.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LMoyLyNxpo4/TdGms8pgtgI/AAAAAAAAIJE/62ebZgN8rfg/s1600/atget+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-LMoyLyNxpo4/TdGms8pgtgI/AAAAAAAAIJE/62ebZgN8rfg/s640/atget+001.jpg" width="436px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Eugéne Atget, Prostituta, 1921,&amp;nbsp;- 23.2X17.4 cm.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-7SnovrOUDko/TdGoiYpQ9FI/AAAAAAAAIJM/AdmASFhmFj8/s1600/kertez+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-7SnovrOUDko/TdGoiYpQ9FI/AAAAAAAAIJM/AdmASFhmFj8/s640/kertez+001.jpg" width="486px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;André Kertész,Champ Elysées, 1930 - 24.5x18 cm.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-An1n6knyMnc/TdGljBr4I3I/AAAAAAAAII4/Qk1fkWtOuUA/s1600/andre-kertesz_1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-An1n6knyMnc/TdGljBr4I3I/AAAAAAAAII4/Qk1fkWtOuUA/s640/andre-kertesz_1.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;André Kertész, entre a fotografia e a arte propriamente dita&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-6K5aIwdRjso/TdGlol_iWaI/AAAAAAAAII8/jprsVugrgjk/s1600/brassai+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-6K5aIwdRjso/TdGlol_iWaI/AAAAAAAAII8/jprsVugrgjk/s640/brassai+001.jpg" width="498px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;Brassai, Amor de Marinheiros, 1933 - 29.3x22.8 cm&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-23XY8NZsvto/TdGls9nL1PI/AAAAAAAAIJA/dGMLUIT6MTU/s1600/cart+bresson.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="412px" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-23XY8NZsvto/TdGls9nL1PI/AAAAAAAAIJA/dGMLUIT6MTU/s640/cart+bresson.jpg" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Henri Cartier Bresson, Sringar, Casemira,1948,27.3x39.9 cm.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-bfY33Lr0dBs/TdGnx3L2q7I/AAAAAAAAIJI/M9VZ0s94_TA/s1600/dosseau+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-bfY33Lr0dBs/TdGnx3L2q7I/AAAAAAAAIJI/M9VZ0s94_TA/s640/dosseau+001.jpg" width="506px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Robert Doisneau, A noiva de Cégéne, 1948 - 30.5&amp;nbsp;x 23.9 cm.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A fotografia contemporânea confunde-se com os trabalhos de Eugéne Atget (n.1856) , que tinha como objecto o registo das facetas da cidade da luz, que&amp;nbsp; não mereceram numa primeira fase um olhar artístico sobre a riqueza dos mesmos. Na verdade, a sua inspiração pelos recantos instantâneos do meio ambiente estavam em contraste com os trabalhos inerentes da imaginação, que versavam as obras de Braque, Picasso, Duchamp ou Man Ray. A sua obra reflecte uma intensidade subtil e uma perfeição técnica que acentuam a realidade, até mesmos nos registos mais banais. De resto são poucos os fotógrafos que igualaram a sua capacidade de criar composições simultaneamente bi e tridimensais. Entre os seus seguidores directos e que constituem a chamada “Escola de Paris”, destaca-se André Kertéz (n.1894), cujos registos, destacam-se pelo isolamento central da figura central relativamente à composição apresentada. Brassai (n.1889) , tal como Kertéz não era francês por naturalidade mas por adopção, nascido na Transilvânia, voltou aos cenários parisienses, fotografando os costumes e os ambientes e de uma forma particular os ambientes boémios. Cartier Bresson (n.1908), considerado o primeiro fotojornalistas por alguns críticos foi sobretudo um artista do ponto vista dos seus objectivos e da sua técnica. A sua obra reflecte a influência da arte abstracta moderna. O Futurismo e a ironia do Dadaísmo, numa palavra o movimento está latente no registo das suas composições, que o distingue dos restantes seguidores da Escola de Paris, tal como a fronteira do seu registo que se alarga definitivamente ao espaço universal. &amp;nbsp;Sem a notoriedade de Cartier Bresson, destaca-se Robert Doisseau (n.1864) como o fotógrafo mais próximo do ”fotógrafo-artista”, não pela técnica,&amp;nbsp;&amp;nbsp;nem pelo movimento mas pela clareza de registar como nenhum outro o acaso das fraquezas humanas tratadas com grande humor.&amp;nbsp;Robert Doisneau, era um fotógrafo autodidacta que registava&amp;nbsp;as suas imagens durante os seus passeios pelas ruas de Paris. O que tornou Doisneau famoso foi a sua "fotografia de rua", em inúmeros&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;instantâneos, documentou com humor e empatia a vida dos subúrdios de&amp;nbsp;Paris.&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-7479449519281110640?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/7479449519281110640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/7479449519281110640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/05/fotografia-contemporanea-escola-de.html' title='A Fotografia Contemporânea: A Escola de Paris.'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-LMoyLyNxpo4/TdGms8pgtgI/AAAAAAAAIJE/62ebZgN8rfg/s72-c/atget+001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-5565205039952755736</id><published>2011-05-07T22:45:00.004+01:00</published><updated>2012-01-13T14:55:27.977Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>8.2. A sociedade contemporânea: As características da classe dominante - 1850-1930</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;H&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zuOGeBG-pR4/TcW8KInPEQI/AAAAAAAAIFQ/-K0daXLNa6Y/s1600/9.2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="416" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-zuOGeBG-pR4/TcW8KInPEQI/AAAAAAAAIFQ/-K0daXLNa6Y/s640/9.2.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;O palácio dos Marqueses de Alegrete o símbolo do aristocracia oitocentista.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4aCuX7UprDg/TcW8NLJImpI/AAAAAAAAIFU/BgIfhwaY6w0/s1600/11.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="428" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-4aCuX7UprDg/TcW8NLJImpI/AAAAAAAAIFU/BgIfhwaY6w0/s640/11.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A família Bagulho&amp;nbsp;em menos de um século juntou lavradores, intelectuais e militares.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zFUkTIQ9boQ/TcW8a5MxBPI/AAAAAAAAIFY/VsnHWq_qasw/s1600/Arantes+OliveiraFrancisco+Rasquilha.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-zFUkTIQ9boQ/TcW8a5MxBPI/AAAAAAAAIFY/VsnHWq_qasw/s1600/Arantes+OliveiraFrancisco+Rasquilha.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A elite dos lavradores na época&amp;nbsp;áurea da agricultura elvense&amp;nbsp;com o Ministro do Estado Novo, Arantes da Oliveira&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A maioria da sociedade elvense que se afirma a partir de meados do século XIX é marcada pela afirmação de novas gentes que se fixam em território elvense entre os finais do século XVII e o primeiro quartel do século XIX. Ou melhor, pouco mais que 32.7 % das famílias registadas no cartório notarial de Elvas algumas dezenas de anos antes da época da Regeneração têm a sua origem nas vilas ou na cidade raiana. E de um modo geral, a sua origem é popular e apenas meia dúzia de famílias tem origem nobre e a excepção é praticamente os marqueses da casa de Penalva. Uma vez que os restantes titulados o foram durante a monarquia constitucional por comenda e não pela origem de sangue como se observa com maior atenção na aristocracia portalegrense. Mas quando se chega a meados do séc. XIX, podemos já encontrar indícios de uma nova sociedade que chega aos nossos dias, mas que nada tem a ver com o passado histórico da cidade e é sobretudo um produto da Revolução Liberal. Na verdade quando se chega ao final do século XIX a “classe dos proprietários” afirma-se como grupo dominante, integrando os lavradores como grupo maioritário que foi sem dúvida o que mais evolui, pois mais de 85% das principais famílias tinham a sua origem em pequenos arrendatário e algumas tinham mesmo uma origem social humilde. Mas no grupo dos proprietários, agrupavam-se ainda os comerciantes, muito deles com origem na Sertã e os militares cujo prestígio estava determinado pela sua posição no exército português. Porém no seio dos proprietários agrícolas no final da primeira metade haviam já algumas famílias que se distinguiam das demais, como era o caso das famílias Bagulho, Gonçalves, Barbas e Rasquilha, as duas últimas com afinidade à nobreza local e regional, no caso da família Rasquilha o seu reconhecimento social advinha da sua riqueza inicialmente concentrada na vila de Arronches. Outras, estavam ainda dependentes do arrendamento de propriedades da Casa de Bragança, Cadaval e de alguns burgueses lisboetas como Lança Alvim ou João Miguel Barreto, que tinham o monopólio das grandes propriedades do concelho. Nas décadas de 1880/90 a intensificação de compra de herdades pelas famílias locais arrendatárias torna-se uma evidência na relação de compra/venda das propriedades agrícolas (herdades), numa época em que o investimento agrícola era complementar à actividade agrícola, neste âmbito distinguia-se a família Nunes da Silva oriunda das Beiras e cuja fortuna se constituiu na prática comercial antes de se tornaram também grandes lavradores da cidade e em pouco tempo, uma família de referência local e regional pela sua intervenção na vida política. Também inicialmente fora do seio da prática agrícola, destacava-se outra família com origem na região centro a família Lopes cujo poder aquisitivo estava relacionada pela sua prática prestamista que permitiu que ainda antes da década de 1890 fosse uma família de posse e de referência na vida social e económica, de quem dependiam os pequenos/ médios proprietários agrícolas por força dos empréstimos a quem estejam sujeitos por contrato. Fora do contexto agrário, distinguia-se no grupo dos proprietários a família Torres de Carvalho, com origem na então vila vizinha de Estremoz e&amp;nbsp; a família Mendes, cujo fundador da família José Mendes tinha a sua origem na Sertã como os Nunes da Silva e que da relação com o seu amigo Baltazar Paiva, nasceria a firma Mendes &amp;amp; Paiva com fins comerciais. No final do século XIX a elite económica da cidade tinha uma origem social exterior há cidade e procedia o seu enriquecimento económico através do arrendamento de grandes herdades que em pouco tempo, passavam para sua tutela considerando que se tratavam não de arrendatários mas de proprietários arrendatários com capital de remate era o caso de José Mendes, Lobão Rasquilha e José Lopes que se tornavam proprietários das melhores herdades do Conde de Tarouca. Na viragem do século, a propriedade não só significava riqueza como distinção, por isso mesmo alguns militares, médicos e industriais, procuravam então o estatuto de lavradores, como eram os casos do Dr.António Cidrais ou José Guerra, próspera e rico, o único com verdadeiro estatuto para tal no município de Elvas. Mas se os novos-ricos “sonhavam” com a aquisição da herdade, os grandes lavradores, bem sucedidos há muito tinham iniciado um verdadeiro processo de “nobilitação” com aquisição das Quintas e Solares, identificadas com as Casas Agrícolas como era o caso da Quinta de São João adquirida em 1872 por José Joaquim Gonçalves ou o “Solar dos Mesquitas” pelo Dr. Santa Clara que apesar de tudo tinha ascendência nobre apesar de ser uma das figuras mais prestigiadas da cultura oitocentista. De resto, o Dr.Santa Clara, o Visconde Cristovão Vasconcellos de Andrade, proprietário de uma casa palaciana de gosto itálico e o Visconde de Alcântara com a família da Marquesa de Alegrete e Condessa de Tarouca, identificadas com o grupo dos lavradores distinguia-se pela sua origem nobre e pela ligação à Casa Real. A este núcleo fechado abria-se excepção aos oficiais superiores do exército quase sempre os Governadores da Praça e a número muito restrito de proprietários, como eram o caso do Sr. Rodrigues Tenório durante várias décadas “tutor” das terras da “marqueza”, os Rasquilhas, pelo prestígio de essa grande figura do eixo Arrronches – Santa Eulália e Campo Maior, o deputado Progressista Lobão Rasquilha e os Bagulho, por via do Dr. João José Bagulho, médico que se distinguia pelo trato e educação numa sociedade fechada e profundamente ruralizada. Da I República ao Estado Novo, a classe dos proprietários, alargou-se significativamente em função da riqueza agrícola através de uma política matrimonial que acabou por cruzar as velhas famílias de posse com as que cresceram antes e depois da I República. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-5565205039952755736?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/5565205039952755736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/5565205039952755736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/05/82-sociedade-contemporanea-as.html' title='8.2. A sociedade contemporânea: As características da classe dominante - 1850-1930'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-zuOGeBG-pR4/TcW8KInPEQI/AAAAAAAAIFQ/-K0daXLNa6Y/s72-c/9.2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-1352293878266446462</id><published>2011-04-30T13:44:00.010+01:00</published><updated>2011-05-01T10:12:16.175+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Movimentos e estilos artísticos'/><title type='text'>O Renascimento Veneziano : as obras de Sansovino e Palladio</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-PuM2aUfTBz8/TbwFzcLSjnI/AAAAAAAAIBw/FcGbQI9Cc38/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-PuM2aUfTBz8/TbwFzcLSjnI/AAAAAAAAIBw/FcGbQI9Cc38/s1600/1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;A obra de Sansovino manifestou-se na renovação urbana de Veneza&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-diZrsXcY7-M/TbwG3VEP4aI/AAAAAAAAIB8/APq3JDAlESE/s1600/3+%25282%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-diZrsXcY7-M/TbwG3VEP4aI/AAAAAAAAIB8/APq3JDAlESE/s1600/3+%25282%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;A colunata movimentada foi uma influência da sua formação romana&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-SZ1hydMKPpc/TbwF_T8n2jI/AAAAAAAAIB4/slRVT6SphfY/s1600/5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-SZ1hydMKPpc/TbwF_T8n2jI/AAAAAAAAIB4/slRVT6SphfY/s1600/5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;As grandes cúpulas uma das marcas da obra de Palladio em Veneza&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-kYHypLZUuvI/TbwCuRU5B7I/AAAAAAAAIBs/t8wvtMhvPPQ/s1600/6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="460" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-kYHypLZUuvI/TbwCuRU5B7I/AAAAAAAAIBs/t8wvtMhvPPQ/s640/6.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;As últimas experiências de Palladio denunciam já as influências do Maneirismo. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Em Veneza, a experiência construtiva é resultado da sua própria história, na verdade a urbe italiana, não resultou da inspiração da Antiguidade, mas foi antes o resultado das experiências de mestres e artistas que desenvolveram a sua obra em território veneziano. Entre eles destaca-se, Andrea Sansovino, que se formara em Roma e que chega em 1527, permanecendo em Veneza cerca de quarenta anos até ao fim da sua vinda. Na sua obra é visível o processo de renovação da linguagem arquitectónica veneziana, traduzida nas severas formas classicistas de influência dos grandes mestres romanos como Bramante e Rafael, numa expressão mais dúctil, decorativa e movimentada que tão bem se expressa na cidade lagunar. Os melhores exemplos foram os edifícios edificados em volta da Praça de São Marcos, cuja fachada são modeladas através de um jogo notável e eficaz de claro-escuro, obtido através da disposição de elementos clássicos e de um notável aparato plástico. Outro mestre de relevo, Andrea della Gondola, mais conhecido por Andrea Palladio, vindo de Pádua, chega a Veneza, com a função de cinzelador em 1537, mas doze anos depois é o responsável pela reestruturação do Palácio Regione. A estrutura englobava a construção gótica anterior de dois pisos, que seria renovada segundo os princípios renascentistas. Na sua fachada, introduziu duas filas sobrepostas de arcos serlianos, rematada por uma bela balaustrada, na qual se levanta uma serie de estátuas, em correspondência com as colunas que se erguem no primeiro piso, dividindo os espaços dentro dos quais se encontram os arcos, supotados por colunas pequenas. Mas, a influência de elementos arquitectónicos de matriz romana, é evidente na utilização da janela em arco, denominada serliana, e na faixa de tríglifos e métopas que separam os dois níveis. A sua carreira em Veneza jamais seria igual quer na edificação de espaços públicos quer privados, destacando-se nesse âmbito uma série de villas por encomenda da nobreza veneziana. De resto, Andrea Palladio, fecha o ciclo das obras renascentistas em Veneza, com a edificação de três espaços religiosos, duas, San Maggiore (1556) e a do Redendor (1557), que estão localizadas nas ilhas limítrofes. Neste âmbito, destaca-se sem dúvida, a do Rendero II iniciada em 1577, de planta centrada, com Cúpula de três conchas sobre o cruzeiro. Cujo acesso se concretiza pela anexação de uma nave central com abóbadas de berço e capelas em forma de nicho. A Fachada com colunas duplas de ordem colossal no portal e no pórtico um frontão, denunciando desde logo a tendência maneirista neste espaço do Renascimento tardio. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-1352293878266446462?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/1352293878266446462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/1352293878266446462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/04/o-renascimento-veneziano-as-obras-de.html' title='O Renascimento Veneziano : as obras de Sansovino e Palladio'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-PuM2aUfTBz8/TbwFzcLSjnI/AAAAAAAAIBw/FcGbQI9Cc38/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-2503271801377977962</id><published>2011-04-30T12:11:00.002+01:00</published><updated>2012-01-13T14:56:16.940Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>8.1.3 - A afirmação do comércio Elvense numa cidade agrícola.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-QBkCw0Xe4-0/TbvtbafkyTI/AAAAAAAAIBY/ExhXpxKZAKM/s1600/Imagem5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="442" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-QBkCw0Xe4-0/TbvtbafkyTI/AAAAAAAAIBY/ExhXpxKZAKM/s640/Imagem5.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;O mercado local um faceta da actividade mercantil de base agrícola e artesanal que se manteve na Época Contemporânea.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8cSzxrc_CB0/Tbvs_SfnEII/AAAAAAAAIBQ/dSdEMUM4vlE/s1600/pub+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" height="460" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-8cSzxrc_CB0/Tbvs_SfnEII/AAAAAAAAIBQ/dSdEMUM4vlE/s640/pub+001.jpg" width="640" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A publicidade na Imprensa local contribui para a especialização do comércio durante as décadas de 1880-1890&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HV2_wzWcKjk/TbvtAVRE-6I/AAAAAAAAIBU/KfuapR7hPh4/s1600/hh+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-HV2_wzWcKjk/TbvtAVRE-6I/AAAAAAAAIBU/KfuapR7hPh4/s1600/hh+001.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Rua da Cadeia pioneira do comércio contemporâneo em Elvas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A época da Regeneração foi sem dúvida um período determinante para o desenvolvimento do comércio elvense, que até então era sobretudo uma actividade subsidiária da prática agrícola com base na exploração dos seus produtos. Uma realidade que percorre a história económica da cidade desde os tempos medievais, em que o tendeiro, o mercador ou almocreve, asseguravam o sustento da sua actividade a partir dos excedentes agrícolas e de um conjunto mínimo de produtos manufacturados produzidos nos núcleos populacionais mais próximos das suas “rotas comerciais”. A viragem para uma actividade económica, de matriz exclusivamente comercial ocorre na principal cidade da região do Caia, pelo menos desde a década de 1870, numa época em que a população portuguesa não só se limitava como crescia e deslocava-se para os centros urbanos onde a prosperidade era visível. Não podemos ignorar que na cidade de Elvas,&amp;nbsp; o seu núcleo urbano cresceu muito rapidamente até ao fim do século XIX, assim em 1878 contava com cerca de 10.471 almas e em 1900, altura em que se verifica o primeiro abrandamento no ritmo de crescimento populacional a cidade atingiu um número de efectivos de cerca de 13.981 habitantes ou seja um índice de crescimento de cerca de 186% em cerca de 36 anos. Ao mesmo que crescimento médio da população rural era evidente durante o mesmo período cronológico, embora disparando mais tarde, por volta de 1887 quando cerca de 9.006 constituíam os valores efectivos da população rural. Todavia, entre a Regeneração e o final da I República, não só a existência de uma população próspera em trabalho e com um salário pago periodicamente, favorecia o desenvolvimento das práticas comerciais como também uma serie de estradas locais e regionais, facilitavam essas trocas e permitiam a prosperidade do negócio. De facto, em vésperas da implantação do Estado Novo, a Linha de Leste tornava-se um veículo fundamental para a especialização de estabelecimentos comerciais como também a rede viária sofrera uma forte reforma com um crescimento médio de novas vias à média de 5.1% desde 1922 com excepção do ano de viragem de regime, com o 28 Maio de 1926 em que o número de estradas municipais construídas não ultrapassa os 1.9%. Na verdade entre a Regeneração e o final da I República, não faltavam consumidores mas também de vias necessárias para canalizar os excedentes. E nessa perspectiva, a Linha de Leste facilitava a modernização do comércio regional colocando nas terras do interior de Portugal as novidades que se vendiam na capital. Mas, a cidade comercial propriamente dita como um espaço organizado afirma-se no final da década de 1870 e afirma-se na década seguinte, de tal forma que se publicava na cidade, duas vezes por semana, um periódico gratuito que informava e publicitava os produtos e as actividades de natureza comercial. Na década de 1860, a principal zona comercial urbana desenvolvia-se ao longo da Rua da Cadeia, as mercearias e as lojas, eram os estabelecimentos tipos e o Hotel Central a principal unidade hoteleira da região também estava sediado nesta artéria da cidade. Na década de 1870, a Rua da Carreira entrava na concorrência mas a maioria dos lojistas continuavam concentrados na Rua da Cadeia. A Rua do Alcamin entrava na disputa nas duas últimas décadas do século XIX e tornava-se um espaço de referência durante a República, o calçado, as lojas de vestuário e as ourivesarias, foram sem dúvida os estabelecimentos que vieram a valorizar aquela artéria urbana, que tal como todas as outras tinham uma ou duas mercearias no seu espaço. A viragem para o século XX, quando a cidade de Elvas era já referenciada como um pólo comercial e agrícola de referência regional, novas artérias juntavam-se ao aglomerado urbano, nomeadamente as Ruas Pereira de Miranda e da Princeza Dona Amélia que constituíam juntamente com as ruas comerciais que se foram desenvolvendo nas décadas anteriores a zona comercial da cidade. Do ponto vista da estrutura comercial da cidade a mercearia como local onde se vende um pouco de tudo e algumas delas eram agentes de algumas casas comerciais da capital, persistem com vigor até a década de 1890. Os serviços nomeadamente os transportes, as seguradoras e os agentes de actividades várias como por exemplo a bancária já estavam sediadas no final de Oitocentos. No final da I República, o comércio tinha já um estatuto próprio, não dependia da prática agrícola e resultava já de um pequeno investimento dos particulares, com uma estrutura de matriz familiar. Os poucos comerciantes de sucesso nos finais do século XIX, identificavam-se com a classe dos proprietários e eram reconhecidos na sociedade local como lavradores, numa época em que o poder ou a capacidade económica estava associada à casa agrícola como factor de criação de riqueza. Os lojas de especialidade e em contraste com as mercearias e as oficinas que se concentravam igualmente no traçado urbano, eram a novidade e esboçavam os traços comuns de um comércio virado para uma sociedade de consumo. Mas o conservadorismo, de uma mentalidade adversa à mudança continuava a persistir no modelo de muitas lojas que na verdade não eram diferentes das mercearias que foram as pioneiras do desenvolvimento do comércio local e que persistiram ao logo do séc. XX.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-2503271801377977962?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/2503271801377977962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/2503271801377977962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/04/813-afirmacao-do-comercio-elvense-numa.html' title='8.1.3 - A afirmação do comércio Elvense numa cidade agrícola.'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-QBkCw0Xe4-0/TbvtbafkyTI/AAAAAAAAIBY/ExhXpxKZAKM/s72-c/Imagem5.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-9213253478060330545</id><published>2011-04-22T11:59:00.003+01:00</published><updated>2011-04-22T12:34:39.386+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Movimentos e estilos artísticos'/><title type='text'>O Modernismo Catalão e a obra de Antoní Gaudi....</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-sdQsTwZ7Wmo/TbFe5qxvb6I/AAAAAAAAIA8/hFcSUzQdDLM/s1600/133272882_bUr5WFuj.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" i8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-sdQsTwZ7Wmo/TbFe5qxvb6I/AAAAAAAAIA8/hFcSUzQdDLM/s1600/133272882_bUr5WFuj.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Sagrada Famíla (1883)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RjLN8m8QYGs/TbFewa7PACI/AAAAAAAAIA0/5X6W7zq5ocM/s1600/guell+barcelona.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" i8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-RjLN8m8QYGs/TbFewa7PACI/AAAAAAAAIA0/5X6W7zq5ocM/s1600/guell+barcelona.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Parque Guell&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-TIQJBOjCFPM/TbFe0TRW_kI/AAAAAAAAIA4/OsCUlRlFozs/s1600/gaudi.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" i8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-TIQJBOjCFPM/TbFe0TRW_kI/AAAAAAAAIA4/OsCUlRlFozs/s1600/gaudi.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Casa Milá&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZAnPa5n2caQ/TbFesjhMQDI/AAAAAAAAIAw/v8RpZnNR2CY/s1600/GUELL2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="398" i8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZAnPa5n2caQ/TbFesjhMQDI/AAAAAAAAIAw/v8RpZnNR2CY/s640/GUELL2.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;As artes decorativas uma realidade que Gaudí associou à arquitectura.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;O Modernisme é um movimento artístico que se desenvolveu a partir de meados do século XIX com semelhanças à Arte Nouveau e que marcou a arquitectura catalã entre 1880-1910. Como estilo artístico, foi influenciado pelo chamado romantismo nacional que promoveu o estudo e a retomada da arquitectura e do idioma catalão e pelo progressismo, que observava a ciência e a tecnologia, como fundamento para o desenvolvimento da sociedade moderna. Estas duas influências aparentemente diferenciadas acabaram por ser determinantes na arquitectura catalã como provam as cerca de mil edificações que então se edificaram, sobre o risco de figuras como Domènech i Montaner, José Puig i Cadafalch e Antoní Gaudi. As suas obras edificadas, ecléticas e expressivas, destacam-se sobretudo pela ornamentação integrada no próprio edifício, enfatizando o seu projecto, função e construção. Em pouco tempo, o Modernisme se confundiu com a obra de Antoní Gaudi cuja obra inicial evidencia outra influência da arte internacional, o movimento Arts and Crafts, visível na abordagem no acto de projectar cada aspecto dos seus edifícios. Ou do mestre da arquitectura francesa Eugène Emmanuel Viollet le-Duc que preconizava o regresso à Idade Média e de uma forma particular à reconstrução gótica com base nas novas tecnologias. A primeira grande encomenda e que se tornou uma referência do seu legado para a arquitectura contemporânea foi sem dúvida a Igreja da Sagrada família proposta ao mestre catalão em 1883 e que constitui o centro da sua actividade como arquitecto até ao fim dos seus dias.&amp;nbsp;Às estruturas góticas existentes acrescentou espirais com aparência mouriscas, decoradas com azulejos de cerâmica, onde se destaca a riqueza cromática, dando uma nova visualidade ao espaço construtivo. A Sagrada Família reunia os valores apetecidos por Gaudi e respondia às suas convicções pessoais mais íntimas, experimentadas em menor escala na cripta de Santa Coloma de Cervelló, de 1898. Na Sagrada Família até a sua morte, Gaudi deixou uma marca expressa nas duas silhuetas que se elevam sobre o casario da cidade catalã, em que se destacam as suas altíssimas torres de agulha afiada, pináculos cónicos com rendilhados e remates florais. A faceta racionalista expressa na obra edificada mas sobretudo nos desenhos e maquetas que o autor deixou como um documento aberto que permite que um século depois a sua obra tenha continuidade. A sua amizade com o grande industrial, Don Eusebi Guell permitiu-lhe trabalhar a um ritmo intenso face á variedade de encomendas como por exemplo a Casa Guell em 1888 o Parque Guell em 1900/14). O seu racionalismo estruturalista e a integração da arquitectura com as artes decorativas e o desenho industrial, percorre a sua obra que se expressa também na arquitectura privada como as chamadas casas de Gaudi. Na Casa Milá, de 1906, destaca-se pelo emprego de variado material de construção, pilares de pedra e tijolo, vigas de ferro, abóbadas à catalã, evitando as paredes de descarga e permitindo uma maior liberdade na distribuição das cargas. A organização da fachada é outro aspecto, que se cinge ao exterior &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;como uma parede que se sustenta a si próprio: Gaudi moldou-a como matéria plástica de linhas curvas côncavas e convexas, ondas de lava solidificada parecendo ser a massa pétrea com que a casa Milá se sustém. A Casa Batló, que na verdade não era mais do que dois prédios de apartamentos, cuja intervenção exterior se combinava com a concepção do mobiliário, evidenciando um gosto pelas formas orgânicas, mediante o emprego de determinados motivos, como por exemplo conchas. Embora o Modernisme e a Art Noveau internacional tenham tido uma vida curta, destacaram-se pela capacidade expressiva na arte e na arquitectura do século XX. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5630285511926772255-9213253478060330545?l=flama-unex.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/9213253478060330545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5630285511926772255/posts/default/9213253478060330545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://flama-unex.blogspot.com/2011/04/o-modernismo-catalao-e-obra-de-antoni.html' title='O Modernismo Catalão e a obra de Antoní Gaudi....'/><author><name>Arlindo Sena</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-3ETcjLvdQTY/TuwGiBhgmnI/AAAAAAAAJ-0/bxWUEpcDF3Q/s220/296838_229168437132832_100001190333178_601009_962884143_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-sdQsTwZ7Wmo/TbFe5qxvb6I/AAAAAAAAIA8/hFcSUzQdDLM/s72-c/133272882_bUr5WFuj.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5630285511926772255.post-6846788259410258576</id><published>2011-04-20T23:17:00.006+01:00</published><updated>2012-01-13T14:57:50.552Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História de Elvas'/><title type='text'>8.1.3. - A experiência fabril num concelho agrícola entre a Regeneração e a I República</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9bkF0OJZSWk/Ta9ajMQdfdI/AAAAAAAAIAM/F6IeUK2eZns/s1600/maqvapor.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" i8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-9bkF0OJZSWk/Ta9ajMQdfdI/AAAAAAAAIAM/F6IeUK2eZns/s1600/maqvapor.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&
