domingo, março 14, 2010
4.3. Elvas Portuguesa - "O Tempo dos Governadores"
quinta-feira, março 11, 2010
quarta-feira, março 10, 2010
X - Terras da Raia do Distrito de Portalegre:- As figuras de influência política na época da Regeneração
sábado, fevereiro 27, 2010
4.3. ELVAS PORTUGUESA: Os novos poderes, a afirmação crescente dos Militares (1).
segunda-feira, fevereiro 22, 2010
domingo, fevereiro 21, 2010
X-Terras da raia de Portalegre: A organização partidária na Monarquia Constitucional

quinta-feira, fevereiro 18, 2010
Sabia que ....?

quarta-feira, fevereiro 17, 2010
O pensamento do Dia....

terça-feira, fevereiro 16, 2010
O Pensamento do Dia...
4.3 -Elvas Portuguesa: Os novos poderes: O Poder Espiritual

domingo, fevereiro 07, 2010
O pensamento do Dia...
X-Terras da Raia de Portalegre: Introdução à vida política.

domingo, janeiro 31, 2010
O Pensamento do Dia...

Grande arte é saber corrigir a tempo, oportunamente, abrindo uma porta; sem esmagar a pessoa mas ajudando a superar o erro. Quem sabe fazer esta distinção não deve ter medo de ter opinião nem cai na ratoeira de se calar dizendo que é tolerante. A tolerância é com as pessoas, não com os actos. Vasco Pinto Magalhães, Padre Católico.
Os Dias da Nossa Civilização...

sexta-feira, janeiro 29, 2010
O pensamento do dia ...

quinta-feira, janeiro 28, 2010
Publicações: Dentro de horas a apresentação da Elvas Caia....

domingo, janeiro 24, 2010
4.2.- Elvas Portuguesa:- II. A Demografia na modernidade

O pensamento do Dia...

quarta-feira, janeiro 20, 2010
IX-Terras da Raia de Portalegre - A ascensão dos proprietários da Vila de Campo Maior - 1850-1930

domingo, janeiro 17, 2010
O Pensamento do Dia...

A esperança de felicidade concebida por cada povo e as crenças que constituem a sua fórmula representam sempre o factor da sua pujança. O seu ideal nasce, cresce e morre com ele, e, qualquer que seja, dota de grande força o povo que o aceita. Essa força é tal que o ideal actua, mesmo quando promete pouca coisa. Compreende-se o mártir, para quem a fogueira simbolizava a porta do céu; mas, que proveito podiam retirar das suas cavalgadas através do mundo um legionário romano e um soldado de Napoleão? A morte ou ferimentos. O seu ideal coletivo era, entretanto, bastante forte para velar todos os sofrimentos. Considerarem-se heróis dessas grandes epopéias era para eles um ideal de felicidade, um paraíso, presente divinamente encantador. Uma nação sem ideal desaparece rapidamente da história. Gustave Le Bon, psicólogo e filosófo
domingo, janeiro 10, 2010
4.2. Elvas Portuguesa: A demografia na Modernidade

segunda-feira, janeiro 04, 2010
O pensamento do Dia ....

A necessidade de fé não foi absolutamente provocada pelas religiões; foi ela, ao contrário, que as suscitou. As divindades não fazem mais do que fornecer um objecto ao nosso desejo de crer. Desde que ele se desvia das divindades, o homem entrega-se a uma fé qualquer, quimeras políticas, sortilégios ou feitiços. (...) Uma das mais constantes características gerais das crenças é a sua intolerância. Ela é tanto mais intransigente quanto mais forte é a crença. Os homens dominados por uma certeza não podem tolerar aqueles que não a aceitam. Gustave Le Bon
IX - Terras da Raia:- A singularidade dos proprietários da vila de Arronches, 1850-1930

Pensamento do dia....

O afecto é um fabricante de ilusões, e quem quer que deseje o real deverá ser uma pessoa desinteressada. A partir dos momentos que sabemos que uma coisa é real, já não conseguimos estar ligados a ela. O afecto não é mais do que a insuficiência do sentimento da realidade. Estamos envolvidos com a posse de uma coisa porque acreditamos que se deixarmos de a possuir, ela deixa de ser. Muitas são as pessoas que não sentem, com toda a sua alma, que existe uma diferença absoluta entre a destruição de uma cidade e o seu exílio irremediável longe desta mesma cidade. Simone Weil (Filósofa)
domingo, janeiro 03, 2010
O Pensamento do dia
A Arte na Planície : A arquitectura religiosa Gótica.

que entra pelas grandes rosáceas dos topos, é já a claridade gótica que inunda as paredes e os pilares e penetra na estreita galeria do trifório. Não menos interessante é a composição da fachada principal, com as suas torres, tão sólidas como as torres de menagem das fortalezas da época, são massas que se equilibram, mas cujas aberturas são diferentes, reforçando o carácter de transição dos dois estilos artísticos medievais que a incorpora. Mas é na arquitectura monacal, que o gótico a sul atingiu a sua plenitude, com as suas igrejas de Planta de cruz latina de três naves rematadas por um transepto saliente, a
mplo e iluminado por largos vãos mainelados, que se abrem nos dois topos, adquirem características especiais devido às proporções das naves e à disposição da cobertura. As cabeceiras são constituídas por cinco capelas abobadadas que comunicam entre si por estreitas passagens e têm um só andar; a capela mor, de cinco panos iluminados por esguias frestas, é coberta de uma abóbada de ogivas ornadas de uma cadeia longitudinal, e as outras capelas, que têm de inicio abóbadas de berço quebrado ou ogivas robustas, de perfil quadrangular e arestas chanfradas, mais baixas e profundas. Espaço interior: mais vertical do que aparenta exteriormente, amplo e pouco compartimentada. Coberura, abóbada só nas capelas de cabeceira: madeira nas naves e no transepto (salvo poucaas excepções).Alçado da nave principal, sempre de dois andares : o primeiro formado por arcadas de comunicação e o segundo, por janelas de iluminação. Sistema de iluminação: lateral (nas naves).Decoração: Vegetalistas, muito simples, de tendência naturalista.São três os principais espaços religiosos góticos na planície destacamos: Catedral de Évora, S.Francisco de Évora e S.Domingos de Elvas.sexta-feira, janeiro 01, 2010
O Pensamento do Dia....

"Que estranho bicho o homem. O que ele mais deseja no convívio inter-humano não é afinal a paz, a concórdia, o sossego colectivo. O que ele deseja realmente é a guerra, o risco ao menos disso, e no fundo o desastre, o infortúnio. Ele não foi feito para a conquista de seja o que for, mas só para o conquistar seja o que for. Poucos homens afirmaram que a guerra é um bem (Hegel, por exemplo), mas é isso que no fundo desejam. A guerra é o perigo, o desafio ao destino, a possibilidade de triunfo, mas sobretudo a inquietação em acção".
Vírgílio Ferreira, Escritor in Conta Corrente.
Elvas Portuguesa: 4.1 - Introdução à Época Moderna.










Todos os homens se devem deixar matar pelas suas 


