esculpir como amador, mas não tardou a contactar com o grupo de impressionistas com o qual expôs entre 1879 e 1886. Em 1885, esteve pela primeira vez em Pont-Aven, onde conheceu Émile Bernard e Laval, com qual viajou para a Martinica em 1887. Na mesma década esteve em contacto em termos artísticos de Cézanne e a Van Gohg, mas apesar dos contactos que estabeleceu, manteve durante algum tempo uma arte plana na qual se observam as influências da estampa japonesa, nas formas planas e simplificadas e no modo como as fecha com uma linha a negro, à maneira da arte vitral. Foi pintor da evasão, do recurso da vida moderna e, como consequência, da procura da pureza original no modo de vida e na pintura, que de certo modo está relacionada com a sua passagem primeiro pelo Norte de França - Bretenha -, formando o grupo de Pont-Aven. Da sua obra destaca-se entre outras - O Cristo Amarelo - da fase de Pont Aven, na qual se destaca a representação figurativa de forma simplificada, esquemática e sintética na estrutura e na cor antinaturalista. Mais tarde e num período artístico em que a sua obra representa o gosto pelos ambientes exóticos, destaca-se o tema "O que somos? De onde Vimos? Para onde Vimos", na mesma o conteúdo temático surge carregado por símbolos - Homam, animal, totem , natureza - trata-se de uma alegoria, que vai desde o nascimento à morte, o autor coloca outros tantos símbolos de interpretações múltiplas; à direita, um casal tratado com tons vermelhos diluídos; à esquerda, um deus pagão , um ícone, de cor clara e de recorte nítido; no fundo, uma naturteza rebuscada, antinaturalista, fantástica e simbólica. Principais obras e fases da obra de Paul Gaugin:- Fase de Pont Aven (simbolista e antinaturalista) - :- Visão após o Sermão; A Bela Angèle ou o O Cristo Amarelo. Na fase do exotismo ou thatiana (inspiração nas experiências tahitianas), Mulheres na Paria, Donde Vimos? Onde Estamos?Para Onde Vimos ou Duias mulheres do Thaiti. Postado por Arlindo Sena. sexta-feira, dezembro 12, 2008
Paul Gaugin
esculpir como amador, mas não tardou a contactar com o grupo de impressionistas com o qual expôs entre 1879 e 1886. Em 1885, esteve pela primeira vez em Pont-Aven, onde conheceu Émile Bernard e Laval, com qual viajou para a Martinica em 1887. Na mesma década esteve em contacto em termos artísticos de Cézanne e a Van Gohg, mas apesar dos contactos que estabeleceu, manteve durante algum tempo uma arte plana na qual se observam as influências da estampa japonesa, nas formas planas e simplificadas e no modo como as fecha com uma linha a negro, à maneira da arte vitral. Foi pintor da evasão, do recurso da vida moderna e, como consequência, da procura da pureza original no modo de vida e na pintura, que de certo modo está relacionada com a sua passagem primeiro pelo Norte de França - Bretenha -, formando o grupo de Pont-Aven. Da sua obra destaca-se entre outras - O Cristo Amarelo - da fase de Pont Aven, na qual se destaca a representação figurativa de forma simplificada, esquemática e sintética na estrutura e na cor antinaturalista. Mais tarde e num período artístico em que a sua obra representa o gosto pelos ambientes exóticos, destaca-se o tema "O que somos? De onde Vimos? Para onde Vimos", na mesma o conteúdo temático surge carregado por símbolos - Homam, animal, totem , natureza - trata-se de uma alegoria, que vai desde o nascimento à morte, o autor coloca outros tantos símbolos de interpretações múltiplas; à direita, um casal tratado com tons vermelhos diluídos; à esquerda, um deus pagão , um ícone, de cor clara e de recorte nítido; no fundo, uma naturteza rebuscada, antinaturalista, fantástica e simbólica. Principais obras e fases da obra de Paul Gaugin:- Fase de Pont Aven (simbolista e antinaturalista) - :- Visão após o Sermão; A Bela Angèle ou o O Cristo Amarelo. Na fase do exotismo ou thatiana (inspiração nas experiências tahitianas), Mulheres na Paria, Donde Vimos? Onde Estamos?Para Onde Vimos ou Duias mulheres do Thaiti. Postado por Arlindo Sena. Organização e povoamento da vila de Elvas

terça-feira, dezembro 09, 2008
Recordar o Mickey Mouse

Margarida Rasquilha, aluna do 12ºano E - Este ano celebra-se os oitenta anos da criação do ícone mais conhecido na cultura internacional. Inicialmente designado como Mortimer e imaginado por Walt Disney, foi, no entanto, Ub Iwerks que desenhou o rato Mickey Mouse. A sua estreia foi no dia dezoito de Novembro de 1928, no cinema em Nova Iorque com o primeiro filme sonorizado "Steamboat Willie". Procurando criar uma imagem mais familiar do rato, dotando-o de características humanizadas, Disney também criou a personagem de Pluto (cão do Mickey), no início da década de 40, Mickey era a personagem de animação mais popular, sendo premiado com um Óscar pelo filme "Fantasia". Excertos dos seus livros de Banda desenhada esgotavam jornais e os seus episódios enchiam cinemas, agradando a públicos de todas as idades. A popularidade atraída por Mickey levou mesmo a que a missão Aliada na Segunda Guerra Mundial fosse titularizada com o seu nome. A partir de meados da década de 50, em plena Guerra Fria, as obras policiais de Mickey conferiram-lhe um estatuto de herói apresentando-o como dectective e combatente criminal. Em Portugal as histórias do rato Mickey surgiram pela primeira vez a 21 de Novembro de 1935 numa revista intitulada "Mickey", que custava 1$50 escudos e que durou até finais de 1936. No ano de 1950 surgiu "Rato Mickey", editada pela Agência Portuguesa de Revistas; no entanto, a verdadeira massificação ocorreu nos anos 80 com histórias da autoria de desenhadores maioritariamente norte-americanas e brasileiras.
sexta-feira, dezembro 05, 2008
A arte Românica
A realidade portuguesa na história peninsular
Armando Besga Marroquin, Doutor em História Medieval, Universidad de Deusto - " Es curioso constatar que el último Estado surgido en la Península no sólo fue el único que mantuvo su existencia separada, sino que además fue el único que no se unió durante la Edad Media con ningún otro reino ibérico. Oportunidades no faltaron, pero todos se frustaron. A la muerte de D. Fernando I (1367-1383) el trono portugués correspondía al rey de Castilla Juan I (1397-1390), casado con la heredera legítima, Beatriz. Pero en Portugal triunfó la oposición a esta solución y se ofreció el trono al gran maestre de la Orden de Avis, Juan hijo bastardo de Pedro I (1357-1367). La posible unión se frustó con la derrota de los castelhanos en Aljubarrota (15 de agosto de 1385). A finales del siglo XV soplaban vientos de unidad en la Península. La unión debia pasar necesariamente por Castilla. El socio podía ser Aragón o Portugal. Los acontecimientos propiciaron la solución aragonesa. Primeiro Isabel la Católica rechazó el matrimonio con Alfonso V de Portugal, que era defendido por el rey castelhano Enrique IV, y se casó con el príncipe Fernando, herdero de la Corona de Aragón. Después los Reyes Católicos se impusieron en la Guerra de Sucessión (1474-1479) a Juana la Beltraneja, auténtica heredera legítima del trono, y Alfonso V de Portugal. En 1383 una victoria había asegurado la independencia de Portugal; ahora una derrota consagraba una separación. La política matrimonial de los Reyes Católicos estuvo a punto de haber propiciado la unión con Portugal. La primogénita de los Reyes Católicos, heredera del trono tras la muerte del único hijo varón, Juan, se casó en segundas nupacias con el rey de Portugal Manuel el Afortunado ( en primeras nupcias lo había estado con Alfonso V de Portugal: otra oportunidad perdida, porque el matrimonio no tuvo descendecia). En 1498 Isabel y Manuel fueron jurados como príncipes de Austurias. Aquel mismo año falleció Isabel al dar a luz a su hijo Miguel. Sobre este niño recaían los derechos de las coronas de Portugal, Aragón y Castilla. Las Cortes reunidas en Ocaña le juraron como heredero. Pero el niño murió en Grtanada antes de cumplir los 2 años (1500). En 1580 se produjo la unión de España y Portugal en la persona de Filipe II.Pero ya era demasiado tarde: Portugal tenía su propio imperio y en esas condiciones no se han producido uniones fructíferas. A partir de 1640 Portugal volvió a ser independendiente. En conclusión, el homenage de Alfonso I al Papa constituye sólo uno de los hitos del largo proceso de independencia de Portugal, y no de los más importantes, pues tenía como objecto asegurar una independencia ya lograda. El texto, además, permite constatar las posibilidades de uso tan variadas que realmente tuvieron los veínculos feudales, que en este caso están más cerca de la garantía de una alianza (interpretable además a conveniencia) que de las definiciones tan estrictas que se suelen dar en las exposiones sobre el feudalismo. Postado por Arlindo Sena.
domingo, novembro 30, 2008
Notas sobre a Maçonaria na Cidade de Elvas

sábado, novembro 29, 2008
Bíblias na Internet
Notícias com História - Na web e por iniciativa de quatro instituições: a Universidade de Leipzig, da Livraria Britânica, do Mosteiro de Santa Catarina e do Livraria Nacional da Rússia. É possível consultar em inglês e alemão, uma cópia do Novo Testamento em grego antigo. De realçar que o site www.codex-sinaitcus.net., permite entre outras funções o acesso a cada folha do respectivo documento, apresentado com um detalhe notável. Postado por Arlindo Sena. terça-feira, novembro 25, 2008
O nascimento do Comércio Contemporâneo em Elvas
tada no próprio foral manuelino concedido à cidade em 3 de Março de 1507. Mas tal como nessa data tão longíqua nos três séculos e meio seguintes, a prática mercantil era completar da actividade agrícola e eram os produtos agrícolas que dinamizavam essa prática pré-comercial. É certo que alguns mercadores locais como os Gomes, os Fernandes e os Melo, na época filipina atingiram uma dimensão internacional beneficiando do alargamento da sua àrea comercial por via ibérica, mas sem consequências na vida económica de Elvas, uma vez que por via do reconhecimento social destas famílias enrequecidas, primeiro por um comércio regional e depois pela sua participação em capitais ibéricos, acabaram por se fixar na capital do reino mais exactamente na Rua dos Mercadores onde tinham residência os maiores mercadores do reino. Mas o reconhecimento da cidade raiana como um espaço comercial, segundo a documentação escrita e documental, é já muito posterior à Revolução do Porto de 1820 e praticamente em plena Regeneração numa época em que a prosperidade marcava a vida quotidiana. Na verdade desde 1860 até 1930, o ritmo de crescimento demográfico do concelho de Elvas foi notável ainda que no início do século XX pela primeira vez na história concelhia a população rural ultrapassa os efectivos urbanos como consequência do avanço e expansão da exploração agrícola nas vilas e aldeias do município. Podemos então afirmar que a conjugação de factores determinaram as condições para a criação de um alargado número de consumidores que animaram um comércio em franco desenvolvimento a saber: a) O aumento demográfico por via de novos moradores, agricultores por via da "colonização agrícola". b) O desenvolvimento da função pública devido à crescente burocratização do regime republicano. c) O crescente processo de militarização sobretudo com a fixação e operacionalidade da Guarda Nacional Republicana e ainda a melhoria das condições higiénicas e saúde pública. Assim na transição para o século XX, Elvas sentinela da fronteira, era reconhecida como cidade comercial e agrícola, que podemos comprovar quandp se lê os títulos da imprensa periódica de finais da última centúria de oitocentos. Nas décadas de 1860 e 1870, as Ruas da Cadeia e Carreira, dominavam a vida comercial e as lojas e as mercearias sucediam-se na disposição das referidas vias. No período entre 1870-1890, a Rua da Alcamin surgia em franca expansão com lojas de moda e num misto entre a casa comercial e a mercearia. No fim do século era a vez da afirmação da Rua Pereira de Miranda, campeã das mercearias e na entrada no novo século timidamente surgiam novas artérias sem a dinâmica comercial das já referidas e o número de lojas e serviços registados atingiam a meia centena. O século XX seria marcado por vários momentos conjunturais, até meados do século pela relação entre a peseta e o escudo, após as crises económicas consequentes às duas guerras mundiais. A militarização, o movimento alfandegário e a clientela espanhola, alimentou a prosperidade comercial nas décadas de 60, 70,80 e 90. Mas a desactivação das estruturas militares e aduaneiras, acabou por fechar esse círculo de circulação monetária e provocar uma situação de estaganação que o tempo e a estratégia determinarão o caminho a seguir. Postado por Arlindo Sena. domingo, novembro 23, 2008

Notícias de História local - Rádio Elvas - Na edição de 20 de Novembro de 2008 , a entrevista marcou a referida emissão tendo sido a Drª. Isabel Cavaleiro Ferreira, na condição de Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Secundária de Elvas. No âmbito da acção da Associação referiu que a mesma tem como função entre outras o apoio à instituição Escola enquanto local de aprendizagem e exigência, estando representada nos orgãos próprios como o Conselho pedagógico como também se faz representar nas diversas iniciativas que escola organiza e concretiza. Num segundo momento, a Drª Isabel Cavaleiro referiu que uma das finalidades da Associação é estabelecer uma relação directa entre as futuras opções profissionais dos educandos da Escola Secundária de Elvas e a experiência profissional dos pais e nessa perspectiva, a Associação deverá realizar uma iniciativa a médio prazo na qual os pais deverão dar o seu testemunho das suas actividades profissionais junto dos alunos da comunidade escolar referida . Na parte final da mesma entrevista a nossa entrevistada, questionou o actual estado da educação, deixando claro que a exigência na avaliação e na aprendizagem deve ser uma das prioridades na formação educacional dos jovens, uma vez que essa exigência é uma realidade que o "mundo do laborar" determina. Postado por Arlindo Sena. terça-feira, novembro 18, 2008
Caminhada do dia do Não Fumador.
Andar, Ver e Comentar - Foi a iniciativa levado a cabo, pela equipa do projecto Jovens Escola e Saúde, da Escola Secundária de Elvas, no âmbito da comemoração do dia do Não Fumador. E que reuniu mais de uma centena e meia de alunos do referido estabelecimento, que partindo do Aqueduto das Amoreiras, percorreram o topo norte da Praça Militar de Elvas em direcção à Parada do Castelo, seguindo-se alguns troços da parte medieval e moderna da urbe elvense tendo como chegada a Praça da República. Postado por Arlindo SenaO " REI - SOL, LouisXIV.

segunda-feira, novembro 17, 2008
domingo, novembro 16, 2008
Carta dirigida pelo Círculo Elvense a Vitor de Santa Ana Pereira
Villa Romana da Quinta das Longas
quinta-feira, novembro 13, 2008
La crisis actual y la del 33. Parecidos razonables?

sexta-feira, novembro 07, 2008
A Carta Foral de 3 de Março de 1507

quinta-feira, novembro 06, 2008
"Eu tenho um sonho" -Martin Luther King

Notícias com História - " O mundo parece ter mudado, com a eleição do primeiro presente negro da única superpotência mundial, saída das ruínas da queda do Muro de Berlim e que hoje atravessa a maior crise da sua história e segunda maior crise da história Contemporânea. De facto a vitória de Barack Obama não é mais, hoje 5 de Novembro de 2008, que a concretização do Grande Sonho de Martin Luther King defensor dos direitos negros que em 27 de Agosto de 1964, que então junto do monumento edificado ao Presidente Linconln expôs a sua visão de uma sociedade livre e igualitária. Ainda que a Lei da Abolição da Discriminação Racial, promulgada em 2 de Julho de 1864 pelo presidente de Lyndon Johnson que foi sem dúvida o diploma mais importante para a igualdade racial dos negros dos EUA, desde a abolição da escravautra por Abraham Lincoln. E esta afirmação do poder afro-americano, nas eleições de 4 de Novembro ficou bem testemunhada por africano de idade avançada que na madrugada de ontem no Grant Central Park afirmava que esperou 44 anos pelo sonho. Para Obama o sonho continua até 20 de Janeiro - data da tomada de posse - a partir de então a realidade constituirá um desafio só comparável às enormes expectativas que os analistas internacionais criaram numa época em que o centro da economia mundial deverá provavelmente deixar o Wall Strett a caminho de qualquer outra praça financeira do Sudoeste Asiático. Ou seja, a trajectória da História passa pelos grandes impérios com a velocidade necessária que os tornam símbolos da memória colectiva e é esse o desafio de Barack Obama ...?
domingo, novembro 02, 2008
Lewis Hamilton o primeiro campeão negro da F1

sexta-feira, outubro 31, 2008

Notícias de História Local - Rádio Elvas - Edição de 30 de Outubro de 2008 - Uma vez mais a Escola e a Rédio partilharam o tempo do programa radiofónico, tendo como convidado o Prof. Eng. Osvaldo Silva, que lecciona a disciplina de Matemática na Escola Secundária de D. Sancho II. Todavia esta presença na Antena da Rádio Elvas, justificou-se no âmbito das grandes transformações que este espaço escolar deverá conhecer no âmbito do plano de restruturação das escolas portuguesas dentro do esforço de modernização que o Governo Central tem promovido na actual legislatura. Na sua intervenção o Prof. Osvaldo Silva, destacou de forma detalhada o plano de obras que o espaço escolar elvense irá conhecer, explicando que algumas àreas serão requalificadas e outras terão uma nova dimensão arquitectónica de raíz. E nesta perspectiva referiu que alguns dos referidos espaços justifica-se na lógica que Escola Secundária definiu para o seu futuro no âmbito da formação profissional e da necessidade de acompanhar os novos tempos em que as novas tecnologias e aproveitamento das fontes enérgicas que não podem ou não devem ser ignoradas . Já no final da sua intervenção o entrevistado referiu que as novos espaços construtivos deverão marcar uma nova perspectiva de gestão e utilização de recursos tendo como finalidade não só a comunidade educatica mas também a sociedade civil envolvente.
quinta-feira, outubro 30, 2008

segunda-feira, outubro 27, 2008
Igreja do Senhor Jesus da Piedade (Elvas)

sábado, outubro 25, 2008
Palácio Nacional de Sintra
segunda-feira, outubro 20, 2008

domingo, outubro 19, 2008
Notícias com História - Numa organização em conjunto entre o Gabinete Europe Direct, Câmara Municipal de Elvas e a Turma I do 11ºano de escolaridade da Escola Secundária de Elvas, fsábado, outubro 18, 2008
A Arte Romana
sexta-feira, outubro 10, 2008


quarta-feira, outubro 08, 2008
Um vulto da Primeira República.
sexta-feira, setembro 26, 2008
A Arte Grega
quinta-feira, setembro 25, 2008
O 5 de Outubro de 1910 em Elvas
quarta-feira, setembro 24, 2008
Tratado de Alcanizes em Campo Maior
Notícias da região: - Nos dias 12 e 13 de Setembro, a vila de Campo Maior recuou no tempo, nomeadamente 711 anos, para comemorar a assinatura do Tratado de Alcanizes, tão importante para a definição do território nacional. A comemoração foi uma iniciativa do Centro Educativo Alice Nabeiro, através das professoras Ana Paio e Cláudia Poeiras. Do evento fizeram parte uma recriação da assinatura do Tratado pelo Rei de Portugal, D.Dinis , e pelo rei de Castela, D.Fernando IV, e sua mãe, a regente, Dª Maria de Molina; uma feira medieval, com todas as atracções e transacções comerciais da época e um cortejo pela vila. Na sexta-feira, pelas vinte horas e trinta minutos, teve início um cortejo pela aantiga vila de Campo Maior, com a participação de cerca de 250 figurantes. De seguida, a comitiva regressou ao parque de estacionamente do Hotel Santa beatriz onde foi assinado e lido o Tratado. Seguiram-se lutas de guerreiros medievais, exibições de arqueiros e uma audição de flautistas. No sábado de manhã realizou-se um novo cortejo, desta vez pela parte nova da vila. De regresso ao local da feira, foi exibida a Peça Santa Beatriz da Silva. Da parte da tarde foi apresentada a Peça Tratado de Alcanizes e houve leituras de cantigas de amigo , de amor e de escárnio e mal-dizer. À noite foi servido um jantar medieval e uma nova exibição de pelejas, tiro com arco, danças e cantares medievais e, para finalizar, uma exibição de danças orientais. A meu ver a iniciativa teve imenso sucesso. em primeiro lugar porque envolveu todos os alunos do Centro Educativo Alice Nabeiro, pois foram eles os protagnistas de todas as realizações. Em segundo lugar porque envolveu os encarregados de educação, que participaram activamente nas actividades. Finalmente, em terceiro lugar, porque permitiu expandir todo um conjunto de ensinamentos acerca de uma época histórica a todos os que assistiram ao evento. Resta dizer que todos os fatos, espadas, escudos e outros addereços foram da responsabilidade dos alunos e professores do Centro Educativo. Parabéns e até à próxima. Postado por Fernando Antunes. quarta-feira, setembro 10, 2008
O 11 de Setembro de 2001

A Cultura do Palco
O que é a Arte ?
segunda-feira, setembro 01, 2008
Os cientista da Comunidade Judaica Elvense.
História Local - No Alto Alentejo, pelo menos desde finais do séc. XIV, estavam em crescimento algunas comunidades de origem judaica, das quais as chamadas Ruas Novas contribuíam para um novo traçado, como são os casos das vilas medievais de Elvas ou das vilas próximas desta, como foram exemplo as de Estremoz e Vila Viçosa. Na centúria seguinte, Castelo Vide, Campo Maior, Sousel e Fronteira, tornavam-se outros núcleos de população judaica em função das constantes fugas das inúmeras famílias que face à violência da Inquisição Espanhol, mais cruel que a portuguesa, determinava a procura dos espaços da raia portuguesa como locais de refúgio por excelência. Nesse contexto, Campo Maior e Elvas tornaram-se importantes "centros de recepção" dessas populações em fuga; em Elvas o número de fugitivos aproximou-se dos 10.000, que apesar de tudo estava longe do número atingido em locais mais a Norte do País, como Miranda que atingiu o triplo do número de refugiados daquela vila raiana da região do Caia. Na comuna de Elvas, considerando o fundo da Chancelaria de D. Afonso V [Arquivo Nacional da Torre do Tombo], em tempo de exílio judaico, José Verdugo ficava isento de prestar serviços ao concelho e os cirugiões Rabi Sabi e Ordenha, tinha permissão para viver entre os cristãos, tal como Meir Cuélar; o mesmo sucedia com Abel Alfarim e com o mercador Samuel Monção, tal como a maioria dos médicos (cirurgiões ) de Elvas. Mas a integração e reptução da comunidade judaica junto à cristã, era significativa junto daqueles que tinham como ofício a prática de outra ciência, para além da médica, referimo-nos aos físicos entre eles: Moisés Vinho, natural de Badajoz mas que exerceu a sua actividade em Elvas até ao fim dos seus dias ou Mestre Álvaro, que tal como Vidal de origem elvense desenvolviam a sua actividade nas localidades mais próximas. Todavia seriam os mercadores de matriz judaica que atingiram maior prosperidade e relevo já na época Moderna. Caso das famílias Fernandes e Gomes, com prósperas casas comerciais na Rua dos Mercadores em Lisboa, de resto destes grupos familiares destacaram-se notáveis elvenses como António Fernandes, O surdo que foi simultâneamente mercador e banqueiro, que ligado ao tráfico negreiro entrou na Corte do monarca D.Manuel I com a função de tesoureiro da Coroa. Ou Manuel Gomes, fornecedor dos produtos coloniais aos Ruiz Del Campo, numa época em que o mercador elvense dominavva as rotas comerciais de Segóvia e Medina e pouco depois tornava-se uma referência no comércio internacional. A sua trajectória é seguida pelos seus filhos Luis Gomes que torna-se coronel da Nobreza e ostenta pouco depois o ofício de Correio Môr que compra por 70.000 cruzados ao monarca ibérico D. Filipe II e que se manteve até 1797 nesta família elvense então de pergaminhos da alta nobreza e distante da sua origem judaica, utilizando a designação de Mata Sousa Coutinho . Postado por Arlindo Sena