
quinta-feira, novembro 13, 2008
La crisis actual y la del 33. Parecidos razonables?

sexta-feira, novembro 07, 2008
A Carta Foral de 3 de Março de 1507

quinta-feira, novembro 06, 2008
"Eu tenho um sonho" -Martin Luther King

Notícias com História - " O mundo parece ter mudado, com a eleição do primeiro presente negro da única superpotência mundial, saída das ruínas da queda do Muro de Berlim e que hoje atravessa a maior crise da sua história e segunda maior crise da história Contemporânea. De facto a vitória de Barack Obama não é mais, hoje 5 de Novembro de 2008, que a concretização do Grande Sonho de Martin Luther King defensor dos direitos negros que em 27 de Agosto de 1964, que então junto do monumento edificado ao Presidente Linconln expôs a sua visão de uma sociedade livre e igualitária. Ainda que a Lei da Abolição da Discriminação Racial, promulgada em 2 de Julho de 1864 pelo presidente de Lyndon Johnson que foi sem dúvida o diploma mais importante para a igualdade racial dos negros dos EUA, desde a abolição da escravautra por Abraham Lincoln. E esta afirmação do poder afro-americano, nas eleições de 4 de Novembro ficou bem testemunhada por africano de idade avançada que na madrugada de ontem no Grant Central Park afirmava que esperou 44 anos pelo sonho. Para Obama o sonho continua até 20 de Janeiro - data da tomada de posse - a partir de então a realidade constituirá um desafio só comparável às enormes expectativas que os analistas internacionais criaram numa época em que o centro da economia mundial deverá provavelmente deixar o Wall Strett a caminho de qualquer outra praça financeira do Sudoeste Asiático. Ou seja, a trajectória da História passa pelos grandes impérios com a velocidade necessária que os tornam símbolos da memória colectiva e é esse o desafio de Barack Obama ...?
domingo, novembro 02, 2008
Lewis Hamilton o primeiro campeão negro da F1

sexta-feira, outubro 31, 2008

Notícias de História Local - Rádio Elvas - Edição de 30 de Outubro de 2008 - Uma vez mais a Escola e a Rédio partilharam o tempo do programa radiofónico, tendo como convidado o Prof. Eng. Osvaldo Silva, que lecciona a disciplina de Matemática na Escola Secundária de D. Sancho II. Todavia esta presença na Antena da Rádio Elvas, justificou-se no âmbito das grandes transformações que este espaço escolar deverá conhecer no âmbito do plano de restruturação das escolas portuguesas dentro do esforço de modernização que o Governo Central tem promovido na actual legislatura. Na sua intervenção o Prof. Osvaldo Silva, destacou de forma detalhada o plano de obras que o espaço escolar elvense irá conhecer, explicando que algumas àreas serão requalificadas e outras terão uma nova dimensão arquitectónica de raíz. E nesta perspectiva referiu que alguns dos referidos espaços justifica-se na lógica que Escola Secundária definiu para o seu futuro no âmbito da formação profissional e da necessidade de acompanhar os novos tempos em que as novas tecnologias e aproveitamento das fontes enérgicas que não podem ou não devem ser ignoradas . Já no final da sua intervenção o entrevistado referiu que as novos espaços construtivos deverão marcar uma nova perspectiva de gestão e utilização de recursos tendo como finalidade não só a comunidade educatica mas também a sociedade civil envolvente.
quinta-feira, outubro 30, 2008

segunda-feira, outubro 27, 2008
Igreja do Senhor Jesus da Piedade (Elvas)

sábado, outubro 25, 2008
Palácio Nacional de Sintra
segunda-feira, outubro 20, 2008

domingo, outubro 19, 2008
Notícias com História - Numa organização em conjunto entre o Gabinete Europe Direct, Câmara Municipal de Elvas e a Turma I do 11ºano de escolaridade da Escola Secundária de Elvas, fsábado, outubro 18, 2008
A Arte Romana
sexta-feira, outubro 10, 2008


quarta-feira, outubro 08, 2008
Um vulto da Primeira República.
sexta-feira, setembro 26, 2008
A Arte Grega
quinta-feira, setembro 25, 2008
O 5 de Outubro de 1910 em Elvas
quarta-feira, setembro 24, 2008
Tratado de Alcanizes em Campo Maior
Notícias da região: - Nos dias 12 e 13 de Setembro, a vila de Campo Maior recuou no tempo, nomeadamente 711 anos, para comemorar a assinatura do Tratado de Alcanizes, tão importante para a definição do território nacional. A comemoração foi uma iniciativa do Centro Educativo Alice Nabeiro, através das professoras Ana Paio e Cláudia Poeiras. Do evento fizeram parte uma recriação da assinatura do Tratado pelo Rei de Portugal, D.Dinis , e pelo rei de Castela, D.Fernando IV, e sua mãe, a regente, Dª Maria de Molina; uma feira medieval, com todas as atracções e transacções comerciais da época e um cortejo pela vila. Na sexta-feira, pelas vinte horas e trinta minutos, teve início um cortejo pela aantiga vila de Campo Maior, com a participação de cerca de 250 figurantes. De seguida, a comitiva regressou ao parque de estacionamente do Hotel Santa beatriz onde foi assinado e lido o Tratado. Seguiram-se lutas de guerreiros medievais, exibições de arqueiros e uma audição de flautistas. No sábado de manhã realizou-se um novo cortejo, desta vez pela parte nova da vila. De regresso ao local da feira, foi exibida a Peça Santa Beatriz da Silva. Da parte da tarde foi apresentada a Peça Tratado de Alcanizes e houve leituras de cantigas de amigo , de amor e de escárnio e mal-dizer. À noite foi servido um jantar medieval e uma nova exibição de pelejas, tiro com arco, danças e cantares medievais e, para finalizar, uma exibição de danças orientais. A meu ver a iniciativa teve imenso sucesso. em primeiro lugar porque envolveu todos os alunos do Centro Educativo Alice Nabeiro, pois foram eles os protagnistas de todas as realizações. Em segundo lugar porque envolveu os encarregados de educação, que participaram activamente nas actividades. Finalmente, em terceiro lugar, porque permitiu expandir todo um conjunto de ensinamentos acerca de uma época histórica a todos os que assistiram ao evento. Resta dizer que todos os fatos, espadas, escudos e outros addereços foram da responsabilidade dos alunos e professores do Centro Educativo. Parabéns e até à próxima. Postado por Fernando Antunes. quarta-feira, setembro 10, 2008
O 11 de Setembro de 2001

A Cultura do Palco
O que é a Arte ?
segunda-feira, setembro 01, 2008
Os cientista da Comunidade Judaica Elvense.
História Local - No Alto Alentejo, pelo menos desde finais do séc. XIV, estavam em crescimento algunas comunidades de origem judaica, das quais as chamadas Ruas Novas contribuíam para um novo traçado, como são os casos das vilas medievais de Elvas ou das vilas próximas desta, como foram exemplo as de Estremoz e Vila Viçosa. Na centúria seguinte, Castelo Vide, Campo Maior, Sousel e Fronteira, tornavam-se outros núcleos de população judaica em função das constantes fugas das inúmeras famílias que face à violência da Inquisição Espanhol, mais cruel que a portuguesa, determinava a procura dos espaços da raia portuguesa como locais de refúgio por excelência. Nesse contexto, Campo Maior e Elvas tornaram-se importantes "centros de recepção" dessas populações em fuga; em Elvas o número de fugitivos aproximou-se dos 10.000, que apesar de tudo estava longe do número atingido em locais mais a Norte do País, como Miranda que atingiu o triplo do número de refugiados daquela vila raiana da região do Caia. Na comuna de Elvas, considerando o fundo da Chancelaria de D. Afonso V [Arquivo Nacional da Torre do Tombo], em tempo de exílio judaico, José Verdugo ficava isento de prestar serviços ao concelho e os cirugiões Rabi Sabi e Ordenha, tinha permissão para viver entre os cristãos, tal como Meir Cuélar; o mesmo sucedia com Abel Alfarim e com o mercador Samuel Monção, tal como a maioria dos médicos (cirurgiões ) de Elvas. Mas a integração e reptução da comunidade judaica junto à cristã, era significativa junto daqueles que tinham como ofício a prática de outra ciência, para além da médica, referimo-nos aos físicos entre eles: Moisés Vinho, natural de Badajoz mas que exerceu a sua actividade em Elvas até ao fim dos seus dias ou Mestre Álvaro, que tal como Vidal de origem elvense desenvolviam a sua actividade nas localidades mais próximas. Todavia seriam os mercadores de matriz judaica que atingiram maior prosperidade e relevo já na época Moderna. Caso das famílias Fernandes e Gomes, com prósperas casas comerciais na Rua dos Mercadores em Lisboa, de resto destes grupos familiares destacaram-se notáveis elvenses como António Fernandes, O surdo que foi simultâneamente mercador e banqueiro, que ligado ao tráfico negreiro entrou na Corte do monarca D.Manuel I com a função de tesoureiro da Coroa. Ou Manuel Gomes, fornecedor dos produtos coloniais aos Ruiz Del Campo, numa época em que o mercador elvense dominavva as rotas comerciais de Segóvia e Medina e pouco depois tornava-se uma referência no comércio internacional. A sua trajectória é seguida pelos seus filhos Luis Gomes que torna-se coronel da Nobreza e ostenta pouco depois o ofício de Correio Môr que compra por 70.000 cruzados ao monarca ibérico D. Filipe II e que se manteve até 1797 nesta família elvense então de pergaminhos da alta nobreza e distante da sua origem judaica, utilizando a designação de Mata Sousa Coutinho . Postado por Arlindo Sena