
domingo, novembro 30, 2008
Notas sobre a Maçonaria na Cidade de Elvas

sábado, novembro 29, 2008
Bíblias na Internet
Notícias com História - Na web e por iniciativa de quatro instituições: a Universidade de Leipzig, da Livraria Britânica, do Mosteiro de Santa Catarina e do Livraria Nacional da Rússia. É possível consultar em inglês e alemão, uma cópia do Novo Testamento em grego antigo. De realçar que o site www.codex-sinaitcus.net., permite entre outras funções o acesso a cada folha do respectivo documento, apresentado com um detalhe notável. Postado por Arlindo Sena. terça-feira, novembro 25, 2008
O nascimento do Comércio Contemporâneo em Elvas
tada no próprio foral manuelino concedido à cidade em 3 de Março de 1507. Mas tal como nessa data tão longíqua nos três séculos e meio seguintes, a prática mercantil era completar da actividade agrícola e eram os produtos agrícolas que dinamizavam essa prática pré-comercial. É certo que alguns mercadores locais como os Gomes, os Fernandes e os Melo, na época filipina atingiram uma dimensão internacional beneficiando do alargamento da sua àrea comercial por via ibérica, mas sem consequências na vida económica de Elvas, uma vez que por via do reconhecimento social destas famílias enrequecidas, primeiro por um comércio regional e depois pela sua participação em capitais ibéricos, acabaram por se fixar na capital do reino mais exactamente na Rua dos Mercadores onde tinham residência os maiores mercadores do reino. Mas o reconhecimento da cidade raiana como um espaço comercial, segundo a documentação escrita e documental, é já muito posterior à Revolução do Porto de 1820 e praticamente em plena Regeneração numa época em que a prosperidade marcava a vida quotidiana. Na verdade desde 1860 até 1930, o ritmo de crescimento demográfico do concelho de Elvas foi notável ainda que no início do século XX pela primeira vez na história concelhia a população rural ultrapassa os efectivos urbanos como consequência do avanço e expansão da exploração agrícola nas vilas e aldeias do município. Podemos então afirmar que a conjugação de factores determinaram as condições para a criação de um alargado número de consumidores que animaram um comércio em franco desenvolvimento a saber: a) O aumento demográfico por via de novos moradores, agricultores por via da "colonização agrícola". b) O desenvolvimento da função pública devido à crescente burocratização do regime republicano. c) O crescente processo de militarização sobretudo com a fixação e operacionalidade da Guarda Nacional Republicana e ainda a melhoria das condições higiénicas e saúde pública. Assim na transição para o século XX, Elvas sentinela da fronteira, era reconhecida como cidade comercial e agrícola, que podemos comprovar quandp se lê os títulos da imprensa periódica de finais da última centúria de oitocentos. Nas décadas de 1860 e 1870, as Ruas da Cadeia e Carreira, dominavam a vida comercial e as lojas e as mercearias sucediam-se na disposição das referidas vias. No período entre 1870-1890, a Rua da Alcamin surgia em franca expansão com lojas de moda e num misto entre a casa comercial e a mercearia. No fim do século era a vez da afirmação da Rua Pereira de Miranda, campeã das mercearias e na entrada no novo século timidamente surgiam novas artérias sem a dinâmica comercial das já referidas e o número de lojas e serviços registados atingiam a meia centena. O século XX seria marcado por vários momentos conjunturais, até meados do século pela relação entre a peseta e o escudo, após as crises económicas consequentes às duas guerras mundiais. A militarização, o movimento alfandegário e a clientela espanhola, alimentou a prosperidade comercial nas décadas de 60, 70,80 e 90. Mas a desactivação das estruturas militares e aduaneiras, acabou por fechar esse círculo de circulação monetária e provocar uma situação de estaganação que o tempo e a estratégia determinarão o caminho a seguir. Postado por Arlindo Sena. domingo, novembro 23, 2008

Notícias de História local - Rádio Elvas - Na edição de 20 de Novembro de 2008 , a entrevista marcou a referida emissão tendo sido a Drª. Isabel Cavaleiro Ferreira, na condição de Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Secundária de Elvas. No âmbito da acção da Associação referiu que a mesma tem como função entre outras o apoio à instituição Escola enquanto local de aprendizagem e exigência, estando representada nos orgãos próprios como o Conselho pedagógico como também se faz representar nas diversas iniciativas que escola organiza e concretiza. Num segundo momento, a Drª Isabel Cavaleiro referiu que uma das finalidades da Associação é estabelecer uma relação directa entre as futuras opções profissionais dos educandos da Escola Secundária de Elvas e a experiência profissional dos pais e nessa perspectiva, a Associação deverá realizar uma iniciativa a médio prazo na qual os pais deverão dar o seu testemunho das suas actividades profissionais junto dos alunos da comunidade escolar referida . Na parte final da mesma entrevista a nossa entrevistada, questionou o actual estado da educação, deixando claro que a exigência na avaliação e na aprendizagem deve ser uma das prioridades na formação educacional dos jovens, uma vez que essa exigência é uma realidade que o "mundo do laborar" determina. Postado por Arlindo Sena. terça-feira, novembro 18, 2008
Caminhada do dia do Não Fumador.
Andar, Ver e Comentar - Foi a iniciativa levado a cabo, pela equipa do projecto Jovens Escola e Saúde, da Escola Secundária de Elvas, no âmbito da comemoração do dia do Não Fumador. E que reuniu mais de uma centena e meia de alunos do referido estabelecimento, que partindo do Aqueduto das Amoreiras, percorreram o topo norte da Praça Militar de Elvas em direcção à Parada do Castelo, seguindo-se alguns troços da parte medieval e moderna da urbe elvense tendo como chegada a Praça da República. Postado por Arlindo SenaO " REI - SOL, LouisXIV.

segunda-feira, novembro 17, 2008
domingo, novembro 16, 2008
Carta dirigida pelo Círculo Elvense a Vitor de Santa Ana Pereira
Villa Romana da Quinta das Longas
quinta-feira, novembro 13, 2008
La crisis actual y la del 33. Parecidos razonables?

sexta-feira, novembro 07, 2008
A Carta Foral de 3 de Março de 1507

quinta-feira, novembro 06, 2008
"Eu tenho um sonho" -Martin Luther King

Notícias com História - " O mundo parece ter mudado, com a eleição do primeiro presente negro da única superpotência mundial, saída das ruínas da queda do Muro de Berlim e que hoje atravessa a maior crise da sua história e segunda maior crise da história Contemporânea. De facto a vitória de Barack Obama não é mais, hoje 5 de Novembro de 2008, que a concretização do Grande Sonho de Martin Luther King defensor dos direitos negros que em 27 de Agosto de 1964, que então junto do monumento edificado ao Presidente Linconln expôs a sua visão de uma sociedade livre e igualitária. Ainda que a Lei da Abolição da Discriminação Racial, promulgada em 2 de Julho de 1864 pelo presidente de Lyndon Johnson que foi sem dúvida o diploma mais importante para a igualdade racial dos negros dos EUA, desde a abolição da escravautra por Abraham Lincoln. E esta afirmação do poder afro-americano, nas eleições de 4 de Novembro ficou bem testemunhada por africano de idade avançada que na madrugada de ontem no Grant Central Park afirmava que esperou 44 anos pelo sonho. Para Obama o sonho continua até 20 de Janeiro - data da tomada de posse - a partir de então a realidade constituirá um desafio só comparável às enormes expectativas que os analistas internacionais criaram numa época em que o centro da economia mundial deverá provavelmente deixar o Wall Strett a caminho de qualquer outra praça financeira do Sudoeste Asiático. Ou seja, a trajectória da História passa pelos grandes impérios com a velocidade necessária que os tornam símbolos da memória colectiva e é esse o desafio de Barack Obama ...?
domingo, novembro 02, 2008
Lewis Hamilton o primeiro campeão negro da F1

sexta-feira, outubro 31, 2008

Notícias de História Local - Rádio Elvas - Edição de 30 de Outubro de 2008 - Uma vez mais a Escola e a Rédio partilharam o tempo do programa radiofónico, tendo como convidado o Prof. Eng. Osvaldo Silva, que lecciona a disciplina de Matemática na Escola Secundária de D. Sancho II. Todavia esta presença na Antena da Rádio Elvas, justificou-se no âmbito das grandes transformações que este espaço escolar deverá conhecer no âmbito do plano de restruturação das escolas portuguesas dentro do esforço de modernização que o Governo Central tem promovido na actual legislatura. Na sua intervenção o Prof. Osvaldo Silva, destacou de forma detalhada o plano de obras que o espaço escolar elvense irá conhecer, explicando que algumas àreas serão requalificadas e outras terão uma nova dimensão arquitectónica de raíz. E nesta perspectiva referiu que alguns dos referidos espaços justifica-se na lógica que Escola Secundária definiu para o seu futuro no âmbito da formação profissional e da necessidade de acompanhar os novos tempos em que as novas tecnologias e aproveitamento das fontes enérgicas que não podem ou não devem ser ignoradas . Já no final da sua intervenção o entrevistado referiu que as novos espaços construtivos deverão marcar uma nova perspectiva de gestão e utilização de recursos tendo como finalidade não só a comunidade educatica mas também a sociedade civil envolvente.
quinta-feira, outubro 30, 2008

segunda-feira, outubro 27, 2008
Igreja do Senhor Jesus da Piedade (Elvas)

sábado, outubro 25, 2008
Palácio Nacional de Sintra
segunda-feira, outubro 20, 2008

domingo, outubro 19, 2008
Notícias com História - Numa organização em conjunto entre o Gabinete Europe Direct, Câmara Municipal de Elvas e a Turma I do 11ºano de escolaridade da Escola Secundária de Elvas, fsábado, outubro 18, 2008
A Arte Romana
sexta-feira, outubro 10, 2008


quarta-feira, outubro 08, 2008
Um vulto da Primeira República.
sexta-feira, setembro 26, 2008
A Arte Grega
quinta-feira, setembro 25, 2008
O 5 de Outubro de 1910 em Elvas
quarta-feira, setembro 24, 2008
Tratado de Alcanizes em Campo Maior
Notícias da região: - Nos dias 12 e 13 de Setembro, a vila de Campo Maior recuou no tempo, nomeadamente 711 anos, para comemorar a assinatura do Tratado de Alcanizes, tão importante para a definição do território nacional. A comemoração foi uma iniciativa do Centro Educativo Alice Nabeiro, através das professoras Ana Paio e Cláudia Poeiras. Do evento fizeram parte uma recriação da assinatura do Tratado pelo Rei de Portugal, D.Dinis , e pelo rei de Castela, D.Fernando IV, e sua mãe, a regente, Dª Maria de Molina; uma feira medieval, com todas as atracções e transacções comerciais da época e um cortejo pela vila. Na sexta-feira, pelas vinte horas e trinta minutos, teve início um cortejo pela aantiga vila de Campo Maior, com a participação de cerca de 250 figurantes. De seguida, a comitiva regressou ao parque de estacionamente do Hotel Santa beatriz onde foi assinado e lido o Tratado. Seguiram-se lutas de guerreiros medievais, exibições de arqueiros e uma audição de flautistas. No sábado de manhã realizou-se um novo cortejo, desta vez pela parte nova da vila. De regresso ao local da feira, foi exibida a Peça Santa Beatriz da Silva. Da parte da tarde foi apresentada a Peça Tratado de Alcanizes e houve leituras de cantigas de amigo , de amor e de escárnio e mal-dizer. À noite foi servido um jantar medieval e uma nova exibição de pelejas, tiro com arco, danças e cantares medievais e, para finalizar, uma exibição de danças orientais. A meu ver a iniciativa teve imenso sucesso. em primeiro lugar porque envolveu todos os alunos do Centro Educativo Alice Nabeiro, pois foram eles os protagnistas de todas as realizações. Em segundo lugar porque envolveu os encarregados de educação, que participaram activamente nas actividades. Finalmente, em terceiro lugar, porque permitiu expandir todo um conjunto de ensinamentos acerca de uma época histórica a todos os que assistiram ao evento. Resta dizer que todos os fatos, espadas, escudos e outros addereços foram da responsabilidade dos alunos e professores do Centro Educativo. Parabéns e até à próxima. Postado por Fernando Antunes. quarta-feira, setembro 10, 2008
O 11 de Setembro de 2001

A Cultura do Palco
O que é a Arte ?
segunda-feira, setembro 01, 2008
Os cientista da Comunidade Judaica Elvense.
História Local - No Alto Alentejo, pelo menos desde finais do séc. XIV, estavam em crescimento algunas comunidades de origem judaica, das quais as chamadas Ruas Novas contribuíam para um novo traçado, como são os casos das vilas medievais de Elvas ou das vilas próximas desta, como foram exemplo as de Estremoz e Vila Viçosa. Na centúria seguinte, Castelo Vide, Campo Maior, Sousel e Fronteira, tornavam-se outros núcleos de população judaica em função das constantes fugas das inúmeras famílias que face à violência da Inquisição Espanhol, mais cruel que a portuguesa, determinava a procura dos espaços da raia portuguesa como locais de refúgio por excelência. Nesse contexto, Campo Maior e Elvas tornaram-se importantes "centros de recepção" dessas populações em fuga; em Elvas o número de fugitivos aproximou-se dos 10.000, que apesar de tudo estava longe do número atingido em locais mais a Norte do País, como Miranda que atingiu o triplo do número de refugiados daquela vila raiana da região do Caia. Na comuna de Elvas, considerando o fundo da Chancelaria de D. Afonso V [Arquivo Nacional da Torre do Tombo], em tempo de exílio judaico, José Verdugo ficava isento de prestar serviços ao concelho e os cirugiões Rabi Sabi e Ordenha, tinha permissão para viver entre os cristãos, tal como Meir Cuélar; o mesmo sucedia com Abel Alfarim e com o mercador Samuel Monção, tal como a maioria dos médicos (cirurgiões ) de Elvas. Mas a integração e reptução da comunidade judaica junto à cristã, era significativa junto daqueles que tinham como ofício a prática de outra ciência, para além da médica, referimo-nos aos físicos entre eles: Moisés Vinho, natural de Badajoz mas que exerceu a sua actividade em Elvas até ao fim dos seus dias ou Mestre Álvaro, que tal como Vidal de origem elvense desenvolviam a sua actividade nas localidades mais próximas. Todavia seriam os mercadores de matriz judaica que atingiram maior prosperidade e relevo já na época Moderna. Caso das famílias Fernandes e Gomes, com prósperas casas comerciais na Rua dos Mercadores em Lisboa, de resto destes grupos familiares destacaram-se notáveis elvenses como António Fernandes, O surdo que foi simultâneamente mercador e banqueiro, que ligado ao tráfico negreiro entrou na Corte do monarca D.Manuel I com a função de tesoureiro da Coroa. Ou Manuel Gomes, fornecedor dos produtos coloniais aos Ruiz Del Campo, numa época em que o mercador elvense dominavva as rotas comerciais de Segóvia e Medina e pouco depois tornava-se uma referência no comércio internacional. A sua trajectória é seguida pelos seus filhos Luis Gomes que torna-se coronel da Nobreza e ostenta pouco depois o ofício de Correio Môr que compra por 70.000 cruzados ao monarca ibérico D. Filipe II e que se manteve até 1797 nesta família elvense então de pergaminhos da alta nobreza e distante da sua origem judaica, utilizando a designação de Mata Sousa Coutinho . Postado por Arlindo Senaquarta-feira, agosto 27, 2008
Governadores da Praça Militar de Elvas
segunda-feira, agosto 25, 2008
20 anos o Chiado sobrevive

ndonava aquele espaço devidamente socializado e estratizado. Para os anónimos era o fim do comércio tradicional e dos seus dois mil empregos e o princípio da saída dos lisboetas para da Capital. Para os saudosistas foi também o desaparecimento da visualização das belas raparigas que subiam a Rua do Carmo que os GNR popularizaram através da música. Contudo o novo Chiado alguns meses depois sobre a prancha de desenho de um arquitecto de referência do Porto, hoje internacional, Siza Vieira a convite do Presidente da Câmara de Lisboa, Krus Abecassis, defenia a nova realidade arquitectónica que em termos sintéticos obedecia a planificação oposta entre o exterior e que seguia a tradição através da manutenção primtiva das fachadas e o interior sujeito ao gosto das marcas da era da globalização. Vinte anos depois o Chiado pombalino e de certo modo popular dá lugar uma realidade própria do cosmopolitismo internacional onde o luxo e a moda são e serão os elementos caracterizadores da nova era. Postado por Arlindo Sena.domingo, agosto 24, 2008
Contrabando e fiscalização na raia de Elvas
senvolvimento das práticas ilícitas até que o mesmo se desenvolvia longe do controlo das autoridades fiscais e com facilidade ao longo do rio Guadiana e nos limites da raia do Caia. Os primeiros passos para a repressão do tráfico ilícito tornou-se real com a criação da Garda Fiscal em 1885 defenido como um corpo especial de força pública . No ano seguinte era criado a Polícia Fiscal e as actividades de controlo e fiscalização, tornavam-se efectivas através das patrulhas que era um serviço ordinário diurno; as rondas pela noite e o serviço de deligências que eram feitas em casos especiais e orientadas para a perseguição de criminosos. Em 1899, esta força pública era reforçada pela entrada de mulheres que deviam comprovar se as viajantes de sexo feminino possuíam ou transportavam artigos proibidos pela lei vigente. De realçar ainda que o as forças do Batalhão nº4 da guarda Fiscal com sede na jurisdição de Elvas era o mais numeroso com cerca de 186 efectivos em 1887 passava a 344 em 1895 numa época em que o número de apreensões de produtos ilícitos baixara em cerca de 78% quando comparados com os valores de meados do século. Até o fim da 1º República o contrabandista traficava sobretudo tabaco, tecidos, panos de algodão, cereais e gado, de um modo geral eram trabalhadores rurais, desempregados e por vezes comerciantes, não faltando também no último quartel do séc. XIX a presença de numerosos marginais nestas actividades, que podiam actuar individualmente ou em grupo. As herdades , os moinhos e colaboração pontual das populações situadas junto a raia funcionavam como pontos de apoio as actividades de contrabando. Todavia e apesar do zelo das autoridades nem sempre a sua acção fiscalizadora era objecto de crédito, como se pode observar: " Parece incrível, mas é verdade! Algumas autoridades administrativas dos concelhos da fronteira deixam de prestar coadjuvação que devem às autoridades militares do cordão sanitário, por contemplações políticas com os contrabandistas que são dignos adeptos do partido regenerador". No ínicio do século XX, o controlo do contrabando era uma realidade policial mas o encontro entre os representantes da lei e os transgressores eram agora marcados pela violência em função da utilização das armas de fogo: " (...) Perto do posto fiscal do Caia, deu-se na noite de terça-feira, um incidente entre carabineiros e candogueiros [ contrabandistas ] portugueses. Foi o caso que, quando estes últimos se dirigiam para esta cidade [ Elvas] de volta de Espanha e já em território português, uns carabineiros perseguiram-nos e maltrataram-nos com as armas. Travou-se luta entre uns e outros, resultando terem ficado assinalados com vergões pelo corpo os contrabandistas, e um dos carabineiros encontra-se em perigo de vida no hospital". Postado por Arlindo Senasábado, agosto 23, 2008
Primeiro Centenário de Cartier Bresson

