Turma I
“ Ele encheu os seus
jardins com esculturas antigas; as alamedas do parque, assim como todos os
compartimentos decorados com estátuas antigas, pinturas e objectos saídos das
mãos dos melhores mestres que jamais viveram em Itália e no estrangeiro. Os
seus palácios eran uma espécie de escola para os jovens pintores, os aprendizes
de escultura e todos aqueles que se aplicavam no desenho”.
Giorgio Vasari, Vida
dos Maiores Arquitectos, Pintores e Escultores Italianos, 1558.
1.1. Explica o que entendes
por política de Mecenato. Entrega a 9 de Março de 2012.
Explica o impacto da
explosão populacional europeia na organização do espaço urbano no Ocidente
(1850-1915) . Entrega até 9 de Março de 2012. Considera o Gráfico da Origem dos emigrantes e a expansão urbana na Europa Ocidental.
Turma E
Entrega: 26 de Abril / Tolerância até 12.00h dia 27.
Fonte nº1
Relaciona o comportamento populacional da Grã-Bretenha e dos Estados Unidos com o desenvolvimento das suas cidades. (considera os gráficos representados na fonte nº1)
Turma: F
Entrega : 20 de Abril de 2012
Fonte nº1
Barco de emigrantes para a America (1850)
Fonte nº2
Considerando apenas as fontes apresentadas demonstra que a emigração europeia foi o resultado de um conjunto de causas bem determinadas.
Turmas: E e F: Realização entre 28 de Fevereiro a 2 de Março
Caracterize a etapa do Liberalismo em Portugal a partir das preocupações evidenciadas por D.Pedro em 2 de Fevereiro de 1832.
Turmas : E e F Realização de 15 a 17 de Fevereiro (data de entrega).
A revolução de 1820 vista por Almeida Garrett (1821)
Proposta de Correção • Explicação clara de três dos seguintes princípios liberais consagrados pela revolução de 1820, em articulação com a interpretação do documento:
– consagração das liberdades fundamentais: de expressão, de reunião, etc.;
– reconhecimento de direitos cívico-políticos aos cidadãos: igualdade perante a lei, direito de votar e de ser eleito, etc.;
– soberania nacional: o poder emana da vontade popular;
– separação de poderes: exercício do poder por diferentes órgãos de soberania (Rei, Governo, Cortes e Tribunais);
– monarquia constitucional: organização do Estado segundo a Lei Fundamental.
• Utilização adequada e sistemática da terminologia específica da disciplina.
Já temos uma Pátria, que nos havia roubado o despotismo: a timidez, a cobardia e a ignorância, que o tinham criado […], acabaram. […] .Qual é o Português que não folgará com a liberdade? Nenhum por certo. […].Escravos ontem, hoje livrem; ontem autómatos da tirania, hoje homens; ontem miseráveis colonos, hoje cidadãos. […] Empreendo pois (e hei-de prová-lo) demonstrar a legitimidade, com que o conselho militar de 24 de Agosto, convocando Senado, Povo e Autoridades públicas desta Cidade, erigiu a Junta provisional do Governo supremo, para que, representando a Nação, […] convocasse as Cortes para a organização de uma Constituição Política da Monarquia Portuguesa.
Explique, a partir do documento, três dos princípios liberais consagrados pela revolução de 1820.
Turma I Período de realização de 3 de Fevereiro a 8 de Fevereiro de 2012 Turma E
Turma : F
Dirigida a todos os alunos
Período de realização de 20 a 25 de Janeiro de 1912
“O plano da revolução falhou completamente. Já que ela se fazia contra o despotismo, era necessário começar por suspender o déspota de todas as funções, tal como aos seus agentes; conferir o governo a mandatários do povo, decretar um interregno enquanto a Constituição não fosse feita. Uma vez terminada, seria apresentada ao príncipe, que seria destronado se recusasse jurar obediência às novas leis e fidelidade da Nação. Mas para isto era necessário que tivessem visão e virtudes Ora, longe de serem homens de estado, eram quase todos hábeis intrujões que procuravam vender-se. (…). Assim, começaram por assegurar as prerrogativas da Coroa, antes de assegurarem os direitos do povo.Marat, L´Ami du Peuple, cit por Jacques Godechot
Considerando a posição de Marart:
Explica em que consistiu a república popular e jacobina (1792-1794).
Turma: E.Dirigido: Todos os alunos.
Período de realização : 12 a 17 de Janeiro de 2012
“O plano desta obra é simples. Temos três questões a põr-nos : 1º) O que é o Terceiro de Estado? Tudo. 2ª) Que tem ele sido até ao presente na ordem política? Nada. 3º) Que pretende ele? Ser alguma coisa. (…).Ora, isto é, ao mesmo tempo, uma iniquidade odiosa para a coisa pública. Quem ousará dizer que o Terceiro Estado não contém em si tudo o que é preciso para formar uma nação completa? Ele é o homem forte e robusto cujo braço ainda está preso às cadeias. Se excluísse a ordem privilegiada, a Nação não ficaria diminuída, mas aumentada. Assim, o que é o Terceiro Estado? Tudo, mas um tudo livre e florescente. Nada pode caminhar sem ele, tudo caminharia melhor sem os outros”. E.Sieyés. Qu’est-ce le Tiers-Ètait, Século XVIII.Explica de acordo com o texto e com os teus conhecimentos, o papel do Terceiro Estado em vésperas da Revolução Francesa.O documento, interroga-se sobre o pape do Terceiro Estado, como estrato não privilegiado mas maioritário, numa sociedade dominada pela aristocracia. E nesse contexto, o autor do texto questiona, que papel deve ter este estrato social, numa época em que a soberania deve residir na nação. E foi nestas condições políticas que o Terceiro Estado na reunião dos Estados Gerais de 1789, exigiu o voto por cabeça e não por ordem, pois só através desse tipo de voto era possível, uma participação activa que lhe estava condicionada pelo voto por ordem. Esta pretensão abriu uma crise política na vida política francesa, gerou uma situação de impasse por oposição da aristocracia, mas favoreceu o desencadear do movimento revolucionário em que o Terceiro Estado tornou-se o principal protagonista no desencadear da Revolução Francesa que determinou o fim do absolutismo e da sociedade de ordens.
Desenvolve o tema:"A Reconquista Cristã no território português".
No desenvolvimento considera os seguintes tópicos:
- A fundação do Condado Portucalense.- A política militar e as relações de D.Afonso Henriques com a Santa Sé (com o Papa).- As fasess da reconquista.
- O papel das ordens religiosas na defesa do território nacional.





